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Sê Fiel
Editor: Edmar Torres Alves
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Conflito israelense-palestino


*Conflito israelense-palestino

O conflito israelense-palestino (conflito israelense-palestiniano
em Portugal) é a designação dada à luta armada entre israelenses e palestinos, sendo parte de um contexto maior, o conflito árabe-israelense.

As raízes remotas do conflito remontam aos fins do século XIX quando colonos judeus começaram a migrar para a região.

Sendo os judeus um dos povos do mundo que não tinham um Estado próprio, tendo sempre sofrido por isso várias perseguições, foram movidos pelo projeto do sionismo -- cujo objetivo era refundar na Palestina um estado judeu.

Entretanto, a Palestina já era habitada há séculos por uma maioria árabe.

*Eclosão do conflito

A Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, por meio de sua Assembléia-Geral no ano de 1947, a criação de um estado judeu e outro árabe ao final do mandato do protectorado britânico (1948) na Palestina.

De acordo com este plano, a cidade de Jerusalém seria um território administrado internacionalmente pela própria ONU.

No entanto, os países árabes não aceitavam a existência de Israel, pretendendo invadir logo após a saída das tropas britânicas.

Além disso, no início do conflito em 1948, aproximadamente 711.000 palestinos se deslocaram da região seja fugindo do iminente conflito (68% destes estimulados pelos próprios governos dos países árabes para que os seus exércitos pudessem arrasar mais facilmente ao novo Estado que surgia) ou expulsos por lutarem contra o novo Estado, criando uma grande onda de refugiados que se abrigaram nos países vizinhos, Faixa de Gaza e Cisjordânia.

Com o passar do tempo seu número cresceu, e a dúvida é se estes refugiados palestinos algum dia poderão retornar a seus antigos lares, complicando as conversações entre as partes envolvidas.

Com a não absorção dos árabes palestinos pelos países árabes e a não criação do Estado Palestino, os árabes palestinos se auto-constituíram povo e passaram a exigir o seu retorno a suas antigas casas, apesar de a grande maioria já não ter nascido nas regiões reivindicadas.

Outro grande entrave para as negociações de paz é a reivindicação de soberania com relação à cidade de Jerusalém.

Devido ao seu valor histórico e religioso, Israel reivindica toda a cidade para si, o que não é reconhecido pela comunidade internacional.

A parte Oriental de Jerusalém, território palestino ocupado por Israel desde 1967, é reivindicada pelos palestinos para ali estabelecer sua
capital.

Houve inúmeros períodos de acirramento do conflito, com hostilidades militares de ambos os lados, e vários acordos de paz que acabaram fracassando.

Havia grandes chances do estado Palestino surgir de fato, pois as bases políticas e institucionais da Autoridade Nacional Palestina (ANP) são reconhecidas pela comunidade internacional, inclusive estando presente nas Nações Unidas como membro observador.

Entretanto, com a eleição de Ariel Sharon, o Estado israelense passou a negar qualquer negociação com os palestinos sem antes a cessação dos frequentes ataques terroristas aos civis israelenses.

Mais tarde a eleição do Hamas para o governo da palestina em 2006, um grupo terrorista que não aceita que Israel exista, inviabiliza qualquer possibilidade de paz entre os dois povos.

*Retirada de Israel da Faixa de Gaza

De acordo com o governo do Primeiro-Ministro Ariel Sharon, a consolidação do cessar-fogo entre as partes beligerantes possibilita a retirada das tropas israelenses da Faixa de Gaza, concretizando a transferência de soberania e consequente materialização da territorialidade, dois fatores fundamentais para a existência de um Estado soberano palestino.

Em agosto de 2005, o exército israelense e colonos judaicos se retiraram da Faixa de Gaza para aumentar o controle sobre a Cisjordânia.

Por conta disto, a ANP treinou um efetivo de 5.000 policiais para a manutenção da ordem da região após a retirada israelense.

Entretanto, apesar de ter conquistado soberania sobre Gaza (mas não sobre a Cisjordânia), os palestinos entraram em um conflito interno que ocasionou a tomada de poder pelo Hamas da Faixa de Gaza e o recrudescimento dos ataques com mísseis caseiros contra Israel a partir desta região, paralisando novamente as conversações de paz.

No dia 25 de agosto de 2008 foram libertos 199 palestinos presos em Israel.

Mas esse ato não foi visto com bons olhos pelos israelenses:

"A libertação dos prisioneiros é um ato de fraqueza, que vai incentivar ainda mais o terrorismo."

Mas há quem veja pontos positivos nessa historia:

"a libertação dos prisioneiros demonstra a disposição por parte de Israel de fazer concessões dolorosas a fim de promover as negociações de paz." concluiu Olmert.

Em dezembro de 2008, após constantes atos terroristas sofridos em seus territórios, Israel revida através de bombardeios em Gaza.

*Guerra dos Seis Dias

A Guerra dos Seis Dias
foi um conflito armado que opôs Israel a uma frente de países árabes - Egito, Jordânia e Síria, apoiados pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão.

O crescimento das tensões entre os países árabes e Israel, em meados de 1967, levou ambos os lados a mobilizarem as suas tropas.

Antecipando um ataque iminente do Egito e da Jordânia, a Força Aérea Israelense surpreendeu as nações aliadas, lançando um ataque preventivo e arrasador à força aérea egípcia.

O plano traçado pelo Estado-Maior de Israel, chefiado pelo general Moshe Dayan (1915-1981), começou a ser posto em prática às 7h e 10min da manhã do dia 5 de junho de 1967, quando caças israelenses atacaram nove aeroportos militares, aniquilando a força aérea egípcia antes que esta saísse do chão e causando danos às pistas de aterragem, inclusive com bombas de efeito retardado para dificultar as reparações.

Ao mesmo tempo, forças blindadas de Israel investiam contra a Faixa de Gaza e o norte do Sinai.

A Jordânia abriu fogo em Jerusalém e a Síria interveio no conflito.

No terceiro dia de luta, todo o Sinai já estava sob o controle de Israel.

Nas 72 horas seguintes, Israel impôs uma derrota devastadora aos adversários, controlando também a Cisjordânia, o sector oriental de Jerusalém e as Colinas de Golã, na Síria.

Como resultado da guerra, aumentou o número de refugiados palestinos na Jordânia e no Egito.

Síria e Egito estreitaram ainda mais as relações com a URSS, aproveitando também para renovarem seu arsenal de blindados e aviões, além de conseguirem a instalação de novos mísseis, mais perto do Canal de Suez.

*Os seis dias

Diante da ação árabe iminente, antes da invasão começar, o governo e os líderes militares de Israel implementaram uma estratégia para furar o bloqueio militar legal imposto pelos árabes.

Logo depois das 8:45 do dia 5 de Junho lançaram um ataque aéreo contra as forças árabes.

Este ataque aéreo, com o nome de código ´Moked´, foi desenhado para destruir a Força Aérea do Egito enquanto esta estava no solo.

Em três horas, a maioria dos aviões e bases estava destruída.

Os caças israelenses operavam continuamente apenas voltando para se reabastecer de combustível e armamento em apenas sete minutos.

Neste primeiro dia, os árabes perderam mais de 400 aviões; Israel perdeu 20.

Esses ataques aéreos deram a Israel a hipótese de destroçar de forma desigual as forças de defesa árabes.

De seguida, as forças terrestres de Israel deslocaram-se para a Península do Sinai e Faixa de Gaza onde cercaram as unidades egípcias.

A guerra não era longe da frente leste de Israel.

O primeiro-ministro de Israel, Levy Eshkol, enviou uma mensagem ao rei Hussein da Jordânia:

"Não empreenderemos ações contra a Jordânia, a menos que seu país nos ataque".

Mas na manhã do 2º dia, Nasser telefonou a Hussein, encorajando-o a lutar.

Ele disse a Hussein que o Egito tinha saído vitorioso no combate da manhã - um engano de Nasser que provocou uma derrota esmagadora da Jordânia, mas que conseguiu impedir que Israel tomasse Amã.

No mesmo dia, às 11:00, tropas da Jordânia atacaram Israel a partir de Jerusalém, com morteiros e artilharia.

Com o controle total dos céus, as forças israelenses em terra estavam livres para invadir o Egipto e a Jordânia.

Por causa disto, os reforços árabes que foram enviados tiveram sérios contratempos, o que permitiu que os israelitas tomassem grande parte da cidade dos jordanos em apenas 24
horas.

No terceiro dia da guerra, 7 de Junho, as forças jordanas foram empurradas para a Cisjordânia, atravessando o rio Jordão.

Israel tinha anexada toda a Cisjordânia e Jerusalém, invadindo e tomando a cidade.

A ONU consegue um acordo de cessar-fogo entre Israel e a Jordânia que entra em vigor nessa tarde.

Após o cessar-fogo, o grande contingente de tropas e tanques de Israel foi dirigido contra as forças do Egipto no Deserto do Sinai e Faixa de Gaza.

As Forças de Defesa de Israel atacaram com três divisões de tanques, paraquedistas e infantaria.

Conscientes de que a guerra somente poderia durar poucos dias e que era essencial uma vitória rápida, os israelenses concentraram todo o seu poder através das linhas egípcias no Deserto do Sinai.

Em 8 de Junho, os israelenses começam o seu ataque no Deserto do Sinai e, sob a liderança do General Ariel Sharon, empurraram os egípcios para o Canal de Suez.

No final do dia, as Tzahal alcançaram o canal e a sua artilharia continuou a batalha ao longo da linha de frente, enquanto a força aérea atacava as forças egípcias, que, em retirada, tentavam recuar utilizando as poucas estradas não controladas.

No final do dia os israelitas controlavam toda a Península do Sinai e de seguida o Egito aceitou um cessar-fogo com Israel.

Às primeiras horas do mesmo dia 8 de Junho, Israel bombardeou acidentalmente o navio de guerra americano USS Liberty, ao largo da costa de Israel, que havia sido confundido com um barco de tropas árabes. 34 americanos morreram.

Com o Sinai sob controle, Israel começa o assalto às posições sírias nas Colinas de Golã, no dia 9 de Junho.

Foi uma ofensiva difícil devido às bem entrincheiradas forças sírias e ao terreno acidentado.

Israel envia uma brigada blindada para as linhas da frente, enquanto a infantaria atacava as posições sírias, e ganha o controle das colinas.

Às 18:30 do dia 10 de Junho, a Síria retirou-se e foi assinado o armistício.

Era o fim da guerra nos campos de batalha.

Mas alguns resultados se estenderam por anos posteriores.

*Consequências da guerra

A Guerra dos Seis Dias foi uma grande derrota para os Estados Árabes, que perderam mais de metade do seu equipamento militar.

A Força Aérea da Jordânia foi completamente destruída.

Os árabes sofreram 18.000 baixas, enquanto do lado de Israel houve 766.

No dia seguinte à conquista da Península do Sinai, o Presidente Nasser do Egito resignou humilhado enquanto os outros líderes árabes perderam popularidade.

Contudo, esta derrota não mudou a atitude dos Estados Árabes em relação a Israel.

Em Agosto de 1967, líderes árabes reuniram-se em Cartum e anunciaram uma mensagem de compromisso para o mundo: não às negociações diplomáticas e reconhecimento do Estado de Israel, que lhes havia causado um grande prejuízo.

Quanto a Israel, teve ganhos consideráveis como decorrência da guerra.

As suas fronteiras eram agora maiores e incluíam as Colinas de Golã, a Cisjordânia ("Margem Ocidental") e a Península do Sinai.

O controle de Jerusalém foi de considerável importância para o povo judeu por causa do valor histórico e religioso, já que a cidade foi judaica até a quase 2000 anos, quando os romanosexpulsaram os judeus.

Depois, com o passar dos séculos, Jerusalém esteve quase sempre sob o controle de grandes Impérios, como o Bizantino, o Otomano e o Britânico, sendo que, apenas após a Guerra, voltaria totalmente ao controle de um estado judeu.

Por causa da guerra iniciou-se a fuga dos palestinianos das suas casas.

Como resultado, aumentou o número de refugiados na Jordânia e no Eua.

O conflito criou 350 000 refugiados, que foram rejeitados pelos estados árabes vizinhos.

*Guerra do Yom Kippur

A Guerra do Yom Kippur, também conhecida como Guerra Israelense-Árabe de 1973, Guerra de Outubro, Guerra do Ramadão (Ramadã, na forma brasileira) ou ainda Quarta guerra Israelense-Árabe, foi um conflito militar ocorrido de 6 de Outubro a 26 de Outubro de 1973, entre uma coalizão de estados árabes liderados por Egito e Síria contra Israel.

A guerra começou com um ataque conjunto surpresa pelo Egito e Síria no feriado judaico de Yom Kippur.

Egito e Síria cruzaram as linhas de cessar-fogo no Sinai e na Colinas do Golã, respectivamente, que haviam sido capturados por Israel em 1967 durante a Guerra dos Seis Dias.[5]

Os egípcios e sírios avançaram durante as primeiras 24-48 horas, após o qual o cenário começou a se formar em favor de Israel.

Na segunda semana de guerra, os sírios foram empurrados completamente para fora das colinas do Golã.

No Sinai ao sul, os israelenses atacaram em uma "brecha" entre dois exércitos egípcios invasores, cruzaram o canal de Suez (onde a velha linha de cessar-fogo ficava), e isolou o Terceiro Exército do Egito justamente quando o cessar-fogo das Nações Unidas entrou em vigor.

A guerra teve implicações profundas para muitas nações.

O Mundo Árabe, que havia sido humilhado pela derrota desproporcional da aliança Egípcio-Sírio-Jordaniana durante a Guerra dos Seis Dias, se sentiu psicologicamente vingado por seu momento de vitórias no início do conflito, apesar do resultado final.

Esse sentimento de vingança pavimentou o caminho para o processo de paz que se seguiu, assim como liberalizações como a política de infitah do Egito.

Os Acordos de Camp David (1978), que vieram logo depois, levaram à relações normalizadas entre Egito e Israel - a primeira vez que um país árabe reconheceu o estado israelense.

Egito, que já vinha se afastando da União Soviética, então deixou a esfera de influência soviética completamente.

O Presidente Gamal Abdel Nasser do Egito, morreu em Setembro de 1970.

Foi sucedido por Anwar Sadat, considerado mais moderado e pragmático que Nasser.

Como meta de seu governo, resolve neutralizar a política expansionista do Estado de Israel e ao mesmo tempo assegurar a sua posição no mundo árabe.

Decide, então, retomar a península do Sinai.

O plano para um ataque a Israel sem aviso, em conjunto com a Síria, recebeu o nome de código Operação Badr (palavra árabe que significa "lua cheia"), que incluía a retomada do canal de Suez.

Para tanto, os egípcios, recorrendo a possantes bombas de sucção e usando as águas do canal como agente de erosão hídrica, destruíram as fundações da intransponível barreira de 50 metros de altura, construída pelos israelenses com a areia do deserto para guarnecer toda a margem ao norte do canal de Suez contra os exércitos árabes.

Desse modo, puderam abrir passagem nas fortificações integrantes da linha Bar-Lev, alcançando o lado desprotegido das casamatas israelenses e obrigando os israelenses a se render.

Enquanto o Egito atacava as posições israelenses desprotegidas na Península do Sinai, as forças sírias atacaram os baluartes das Colinas de Golã.

Graves perdas foram infligidas ao exército israelense.

Contudo, após três semanas de luta, as Forças de Defesa de Israel (FDI) obrigaram as tropas árabes a retroceder, e as fronteiras iniciais reconfiguraram-se.

Damasco, a capital da Síria, foi bombardeada.

Uma das consequências desta guerra foi a crise do petróleo, já que os estados árabes, membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) decidiram parar a exportação deste produto para os Estados Unidos da América e para os países europeus que apoiavam a sobrevivência de Israel.

Se a curto prazo a medida agravou a crise econômica mundial, a longo prazo a comunidade internacional não perdeu nada com esta dificuldade econômica; muito pelo contrário, vários países em todos os continentes aprenderam a usar fontes alternativas de energia, e inclusive algumas áreas do planeta começaram a descobrir que também possuíam petróleo, como foi o caso da região do Mar do Norte, na Europa, do Alasca, nos Estados Unidos, da Venezuela, do México, da África do Sul, da União Soviética e, de lá para cá, também do Brasil.

Fonte: wykipédia - recebido por e-mail de uma das netas do editor do blog

Comentário do editor do blog:

A matéria de hoje é insuspeita, tendo em vista que foi resultado de um trabalho de pesquisa escolar de uma de nossas netas, que, após tê-la escolhido aleatoriamente, nos enviou para impressão.

Atendendo nossa pergunta, disse que retirara da Enciclopédia Virtual, Wikypédia, autorizando-nos a utilizá-la neste blog.

A ressaltar que o artigo acima descreve com uma razoável qualidade de detalhes, o que vem ocorrendo desde o Século XIX, havendo vários pontos que confirmam o que temos dito aqui neste espaço em trabalhos anteriores.

Destacamos, por exemplo, o aspecto da entrega de terras, unilateralmente, da parte de Israel, a partir do governo do ex-premiê Ariel Charon, em estado de come há 3 anos.

Essa entrega da Faixa de Gaza para, em troca, obter paz, poderia ter logrado êxito não fosse a doença de Sharon, cujo sucessor Ehud Olmert deu continuidade, mas foi interrompida com os ataques com bombas e foguetes contra Israel, que resultou em novo conflito recente, quando Israel contra-atacou, já sob o governo do recém eleito Benyamin Netanyahu.

Acreditamos, todavia, que com a ação da pressão internacional, principalmente do recém eleito Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai haver um acordo, com base na satisfação dos americanos com o último discurso de Netanyahu, já admitindo a criação da Nação Palestina.

Estamos, pois, às portas de um acordo de paz, nos termos proféticos (Daniel 9. 27), que será um "gatilho" para os acontecimentos finais, quais sejam:

- arrebatamento dos convertidos a Jesus, primeiro os mortos ressuscitados, depois nós os que estivermos vivos;

- manifestação do anticristo, que já fazia parte antes, mas sem se revelar. Assentar-se-á ele no trono como se fosse o próprio Deus;

- grande tribulação, conforme profetizado, inclusive por Jesus (Mateus 24. 21);

- segunda vinda de Jesus, que derrotará o anticristo com o sopro de sua boca;

- estabelecimento do Reino Milenar de Jesus, que governará as nações, a partir de Israel.

Maranata! [Ora vem, Senhor Jesus]

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

Israel volta a rejeitar interrupção na construção
18/06/2009 - 03h43
Israel volta a rejeitar interrupção na construção de assentamentos

O ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, reiterou, nesta quarta-feira, durante um encontro com a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, em Washington, que o governo de seu país não pretende congelar completamente a expansão dos assentamentos judeus na Cisjordânia.

A interrupção na expansão destes assentamentos em territórios palestinos tem sido um dos pontos de maior atrito entre o governo do presidente americano, Barack Obama, e a administração do premiê israelense, Binyamin Netanyahu.

O governo americano tem insistido para que Israel interrompa as construções na Cisjordânia, o que os israelenses rejeitam.

Durante o encontro com a secretária de Estado americana, Lieberman reafirmou a posição expressada pelo primeiro-ministro Netanyahu no último domingo, quando ele admitiu pela primeira vez a criação de um Estado palestino, mas não se comprometeu com a interrupção na expansão das colônias.

"Não podemos aceitar o congelamento total de nossos assentamentos. Acho que devemos manter seu crescimento natural.

O primeiro-ministro (Netanyahu) disse isso em seu discurso (de domingo).

Esta é (nossa) posição", afirmou Lieberman durante uma coletiva de imprensa ao lado de Hillary Clinton.

O chanceler israelense - que fez sua primeira visita oficial a Washington nesta quarta-feira - ainda afirmou que esta posição havia sido acordada entre Israel e o governo do ex-presidente dos EUA, George W. Bush.

"Nós tivemos entendimentos com o governo anterior (dos EUA) e tentamos seguir nessa direção.

Estamos também prontos para negociações diretas com os palestinos", disse Lieberman.

Durante a entrevista, Hillary Clinton discordou publicamente da posição do chanceler israelense e afirmou que o governo Obama defende a interrupção na expansão das colônias nos territórios da Cisjordânia.

"Como já afirmou o presidente Obama, nós queremos ver uma interrupção (na expansão) dos assentamentos.

Consideramos isto uma parte essencial dos esforços para se buscar um acordo de paz amplo e a criação de um Estado palestino ao lado de um Estado judeu-israelense seguro", afirmou.

Concessões
De acordo com Kim Ghattas, correspondente da BBC em Washington, os governos dos Estados Unidos e de Israel discutem a questão dos assentamentos há semanas, sem muito progresso.

Segundo a correspondente da BBC, os dois lados continuam reafirmando suas posições e nenhum parece disposto a fazer concessões.

O assunto deve voltar a ser discutido em um encontro entre o premiê israelense Binyamin Netanyahu e o enviado especial do governo dos EUA para o Oriente Médio, George Mitchell, na semana que vem.

Clinton, no entanto, deixou claro que os EUA esperam que o governo israelense faça concessões.

"Se olharmos para a história israelense, houve primeiros-ministros que defendiam posições e foram mudando ao longo do tempo", afirmou.

"Houve evolução no pensamento. Eu considero que o primeiro-ministro Netanyahu, ao reconhecer as aspirações por um Estado palestino no discurso de domingo, disse algo que muitos estavam esperando".

Fonte: UOL on line - www.uol.com.br

Israel está disposto a negociar questões-chave diz
16/06/2009 - 15h18
Israel está disposto a negociar questões-chave, diz embaixador


JERUSALÉM (Reuters) - O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, está preparado para retomar conversações de paz com os palestinos que englobem questões fundamentais como fronteiras e refugiados, disse na terça-feira seu novo enviado a Washington.

Mas, em entrevista à Reuters, o embaixador Michael Oren avisou que, com relação ao status de Jerusalém, que também faz parte das questões-chave do processo de paz, Netanyahu tem a posição firme de que a cidade deve ser a capital não dividida de Israel.

O presidente norte-americano Barack Obama quer que Israel e os palestinos retomem o quanto antes as negociações de paz e saudou como positivo o endosso condicional manifestado por Netanyahu esta semana da meta da criação de um Estado palestino.

Mas não está claro quando serão retomadas as negociações sobre os pontos fundamentais.

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, descartou a retomada das negociações enquanto Netanyahu não congelar a construção em assentamentos judaicos na Cisjordânia ocupada.

A retomada das negociações sobre os pontos fundamentais, especialmente o futuro de Jerusalém, pode rachar o governo de coalizão de Netanyahu, em que os partidos de direita e religiosos se opõem fortemente a ceder diante da exigência palestina de que pelo menos uma parte de Jerusalém seja capital de um futuro Estado palestino.

"A questão fundamental seria, por exemplo, as fronteiras entre nós e os palestinos", disse Oren, indagado sobre quais questões fundamentais seriam discutidas em conversações futuras.

Ele disse que outra questão fundamental é a exigência de Netanyahu de que um futuro Estado palestino seja desmilitarizado.

"A questão dos refugiados, tanto a questão dos refugiados palestinos quando a questão dos refugiados judeus -- os judeus forçados a deixar terras árabes --, essas são questõesfundamentais",
disse o embaixador.

Israel insiste há muito tempo que não aceita a exigência palestina de que os refugiados que fugiram na guerra de criação de Israel, em 1948, possam retornar para suas casas hoje situadas em Israel.

Em alguns momentos, Israel também vinculou os pedidos de ressarcimento a esses refugiados às perdas sofridas por judeus que perderam suas casas em países como Iraque, Irã, Marrocos e Egito depois da criação de Israel.

Perguntado se Netanyahu também está aberto a negociações sobre o status de Israel, Oren disse:

"A posição de Israel tem sido e é que Jerusalém deve permanecer como capital não dividida do Estado de Israel".

Indagado sobre se Netanyahu define a aceitação dessa posição como condição prévia para as negociações ou se está aberto a negociar sobre a questão de Jerusalém, Oren respondeu:

"Essa é nossa posição".

Fonte: Reuters - via www.uol.com.br

Comentário do editor do blog:

É, no mínimo "interessante", quando se fala nos refugiados que fugiram na guerra de criação de Israel, em 1948, pois, na verdade, eles não fugiram espontaneamente, nem forçados por Israel; eles fugiram "instigados" pelos próprios árabes.

Ora se os árabes "recomendaram" a saída em massa do território israelense, eles [os árabes] deviam aceitá-los em seus respectivos países de origem étnica, o que não ocorreu e nem vai ocorrer.

Isso não é uma mera especulação nossa, há provas sobre isso, inclusive citada em livros sobre a questão palestina.

Ocorre, todavia, que isso foi uma "estratégia" muito bem elaborada para que nesses 61 anos houvesse "motivos" para guerrear contra Israel, em "defesa" dos colonos "palestinos" [árabes].

Transcrevemos abaixo um trecho de artigo sobre os refugiados árabes (confirmar em http://www.beth-shalom.com.br/artigos/fsicom23.html)

"Os Estados árabes (com exceção da Jordânia) mantiveram os refugiados nesse status, e não os integraram como cidadãos, de forma a usá-los contra Israel, com a finalidade de destruí-lo.

De 1948 até a presente data, os refugiados têm sido confinados em campos lotados, onde vivem em pobreza e desespero, usados, sem considerações humanitárias, como base para uma reivindicação política.

Nenhuma tentativa foi feita para absorvê-los na sociedade ou prover seu bem estar.

Essa política foi perseguida e engendrada de forma a obter a simpatia internacional pela causa palestina.

Milhões e milhões de dólares lhes foram destinados pelas agências da ONU [mas não melhoraram sua situação].


Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

Netanyahu explica suas condições para a criação de
15/06/2009 - 10h57
Netanyahu explica suas condições para a criação de um Estado palestino

WASHINGTON, EUA, 15 Jun 2009 (AFP) - O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, insistiu nesta segunda-feira que uma de suas condições para a criação de um Estado palestino é que este não seja militarizado, já que isso significaria uma ameaça para Israel.

"Assim como eles esperam que nós reconheçamos um Estado palestinos, eles devem reconhecer o Estado judeu.

Dessa forma, o país palestino não pode ameaçar o país judeu, por isso não deve ser militarizado", afirmou Netanyahu a NBC News.

"Acho que essas são as coisas que podem abrir o caminho para uma futura paz".

O primeiro-ministro israelense defendeu assim seu pedido de que este eventual Estado palestino não tenha controle sobre seu próprio espaço aéreo nem direito de realizar pactos militares, e que dê a Israel garantias de segurança.

Seu discurso acontece no dia seguinte em que Netanyahu disse estar disposto a aceitar a criação de um Estado palestino desmilitarizado que reconheça Israel como Estado do povo judeu, mas impôs várias condições.

"Se recebermos garantias sobre a desmilitarização e se os palestinos reconhecerem Israel como o Estado do povo judeu, então alcançaremos uma solução baseada em um Estado palestino desmilitarizado", declarou Netanyahu em um discurso de política externa pronunciado na Universidade Bar Ilan, próxima a Tel Aviv.

O premier israelense também rejeitou a suspensão da colonização na Cisjordânia, como pedem os Estados Unidos, mas convidou os palestinos a retomar, imediatamente, as negociações de paz.

"Convido nossos vizinhos palestinos e os dirigentes palestinos a retomar, imediatamente, as negociações de paz, sem condições prévias".

"Não desejo construir novas colônias ou confiscar terras com este objetivo, mas é preciso permitir que os habitantes destas implantações vivam normalmente", disse Netanyahu, descartando a suspensão das construções nas colônias já existentes porque é preciso atender às exigências do "crescimento natural".

Esta foi a primeira vez que Netanyahu falou da possibilidade de um Estado palestino, projeto defendido pelo presidente americano, Barack Obama, que prevê o princípio de "dois Estados para dois povos".

Fonte AFP via UOL

Comentário do editor do blog:

Embora os EUA tenham considerado um avanço o fato de Netanyahu aceitar a criação do Estado Palestino sem armas, isso não traz a paz, tendo em vista que a Autoridade Palestina não aceita nestes termos, pois, de fato, não tem interesse na criação do Estado Palestino, e sim em exterminar Israel do mapa, em perfeita consonância com Ahmadinejad, reeleito Presidente do Irã, cujas radicais palavras têm afirmado o mesmo desejo.

Ainda estão muito recentes as notícias, dificultando uma análise do "ânimo" dos envolvidos na questão, em relação ao futuro.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

Notícias curtas de Israel
Shalom, amigos !

Seguem, abaixo, algumas notas curtas de vários jornais e agências de notícias sobre o andamento do Plano de Paz para os israelenses e palestinos.

Em outras reportagens, alguns analistas já declaram que não há mais como Israel não concordar com este Plano, mesmo com todas as condições desfavoráveis e a insegurança que paira sobre o Estado Judeu.

As pressões vem de todos os lados, até de dentro de Israel. Fiquem atentos.

abraço
Sandro

Asseguram que Netanyahu aceitará o Plano de Paz, neste próximo domingo, mas não congelar o crescimento de assentamentos já existentes
pelas Agências Internacionais
11/06/2009

Algumas pessoas próximas ao Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu asseguraram ao periódico israelense Haaretz que o líder israelense afirmará em seu discurso no próximo domingo que Israel aceita o plano de Paz tal como fora promovido pelo governo do Presidente Bush, mas não aceitará pressão americana para deter o crescimento natural em assentamentos existentes na Judéia e na Samaria.

O Presidente Americano, Barack Obama, delineou uma nova política para o Oriente Médio, apoiando a criação de um Estado Palestino e instou a Israel a deter a construção de assentamentos.

Obama também havia declarado que concorda que Jerusalém Oriental seja a capital de um próximo Estado Palestino.


Peres faz um chamado para Estabelecer um Estado Palestino, urgentemente
JP com as Agências Internacionais
10/06/2009

O Presidente de Israel, Shimon Peres, fez um chamado urgente, hoje em Jerusalém para que seja estabelecido um Estado Palestino com fronteiras provisórias até que se possam estabelecer linhas definitivas.

Peres se reuniu hoje com o Enviado da União Européia, Javier Solana.

O governo do Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu se opõe ao estabelecimento de um Estado Palestino pela ameaça que este representa ao Estado de Israel.


Begin: Os palestinos não estão interessados em uma solução de Dois Estados, senão em destruir-nos
com as Agências Internacionais
11/06/2009

O Ministro e parlamentar Israelense, Beny Begin, declarou ontem a respeito da insistência americana na criação de um estado Palestino, que somente é mais um meio para destruir Israel.

"A realidade dos últimos 15 anos danificaram gravemente o conceito de dois Estados para dois Povos.

O Estado que eles querem criar somente tem como objetivo destruir Israel.

Os palestinos não estão realmente interessados em uma solução de Dois Estados vivendo lado a lado.

Eles querem uma solução em duas etapas, que no final restará apenas um País : Palestina", disse.


Ataque com tiros contra o Museu do Holocausto, em Washington
Agências Internacionais
10/06/2009

Um americano de 89 anos atacou a tiros, ontem, o Museu do Holocausto, em Washington, matando um dos guardas.

O Atacante, chamado James Von Braun ficou ferido por disparos de outros guardas que estavam no local.

Funcionários do Governo Americano asseguraram que se trata de um ataque isolado e que o homem atuou sem respaldo de nenhum grupo terrorista.

Fonte: Agências internacionais, recebido por e-mail do irmão Sandro Cescato, israelense convertido a Jesus

Comentários do editor do blog:

As notícias recentes, a respeito do discurso que Beniamyn Netanyahu, Primeiro Ministro de Israel, fará no próximo domingo, bem como as notícias paralelas, indicam que Israel aceitará o acordo que lhe está sendo imposto pela "pressão internacional" [como temos comentado sobre a participação de estrangeiros, em cumprimento a profecias bíblicas], mas não deve abrir mão de terras.

Israel não acredita que, ao aceitar a criação do Estado Palestino, a paz virá; pelo contrário, entende-se que os Palestinos não estão interessados em dois Estados, mas em destruir Israel.

Foi sempre a postura de Netanyahu, motivo pelo qual, em defesa do seu povo, ele sempre endureceu nas negociações.

A partir daí, o "stress" criado em todo o mundo, desencadeará a união de todas as nações [agora, inclusive, os Estados Unidos] no sentido de por um ponto final nessa velha pendência, e Israel experimentará guerras internas e externas muito fortes, culminando quase com a sua destruição.

Usamos a expressão "quase", tendo em vista que a promessa de Deus, já mencionada em texto anterior nosso (Jeremias 31. 35-40), é de que Jerusalém jamais será destruida, e na carta aos Romanos (capítulo 11), através de Paulo, Deus afirma que todo o Israel [remanescente] será salvo.

O fato é que, nos dizeres de Jesus, já estamos vivendo "o princípio das dores" e o "dia do fim" está cada vez mais sendo precipitado pelos acontecimentos atuais.

Quando ouvirdes falar de "Paz e Segurança", o fim está próximo, é o que profetiza a Palavra de Deus.

Esse dia virá igual aos dias de Noé, "casavam e davam-se em casamento", o que quer dizer que todos estavam vivendo a sua vidinha, pouco se importanto com o aviso de Deus que destruiria a terra.

Mas Noé deu crédito a Deus, construiu a Arca, e no dia certo adentrou nela com sua família, e casais de animais de todas as espécies, sendo salvos do grande castigo que Deus mandou para os rebeldes.

Assim será o tempo final, os convertidos a Jesus serão arrebatados [ Jesus é a nova arca] para o encontro com Ele nos ares, entre nuvens.

E, uma vez retirado o que detém o anticristo [os salvos], virá a tribulação, que culminará com a volta de Jesus, que destruirá o anticristo com o sopro de sua boca, e reinará sobre as nações, a partir de Jerusalém.

Maranata! (Ora vem Senhor Jesus).

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

Netanyahu dará a conhecer sua política a respeito
Netanyahu dará a conhecer sua política a respeito dos Palestinos

O pronunciamento de Netanyahu acontecerá nesse próximo domingo ( 14/06 ) e será transmitido ao vivo, para todo Israel.
fiquem atentos
Shalom
Sandro

Netanyahu dará a conhecer sua política a respeito dos Palestinos
JP com as agências internacionais

Após o discurso do presidente norteamericano Barack Obama, semana passada no Cairo, o Primeiro Ministro israelense Benjamin Netanyahu anunciou hoje que dará a conhecer publicamente sua postura e a de seu governo sobre as questões levantadas pelo seu colega americano, em um conferência de Imprensa na Universidade Bar Ilan, no próximo domingo.

O Presidente Americano expressou, durante seu discurso, que Israel deve deter imediatamente a construção dos assentamentos judeus na Judéia e Samaria, o que provocou fortes críticas em vários setores em Israel.

Na plataforma de campanha de Netanyahu, e após assumir, disse que não aceitava a criação de um Estado palestino.

Netanyahu disse que os palestinos poderão ter autonomia, desde que isso não ameace a segurança de Israel.

Vários parlamentares israelenses, incluindo o próprio Netanyahu, declararam não aceitar a pressão dos Estados Unidos, com relação à paralização imediata dos assentamentos, em especial aos já existentes que necessitam criar projetos de crescimento natural.

Fonte: recebido por e-mail, do irmão Sandro Cescato, israelense convetido a Jesus

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