Israel libertará 20 palestinas em troca de informa
30/09/2009 - 07h49
Israel libertará 20 palestinas em troca de informação sobre soldado capturado

(Atualiza com comunicado israelense) Cairo, 30 set (EFE).-
As autoridades israelenses libertarão 20 mulheres palestinas detidas em prisões israelenses em troca de informação sobre o soldado israelense Gilad Shalit, capturado por grupos palestinos em 2006, confirmaram hoje à Agência Efe fontes de segurança egípcias.
O movimento islâmico Hamas também confirmou hoje que chegou a um acordo com Israel para a libertação das palestinas.
...
Abu Obeida, porta-voz das Brigadas de Ezedin al-Qassam (o braço armado do Hamas), informou em entrevista coletiva em Gaza que, em troca da libertação das presas, será entregue àsautoridades israelenses um vídeo provando que Shalit está vivo e em perfeitas condições.
Um comunicado divulgado pelo escritório do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, confirma o acordo e explica que "o Gabinete de Segurança decidiu esta manhã pôr em liberdade 20 presas palestinas (...), de acordo com a proposta da equipe responsável pelas negociações para a libertação de Shalit".
"Segundo a proposta dos mediadores (egípcios), Israel receberá evidência atualizada e unívoca do bem-estar e estado de Gilad Shalit.
A prova de que está vivo será apresentada a Israel pelos negociadores em forma de uma fita de vídeo recente", acrescenta a nota.
Netanyahu felicitou a equipe de negociação e declarou que "é importante que todo o mundo saiba que Gilad Shalit está vivo e bem, e que o Hamas é responsável por seu bem-estar e seu destino".
Para Israel, a troca de presas por informação é "uma medida de confiança" que significa um avanço para a libertação do jovem soldado.
O serviço israelense de prisões divulgará nas próximas horas os dados das prisioneiras que serão libertadas.
Shalit foi sequestrado por comandos do Hamas, dos Comitês de Resistência Popular e de um desconhecido Exército Islâmico em 25 de junho de 2006, durante uma operação do Exército israelense na Faixa de Gaza, segundo a versão palestina, e em sua base em território israelense perto do limite de Gaza, segundo a versão israelense.
Este anúncio ocorre dois dias depois que o principal responsável do Hamas, Khaled Mashaal, exilado em Damasco, se reuniu no Cairo com o chefe de segurança egípcio, general Omar Suleiman, que atua como mediador entre palestinos e israelenses.
Este é um dos maiores avanços nas negociações entre palestinos e israelenses com mediação egípcia para resolver a situação de Shalit.
Fonte: www.uol.com.br
Comentário do editor do blog:
Eis aí uma atitude que mostra a boa vontade, a boa fé de Israel: vai entregar 20 prisioneiras [provavelmente terroristas] em troca apenas de informações sobre a vida de um soldado, que foi sequestrado há mais de 3 anos.
Percebe-se o cuidado que Israel tem com vidas humanas, não importando se é um soldado e não, por exemplo, um general; não se importando se é um jovem rapaz ou se é uma famíia numerosa; não se importando se é apenas uma pessoa sem grande cultura, ou se é um intelectual famoso.
Temos que acreditar na boa fé de Israel, que não é de hoje vem agindo, unilateralmente entregando terras para os palestinos para receber em troca "momentos de paz", como foi iniciado no Governo do Premiê Ariel Sharon, que se encontra em estado de coma desde 2006.
Este povo sofrido e caluniosamente atacado constantemente pela Mídia Internaciona deseja a paz, e vem dando provas disso.
Os "sinais" proféticos veem acontecendo, e apontam para a proximidade da segunda vinda de Jesus, para reinar sobre as Nações, a partir de Israel.
Maranata! [Ora vem, Senhor Jesus]
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br
postado por Edmar Torres Alves - fonte www.uol.com.br, , em 30-09-2009
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29/09/2009 - 14h32
Palestinos pedem prisão de ministro da Defesa de Israel no Reino Unido
colaboração para a Folha Online
Advogados que representam várias famílias palestinas solicitaram a um tribunal britânico uma ordem de detenção do ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, por supostos crimes de guerra cometidos durante a operação na faixa de Gaza há oito meses.
Um dos advogados, Tayab Ali, disse à imprensa britânica que o pedido foi apresentado nesta terça-feira ao Tribunal de Westminster e está à espera de uma resposta.
Barak se encontra no Reino Unido e deve assistir nesta terça-feira ao congresso anual do Partido Trabalhista realizado em Brighton (sul da Inglaterra), onde espera reunir-se com o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown.
Oficiais israelenses disseram que Barak não mudará seus planos por causa da ordem de prisão.
Eles afirmam que ele tem imunidade por ser ministro de Estado.
Ali assinalou que a o pedido de detenção está relacionado com a ofensiva israelense na faixa de Gaza, em janeiro.
Segundo o advogado, a ordem de detenção "tem que ser emitida hoje, de outra maneira, corremos o risco de que Ehud Barak abandone o país".
Os advogados pedem a detenção em virtude da Lei de Justiça Criminal de 1988, que permite aos tribunais da Inglaterra e do País de Gales a terem jurisdição universal em casos de crimes de guerra.
Além disso, os especialistas alegam que a ordem do Tribunal Penal Internacional (TPI) emitida em maio do ano passado para a detenção do presidente do Sudão, Omar al-Bashir, --acusado de crimes de guerra na região de Darfur--, abre um precedente.
A secretária-geral da Campanha por uma Palestina Solidária, Betty Hunter, qualificou de "desgraça" a presença de Ehud Barak em Brighton.
"Em janeiro, as pessoas do Reino Unido protestaram contra o massacre em Gaza, que Barak ordenou às Forças Armadas.
Como parte da Convenção de Genebra [sobre direito internacional humanitário], o governo britânico deveria prender Barak por crimes de guerra, e não recebê-lo com um jantar", afirmou Betty.
Ofensiva
Israel defendeu sua ofensiva de dezembro e janeiro passado como uma reação ao lançamento de foguetes palestinos e desdenhou as descobertas dizendo que favorecem o Hamas, grupo islâmico radical em controle de Gaza.
Especialistas israelenses expressaram temor de que o relatório leve a julgamentos de crimes de guerra.
Israel lançou em 27 de dezembro uma grande ofensiva contra o grupo islâmico radical Hamas na faixa de Gaza com objetivo declarado de retaliar o lançamento de foguetes contra o território israelense.
Segundo o Centro Palestino de Direitos Humanos, a operação deixou 1.434 palestinos mortos --incluindo 960 civis, 239 policiais e 235 militantes.
Já as Forças de Defesa israelenses admitiram ter matado 1.370 pessoas, incluindo 309 civis inocentes, entre eles 189 crianças e jovens com menos de 15 anos.
Diversos grupos de direitos humanos divulgaram relatórios criticando os dois lados por crimes de guerra --Israel pelo abuso de força em um território populoso e o Hamas por usar humanos como escudos e por atirar foguetes indiscriminadamente contra Israel.
O Exército israelense realizou uma investigação interna em abril passado diante de relatos publicados no jornal israelense
"Haaretz" de soldados que lutaram na recente ofensiva na faixa de Gaza e que descrevem assassinato de civis inocentes, além de um bilhete que ordena ataques a equipes médicas e a campanha dos rabinos do Exército para transformar a operação em uma
"guerra santa".
Na época, as Forças Armadas israelenses rejeitaram as denúncias como boatos.
Com Efe e Associated Press
Fonte: www.folha.com.br (folha On line)
Comentário do editor do blog:
Está ai uma oportunidade para que os Palestinos consigam uma decisão judicial para o debate que vem ocorrendo em torno do suposto "crime de guerra" ou "crime contra a humanidade".
A Autoridade Judicial terá sob sua responsabilidade definir se Israel agiu dentro da normalidade de uma guerra, ao se defender de constantes e antigos ataques que vem recebendo dos seus inimigos, ou se portou, ou não, de maneira "proporcional" aos
ataques que sofreu, sofre, e continuará sofrendo da parte, ora do Hamas, ora do Hezbollah.
Como dissemos no artigo anterior, nunca se ouviu falar nessa questão de "proporcionalidade" antes, em inúmeras guerras em todo o mundo, quando algum País ataca, e o outro exercendo o seu legítimo direito de defesa, responde belicamente aos ataques que sofreu; ressaltando-se o ridículo desejo, agora, que - supostamente - se interrompa a batalha para contar e fazer
"empatar" o número de pessoas vitimadas em ambos os lados.
As Autoridades Internacionais devem ficar mais atentas às atitudes dos grupos Hamas e Hezbollah, punindo-os quando dos seus ataques por bombas e foguetes, ao invés de penalizar apenas a parte que se defende legitimamente dos ataques.
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br
postado por Edmar Torres Alves - fonte: www.folha.com.br, , em 29-09-2009
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Yerushalaim Shel Zahav
postado por Edmar Torres Alves - Fonte: www.chamada.com.br, , em 22-09-2009
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Dia "anti-Israel"
18/09/2009 - 08h14
Ahmadinejad nega novamente Holocausto e pede frente global contra Israel
Agêncisa EFE - Em Teerã
O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, voltou a negar hoje a existência do Holocausto judeu e disse que o mundo inteiro tem a "obrigação" de assumir sua responsabilidade frente a Israel para garantir a paz global.
Ahmadinejad fez estas declarações, enquanto dezenas de milhares de opositores a seu regime aproveitavam a manifestação anual em solidariedade aos palestinos para protestar pelas ruas de Teerã, manifestação que foi duramente reprimida.
O presidente iraniano pediu às nações do mundo, e em particular às da região, a se levantar contra Israel, porque sua simples existência as "coloca em perigo", e disse que conter o Estado judeu é um "princípio humanitário".
"O regime sionista é um símbolo de mentiras e decepção, que se baseia em atitudes colonialistas", acrescentou Ahmadinejad no discurso antes do sermão semanal da sexta-feira, segundo o canal de televisão "Press TV".
O presidente iraniano também falou do Holocausto, no qual seis milhões de judeus morreram sob o nazismo alemão, que voltou a colocar em dúvida, como em algumas ocasiões anteriores.
"Se o Holocausto, como eles dizem, é verdade, por que não oferecem provas?", perguntou.
Enquanto Ahmadinejad fazia seu discurso, a Polícia antidistúrbios iraniana, com apoio de milicianos islâmicos Basij, reprimia duramente a manifestação dos opositores, que acabaram em enfrentamentos com gás lacrimogêneo, pedras e garrafas no centro de Teerã.
Vários dirigentes reformistas foram agredidos por partidários de Ahmadinejad, incluindo o ex-presidente iraniano Mohamad Khatami e o candidato presidencial Mehdi Karroubi.
Segundo a agência estatal iraniana "Irna", o veículo onde viajava o líder opositor Mir Hussein Moussavi foi atingido por pedras e outros objetos contundentes lançados pelos partidários de Ahmadinejad.
Em dia anti-Israel, Irã vive novos protestos
Milhares de opositores aproveitam data oficial que marca repúdio de Teerã a Estado judaico para ir às ruas contra governo
Durante manifestações, ex-presidente reformista é agredido por simpatizantes de Ahmadinejad, que voltou a questionar o Holocausto
Associated Press
Manifestantes da oposição durante protesto contra o governo e que foi reprimido pelas forças de segurança, ontem, em Teerã
DA REDAÇÃO
Milhares de iranianos aproveitaram o Dia de Jerusalém -oportunidade destinada a hostilizar Israel e defender a criação de um Estado palestino- para sair às ruas e protestar contra o presidente Mahmoud Ahmadinejad.
Os manifestantes de oposição marchavam em Teerã com camisetas verdes e aos gritos de "morte ao ditador".
Eles terminaram entrando em confronto com as forças de segurança, atirando pedras e tijolos, enquanto os policiais disparavam bombas de gás lacrimogêneo.
Esse foi um dos maiores protestos da oposição desde meados de julho e aconteceu paralelamente à comemoração organizada ontem pelo governo, no mesmo dia do Ano-Novo judaico.
A data é uma grande ocasião política para Teerã reforçar sua posição anti-Israel, por meio de protestos, discursos de autoridades e marchas em que participaram milhares de pessoas em todo o país.
A oposição aproveitou o momento para mostrar que continua atuante e com capacidade de mobilização pouco mais de três meses após a polêmica eleição que reconduziu Ahmadinejad ao poder.
Lideranças importantes dos reformistas participaram da marcha, em desafio direto às ordens do líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, que tinha proibido manifestações contra o governo no Dia de Jerusalém.
Em um dos protestos, simpatizantes do regime conseguiram interceptar um grupo de manifestantes e atacaram o ex-presidente Mohammad Khatami (1997-2005).
A hostilidade foi rapidamente repelida pelos manifestantes.
Khatami não ficou ferido, mas sua túnica foi rasgada, segundo testemunhas.
Em outro ponto da cidade, os partidários do governo tentaram atacar o líder opositor Mir Hossein Mousavi, que se juntara a outro grupo de manifestantes.
Segundo testemunhas, ele conseguiu entrar em seu carro e escapou, enquanto manifestantes continham agressores.
Não houve relatos de tiroteios ou mortos, mas testemunhas afirmam que mais de dez pessoas foram detidas.
Ao menos dois manifestantes ficaram feridos durante os confrontos.
Negacionismo
Os protestos da oposição, embora numerosos, foram bem menores que as manifestações que tiveram apoio do governo.
Apesar de o pretexto ser o apoio aos palestinos e, principalmente, a oposição a Israel, simpatizantes do regime usaram a ocasião também para mostrar o apoio ao governo, entoando gritos de "morte àqueles que se opõem ao líder supremo".
Durante as comemorações oficiais, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, voltou a negar o Holocausto.
Em discurso a fiéis, na Universidade de Teerã, ele questionou se o Holocausto "foi um evento real" e afirmou que Israel foi criado sob a base de "mentiras e argumentos míticos".
A Chancelaria do Reino Unido qualificou as declarações de "repulsivas e ignorantes".
Já os EUA disseram que "isso só serve para isolar ainda mais o Irã do resto do mundo".
Com agências internacionais
Comentário do editor do blog:
Mensagem do dia
"Uma arca abarrotada de ouro na curva do Rio Jordão - O sionismo neoevangélico é uma boa caricatura do que acontece neste Brasil evangélico estranhamente solidário a Israel. Há uma febre judaizante. Restaria saber se os demais apóstolos aceitariam o “evangelho” turístico neopentecostal." (Derval Dasilio).
Mensagem eterna
"E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso, e não te assistimos? Então lhes responderá: Em verdade vos digo que sempre que o deixaste de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixaste de fazer. E irão estes para o castigo eterno, porém os justos para a vida eterna" (Jesus - Evangelho de Mateus 25. 44 a 46).
Parece-nos bastante estranho um cristão não ser solidário a Israel, contrapondo o que o Sr. Derval Dasílio disse em um dos seus artigos, cuja frase acima destacada, considera estranha a solidariedade evangélica [ou neoevangélica] a Israel.
O texto bíblico de Mateus 25. 31 a 46, que a vida toda nos foi imposto como argumento pró salvação pelas obras [dos cidadãos dos últimos dois milênios, e dos próximos anos, atè à segunda vinda de Jesus], nada tem a ver com os convertidos a Jesus, os salvos, chamados de "Igreja", Corpo de Cristo.
Vai ser necessário um breve olhada nos textos bíblicos, sem nos alongarmos, para deixar a situação bem clara.
O texto assim se inicia [na Palavra de Jesus]:
"Quando vier o Filho do homem [Jesus] na sua majestade e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória", o que deixa bem claro que Ele se refere à sua segunda vinda, quando Ele separará "ovelhas" [os bons] de "carneiros" [os maus], e os julgará por obras.
Que obras?
Ele mesmo diz que pelo bem que fizeram [ou não fizeram] aos seus pequeninos irmãos.
A vida toda se pregou que esses pequeninos irmãos são as crianças, quando, na verdade, são os judeus.
O texto sobre as crianças é outro!
Não deixa nenhuma dúvida o "Deixai vir a mim os pequeninos, e não os impeçais, porque dos tais é o Reino de Deus" (Marcos 10. 14).
Reafirmamos que o texto de Mateus 25. 31 a 46 se refere à segunda vinda de Jesus [quando vier o Filho do homem], quando Ele pisará a terra [Jerusalém], ou seja, isso se dará após a Grande Tribulação, ensinada por Jesus em Mateus 24. 21.
De acordo com o "calendário Bíblico" o arrebatamento dos convertidos a Jesus, para encontrá-Lo nos ares, entre nuvens, antececederá a tribulação pela qual passarão os judeus e outras nações que não se converteram antes, pela pregação do Evangelho.
Assim, na segunda vinda, a Igreja já não estará mais aqui na terra para ser julgada "para salvação" por obras em favor dos judeus.
Ela já foi salva, antes, pela aceitação do Senhor Jesus no coração, pela Graça, logo não poderá entrar em juízo "para salvação" novamente.
"Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus" (Romanos 8. 1).
Então, para uma análise do contexto, como que retroagindo no tempo e nos acontecimentos bíblicos, falemos primeiro desta passagem de Mateus 25 que nos indica que os que não foram arrebatados antes é que serão julgados pelo bem que fizeram ou deixaram de fazer, na Tribulação, aos pequeninos irmãos de Jesus [os judeus].
Antes, Jesus disse: "Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem" (Mateus 5. 44).
Ainda antes, no Salmo 122. 6, a recomendação de Deus, através do salmista é: "Orai pela paz de Jerusalém"!
Recuando um pouco mais, literalmente, Deus diz em relação a Israel: "abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem;em ti serão benditas todas as nações".
(Gênesis 12. 3).
Então claro está que Deus quer que sejamos pró-Israel, e não anti-Israel, desde os primeiros tempos da jornada bíblica, e assim será até o final.
Recapitulando, Deus diz que abençoará os que abençoarem a Israel, e amaldiçoará os que amaldiçoarem a Israel, o que é válido para o povo daquela época, mas é valido para todos, inclusive para nós cristãos.
Pelo salmista, o povo daquela época, e é válido para todos em quaisquer épocas [inclusive para nós cristãos], recebeu a orientação de orar por Jerusalém.
Jesus aconselha, recomenda, manda que amemos os inimigos e oremos pelos que nos perseguem.
Então no pressuposto de que os judeus sejam nossos inimigos, ainda assim temos que orar por eles, e amá-los.
E, finalmente, embora nos abstraindo de "n" outros textos, o contexto bíblico é muito claro: amar Israel, e quem diz isso, em todas as oportunidades, é Deus, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Deus de Israel.
Concluindo, todo o contexto bíblico mostra que Deus está do lado de Israel, e Romanos 11 deixa claro que todo o [remanescente] de Israel será salvo, será reenxertado à Videira, que é Cristo.
Então, deixando um pouco de lado "a lei" [textos acima citados], se Deus está do lado de Israel, os cristãos, sejam ou não novos [neo] evangélicos, sejam ou não neo-pentecostais, nós os cristãos [inclusive nós os tradicionais] temos que estar do lado de Deus.
O que, nós os cristãos, não podemos é cerrar fileiras com o já considerado"neo-hitlerismo", e sair por aí afirmando que "Israel deve ser varrido do mapa", como muitos veem apregoando, e, mais recentemente o Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que nada tem a ver com o conflito "árabes[palestinos] x Israel".
É a sua intenção construir armas nucleares para destruir Israel, mas isso jamais acontecerá, pois Deus deixa claro em Jeremias 31. 40 (leiam de 31 a 40): "Esta Jerusalém jamais será desarraigada ou destruida", explicando antes que todas as leis da natureza, em relação ao sol, às estrelas e à lua terão que falhar, diante dEle, para que Ele deixe, abandone a descendência de Israel.
Não resta, então, nenhuma dúvida: se Deus está do lado de Israel, nós temos que estar ao lado dEle.
Tudo isso, toda essa luta, toda essa discussão, tudo o que está acontecendo no Oriente Médio é "sinal" de que a segunda vinda de Jesus se aproxima.
Maranata! [Ora vem, Senhor Jesus).
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br
postado por Edmar Torres Alves, , em 19-09-2009
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Comunidade Judaica inicia as comemorações do Ano N
Comunidade Judaica inicia as comemorações do Ano Novo
Fonte : Confederação Israelita do Brasil
Quando aparecer a primeira estrela na noite de 18 de setembro, cerca de 110 mil judeus de todo o país comemorarão a chegada do ano 5770.
Como o calendário judaico é lunar, o anoitecer marca o início de Rosh Hashaná, “cabeça do ano” em hebraico.
O Ano Novo no judaísmo celebra a criação do homem e é seguida pela data mais importante da religião: o Iom Kipur, ou Dia do Perdão.
O novo ano é recebido com uma celebração solene e também festiva.
Famílias se reúnem no jantar e ingerem alimentos simbólicos: a maçã com mel carrega o desejo de um ano doce, a chalá (pronuncia-se ralá), um pão em formato espiralado, representa a continuidade e o anseio de um ano sem conflitos e a romã é um pedido que os méritos sejam numerosos como suas sementes.
Além disso, costuma-se comer peixe, um animal que sempre nada para frente.
Outra tradição ligada à alimentação é a de evitar temperos amargos, para que a amargura não se reflita no ano seguinte.
Nas sinagogas, as orações incluem o toque do Shofar, instrumento feito de chifre de carneiro.
Rosh Hashaná marca o início dos “Dez dias de Arrependimento”, que se encerram com Iom Kipur.
Esta data é considerada a mais sagrada do calendário judaico, pois é um momento de introspecção completa e esperança de perdão por pecados cometidos.
O jejum de um dia é feito para que seja atingido tal grau de reflexão.
“Esperamos que 5770 seja um ano que traga mais paz, mais democracia e mais justiça social ao nosso planeta, a fim de que possamos dar um passo importante rumo à concretização do sonho de viver em um mundo melhor”, afirmou Claudio Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil.
Segundo Boris Ber, presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo, “este é um período de reflexão em que fazemos um balanço de nossas ações, em busca da absolvição dos erros cometidos e aspirando à paz e ideais que possam melhorar a humanidade”.
Shalom, irmãos e amigos !
Ao por do sol do dia 18 de setembro, comemora-se a entrada de Rosh Hashanah ( O Ano Novo Judaico ), ano 5770, em Israel e em todas as Comunidades judaicas da Diáspora.
No sábado, dia 19, será o primeiro dia do mês de Tishrei.
Este mês é o sétimo mês do calendário judaico.
Isso pode parecer um pouco estranho, pois Rosh Hashanah, o Novo Ano, é no primeiro e segundo dia de Tishrei.
A razão é que a ordenança na Bíblia fez o mês de Nissan como o primeiro do ano, para enfatizar a importância histórica e espiritual da Libertação do Egito, que aconteceu no décimo quinto dia daquele mês, e que assinalou o nascimento da Nação de Israel.
Porém, de acordo com o calendário judaico, o Mundo foi criado em Tishrei, ou mais exatamente, Adão e Eva foram criados no primeiro dia de Tishrei, que foi o sexto dia da Criação, e é a partir deste mês que o ciclo anual judaico se inicia.
Há doze meses no calendário judaico e há doze tribos em Israel.
Cada mês do ano tem um correspondente na tribo representativa.
O Mês de Tishrei é o mês da tribo de Dan.
Isto tem um significado simbólico para os judeus, pois quando Dan nasceu, sua mãe, Lia, disse :
"Deus julgou-me e também atendeu a minha voz".
A palavra Dan e Din são ambas derivadas da mesma raiz,
"julgar", tanto que Rosh Hashanah também é conhecido como Yom Hadin, dia do julgamento.
Neste dia, o aspecto espiritual de Rosh Hashanah é indicado pelo toque do Shofar, como indicado na Torá:
"Soe o shofar na Lua Nova, em ocultamento do dia da nossa festa".
Há uma tradição que interpreta essa passagem, declarando que Satan, o Acusador, não deve perceber a chegada de Rosh Hashanah, o Dia do Julgamento.
Este dia também é considerado o dia do Aniversário do Homem
( Adão ), pois o mesmo foi criado nesse dia.
Pela tradição, o primeiro dia do mês de Tishrei jamais pode cair num domingo, quarta ou sexta-feira.
Historicamente, porém, o primeiro dia caiu em uma sexta
( contando-se a partir de domingo, pelo calendário ocidental ), quando Deus criou os animais do campo e das selvas, e todos os animais rastejantes e insetos, e finalmente - o homem.
Assim, quando foi criado, o homem encontrou tudo pronto para ele, evidenciando a Ordem da Criação, com a consideração do "bom anfitrião" ( Deus ), que, antes de convidar um hóspede
( Adão ) de honra, coloca a casa em ordem, prepara as lâmpadas mais brilhantes, um local de total conforto, a refeição mais deliciosa, o ar mais aprazível, para que seu convidado encontre tudo perfeito.
Há duas lições, muito populares na tradição judaica, de que se o homem é merecedor de tanta honra, ele é tratado como convidado de honra, mas senão, o recado está implícito "não fique orgulhoso de você mesmo, pois até um inseto foi criado antes de você".
O Dia do Ano Novo judaico não é apenas uma ocasião de alegria mas, um dia dedicado à oração.
É chamado também de Yom Hazicaron (Dia da Memória) - quando todas as criaturas são julgadas pelo Criador de acordo com seus méritos.
Os judeus também lembram que o Supremo Juiz do Universo é bondoso e misericordioso.
Seu propósito não é punir.
Deus apenas quer que sigamos as Leis e regulamentos que Ele nos falou, para nosso próprio bem.
Este mês é considerado um mês de arrependimento, pela ocasião especial.
Também de acordo com a tradição judaica, foi em Rosh Hashanah que Cayin (Caim) assassinou seu irmão Hevel (Abel).
Caim, ao perceber que havia matado seu irmão, pode ter pensado "O que farei com o corpo?" , completamente perdido, pois jamais havia visto um cadáver humano antes, e não sabia o que fazer com ele.
Por lembrança de restos mortais de animais que seu pai havia enterrado, ele logo imaginou o que fazer.
Cavou um túmulo no solo e lá colocou o corpo do irmão, cobrindo-o com terra.
"Devo fugir daqui," talvez tenha pensado ele.
Ouviu então uma voz celestial:
"Onde está seu irmão Abel ?"
Caim amedrontou-se.
"Não sei," replicou ele.
"Por acaso sou o guardião de meu irmão?".
Deus lembrou a Caim que nada poderia ser escondido Dele.
O coração de Caim estava repleto de remorso, mas Deus em sua infinita misericórdia, poupou sua vida, mas decretou que "seria um andarilho errante e sem descanso até o fim dos seus dias" e que "morreria pelas mãos de um homem".
A lição tomada desse relato é que o "poder do arrependimento é tão grande" mas que as faltas trazem consequências, mesmo aos mais amados filhos.
Caim e Adão foram os primeiros a se arrepender - em Rosh Hashanah, porém ambos sofreram as consequências de seus atos.
Os costumes nesta Data
É tradição efetuar a Cerimônia Hatarat Nedarim ( Anulação de Promessas ), que anula qualquer promessa não cumprida por esquecimento ou por força maior.
Também é tradição tocar o Shofar, um chamado para o Arrependimento, entre os dias de Rosh Hashanah e Yom Kipur.
Recorda também o carneiro sacrificado por Abraão, no lugar de Isaac, através da história da Akedah ( literalmente "amarração", por causa que Isaac foi amarrado ao altar de sacrifício ) lida no segundo dia.
O shofar era tocado em determinadas ocasiões, tais como um momento de grande solenidade, como a revelação divina no Monte Sinai, ou quando Israel guerreava com um inimigo muito perigoso, ou também por ocasião do Ano do Jubileu, anunciando a libertação da escravidão.
O som é símbolo de quebra dos grilhões, tanto do medo, da dor, da indiferença, quanto do pecado, para que se possa iniciar uma nova vida com o "coração desperto para servir a Deus e os irmãos".
Alguns alimentos simbólicos também são ingeridos na primeiro noite do Ano.
- Maçãs mergulhadas em mel para simbolizar que o novo ano seja doce e agradável ( "Possa ser Tua vontade renovar em nós um ano bom e doce" );
- Pães trançados ( Chalah ) simbolizando a continuidade e a eternidade;
- o mel, que equivale a ao valor numérico de Av Harachamim ( Pai misericordioso ), simbolizando a esperança de que a "sentença decretada" pelo Altíssimo seja amenizada pela Sua Compaixão;
-Carnes e vinhos doces, simbolizando a esperança da fartura no novo ano;
- romãs, simbolizando a esperança de que nossos méritos aumentem diante da Presença de Deus ( um fato interessante é que a romã possui exatamente 613 sementes, o mesmo número de ordenanças de Deus na Sua Palavra );
- peixes,simbolizando a esperança de frutificação e multiplicação;
- e finalmente uma cabeça de carneiro ou um peixe inteiro, com cabeça, para recordar o mérito do sacrifício de Isaac que foi
"substituído" pelo carneiro e para também recordar a palavra Rosh ( que significa "cabeça", em hebraico ).
A canção mais popular de Rosh Hashanah ( como também de Yom Kipur ) é Avinu Malkenu ( Nosso Pai, Nosso Rei ), lembrando que Deus, como PAI, jamais nos nega Seu Eterno Amor, porém como REI, Ele exige obediência e Reverência em Sua Presença.
Por isso eles cantam "Pai Nosso e Rei Nosso, traga-nos de volta para Sua Palavra, pois pecamos perante TI e necessitamos de Sua Misericórdia".
Hag Sameach !
Sandro
Fonte do blog: recebido por e-mail do irmão Sandro Cescato, israelense convertido a Jesus
postado por Edmar Torres Alves - por e-mail de Sandro Cescato, , em 18-09-2009
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Cristãos são presos por gerenciar um abrigo para m
Cristãos são presos por gerenciar um abrigo para meninos na Índia
Compass Direct
Culto em uma igreja na Índia
ÍNDIA (22º) - Na última sexta-feira de agosto, a polícia de Karnataka, acompanhada de 10 extremistas hindus, prendeu o gerente de um abrigo para garotos depois de acusá-lo, juntamente com outro cristão de oferecer comida, abrigo, educação e promessa de emprego às crianças como uma maneira de seduzi-las a se converterem ao cristianismo.
Hanuma Naik também é pastor da Indian Gypsy Works Fellowship (IGWF).
Depois de sua liberação sob fiança, o pastor alegou que as acusações eram falsas e que os pais dos 42 alunos mandaram seus filhos, meninos de 6 a 19 anos, voluntariamente para o abrigo.
Os pais sabiam de antemão que ensinamentos cristãos fazem parte do programa educacional do abrigo, sustentado por uma igreja, popularmente conhecido como Ashram Cristão, disse Hanuma.
O subinspetor da polícia de Kunigal, Chemaiah Hiremath, disse que o Pr. Hanuma e outro membro da equipe do abrigo que também fora preso, Rama Naik, revelaram em depoimentos voluntários que outro pastor, Madesh Kumar, estaria lhes fornecendo livros e outros folhetos.
Quando perguntado sobre os “depoimentos voluntários” que haviam assinado, o Pr. Hanuma respondeu que tanto ele quanto Rama Naik foram forçados a assinar papéis em branco na delegacia.
Hiremath contou que no dia 28 de agosto, Ramesh Kariyappa, morador de Kunigal, registrou uma queixa contra o Pr. Hanuma e Rama Naik acusando-os de “forçar conversão” e usar alimentos, roupa e abrigo para seduzir à conversão.
O subinspetor foi até a IGWF, onde 42 alunos estão morando, sendo a maioria deles pertencente a tribos de Lambani.
Ele alega que os alunos eram forçados a orar para o Deus da Bíblia, e que os hindus “possuem deuses como Hanuman e deusas como Lakshmi”.
O subinspetor disse que os cristãos prometeram aos pais dos meninos que tomariam conta das necessidades das crianças em relação à comida, roupa e educação – atividade potencialmente criminosa de acordo com perversas leis “anticonversão” que existem em alguns estados, mas que não estão em vigor em Karnataka.
Essas leis tentam conter conversões religiosas feitas por “força, fraude ou sedução”, mas os grupos de direitos civis dizem que elas barram as conversões em geral, uma vez que os nacionalistas hindus fazem uso delas como meio de ameaçar cristãos com prisões sob alegações falsas.
O Conselho Global dos Cristãos Indianos (GCIC, em inglês) relatou que o subinspetor Hiremath, o Superintendente de Polícia Prabhakas Reddy e outro oficial chegaram à igreja IGWF acompanhados por 10 hindutya (hindus nacionalistas) extremistas que eram liderados por Ramalingayya Gowda e outros dois homens identificados apenas como Rangantha e Ramesh.
De acordo com o GCIC, depois de acusarem falsamente os dois cristãos de converterem os alunos de maneira fraudulenta ao atraí-los com comida, abrigo e educação, os extremistas bateram no evangelista Rama Naik repetidas vezes e perguntaram a vários meninos acerca das atividades do abrigo, seus estudos e suas famílias.
A polícia jogou o pastor e o evangelista dentro da patrulha e confiscou Bíblias e outros livros cristãos que pertenciam ao abrigo.
Com os extremistas hindus seguindo de perto, a polícia foi até uma igreja doméstica na vizinhança,a Igreja Batista Krupashraya
(Graça de Deus) a procura do Pr. Madesh Kumar, mas ele não estava em casa.
Sua esposa, Glory Kumar, contou que estava alimentando seu filho de 18 meses quando três policiais e seis extremistas hindus chegaram, entraram em sua casa e começaram a lhe perguntar sobre as atividades da igreja.
“Eles invadiram minha casa e pegaram algumas Bíblias e livros de orações”, conta Glory.
Seu filho começou a chorar e ainda assim a polícia e os extremistas avisaram “aos berros e de maneira ameaçadora” que não deveriam mais acontecer cultos na casa e deram ordem para que seu marido fosse até a delegacia quando voltasse.
O GCIC informou que, em seguida, a polícia e os extremistas foram até a Missão Renascimento Cristão Indiano à procura do Pr. Ranjanaswami Raju em K.R.S. Agrahar, na fronteira de Kunigal Taluk, mas ele não estava e sua casa, onde a igreja se reúne, estava trancada.
A polícia chegou com o Pr. Hanuma e Rama Naik à delegacia às 23h e os acusou de desobedecerem a vários artigos do Código Penal indiano, incluindo “praticar atos com a intenção de ofender sentimentos religiosos insultando alguma religião ou crenças religiosas” (Art. 295 – A) e “promover inimizade entre diferentes grupos por causa de motivos religiosos” (Art. 153 – A).
Quando o Pr. Adesh Kumar chegou à delegacia em companhia do advogado N.R. Rajashekar na manhã do dia seguinte, às 11h, o subinspetor o questionou sobre sua fonte de renda e de sua igreja doméstica.
O pastor respondeu que era agente de seguros e que apenas sediava cultos de louvor e adoração em sua casa.
Hiremath o preveniu contra “atividades para conversão” – dando a entender, equivocadamente, que conversões são ilegais na Índia – e o mandou de volta para casa.
O Dr. Rajashekar disse que os cristãos são cidadãos simples e inocentes que estão sendo tratados como criminosos.
A Portas Abertas está realizando uma campanha de Ações Institucionais para os cristãos que ainda sofrem um ano depois da onda de violência em Orissa.
Acesse a página especial e participe.
(22º) Classificação dos países por perseguição aos cristãos
Fonte: recebido por e-mail de Underground - Missão Portas Abertas
www.underground.org.br
www.portasabertas.org.br

Comentário do editor do blog:
Temos feito "ouvidos moucos" quando alguém fala em "igreja perseguida", embora Jesus tenha alertado "sereis odiados e perseguidos por causa do meu nome", como se disséssemos:
"não é comigo".
É preciso, de um modo geral, que a desgraça bata à nossa porta para nos importarmos com ela, e corrermos em busca de soluções [para o nosso caso], como diz o ditado popular: "que só se coloca fechadura após já ter a porta sido arrombada".
Pela Graça de Deus, a perseguição "ainda" não chegou ao nosso arraial, isto em termos universais [oficialmente], eis que, veladamente, dissimuladamente, sabemos que ela existe contra grupos menores de cristãos, não atingindo, por enquanto, as maiores denominações cristãs.
Até mesmo, nós cristãos, temos alguns preconceitos contra denominações cristãs não chamadas de "tradicionais"ou consideradas "reformadas".
Isso, sempre, nos traz à mente que certa feita estava Jesus com os seus discípulos, seguidos pela multidão, e vinha, em seguida, alguém "pregando e fazendo sinais", quando os discípulos disseram a Ele:
"Vem aí um que não é dos nossos, pregando e fazendo sinais em Seu nome"... como que quisessem que Jesus o expulssasse, ou o fizesse calar.
Jesus, então disse: "Não lho proibais, porque quem não é contra nós, é por nós".
A missão que Jesus nos deixou [Grande Comissão] é a de nos enviar para "ensinar" (Mateus 28. 19); "pregar" (Marcos 16. 15); e "testemunhar" (Atos 1. 8), para os não cristãos, para que eles se convertam a Ele, passando a ter o direito de "serem chamados filhos de Deus" (João 1. 12), ou seja, para que eles tenham o direito de participar da "Família de Deus".
E, a partir da conversão, tornarem-se um conosco e com Ele, e Ele com o Pai, conforme Jesus pediu a Deus na chamada "Oração Sacerdotal" (João 11).
Mas, a perseguição também é um dos sinais do "Tempo do Fim", o que nos aponta para a breve segunda vinda de Jesus.
Maranata! [Ora vem, Senhor Jesus]
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br
postado por Edmar Torres Alves - www.underground.org.br, , em 17-09-2009
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