Israel aceita congelar suas colônias por 9 meses, diz TV
Suspensão afetaria só novas construções na Cisjordânia
DA REDAÇÃO
O premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, cedeu ao pedido dos EUA e aceitou congelar parcialmente, por nove meses, os assentamentos judaicos na Cisjordânia, segundo informou ontem uma TV israelense.
O congelamento da colonização israelense em território reclamado pelos palestinos vinha sendo rejeitado por Netanyahu -defensor do "crescimento natural" dos assentamentos-, apesar da pressão dos EUA, que consideram o ponto vital à criação de um Estado palestino.
A suspensão afeta novos conjuntos habitacionais, mas não os já em construção.
Em troca -ainda segundo a TV-, países de maioria muçulmana como Omã, Qatar, Tunísia e Marrocos abririam representações comerciais israelenses em seus territórios.
Segundo a TV, Netanyahu disse que conseguiu transformar a exigência dos EUA de congelamento total a congelamento "parcial e provisório".
O porta-voz do premiê, Mark Regev, não confirmou a suspensão, mas admitiu "avanços" nas conversas com os EUA e afirmou que o enviado norte-americano ao Oriente Médio, George Mitchell, deve visitar Israel "nos próximos dias".
Segundo a Associated Press, o ritmo das construções israelenses na Cisjordânia diminuiu 34% em relação a 2008, e autoridades israelenses confirmaram à agência as intenções de Netanyahu de suspender, sem alardes, novas construções.
Com agências internacionais
Fonte: www.folha.com.br (04.set.2009)
Comentário do editor do blog:
Muito estranho!! ...mas estamos vivendo dias nos quais parece que a paz voltou a reinar no Oriente Médio: nada de notícias!
Desde que Binyamin Netanyahu assumiu o novo governo de Israel, e Barack Obama assumiu a presidência dos Estados Unidos, que surgiu uma "paz aparente", parecendo, aos que não acompanham de perto o assunto, que finalmente a paz tão almejada chegou..., em que pese nenhum dos dois, de início, terem aceito a opinião um do outro!
Há pouco tempo, quando Obama intercedeu para haver congelamento dos assentamentos judaicos, e Netanyahu respondeu que entendia como correto o "crescimento natural"; mas, agora, Netanyah nos surpreende, como tendo um momento de bom senso, de "lucidez" concordando em congelar o crescimento por nove meses.
Sabemos que não é bem assim, pois a Palavra Profética aponta para isso: "Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhe sobrevirá repentina destruição, como vem a dor do parto à que está para dar a luz; e de nenhum modo escaparão" (I Tessalonicenses 5. 3).
Parece estranho que, em um blog cristão, se trate de "Política Internacional", que se aluda à situação de Israel em constante luta com os palestinos, ambos desejando que cada um seja reconhecido como Nação, e tenha o "direito" de ficar com as terras.
Por que essa postura, de estar sempre trazendo ao conhecimento dos nossos leitores o que se passa no Oriente Médio, sobretudo o que se passa com/em Israel?
Temos, como cristãos, que estar em atitude permanente de "vigília" e "oração", pois a volta de Jesus se dará repentinamente, mas será precedida do cumprimento profético quanto a Israel.
"Mas, vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse dia [segunda vinda de Cristo] como ladrão vos apanhe de surpresa; porquanto vós todos sois filhos da luz, e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas. Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios" I Tessalonicenses 5. 4 a 6) e segue o texto, que nos confirma que, nós os cristãos, "não fomos destinados para a ira" [a grande tribulação], conforme versículo 9.
Como cristãos temos que vigiar e orar, principalmente orar por Jerusalém, conforme Deus nos orienta através do salmista (Salmo 122. 6), e a vigília é estarmos atentos ao que se passa em relação a Israel, tendo em vista que o acordo de paz, de sete anos, que um dia será celebrado, será o ponto de desencadeamento dos acontecimentos finais (Daniel 9. 27).
Devemos acrescentar, apenas, que Deus disse em relação a Israel, que "abençoará os que abençoarem Israel, e amaldiçoará os que amaldiçoarem a Israel" (Gênesis 12. 3).
Carta de Tel Aviv - O DILEMA IRANIANO DE NETANYAHU
( do original "Letter from Tel Aviv" Publicada pelo "Council On Foreign Affairs of Israel" - Junho 2009 )
Os limites da Opção Militar contra o Irã
por Ronen Bergman ( correspondente para o Jornal israelense Yediot Ahronoth e autor do livro "The Secret War with Iran" - A Guerra Secreta com o Irã )
tradução : Sandro Cescato
Observações : os parênteses são meus.
Em um recente simpósio na Universidade de Tel Aviv, o General Aharon Zeevi Farkash, Comandante Chefe da Inteligência Militar de Israel, descreveu a percepção pública de Israel referente à questão Nuclear Iraniana como "distorcida".
Em sua opinião - que é compartilhada por muitos nos setores de Segurança do Governo e nos serviços de inteligência - Israel não é hoje um "alvo primário" do Irã, e consequentemente, Israel não deve tomar atitudes unilaterais contra o país islâmico.
Membros da Audiência ficaram irritados com esta opinião. Uma jovem correspondente, falando com forte sotaque persa, disse que o regime iraniano "está enlouquecido, e que eles lançarão uma bomba sobre Israel no momento que eles quiserem.
Israel deve garantir sua sobrevivência imediatamente!"
Esses sentimentos em conflito refletem a opinião geral em Israel, onde a maioria está convencida que Mahmoud Achmadinechad quer aniquilar o Estado Judeu, mesmo que para isso ele corra o risco de destruir seu próprio país.
Para a maioria dos israelenses, a questão não é se o Irã irá atacar Israel, mas quando.
Diversas pesquisas realizadas nos últimos anos revelam a grande aprovação dos israelenses em se atacar as instalações nucleares do Irã.
Uma recente pesquisa solicitada pelo Centro de Estudos Iranianos da Universidade de Tel Aviv constatou que três em cada quatro israelenses acreditam que os Estados Unidos não serão capazes de impedir que o Irã adquira armas nucleares, e um em cada dois israelenses acreditam que se deve empregar uma ação militar imediata para impedir tal objetivo.
Atualmente, é impossível separar tais convicções do seu contexto histórico.
O medo dos judeus - tendo escapado de terríveis perseguições como o Holocausto - tomou uma terrível conotação de aniquilação e hoje faz parte da "psique" israelense.
Mesmo antes das polêmicas declarações do presidente Iraniano, ainda ecoam a retórica inflamada dos iranianos nas diversas Conferências islâmicas realizadas em Teerã.
Comparações históricas entre o Governo de Teerã e a Alemanha Nazista são comuns, tanto quanto a comparação da recusa das Forças Aliadas em bombardear campos de concentração na II Guerra Mundial e a atual relutância internacional em tomar ações efetivas contra o Irã.
Em abril de 2008, Benjamim Netanyahu, então líder da oposição, fez uma explícita comparação em uma conversa com Stephen Hadley, o Conselheiro para Assuntos de Segurança Nacional da Administração Bush.
"Achmadinechad é um Hitler moderno", declarou Netanyahu a Hadley, "e os erros cometidos na II Guerra Mundial não devem ser repetidos".
Mas este medo "visceral" do Irã no meio da população israelense como também em diversos setores políticos não é compartilhado pela "comunidade de Inteligência".
Experts em política e sociedade Iraniana são rápidos em declarar que Achmadinechad não correrá tamanho risco; o poder real encontra-se nas mãos do Ayatolá Ali Khamenei, o supremo líder religioso do Irã.
Ademais, estes experts acrescentam que em 30 anos de existência, o regime iraniano tem mostrado pragmatismo e moderação, jamais colocando sua sobrevivência em jogo.
E os iranianos entendem claramente que um ataque nuclear contra Israel iria desencadear um contra-ataque devastador que, no mínimo, colocaria fim ao regime revolucionário persa para sempre.
Finalmente, o Mossad ( Serviço Secreto Israelense ) e a Inteligência Militar de Israel acreditam que a real razão para que os iranianos intentem adquirir armas nucleares - além das óbvias considerações de influência e prestígio - é deter uma possível intervenção norte-americana, como aconteceu no Iraque.
Porém, a despeito dessas avaliações dos motivos iranianos, a Inteligência israelense acredita que todos os esforços sejam feitos para impedir que o Irã se torne uma potência nuclear.
Israel não pode correr riscos de armamento nuclear cair em mãos de alguém menos "pragmático" que Khamenei; dado seu pequeno tamanho, Israel poderia ser incapaz de se recobrar de apenas uma única explosão nuclear.
Isto torna os riscos de acreditar na "racionalidade" do regime iraniano, intoleráveis.
Soma-se a isso que um Irã nuclear poderia abastecer organizações terroristas - especialmente aquelas ativas contra Israel - sem medo de quaisquer represálias.
Por último, uma bomba iraniana poderia reposicionar os jogadores regionais tais como Egito, Jordânia e Arábia Saudita dentro da corrida por tecnologia nuclear.
Mas atualmente, a Inteligência israelense acredita que as opções militares de Israel são limitadas.
Não importa o quão eficientes sejam os termos táticos, mesmo debaixo de um cenário menos pessimista, um ataque aéreo contra instalações nucleares iranianas somente abreviaria em dois ou três anos seu programa de desenvolvimento nuclear.
Mais ainda, experts sugerem que o Irã poderia retaliar com uma onda de ataques de suas "forças convencionais" - em particular, Hamas e Hezbollah - liberando uma onda jamais vista de ataques terroristas contra israelenses e alvos judaicos ao redor do Mundo.
O isolamento de Israel na questão iraniana atemoriza tanto a população quanto os experts israelenses.
Se tudo já foi feito para inibir as ambições nucleares de Teerã, Israel terá que fazer algo unilateralmente - e sofrer as consequências.
Em declarações feitas em um Forum fechado em abril de 2007, Ariel Levite, Diretor Geral da Comissão Israelense de Energia Atômica, alertou que "o pior cenário possível seria se o Presidente dos Estados Unidos nos dissesse :
Se vocês querem atacar, então ataquem. Eu não os impedirei. Mas se vocês realmente atacarem, vocês pagarão um alto preço".
Obervadores israelenses, entretanto, estão deixando de analisar ao pé da letra o quão desejoso Barack Obama está em dar suporte a Israel nas suas tentativas de conter a ameaça iraniana.
No momento, Obama tem deixado claro que seu foco é "conversar" com o Irã.
Um ataque israelense poderia seriamente minar qualquer esperança de um diálogo substantivo.
Mas os parâmetros desse diálogo são ainda desconhecidos, o que aumenta ainda mais a preocupação dos israelenses.
O governo tem definido critérios claros para o sucesso do diálogo ?
O que eles decidirão fazer quando o diálogo falhar, e por quanto tempo eles tolerarão a a falta de resultados práticos nas negociações ?
E talvez a mais preocupante questão de todas : Se houver um sucesso no diálogo, como julga Washington, isso será compatível com as necessidades de segurança de Israel ?
Por hora, Washington quer que Israel confie nesse plano, e Israel aparentemente concordou.
Está claro para Jerusalém ( o governo ) que se Israel lançar um ataque "não autorizado" enquanto ainda houver possibilidades de diálogo, a Administração Obama poderá retaliar com diversas punições, tanto diplomáticas quanto econômicas.
Entretanto, alguns do governo israelense creem que qualquer ataque israelense, mesmo depois da diplomacia ter falhado, deverá ter autorização explícita norte americana para ser efetuado.
Outros, contudo, especialmente do círculo mais íntimo de Netanyahu, acreditam que as opiniões feitas pelos membros da Administração Americana, incluindo aqui o próprio Obama, já deram sinais de que Israel deve tomar ações para garantir sua segurança.
Isto é, no mínimo, a impressão que muitos em Israel deixaram depois da visita de Netanyahu a Washington, no mês de maio último, quando nem Obama nem o Secretário de Defesa Robert Gates contradizeram as afirmações de Netanyahu de que Israel tem o direito de se defender de uma ameaça nuclear iraniana.
Israel acredita que os Estados Unidos estão realmente satisfeitos em ver que Israel mantém uma opção militar e isto pode ser até uma alavanca para futuras negociações com o Irã.
O pedido mais direto dos Estados Unidos referente a que Israel retenha qualquer tipo de ação militar foi feita pelo diretor da CIA, Leon Panetta, em uma viagem a Jerusalém pouco tempo antes da chegada de Netanyahu a Washington - mas, de acordo com fontes israelenses, ele somente se referiu a que seja adiado para os próximos sete meses.
Oficiais israelenses próximos a Netanyahu veem somente duas condições para uma futura ação militar unilateral por parte de Israel : que o governo Israelense notifique os Estados Unidos previamente e que esta notificação não peça a Washington um explícito nihil obstat ( uma aprovação oficial ).
O próprio Netanyahu ainda parece estar bastante indeciso.
Ele tem repetidamente mantido a idéia ( por anos ) de que Israel não poderia conter um avanço no programa nuclear iraniano.
Em uma entrevista conduzida por mim no final de 2007, ele disse :
"Necessitamos nos preparar para uma situação em que nós teremos falhado nesse assunto e o Irã terá sucesso em adquirir uma bomba nuclear.
Contra lunáticos, a força deve ser absoluta, total.
Esses indivíduos devem entender que se eles levantarem a mão contra Israel, nós deixaremos bastante claro que eles deverão desistir de fazer qualquer dano contra nós".
Alguns analistas políticos acreditam que esta linguagem de Netanyahu reflete uma profunda convicção pessoal e um senso de responsabilidade como líder de uma nação.
Outros mantém que sua retórica é somente uma "fachada", parte de sua política pessoal.
Netanyahu provavelmente aprendeu isso com seu controverso cargo como Primeiro Ministro nos anos 90.
Fiascos como a tentativa de assassinar o líder do Hamas, Khaled Mashal, em 1997, humilharam Netanyahu e o ensinaram que há danos inerentes ao exercer o poder.
Isto, presumivelmente, fará com que ele pense duas vezes antes de mandar a Força Aérea Israelense em direção ao Irã.
E as promessas de campanha eleitoral, se repetidas
exaustivamente, tem a tendência de criar seu próprio
"momentum".
Pressões públicas também são consideradas e podem influenciar.
Netanyahu sabe que um provável sucesso na corrida nuclear do Irã poderá destruir seu futuro político.
Além disso, o desenvolvimento das políticas atuais de Netanyahu podem levá-lo a autorizar um ataque preventivo contra o Irã.
Seu parceiro de coalisão no Parlamento, O Ministro das Relações Exteriores Avigdor Lieberman, tem feito ameaças contra o Irã em diversas ocasiões.
E, diferentemente de muitos na Inteligência Israelense e oficiais de Segurança, os líderes atuais do Mossad e do Shin Bet acreditam que a única solução para resolver esse problema será a utilização da força.
Com o Irã se aproximando da capacidade de produzir artefatos nucleares - provavelmente em 2010, de acordo com informações do Mossad - um crescente número de pessoas próximas a Netanyahu acreditam que Israel necessita tomar ações e que os Estados Unidos deverão entender as necessidades de Israel.
Porém, se isso não acontecer ?
Israel poderá decidir que a ameaça a sua existência por um potencial novo Holocausto vale o risco, mesmo que abra uma imensa brecha na relação com os americanos.
Atualmente, o medo de um Estado Islâmico armado com artefatos nucleares onde seu maior líder fala abertamente sobre a aniquilação de Israel poderá falar mais alto, na análise dos líderes da Inteligência Israelense.
(Os negritos são do editor deste blog).
Fonte: recebido por e-mail de Sandro Cescato, israelense convertido a Jesus.
Sarkozy ressalta urgência de processo de paz a pre
Sarkozy ressalta urgência de processo de paz a premiê de Israel da France Presse, em Jerusalém
23/08/2009
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, destacou a urgência de retomar de forma vigorosa o processo de paz no Oriente Médio, durante uma conversa por telefone com o premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, anunciou neste domingo a Presidência francesa.
"O presidente da República conversou por telefone neste domingo com o premiê israelense, antes da viagem que Netanyahu fará a Londres e Berlim', indica o comunicado.
"Como já havia feito durante a visita do premiê israelense a Paris no dia 24 de junho, o presidente da República destacou a urgência de retomar de forma vigorosa o processo de paz", acrescentou o texto.
Netanyahu e Sarkozy também discutiram as melhores formas de iniciar a retomada.
O israelense viajará no início da semana a Londres e a Berlim, em um momento em que ele é pressionado por dirigentes ocidentais para que interrompa a construção nos assentamentos na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental.
Na terça-feira, Netanyahu se encontrará com seu colega britânico, Gordon Brown, e, no dia seguinte, com o enviado especial dos Estados Unidos, George Mitchell, que há várias semanas tenta chegar a um acordo sobre uma moratória
em novos projetos nas colônias israelenses.
Fonte: France Presse - Jerusalém - enviado por e-mail pelo irmão Sandro Cescato, israelense convertido a Jesus Comentário do editor do blog:
Esta notícia, da france Press de ontem, enviada pelo irmão Sandro Cescato, israelense convertido ao Senhor Jesus, mostra a ação estrangeira, no caso o Presidente da França, Sarkozy, na tentativa de agilizar o processo de paz entre Israel e Autoridade Palestina.
Por algumas vezes, já nos referimos a isso, ou seja, que será muito grande a participação estrangeira na pressão sobre Israel [e palestinos] no sentido de promoverem, assinarem um definitivo acordo de paz.
Profeticamente está acontecendo da maneira que Deus disse em grande parte da Bíblia, que é a Sua Palavra.
Temos dito, também, que Deus não é homem para mentir (Números 23. 19) e que, conforme tem acontecido até aqui, em que as profecias já cumpridas, o foram literalmente como Deus disse, através dos Profetas, os quais inspirou [soprou] a Palavra; assim ocorrerá em relação a grande parte das profecias, ainda não cumpridas, eis que se referem aos tempos do fim.
Cumprido o acordo de Daniel 9. 27, de sete anos, nos primeiros três anos e meio haverá uma aparente paz. Mas a Bíblia diz que quando estiverem falando em paz e segurança, haverá repentina destruição.
Será a Grande Tribulação, a que Jesus se referiu (Mateus 24. 21), que nunca ouve igual, nem haverá no futuro, mas para que ela ocorra, o anticristo que até então estava encoberto [na figura de um dirigente mundial, de origem judia] se revela como tal, assenta-se noTrono como se fora o próprio Deus, dando início à tribulação, de três anos e meio.
Virá então o Senhor Jesus [segunda vinda], derrotará o anticristo com o sopro de sua boca, e estabelecerá o seu Reino sobre as Nações, a partir de Jerusalém.
Maranata ! [Ora vem, Senhor Jesus].
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br
Antes eu te conhecia de ouvir falar,
Mas agora de contigo andar
Eu sei o Deus que tenho
Meu Rei Senhor e Pai,
Te quero em minha vida mais e mais
Antes eu te conhecia de ouvir falar
Mas agora de contigo andar
Tu és meu bem supremo, meu Rei,
Senhor e Pai, me alegro em tua
Vontade mais e mais
Tu sondas e conheces meu coração Senhor
Sabes, sou limitado mas conto com teu amor
Sendo pois teu filho venho te dar louvor
Que bom é tua vida em minha vida
Antes eu te conhecia de ouvir falar
Tu sondas e conheces meu coração Senhor
Sabes de ti dependo e conto com teu amor
Sendo pois teu filho venho te dar louvor
Que bom é tua vida em minha vida
Que glória é tua vida em minha vida
Me alegro com tua vida em minha vida
Fatah: Iremos Sacrificar Vítimas Até Que Jerusalém
Fatah: Iremos Sacrificar Vítimas Até Que Jerusalém Seja Nossa Haaretz ( Jerusalém ) - agosto/2009
"O status de Jerusalém como capital do futuro estado palestino é a linha vermelha que nenhum líder palestino está autorizado a cruzar", declarou o presidente Mahmoud Abbas do partido governista, Fatah, durante convenção do partido em Judéia e Samaria.
De acordo com a rádio Israel, o comício central da Fatah, que se reuniu em Belém por três dias, adotou uma posição oficial que também declara que o projeto nacional palestino não frutificará até que toda Jerusalém, incluindo as vilas periféricas, caia sob soberania palestina.
A Fatah, que governa Judéia e Samaria, mas que foi expulsa do poder em Gaza pelo movimento islâmico Hamas, também descartou qualquer acordo interino com Israel.
"A Fatah continuará a sacrificar vítimas até que Jerusalém seja devolvida aos palestinos, limpa de assentamentos e colonos", determina a declaração.
De acordo com a rádio Israel, a declaração não faz distinção entre as partes orientais e ocidentais da capital, da mesma maneira que não distingue entre os territórios dentro da linha verde de Israel e as áreas capturadas na guerra dos seis dias em 1967.
Fonte: recebido por e-mail de Sandro Cescato, israelense convertido ao Senhor Jesus Comentário do editor do blog:
O tempo passa e ambos os lados, Israel e Autoridade Palestina, não chegam a um acordo, apesar da pressão internacional, isto porque movimentos "políticos", como o Fatah e o Hamas, não cedem quanto ao reconhecimento de Israel como Nação, e ao direito dos israelenses permaneceram no território que é deles, porque o receberam de Deus em carater perpétuo.
Nada disso é novidade, tendo em vista que as Profecias Bíblicas apontam para conflitos, radicalizações, mas também profetiza que um acordo de paz será assinado (Daniel 9. 27) e será durante a sua vigência que o anticristo se manifestará, sentando no Trono como se fora o próprio Deus, a partir do que se inicia a Grande Tribulação referida por Jesus (Mateus 24. 21), como nunca houve e jamais haverá igual.
Mas a nossa confiança, a nossa fé é que antes da tribulação, seremos arrebatados para o encontro de Jesus, nos ares, entre nuvens, aliás, ponto de partida para o anticristo se revelar, tendo em vista que não há mais "quem o detenha".
No final da tribulação Jesus volta com os seus, nós entre eles, derrota o anticristo com o sopro de sua boca, e estabalece o seu Reino aqui na terra, sobre as Nações, a partir de Jerusalém.
Aí sim ficará definitivamente resolvida a situação de Israel, quanto à pendência atual da posse de Jerusalém.
Maranata! [Ora vem, Senhor Jesus].
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br
Ministério para Refletir-Pr. Paulo Roberto Barbosa
Ministério Para Refletir - Pr. Paulo Roberto Barbosa- Um cego na Internet
Ministério Para Refletir na XVI Conferência Missionária - 2007
Igreja Presbiteriana Betânia em São Francisco - Niterói - RJ
Com Testemunho Missionário do Pr. Paulo Barbosa
Todos os direitos reservados. Comentário do editor do blog:
Este é o testemunho, que está no You Tube, do Pastor Paulo Roberto Barbosa - Um cego na Internet, cujas mensagens temos postado, no blog, há alguns anos.
Trata-se de um pastor que ficou cego repentinamente, falou com fé a Deus: "Senhor eis-me aqui! O que queres que eu faça?", e Deus lhe deu um ministério na Internet, veículo de comunicação tão mal explorado: com piadinhas, pornografia, etc.
Este não é o único Ministério na Internet, e através de um outro, cujas matérias também publicamos, ficamos sabendo que já há milhões de pessoas que aceitaram Jesus como seu Único e Suficiente Salvador e Senhor, através do evangelho na Internet.
Transcrevemos algumas palavras do irmão Dieter Steiger, da Missão Chamada da Meia Noite, publicadas na revista de agosto de 2009:
"Na mídia se atropelam as notícias mundiais sofre fatos extraordinários, e cresce a convicçao de que nosso mundo se encaminha para tempos apocalipticos, a um Armagedom.
Vivemos tempos turbulentos neste final dos tempos finais.
Isso aplica-se não apenas à história mundial secular mas também à história das missões mundiais.
Li, recentemente na revista alemã "Topic":
"A grande comissão missionária, ´Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações...´(Mt. 28. 19), poderia estar concluída já na próxima década.
Steve Douglas, presidente da missão internacional Campus Crusade está convicto dessa possibilidade".
Ele embasa sua certeza nos desenvolvimentos missionários em curso no mundo todo.
Por exemplo, os esforços evangelísticos na internet estariam repercutindo cada vez mais. (negrito do blog)
No ano passado, aproximadamente três milhões de pessoas teriam se tornado cristãs por meio da Palavra de Deus propagada pela rede mundial de computadores; neste ano conta-se com cinco milhões de novos convertidos.
Há dez anos essa possibilidade nem existia.
Deus também usa os telefones celulares para expandir o Evangelho, por exempo, por meio de torpedos (SMS)."
Nós, do Sê Fiel, como o Pr. Paulo Roberto, também dizemos:
"Senhor, eis-nos aqui!" O que queres que façamos?"
Isso, também, são sinais de que a segunda vinda de Jesus está próxima.
Maranata! [Ora vem, Senhor Jesus]
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
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