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Editor: Edmar Torres Alves
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FESTA DE SHAVUOT
FESTA DE SHAVUOT

Shalom !

Ao por-do-sol desta próxima 5ª feira ( 28/05 ), celebra-se a festa de Shavuot.

Este dia é o segundo dos três maiores Dias Festivos (Pessach - Páscoa - é o primeiro e Sucot -Tabernáculos - o terceiro), e vem exatamente cinquenta dias após Pessach.

A Lei foi outorgada por Deus ao povo judeu no Monte Sinai há mais de três mil e trezentos anos.

Todos os anos, neste dia, todos os judeus renovam essa aceitação do presente de Deus - Sua Palavra.

A palavra Shavuot significa "semanas": assinala o intervalo de sete semanas entre Pessach e Shavuot (o período do ômer, como descrito na Bíblia), durante o qual o povo judeu preparou-se para a Outorga da Lei.

Shavuot também significa "juramentos".

Com a Outorga da Lei, o povo judeu e Deus fizeram uma aliança, formando um pacto duradouro de não abandonar um ao outro.

É costume ler o livro de Rute no segundo dia de Shavuot.

Há vários motivos para este costume:

A - Shavuot é a data de nascimento e data de falecimento do Rei David, e o Livro de Rute registra sua ancestralidade. Rute e seu marido Boaz foram os bisavós do Rei David.

B - As cenas de colheita, descritas no Livro de Rute, são apropriadas ao Festival da Colheita.

C - Rute foi uma convertida sincera que abraçou a Lei do Senhor de todo o coração. Em Shavuot, todos os judeus foram como convertidos, tendo aceitado a Lei do Senhor e todos seus preceitos.

Em Shavuot costuma-se enfeitar as casas israelitas e a sinagoga com frutas, flores e folhagens. O motivo disso é que na época do Templo Sagrado, os primeiros frutos da colheita eram oferecidos em Shavuot.

Um pouco da História do Recebimento da Lei

A primeiro de Sivan, o primeiro dia do terceiro mês após o Êxodo do Egito, os Filhos de Israel chegaram ao Deserto do Sinai e acamparam perto de uma montanha.

Durante as poucas semanas de viagem no deserto sob a proteção do Senhor, com milagres diários, tais como o maná e a codorna, o miraculoso adoçamento da água, a derrota de Amalec e a travessia do Mar Vermelho, o povo judeu havia se tornado um pouco mais consciente de Deus.

Moshe ( Moisés ) subiu ao Monte Sinai, e Deus disse-lhe as seguintes palavras:

"Assim dirás à casa de Yaacov, e dirás aos Filhos de Israel: "Vocês viram aquilo que fiz aos egípcios, e como Eu os trouxe nas asas da águia, e os trouxe até a Mim. Agora, portanto, se ouvirem de fato Minha voz, e se mantiverem Minha aliança, então serão Meu tesouro dentre todos os povos; pois toda a terra é Minha; e serão para Mim um reino de sacerdotes, e uma nação sagrada."

Moshe voltou do Sinai e chamou os anciãos do povo e transmitiu-lhes todas estas palavras de Deus. Unanimemente, com uma voz e uma só mente, o povo respondeu:
"Naasê Venishmá" - "Tudo que Deus falou, assim o faremos."

Dessa forma, aceitaram totalmente a Lei, com todos seus preceitos, sem ao menos pedir uma enumeração detalhada das obrigações e deveres que nela estavam envolvidos.

Quando Israel havia se prontificado a receber a Lei, Deus falou novamente a Moshe: "Vá até o povo, e santifique-os hoje e amanhã, e deixe que lavem suas vestes, e estejam prontos no terceiro dia: pois no terceiro dia o Senhor virá à vista de todo o povo no Monte Sinai. Estabeleça limites para o povo, dizendo: Prestem atenção; não subam ao Monte, ou toquem sua borda, pois aquele que o fizer morrerá."

A Revelação no Sinai

A alvorada do terceiro dia trouxe trovões e relâmpagos que encheram o ar. Pesadas nuvens pairavam sobre a montanha, e os sons crescentes e constantes do shofar fizeram o povo estremecer com temor. Moshe levou os Filhos de Israel para fora do acampamento e colocou-os ao pé do Monte Sinai, que estava todo coberto por fumaça e trepidações, pois Deus tinha descido sobre ele, em fogo.

O toque do shofar intensificou-se, mas de repente todos os sons cessaram, e seguiu-se um silêncio absoluto; então Deus proclamou os Dez Mandamentos desta forma:

1 - "Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa dos escravos.

2 - "Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura, figura alguma do que há em cima, nos céus, e abaixo na terra, ou nas águas, abaixo da terra. Não te prostrarás diante deles, nem os servirá, pois sou o Eterno, teu D´us, D´us zeloso, que visita a iniquidade dos pais aos filhos sobre terceiras e quartas gerações aos que me aborrecem; e mostrarei misericórdia até mil gerações daqueles que Me amam e guardam Meus mandamentos.

3 - "Não jurarás em nome do Eterno, teu Deus, em vão; porque não livrará o Eterno ao que jurar Seu nome em vão.

4 - "Lembra-te do dia de Shabat para santificá-lo. Seis dias trabalharás, e farás toda tua obra. E o sétimo é o Shabat do Eterno, teu Deus, e não farás nenhuma obra, tu, teu filho, tua filha, teu servo, tua serva, teu animal, e teu peregrino que estiver em tuas cidades; pois em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar, e tudo o que há neles, e repousou no sétimo dia; portanto, abençoou o Eterno o dia de Shabat e o santificou.

5 - "Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem teus dias sobre a terra que o Eterno, teu Deus, te dá.

6 - "Não matarás.

7 - "Não cometerás adultério.

8 - "Não furtarás.

9 - "Não levantarás falso testemunho contra teu próximo.

10 - "Não cobiçarás a casa de teu próximo; não cobiçarás a mulher de teu próximo, e seu servo, ou sua serva, e seu boi, e seu asno, e tudo que seja de teu próximo.


Moshê recebe a Lei

Todo o povo ouviu as palavras de Deus, e ficaram assustados.

Então Deus pediu a Moshe para subir a montanha; pois apenas ele era capaz de ficar na presença de Deus. Lá Moshe receberia as duas tábuas contendo os Dez Mandamentos e a Lei completa, para ensiná-los aos Filhos de Israel.

Moshê subiu a montanha e lá permaneceu por quarenta dias e quarenta noites, sem comer ou dormir, pois havia se tornado semelhante a um anjo. Durante este tempo, Deus revelou a Moshe toda a Torá, com todas suas leis e suas interpretações.

Finalmente, Deus deu a Moshe as duas Tábuas do Testemunho, feitas de pedra, contendo os Dez Mandamentos, escritos pelo próprio Deus.

Fonte: recebido por e-mail do irmão Sandro Cescato, israelense convertido a Jesus.

Palestinos asseguram que Jerusalém será sua capita
Palestinos asseguram que Jerusalem será sua Capital

Shalom amigos !

Me perdoem a quantidade de emails nestes últimos dias.

É que, as vésperas de mais uma proposta de Acordo de PAZ ( a ser divulgada no próximo dia 04 de junho, no Egito ), os jornais israelenses, europeus e americanos estão publicando uma profusão de matérias referente o assunto.

Acho importante que vocês, que se interessam por Israel e por estes acontecimentos, estejam conscientes que muitas ações estão sendo feitas para que este Acordo se torne realidade o mais rápido possível.

Orem por Israel. As pressões da Comunidade Internacional estão trazendo grande aflição ao povo israelense.

Eles, que acreditam que Israel seja o único lugar seguro do Mundo para viver, agora se questionam se realmente estão seguros, pois cada vez mais ficam isolados e rodeados por inimigos ferozes.

E como se isso não bastasse, toda a Comunidade Judia da Diáspora também tem sofrido constantes ataques, fazendo com que os judeus se fechem ainda mais e vejam com desconfiança qualquer atitude amistosa por parte de quem realmente os ama.
abraço a todos
Sandro

Palestinos asseguram que os Estados Unidos prometeram que Jerusalém será a Capital de seu Estado
pelas agências Internacionais

Fontes palestinas asseguraram que o Presidente Americano Barack Obama prometeu à Autoridade Palestina que Jerusalém será a Capital de seu futuro Estado.

Segundo dizem essas fontes, o Plano, baseado em uma proposta de paz dos Países Árabes, que o Presidente americano irá divulgar em 04 de junho próximo, inclui Jerusalém como Capital Palestina, deter a construção de assentamentos e a implementação por etapas de um Estado Palestino Independente.

O Plano, segundo o informe que traz hoje o jornal israelense Yediot Acharonot também faria com que as Nações Unidas tivessem pleno controle sobre os lugares santos para o Judaísmo, Islamismo e Cristianismo.

O Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu expressou antes das eleições que não apoia a criação de um Estado Palestino Independente, ainda que tenha expressado na Conferência com o Presidente Obama esta semana, que apoia um novo Estado com autonomia mas com limitações em temas como armamentos, para não ameaçar a segurança de Israel.

Fonte: recebido por e-mail do irmão Sandro Cescato, israelense convertido a Jesus

Comentário do editor do blog:

O momento não é de especulações, mas de orações pela Paz no Oriente Médio.

A maior probabilidade é de fato essa, a de definir Jerusalém como capital Palestina, criando-se finalmente, um Estado Palestino.

As outras duas opções são:

- Jerusalém como capital das duas nações;
- Jerusalém como capital de Israel.

Seja qual for a decisão, firmado o acordo de paz por sete anos (Daniel 9.27) haverá uma paz aparente na metade desse período.

Todavia, na metade dos 7 anos (3 anos e meio), após o arrebatamento da Igreja (convertidos a Jesus), o anticristo se revela rompendo o acordo, sentando-se no trono como se fora o próprio Deus.

Haverá, então, repentina destruição, os 3 anos e meio finais, como a profetizada Grande Tribulação(Mateus 24. 21 entre outros textos).

Ao término, Jesus voltará (2ª vinda), com a igreja, para governar as nações a partir de Israel, isso depois de derrotar o anticristo.

Como cristãos, temos o dever de orar pela Paz em Jerusalém, um mandamento bíblico.

Como cristãos, temos que abençoar Israel, também uma atitude que Deus premiará, pois disse:

"Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amadiçoarem" (Gênesis 12. 3).

Maranata! (Ora vem Senhor Jesus)

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

Semana do Apartheid Israelense
Semana do Apartheid Israelense

De fonte bem autorizada
por Moishe Ianai (JP)


A ridícula acusação de que Israel é um país racista tem sido difundida por aqueles que tem a intenção de borrá-lo do mapa.

Estimo que se bem este país está longe de ser perfeito, creio no entanto que não se pode encontrar semelhante "espécime" em todo o Mundo.

Mas o que resulta certo e evidente é que Israel é a nação mai progressista e liberal do Oriente Médio, e onde a observação dos direitos humanos não é simplesmente uma palavra oca, senão um princípio aplicado de fato.

Que o afirme quem escreve estas linhas poderia ser motivo de dúvida.

Mas quando estas opiniões são formuladas por alguém da "parte afetada", a coisa adquire outra dimensão.

Por isso tomo a liberdade de reproduzir alguns conceitos escritos por um distinto membro da população árabe, que escreveu em um dos mais prestigiados orgãos de imprensa dos Estados Unidos.

"Para quem ainda não ouviu falar sobre ele, a primeira semana de março foi designada como a Semana do Apartheid Israelense, por ativistas mal intencionados ou completamente desinformados", começa dizendo, e acrescenta :

"No ano passado, na Universidade de Berkeley - California, tive a oportunidade de dialogar com alguns dos organizadores destes eventos.

Minha perspectiva é única, tanto como Vice Consul de Israel em San Francisco, como também beduíno e muçulmano, num dos mais altos cargos diplomáticos, representando meu país, Israel, nos Estados Unidos".

Efetivamente, o autor do artigo reconhece haver nascido no meio de uma tribo beduína do Norte de Israel, como filho de uma família numerosa ( 11 filhos no total ), e que iniciou sua vida como pastor de ovelhas, e compartilhava com seus pais e irmãos uma modesta tenda de campanha.

E acrescenta : "fui servir na Polícia de Fronteira israelense, e mais adiante, obtive o titulo de Mestre em Ciências Políticas da Universidade de Tel Aviv, antes de incorporar-me ao Ministérios de Relações Exteriores de Israel. "

Não tem medo de dizer o que sente, e portanto reconhece ser "um israelense orgulhoso - junto com muitos outros israelenses não judeus, tais como israelenses drusos, israelenses bahais, israelenses cristãos e muçulmanos - que vivem em uma das sociedades mais diversificadas culturalmente e a única democracia verdadeira do Oriente Médio".

"Como a dos Estados Unidos, a sociedade israelense está longe de ser perfeita, mas sejamos honestos", disse em seguida:

"qualquer que seja o fator que se eleja para discutir - oportunidades educacionais, desenvolvimento econômico, direitos das mulheres e dos homossexuais, liberdade de expressão e de reunião, representação legislativa - as minorias em Israel estão em uma situação muito melhor do que em qualquer outro país do Oriente Médio".

"Assim sendo, quero compartilhar o seguinte, com os organizadores da Semana do Apartheid Israelense, com aqueles que estão abertos ao diálogo e não cegos por uma ideologia de ódio :

- vocês são parte do problema, não parte da solução.

Se realmente vocês fossem idealistas e estivessem comprometidos com um mundo melhor, deveriam cessar com esta retórica falsa.

Necessitamos de pessoas sábias e moderadas que se reunam com boa fé para ajudar a encontrar um caminho para aliviar o sofrimento humano em ambos os lados do conflito palestino-israelense.

A difamação e o rótulo falso é uma estratégia sem saída que não leva a nenhum lugar".

"Vocês negam a Israel o direito fundamental que toda sociedade tem de defender-se; criticam a Israel por construir uma barreira de segurança para proteger seus cidadãos dos suicidas com suas bombas e por atacar edifícios desde os quais se lançam misseis contra suas cidades, mas nunca ofereceram uma alternativa.

Não estão vocês mesmo praticando uma patente forma de racismo, quando negam a toda uma sociedade o direito de defender-se?"

"Estas críticas são intencionalmente hipócritas : os cidadãos árabes de Israel sofrem de
desvantagem ?

Vocês preferem crer nisso.

Os afroamericanos que vivem a 10 minutos de Berkeley sofrem de desvantagem?

Vocês também preferem crer nisso.

Assim que deveriam vocês lançar uma Semana de Apartheid em Berkeley também, ou deveríamos buscar caminhos verdadeiros para melhorar nossas sociedades e tornar mais disponíveis as oportunidades."

"Vocês estão traindo os muçulmanos moderados e os judeus que trabalham para alcançar a paz : esse radicalismo só contribui para esmorecer as forças de paz em Israel e nos territórios palestinos.

Estamos trabalhando incansavelmente para avançar para um acordo de paz que reconheça os direitos legítimos tanto de Israel como do povo palestino e vocês destroem tudo isso ao difamar uma das partes."

"Eu gostaria de finalizar dizendo aos Organizadores da Semana do Apartheid Israelense : se Israel fosse um Estado com Apartheid, eu não teria sido designado para estar aqui, nem eu haveria escolhido assumir esta tarefa.

Há muitos árabes, tanto dentro de Israel como nos territórios palestinos que tem tido uma grande coragem ao percorrer o caminho da paz".

"Vocês deveriam estar conosco em lugar de lutar contra", termina dizendo o autor deste aclarador testemunho, que se chama Ismael Khaldi, muçulmano, beduíno, israelense, e Vice Consul de Israel na Califórnia.

( o artigo em referência foi publicado pelo San Francisco Chronicle )

Fonte: recebido por e-mail de Sandro Cescato, israelense convertido a Jesus

Presidente de Israel admite negociação dos EUA com
Presidente de Israel admite negociação dos EUA com o Irã
05/05/2009 - 20h39
colaboração para a Folha Online

O presidente americano, Barack Obama, que adotou um tom de apoio menos explícito a Israel que seu antecessor, teve nesta terça-feira o primeiro encontro com uma alta autoridade israelense desde que assumiu o governo.

A reunião de quase duas horas na Casa Branca com o presidente Shimon Peres terminou com uma manifestação de aprovação cautelosa do israelense ao plano de Obama de tentar resolver as diferenças com o Irã --incluindo as divergências em relação ao programa nuclear iraniano-- por meio da negociação.

Peres também tentou mostrar que há menos diferenças entre Obama e o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, que assumiu o governo em março com um discurso de endurecimento em relação ao Irã e aos palestinos.

O programa nuclear do Irã, desenvolvido em meio a duras críticas do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad a Israel e aos judeus, já levou o governo israelense a manifestar a intenção de atacar as instalações nucleares iranianas para impedir o desenvolvimento de uma bomba nuclear.

O Irã diz que o programa é pacífico e visa à produção de energia elétrica.

"Estando o objetivo claro, por que não tentar todos os meios?", disse Peres, sobre os movimentos americanos de abertura em relação ao regime do Irã, ao mesmo tempo em que pressiona o país para não desenvolver armas nucleares.

"Na medida em que eles não excluem qualquer opção, deixemos [...] os Estados Unidos selecionarem a ordem das coisas."

EUA e Irã mantêm relações tensas desde a tomada de poder pelos religiosos xiitas iranianos, em 1979, com a derrubada do xá Mohamad Reza Pahlevi, que tinha apoio americano.

Os dois países cortaram relações diplomáticas no mesmo ano, quando estudantes invadiram a Embaixada americana em Teerã e deram início a uma ocupação, com reféns, que durou 444 dias.

Mas Obama tem tentado colocar em prática o gesto de "estender a mão" aos iranianos, como definiu sua estratégia de negociação, embora ainda sem uma significativa "abertura de punho" dos iranianos --a pré-condição que impôs para as conversas entre os países.

O encontro de Obama com Peres e a palavra do presidente israelense têm o peso da função que ele exerce na política de Israel, como um chefe de Estado encarregado de tarefas cerimoniais.

Mais do que simbólica deve ser a visita de Netanyahu, marcada para o fim deste mês.

Antigo rival de Peres --a quem derrotou na disputa pelo governo nos anos 90.

Nos anos 90, ele se opôs a muitos dos termos negociados entre seu antecessor Yitzhak Rabin --de quem Peres era chanceler-- e o líder palestino Iasser Arafat, sob patrocínio do então presidente americano, Bill Clinton.

Peres disse nesta terça-feira que o governo de Netanyahu vai respeitar os acordos feitos pelos dirigentes israelenses anteriores, incluindo o compromisso de negociar a criação de um Estado palestino convivendo ao lado de Israel.

O presidente israelense sugeriu que o primeiro-ministro, embora não o declarando explicitamente, defende uma ideia de paz que inclui a criação de um Estado palestino, referindo-se a declarações de Netanyahu de que acha as negociações bem vindas e de que não deseja governar os palestinos.

Horas antes do encontro na Casa Branca, o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que Israel deve incentivar um acordo de paz que envolva a criação de um Estado palestino, algo que, segundo ele, exige pôr fim aos assentamentos judaicos.

"Israel tem que trabalhar com a solução de dois Estados", afirmou hoje Biden em discurso ao grupo de lobby pró-israelense Aipac na capitalamericana.

"Vocês não vão gostar que eu diga isto, mas não construam mais assentamentos, derrubem os que já existem e permitam o livre trânsito dos palestinos."

Com Associated Press e Efe

Fonte: Folha On Line 05.05.2009

Comentário do editor do blog:

Esta aproximação dos Estados Unidos, já era prevista tendo em vista que o novo Presidente, Barack Obama, é mais voltado para o diálogo.

Há, ainda, o ponto comum com Israel de querer evitar que o Irã desenvolva um projeto de armas nucleares.

Externamente, Binyamin Netanyahu, o Premiê de Israel, direitista, tem demonstrado uma posição radical de não ceder terras, e nem admitir um Estado Palestino.

Todavia, internamente, é o que se observa, ele quer manter os compromissos firmados por governos anteriores, e isso implica em ter que ceder terras, e em permitir a formação do Estado Palestino.

No momento em que isso se tornar uma prática e não um discurso, acreditamos que por "pressão internacional", será firmado o acordo definitivo de paz (Daniel 9. 27), passo preliminar para os dias finais:

- arrebatamento da Igreja,
- posterior manifestação do anticristo,
- grande tribulação,
- segunda vinda de Jesus para governar as nações, a partir de Israel.

Maranata! (Ora vem Senhor Jesus).

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br



O Pr. Haroldo Tôrres Alves estuda as profecias bíblicas desde o ano de 1982 e realiza conferências escatológicas desde 1989 com o intuito de preparar a Igreja para viver nos últimos dias antes do arrebatamento, com eficácia no evangelismo e no discipulado.
É médico pediatra, casado e com quatro filhos e pastor da Comunidade Cristã Reviver na cidade de Curitiba, onde desempenha o ministério de ensino bíblico e direcionado à restauração das famílias, com ministração de cursos e com livros a respeito do relacionamento familiar e ensino de filhos por princípios bíblicos.

Contato para Palestras e Seminários:
haroldo@arevelacao.com.br

Genebra e o Holocausto - uma infeliz coincidência
Genebra e o Holocausto, uma infeliz coincidência da História
por Ruben Kaplan - comentarista - pelas Agencias Internacionais

Enquanto milhares de jovens e adultos procedentes de diversos países do Mundo, como acontece desde 1988, marcham pelas ruas de Varsóvia, Cracóvia e Lublin e entram nos campos de concentração de Auschwitz, Birkenau, Treblinka e Maidanek, em recordação ao Yom Hashoah Vehagburah ( Dia do Holocausto e do Heroísmo ), e em Israel se honra a memória daqueles seis milhões de judeus que foram massacrados pelos nazistas antes e durante a Segunda Guerra Mundial, em Genebra ( Suíça ), se celebra a Conferência contra o Racismo e a Xenofobia Durban II, evento cujo verdadeiro propósito é demonizar Israel, propagar a judeofobia, omitir toda e qualquer crítica ao Islam e atacar o Ocidente.

A Suíça, o país anfitrião da infeliz Conferência Durban II, é conhecido por sua declamada prescindência e neutralidade.

Amparando-se nesses antecedentes, seu presidente Hanz Hudolf Herz, que também detém o cargo de Ministro de Finanças, recebeu no domingo anterior à Conferência, em um ato repudiável, ao presidente da República islâmica do Irã, Mahmoud Achmadinejad, o pertinaz e cínico negador do Holocausto, que em reiteradas oportunidades, ameaça constantemente a eliminar Israel do mapa das nações.

As delicadezas dispensadas ao desvairado Achmadinejad por parte do Líder Suíço mereceu a reprovação de Israel, através do Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores Ygal Palmor, que definiu o presidente persa como "o representante de um regime que viola os direitos humanos, que assassina e persegue a opositores e a grupos minorítários e exporta o ódio e o terrorismo a todo o Oriente Médio.

"Dignificar este regime com um aperto de mãos, somente reforça a posição do ayatolá e envia uma mensagem equivocada a todos aqueles que, no Oriente Médio e no resto do Mundo, arriscam suas vidas defendendo a causa dos direitos humanos".

Em sua patética defesa, Hanz Rudolf Herz, em uma entrevista de rádio, justificou a reunião com Achmadinejad, dizendo que a crítica não era justificada.

" A Suíça é um país neutro e não forma parte de nenhuma aliança", acrescentando que é parte da tradição do país oferecer seus serviços de mediação.

A atuação do país europeu durante a Segunda Guerra Mundial originou muitas controvérsias.

Concretamente, a Suíça foi acusada formalmente de ter expulso milhares de refugiados judeus, entregando-os em diversas ocasiões à autoridades alemãs, condenando-os dessa maneira a uma morte certa, como também de comprar ouro ou outros bens judaicos, que foram explicitamente roubados pelos nazistas, e de não permitir a entrega de ativos depositados em seus bancos, supostamente como guarda, por investidores que morreram durante a guerra.

Assim mesmo, foi inocentada de haver prolongado a guerra, auxiliando o Terceiro Reich com material bélico.

Mesmo que o ex-presidente suíço, Kaspar Willinger ( 1995 ), tenha se desculpado pela conduta de seu país com os judeus, o atual mandatário Herz, com seu abraço de recepção no domingo passado ao desvairado Achmadinejad, consciente de seu obscuro passado, protege entre outros interesses, o convênio do Consórcio Suíço -Iraniano Erdgas-Elektrizitatsgesellschaft Laufenburg ( EGL ) e a National Gas Export Company ( Nigec ), onde selaram sua união com um contrato de 30 Bilhões de Dólares, em Teerã.

Tal como se previa, no dia 20 de abril passado, a Conferência das Nações Unidas contra o Racismo II, que se realiza sem a presença de Israel, Canadá, Estados Unidos, Alemanha, Itália, Austrália, Nova Zelândia, Países Baixos e Polônia, que se negaram a participar, revelou sua real natureza.

Mal começou seu virulento discurso na Conferência, que sucede à de Durban em 2001, o presidente iraniano já iniciou com a palavra "governo racista" e "racismo bárbaro", em referência à Israel.

"Depois da Segunda Guerra Mundial eles ( os judeus ), recorreram à agressões militares para fazer com que toda uma nação ( palestina ) ficasse sem lar com o pretexto do sofrimento judeu".

"E eles enviaram imigrantes desde a Europa, Estados Unidos e outras partes do Mundo para estabelecer um governo racista na ocupada Palestina".

O discurso de Achmadinejad, que foi interrompido e vaiado por alguns manifestantes com perucas de palhaços, que gritavam
"racista", suscitaram a imediata saída do recinto de 23 delegados que deixaram seus assentos quando o presidente Iraniano insistia em acusar Israel de exercer um "regime racista, cruel e repressivo", contra os palestinos.

"O Mundo tem que fazer esforços para colocar um fim imediato nos abusos dos sionistas e de seus aliados".

As críticas a essas palavras inflamadas de ódio foram instantâneas.

Washington condenou o discurso de Achmadinejad com "vil e carregado de ódio", enquanto o Vaticano ( que não abandonou a sala ) o qualificou de "extremista e inaceitável".

Navi Pillay, a Alta Comissária para os Direitos Humanos da ONU, que há poucos dias havia criticado os Estados Unidos por sua negativa em participar da Conferência, disse que o discurso do presidente persa foi "desagradável"e "detestável".

"Fiquei bastante impactada e profundamente triste por tudo que ele declarou", expressou Pillay a periodistas.

"Não creio, porém, que sua conduta justifique que Membros de Estado saíssem da sala de conferência".

O desenlace deixou a Comissária sem sustento para sua queixa.

"Tão atrozes comentários antisemitas não deveriam ter lugar em um foro anti-racismo da ONU", disse o Embaixador britânico Peter Gooderham, cujo país decidiu não enviar um ministro a Genebra, mas validou sua presença, da mesma forma que a França,

O Secretário Geral da ONU, Ban Ki-Moon, deplorou o discurso, que levou dezenas de delegados a deixarem seus lugares, outro triste contratempo que se somou ao boicote liderado pelos Estados Unidos e seguigo por outros tantos países.

"lamento a utilização desta plataforma por parte de um presidente para acusar, dividir e provocar", acrescentou.

Ao final do dia, também acrescentou :

"esta foi uma experiência deveras incômoda para mim, como Secretário Geral".

"Eu ainda não havia visto nem experimentado este tipo de procedimento tão prejudicial da Conferência, por parte de nenhum membro de Estado.

As declarações do presidente Iraniano são totalmente inaceitáveis", assegurou.

Parece que Ban Ki-Moon se esquece que Achmadinejad foi convidado, no dia 25 de setembro de 2008, no Grande Hotel Hyatt de New York, por Miguel DEscoto Borckmann, Presidente da Assembléia Geral das Nações unidas, que o abraçou e o distinguiu como convidado de honra, antes que pronunciasse um discurso nessa sede, análogo ao dessa última segunda-feira.

Ainda que a maioria dos delegados tenha voltado quando Achmadinejad terminou de falar, a República Tcheca disse que sua delegação não mais seguiria participando da Conferência.

O discurso de Achmadinejad foi transmitido ao vivo para o Irã.

A transmissão foi interrompida abruptamente quando mostravam os delegados europeus saindo da sala, em sinal de protesto; porém, logo voltou a transmitir, quando alguns países árabes e da América Latina aplaudiam tibiamente.

O dia 21 de abril de 2009, se recorda, em Israel, a perda de milhões de judeus no Holocausto, o maior crime cometido na História da Humanidade.

Por uma irônica coincidência, em Durban II, o presidente do Irã, que nega explicitamente esse irrefutável fato histórico e ainda ameaça com outro genocídio se lhe permitem falar em um lugar tão concorrido como é um fazer um discurso diante das Nações Unidas.

Com uma declaração carregada de tristeza, o presidente de Israel, Shimon Peres, sentenciou :

"o nazismo foi vencido, mas o antisemitismo ainda respira".

Fonte: recebido por e-mail de Sandro Cescato, um israelense convertido a Jesus

Comentário do editor do blog

O irmão Sandro Cescato, israelense convertido a Jesus, tem nos trazido algumas matérias importantes, para o nosso conhecimento e divulgação, a respeito do que aconteceu, acontece e ainda acontecerá por muitos anos com "os pequenos irmãos de Jesus" os judeus.

Achmadinejad, o Presidente do Irã, vem "pregando", desde que assumiu o governo, o "banimento de Israel do mapa", e num evento para se discutir [fim dos]"preconceitos", ele centraliza o seu lamentável discurso repetindo o que vem fazendo há tempos, qual seja derramar sobre seus "ouvintes" seu discurso preconceituoso e racista em relação à nação de Israel.

Por certo, ele desconhece o que Deus disse a respeito da
"eliminação de Israel do mapa":

"Assim diz o Senhor, que dá o sol para a luz do dia, e as leis fixas à lua e às estrelas para a luz da noite, que agita o mar e faz bramir as suas ondas; o Senhor dos Exércitos é o seu nome.

Se falharem estas leis fixas diante de mim, diz o Senhor, deixará a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre.

Assim diz o Senhor: Se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados os fundamentos da terra cá embaixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o Senhor" (Jeremias 31. 35 a 37).

Em síntese, o que Deus diz, através do profeta Jeremias, é que nunca Israel será destruida, nunca acontecerá o que diz Achmadinejad: pois, Israel jamais será "varrida do mapa".

O Senhor Jesus vai voltar, e de lá Ele reinará sobre as nações.

Maranata! (Ora vem, Senhor Jesus).
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel -
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