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Editor: Edmar Torres Alves
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Netanyahu promete "lutar contra deslegitimação" de
17/10/2009 - 11h39
Netanyahu promete "lutar contra deslegitimação" de Israel

da Efe, em Jerusalém


O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, prometeu "lutar contra a deslegitimação" de Israel, depois que o Conselho de Direitos Humanos (CDH) das Nações Unodas ratificou nesta sexta-feira (16) o chamado Relatório Goldstone, que reúne as conclusões sobre a ofensiva militar lançada na virada do ano contra a faixa de Gaza.

Na noite desta sexta, o chefe de governo israelense convocou uma reunião especial com vários ministros para analisar a decisão. No encontro, ele afirmou que Israel tomará as medidas necessárias para contestar todos aqueles que tentam deslegitimar suas ações, informou a imprensa local.

"Estamos nos preparando para deslegitimar aqueles que tentam nos deslegitimar. Não toleraremos estas tentativas e responderemos a cada caso de forma oportuna", afirmou Netanyahu.

O texto aprovado nesta sexta-feira, em Genebra, acusa Israel e os palestinos do grupo radical Hamas, que controla Gaza, de terem cometido crimes de guerra durante a ofensiva lançada contra a faixa territorial entre janeiro e dezembro passados.

A resolução acusa Israel de não colaborar com a missão de investigação e cobra a aprovação das recomendações contidas no relatório.

Uma delas pede que o Conselho de Segurança (CS) da ONU leve a ofensiva de Gaza ao Tribunal Penal Internacional caso Israel e o Hamas não façam suas investigações sobre os confrontos, nos quais morreram 1.400 palestinos e 13 israelenses.

Israel considerou "injusta" e "parcial" a decisão, e, segundo a imprensa, tentará fazer frente à mesma com ações diplomáticas junto a seu principal aliado internacional, os Estados Unidos, e a países como Reino Unido e França.

Na reunião com os ministros de seu gabinete, o chefe de governo israelense deu instruções para que todos se preparem para uma "longa luta", que incluirá uma campanha explicativa ao corpo diplomático e a juristas.

Entre os ministros presentes no encontro estavam os titulares das pastas de Defesa, Ehud Barak; Assuntos Exteriores, Avigdor Lieberman; Justiça, Yaakov Neeman, e Assuntos Sociais, Isaac Herzog, entre outros funcionários.

Fonte: www.folha.com.br (Folha On Line)

Blair será o primeiro presidente da Europa?
08/10/2009
Blair será o primeiro presidente da Europa?

Carsten Volkery

Depois do "sim" da Irlanda ao Tratado de Lisboa, muitos britânicos veem o ex-primeiro ministro Tony Blair como o candidato favorito para se tornar o primeiro presidente da União Europeia.

Mas sua nomeação está longe de ser certa.

Há dúvidas profundas em toda a UE quanto a entregar seu cargo mais alto para o velho amigo de George W. Bush.

"Um fantasma ronda a Europa", escreveu o prefeito de Londres, Boris Johnson, em sua coluna no "Daily Telegraph" nesta semana.

Mas o texto logo interrompeu a citação ao
"Manifesto Comunista".

"O fantasma tem um famoso sorriso dentuço" e "um dom quase diabólico de se reinventar politicamente".

Johnson, é claro, estava se referindo a Tony Blair, primeiro-ministro britânico de 1997 a 2007 e inimigo favorito dos conservadores britânicos.

O eleitorado, escreveu Johnson, pensou que havia "finalmente se livrado do cara", apenas para vê-lo retornar como um "tipo de euroimperador" a bordo do "Blair Force One Jumbo Jet".


Tony Blair é tido como o candidato favorito para se tornar o primeiro presidente da União Europeia

A maior parte dos veículos da imprensa britânica, quer gostem ou odeiem a ideia, veem como uma conclusão inevitável que Tony Blair se torne o primeiro presidente da União Europeia, uma posição estabelecida pelo Tratado de Lisboa, que deve em breve se livrar dos últimos obstáculos para sua ratificação.

"Tony poderá ser nomeado no final de outubro", disse o tablóide "Sun" na semana passada, citando uma fonte anônima do governo.

O "Observer" também se referiu a Blair como o
"claro favorito".

Blair, de 56 anos, ainda precisa anunciar sua candidatura ao cargo.

De fato, ele provavelmente não o fará até que esteja confiante de que será escolhido.

Ainda assim, o governo Trabalhista do primeiro-ministro Gordon Brown lançou seu apoio a Blair.

O ex-primeiro-ministro seria uma "excelente escolha", disse o secretário de Exterior David Miliband.

Em Bruxelas seu nome também tem sido discutido.

Obstáculos importantes

Ainda assim, apesar do movimento que o anúncio de sua candidatura já gerou, nem todos estão satisfeitos com a perspectiva Blair se tornar presidente - nem no continente, nem na própria Grã-Bretanha.

Primeiro, porque Blair vem de um dos maiores países da União Europeia, um fato que não o torna atraente para os pequenos Estados membros da UE.

Quando o cargo foi criado, disse o primeiro-ministro de Luxemburgo Jean-Claude Juncker ao "Financial Times Deutschland", havia "uma compreensão informal de que o primeiro presidente da UE não poderia vir de um dos grandes países".

Além disso, conforme gostam de ressaltar os entusiastas da UE, Blair vem de um dos países mais céticos em relação a UE entre os 27 membros do clube.

A Grã-Bretanha não é nem mesmo integrante da eurozona de moeda unificada, nem faz parte do Acordo de Shengen que garante o deslocamento sem fronteiras na maior parte da Europa.

Além disso, Blair lutou com unhas e dentes para manter o British Rebate, uma fração do orçamento da UE que é paga anualmente para o Reino Unido porque o país se beneficia relativamente pouco com os subsídios agrícolas da UE.

Juncker argumentou que o presidente da UE precisa de um "perfil mais europeu".

É um argumento que tem seguidores também na Alemanha.

Por fim, Blair perdeu credibilidade diante dos olhos de muitos europeus ao oferecer seu apoio, e suas tropas, à invasão norte-americana no Iraque.

Alguém que manipulou o público em relação à existência de armas de destruição em massa no Iraque não deveria poder falar pela UE, disse um diplomata alemão, que pediu para não ser identificado.

Logo após a Irlanda ter aprovado o Tratado de Lisboa no referendo da última sexta-feira, os rumores circularam mais rápido do que nunca.

O "Sun" prevê que Blair assuma o cargo por dois mandatos e já calculou o salário do futuro presidente.

O jornal também informou que a mulher de Blair, Cherie, já foi apelidada de "Cherie Antoinette" em Bruxelas.

Mas fora os governos britânico e irlandês, nenhum outro Estado-membro da UE apoiou Blair abertamente.

Há rumores de que o presidente francês Nicolas Sarkozy o apoie, e ele deu vários sinais positivos durante os últimos anos.

Mas neste verão também foi dito que Srakozy, na verdade, preferiria Felipe Gonzalez, o ex-primeiro-ministro espanhol.

A mídia britânica pinta a chanceler Angela Merkel como a principal oponente a uma eventual presidência de Blair - uma opinião que espantou Berlim.

Merkel, dizem funcionários do governo, não dificultaria o caminho de Blair se ele se tornasse o candidato de consenso.

Outros, entretanto, sugeriram que o presidente da UE deveria ser selecionado entre os chefes de Estado atualmente ativos.

Um rumor persistente diz que Merkel prefere Jan-Peter Balkenende, o primeiro-ministro da Holanda, a Blair.

Ele vem de um pequeno país e de um dos primeiros Estados-membro da UE - e não incomoda o fato de ele ser, assim como Merkel, um conservador.

Dezembro é tempo de decisão

Oficialmente, o cargo ainda não se tornou tema de negociação - primeiro, o tratado precisa ser ratificado pela Polônia e pela República Tcheca.

O presidente polonês Lech Kaczynski deve assiná-lo nos próximos dias.

O presidente tcheco Vaclav Klaus, por sua vez, deve esperar mais algumas semanas por conta de uma decisão pendente no tribunal e sua própria antipatia à UE.

Assim, parece pouco provável que um candidato seja selecionado antes da próxima reunião da UE em Bruxelas no final do mês.

O primeiro-ministro sueco Frederik Reinfeldt, atual presidente rotativo da EU, acredita que não haverá nenhuma decisão até dezembro.

O maior trunfo de Blair é que ele é uma estrela no cenário mundial.

Outros, como Balkenende, Gonzalez ou o ex-primeiro-ministro finlandês Paavo Lipponen, correriam o risco de serem vistos como pesos-leve - já Blair nunca pareceria fora de lugar perto do presidente Barack Obama e do primeiro-ministro russo Vladimir Putin.

A questão continua sendo se Blair pode se livrar de sua imagem de "poodle de Bush".

Mesmo os britânicos não parecem muito entusiasmados com a perspectiva de ter seu ex-primeiro-ministro de volta em cena.

De acordo com uma pesquisa recente publicada pelo "The Times", 53% dos entrevistados não queriam que Blair se tornasse presidente da UE, enquanto outros 43% eram a favor.

Questionados se a presidência de Blair na UE seria vantajosa para os britânicos, 30% votaram sim.

Vinte por cento disseram que ela não seria boa.

O maior grupo (49%), entretanto, acreditava que não faria nenhuma diferença.

Os conservadores, que de acordo com pesquisas recentes devem ganhar as eleições gerais britânicas no ano que vem, estão particularmente preocupados.

Eles consideram terrível a perspectiva de que David Cameron, enquanto novo primeiro-ministro conservador, tenha que dividir o palco europeu com o ex-garoto dourado do Partido Trabalhista.

"Blair sempre parece estar no bote salva vidas quando o barco afunda", lamentou o colunista conservador do "Times" William Rees-Mogg.

Mas Boris Johnson, que trabalhou como jornalista em Bruxelas e, portanto, conhece bem os mecanismos da UE, deu esperança a seus aliados de partido.

Ele apostou cinco libras (R$ 14) que Blair não se tornará presidente da UE.

Ele escreveu que a UE preferiria o "socialista relativamente inofensivo de Luxemburgo ou o ultrapassado ministro do meio-ambiente finlandês".

Tradução: Eloise De Vylder

Fonte: www.uol.com.br


Comentário do editor do blog:

O palco está montado, o tabuleiro está pronto, e os personagens já se movimentam para interpretarem os seus papéis no tempo do fim, mencionado na Palavra Profética de Deus, que vem se cumprindo literalmente, dia após dia.

A União Europeia [quase certo retorno do Império Romano] já está a definir, possivelmente ainda no final deste mês de outubro, o mais tardar até dezembro, "quem é quem" no tabuleiro da História Final.

Seja quem for o escolhido para o cargo de Presidente da União Europeia, agora não mais por rodízio semestral, essa pessoa terá um papel muito ativo, importante e, quiçá, definitivo para a celebração do Acordo de Paz entre Palestinos e Israel.

Há alguns nomes em cogitação: Jan-Peter Balkenende [Primeiro Ministro da Holanda], Felipe Gonzalez [ex Premiê da Espanha] ou o ex-Primeiro Ministro finlandês Paavo Lipponen, todavia parece que nenhum destes tem o "karisma" de Tony Blair [ex-Primeiro Ministro da Grã-Bretanha], embora marque ponto contra ele, o fato de ter sido o mais forte aliado de George Walker Bush [ex Presidente dos EUA], na invasão do Iraque.

O cumprimento das profecias se acelera nos dias de hoje; já podemos, cremos, usar a expressão de Jesus, dizendo que estamos vivendo "o princípio das dores" (Mateus 24.8), momentos em que a humanidade, como está ocorrendo, começará a sentir "na carne" os sinais proféticos para os últimos dias: "guerras, rumores de guerras, nação contra nação, reino contra reino, fomes e terremotos em vários lugares, traição, ódio uns aos outros, falsos profetas, aumento da iniquidade, esfriamento do amor" (Mateus 24. 6 a 12).

Poder-se-á dizer, e com razão, que tais acontecimentos sempre se deram nos anos, décadas, séculos, milênios anteriores; mas, agora, essas coisas estão ocorrendo com maior intensidade, e estão aliadas a uma outra Palavra Profética, a respeito do Acordo de Paz final entre o anti-cristo e muitos de Israel (Daniel 9. 27).

Será, como temos dito, um acordo de paz com um prazo de vigência de sete anos, o anti-cristo, embora presente, ainda não se revelará como tal, mas, na metade do período [três anos e meio] ele rompe o acordo, se manifesta como o anti-cristo, assenta-se no trono como se fora o próprio Deus, e inicia-se a Grande Tribulação a que se referiu Jesus (Mateus 24. 21).

Como a Palavra de Deus diz que o anti-cristo ainda não se manifestou porque "algo" o detém, os convertidos a Jesus, os cristãos, chamados de a Igreja, por certo, no meio do período de Paz, quando todos estiverem falando de "paz e segurança", os salvos serão arrebatados para o encontro com Jesus nos ares, entre nuvens (I Tessalonicenses 4. 17), quando o anti-cristo se sentirá à vontade para se revelar e começar a atuar "até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele" (Daniel 9. 27).

É hora, pois, dos cristãos estarem pregando o evangelho a toda criatura (Marcos 16. 15), fazendo discípulos e ensinando-os a Palavra de Deus (Mateus 28. 19), e testemunhando de Jesus (Atos 1. 8), porque o tempo é chegado, e crer em Jesus, e aceitá-Lo como seu único e suficiente Salvador e Senhor, é imprescindível para se tornar filho de Deus (João 1. 12), e se livrar do dia da ira [a Grande Tribulação] porque "já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus" (Romanos 8. 1).

Maranata! [Ora vem, Senhor Jesus].
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

Libertada última presa palestina em troca de vídeo

Libertada última presa palestina em troca de vídeo de Shalit

da Efe, em Gaza


Israel libertou neste domingo Rauda Habib, a última presa palestina das 20 liberadas em troca de um vídeo do soldado israelense Gilad Shalit, capturado há três anos por três milícias palestinas.

Habib foi transferida esta manhã à faixa de Gaza, colocando fim à troca estipulada entre as autoridades israelenses e o movimento islâmico Hamas com mediação egípcia e alemã.

A detenta, irmã do conhecido dirigente político da Jihad Islâmica Khader Habib e sobrinha de Fatima al Ziq --outra das 20 presas que obtiveram a liberdade--, cumpria pena em Israel por tentativa de assassinato e colaboração terrorista.

A princípio, Habib não estava entre as presas escolhidas para serem libertadas, mas, depois que um juiz determinou a libertação de Barah Maliki na quarta-feira passada por redução de pena, o Hamas exigiu que fosse incluída uma nova detenta na lista.

Rauda Habib e Fatima al Ziq foram detidas pelas forças israelenses em 18 de maio de 2007 quando atravessavam a passagem de Erez para serem atendidas em um hospital israelense, e foram declaradas culpadas de tentar introduzir explosivos para facilitar atentados da Jihad Islâmica.

Na sexta-feira passada, Israel deixou em liberdade outras 19 presas em troca da entrega de um vídeo que mostrava o soldado Shalit vivo e em bom estado físico e mental.

Das 20 presas, apenas duas eram de Gaza, enquanto as outras 18 residiam na Cisjordânia, onde foram recebidas na sexta-feira por uma multidão com bandeiras palestinas.

Shalit foi capturado em 25 de junho de 2006, com 19 anos, quando fazia guarda junto à fronteira com Gaza pelo braço armado do Hamas --as Brigadas de Ezedin al Qassam-- e por outros dois grupos palestinos: os Comitês Populares de Resistência e o Exército do Islã.

O Governo israelense permanece desde então sob uma forte pressão para conseguir a libertação do soldado, cujo caso gerou contínuas campanhas de apoio no país.

O Hamas exige em troca do soldado a libertação de mais de mil presos palestinos, várias centenas deles condenados por crimes de sangue.

O movimento islâmico informou hoje em seu site que a falta de acordo se deve, fundamentalmente, à recusa de Israel em libertar Ibrahim Hamed, líder das Brigadas de Ezedin al Qassam na Cisjordânia, detido em 2006 por colaborar em atentados que causaram a morte e ferimentos a 78 israelenses.

Fonte: www.folha.com.br (Folha On Line)



Comentário do editor do blog:

Como já dissemos, na semana anterior, Israel continua cedendo, pacificamente, às exigência do Hamas, grupo armado que dominou e venceu as eleições em Gaza, a partir do qual iniciou um ataque diário e constante com bombas e foguetes contra Israel.

Em artigo anterior, na semana passada, detacamos
a "desproporcionalidade" da troca, ou seja, vinte prisioneiras para receber como contrapartida apenas um vídeo que prova que o soldado israelense está com vida e em boas condições de saúde.

Mas a exigência maior é o número de pessoas presas, 1.000 (um mil), para o soldado ser libertado, o que prova a instransigência dos membros do Hamas, e a boa vontade, a boa fé de Israel, sempre inferiorizado nas negociações.

É assim mesmo, como também já comentamos, a questão da absurda e pretendida
"proporcionalidade" quando dos combates.

Não existe isso em guerra!

Não fazemos, e nem estamos, hoje, fazendo apologia da guerra, mas a mídia tem levado a opinião pública internacional a repelir Israel, em favor dos palestinos, tendo em vista as distorções não somente apenas nos "atos de guerra", mas, principalmente, no acordo informal existente de minimizar ataques terroristas [dos membros do Hamas e de outros grupos palestinos], e escandalizar pequenos atos de Israel.

Então, aí está mais uma vez Israel atendendo às absurdas, porque desproporcionais, exigências do Hamas em troca de pequenas concessões da parte palestina.

Reiteramos: no Governo do ex-Primeiro Ministro Ariel Sharon [em coma há mais de 3 anos], este iniciou espontaneamente, e de maneira unilateral, a devolução de terras em Gaza, sem nada pedir em troca senão paz, o que teve continuidade no governo do seu sucessor Ehud Olmert, tendo sido suspensa no atual governo de Binyamin Netanyahu, de direita, e mais duro nas negociações.

Para dizer a verdade, os palestinos não se entendem nem mesmo entre eles, e a reunião que estava marcada entre as duas partes com o Egito, para se reconciliarem, foi hoje adiada, tendo em vista desentendimentos que estão ocorrendo.

Edmar Torres Alves- editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

Nenê planeja trocar as quadras pela religião antes
06/10/2009 - 09h53

Nenê planeja trocar as quadras pela religião antes de 2016
Do UOL Esporte
Em São Paulo

NENÊ NÃO TEM PLANOS PARA O RIO-2016


Nenê quer se dedicar mais à religião evangélica

Enquanto muitos atletas já pensam nos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, o jogador de basquete Nenê tem outra perspectiva para seu futuro.

Evangélico, ele quer se dedicar à religião no futuro, o que deve fazer com que sua carreira nas quadras não dure tanto tempo.

Ele afirmou, inclusive, que terá apenas mais sete anos como jogador, no máximo .

. O pivô entra em sua oitava temporada na NBA neste ano e fará 27 anos.

Seu contrato com o Denver Nuggets, de U$S 60 milhões, entra em seu quarto, de seis anos.

Mesmo com tempo para conseguir chegar ao Rio com 33 anos, ele afirma que pensa realmente na parada.

"Sim, estou falando sério.

A cada ano fica mais difícil.

Em sete anos eu vou parar, porque tenho outros objetivos.

Tenho um acordo com meu pastor e quero ficar mais ligado à igreja no Brasil", afirmou ele.

Ele afirmou que não quer ser um jogador apenas para ganhar dinheiro e que a religião será seu maior objetivo após a aposentadoria.

"Minha situação financeira é estável, porque eu ia querer mais dinheiro?

Não sou louco por dinheiro e acho que posso fazer o melhor pela igreja", completou ele, que escreve sempre a palavra "Jesus" em seus tênis, e venceu um câncer de testículo.

COM DIAS CONTADOS

Nenê, sobre seus planos futuros

A data coincidiria justamente com a realização das Olimpíadas brasileiras, mas não Nenê planeja entrar na disputa.

"Em sete anos eu estarei aposentado", afirmou ele, em entrevista ao site norte-americano FanHouseSobre o Rio-2016, ele afirmou estar animado com a ideia, mesmo sem planos de competir.

"Os Jogos ajudarão muitas crianças a se animarem para praticar esportes.

Haverá um grande apoio e estou feliz porque os jovens no Brasil não costumam receber muita coisa", concluiu.

Assim como Nenê, os outros dois jogadores brasileiros da NBA, Anderson Varejão e Leandrinho, estarão com 33 anos.

Fonte: UOL notícias


Comentário do editor do blog:

Louvamos a Deus porque um profissional, que é destaque no esporte internacional, dê prioridade à sua vida espiritual, estando para deixar a carreira brilhante para se dedicar a Deus, para obedecer ao "Ide" que recebemos do Senhor Jesus.

A mensagem devocional do Pr. Paulo Roberto Barbosa, postada hoje, mostra o valor de dar prioridade ao Senhor hoje, nos dias da mocidade, antes que venham os maus dias.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
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O Hamas e a troca "desproporcional"


O soldado israelense Gilad Shalit, preso em Gaza desde 2006, parece se encontrar em bom estado de saúde e fala com coerência no vídeo recebido nesta sexta-feira por Israel em troca da liberação de 19 presas palestinas, indicaram jornais e TVs israelenses.

Comentário do editor do Blog:

Quando dos combates entre Israel e os palestinos do Hamas, toda a mídia internacional disse que a ação defensiva de Israel foi muito "desproporcional" em relação às baixas israelenses.

Vamos esperar que ela diga, agora, que o que o Hamas recebeu em troca de um vídeo, 19 prisioneiras palestinas, também foi bastante "desproporcional"

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
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Igreja Católica reconhece novos desafios na Europa
01/10/2009 - 15h17

Igreja Católica reconhece novos desafios na Europa


Paris, 1º out (Lusa) - Vinte anos depois da queda do muro de Berlim e consequente fim dos regimes comunistas e ateístas, a Igreja Católica enfrenta novas dificuldades e desafios na Europa, afirmou nesta quinta-feira, em Paris, o cardeal Péter Erdö, arcebispo de Esztergom-Budapeste.

As declarações do presidente do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE) foram feitas na abertura da assembleia anual do organismo, que acontece até domingo e vai debater o tema "Igreja e Estado, 20 anos depois da queda do muro de Berlim".

A reunião conta com a participação de praticamente todos os presidentes das conferências episcopais nacionais da Europa, além do cardeal Giovanni Battista Re, prefeito da Congregação para os Bispos, e do Arcebispo Dominique Mamberti, secretário do Vaticano para as relações com os Estados, entre outros.

"A União Europeia, à qual muitos dos nossos países pertencem, está prestes a abraçar novas iniciativas, à luz do Tratado de Lisboa.

A Igreja apoia tudo o que leve ao reforço da paz e das relações de solidariedade, mas estará sempre vigilante para que sejam garantidos o bem comum, o respeito pela vida e a liberdade religiosa", disse.

Questões

Entre as situações que requerem uma resposta urgente da Igreja Católica, o cardeal Péter Erdö destacou a imigração, os desafios colocados pela nova cultura digital, o diálogo ecumênico e questões ligadas à cultura e educação e à defesa da vida e da família.

Erdö lembrou também a crise financeira mundial que marcou os últimos 12 meses e destacou as contribuições da Igreja Católica para responder às situações mais graves, como a encíclica de Bento 16 Caritas in Veritate (Caridade na Verdade), esperando que ela seja "impulso para que a crise seja, como a aurora, um sinal de que a escuridão está a desaparecer e a luz de um novo dia se está a levantar".

Na saudação aos participantes, e falando sobre o tema da reunião, relembrou as palavras do papa durante a visita à França, em setembro do ano passado, segundo as quais a Igreja não quer substituir o Estado.

"Uma colaboração saudável entre a comunidade política e a Igreja, baseada na compreensão e no respeito pela independência e autonomia de cada um, proporciona ao homem um serviço que visa o seu desenvolvimento integral, tanto a nível pessoal como social", disse, na época, o papa aos bispos franceses.

Na sexta-feira, serão apresentados os resultados de um inquérito à escala europeia sobre as relações entre Estado e Igreja.


Fonte: www.uol.com.br - UOL Notícias

Comentário do editor do blog:

Posiciona-se bem o representante da Igreja Católica, o cardeal Péter Erdö, arcebispo de Esztergom-Budapeste, cuja presença está antecedendo a assembleia anual do organismo [Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE)], que acontece até domingo e vai debater o tema "Igreja e Estado, 20 anos depois da queda do muro de Berlim".

Preocupa-se ele com a garantia do bem comum, o respeito pela vida [possivelmente farão uma alusão ao aborto] e a liberdade religiosa, este um tema bastante delicado, tendo em vista que a Europa está, não muito devagar, perdendo terreno para o Islamismo, o qual, todos sabemos, penaliza não só os muçulmanos que se convertem a outro credo, como, também, não permite que outras religiões possam realizar seus cultos em terras islâmicas, e muito menos fazer "proselitismo" junto a seus fieis.

Já abordamos esse tema [Liberdade de Culto], anteriormente, neste espaço, e vislumbramos a médio prazo dificuldades maiores para as igrejas cristãs na Europa, tendo em vista o grande avanço do Islamismo, mais acentuadamente na França.

Queira Deus o êxito dessa reunião para que seus membros encontrem saídas sábias e inspiradas vindas diretamene dEle.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

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