Posição dos 4 candidatos a Primeiro Ministro de Is
Posição dos 4 candidatos a Primeiro Ministro de Israel
Shalom a todos !
Mais de 5 milhões de israelenses foram às urnas nesta última segunda-feira para escolher os 120 membros do Knesset (Parlamento).
Posteriormente, esses parlamentares irão votar no novo premiê do país.
Os principais candidatos são Binyamin Netanyahu, do Likud (centro-direita); Tzipi Livni, do Kadima (centro); Ehud Barak, do Trabalhista (centro-esquerda); e Avigdor Lieberman, do Yisrael Beitenu(direita).
Fiz um breve resumo sobre cada um desses candidatos e suas posições diante de 4 questões chaves na política externa de Israel ( Estado Palestino, Jerusalém, Refugiados e o Irã ).
Vejam abaixo as propostas dos 4 candidatos a Primeiro Ministro de Israel.
abraço a todos
Sandro Cescato
Avigdor Lieberman
Idade : 50 anos
Local de Nascimento : Moldávia, ex-União Soviética
Principais cargos em Israel : Vice Primeiro Ministro de Assuntos Estratégicos (2006-2008 ), Ministro dos Transportes ( 2003-2004), Ministro da Infraestrutura ( 2001-2002 ), Diretor Geral do Gabinete do Primeiro Ministro ( 1996-1997 ).
Formação : Bacharel em Relações Internacionais e Ciência Política pela Universidade Hebraica de Jerusalém.
Ranking no Exército : cabo.
Posições :
Estado Palestino – A luta pelo Estado palestino é um disfarce para o antisemitismo. A troca de terra por paz está destinada ao fracasso. A negociação deve ser terra por terra, paz por paz, com a troca de terras povoadas por árabes em Israel pelos assentamentos judaicos na Judeia e Samaria. Os laços com Gaza devem ser completamente cortados e deve ser ocupado por forças da OTAN e da União Européia.
Jerusalém – O governo deve aumentar a presença de judeus em Jerusalém Oriental, povoada por árabes.
Refugiados – o direito de retorno dos refugiados é uma tentativa do radicalismo islâmico de destruir Israel.
Irã – a tentativa do país islâmico de ter armas nucleares é ameaça para o Mundo, especialmente para Israel. O ódio do Irã para com Israel deriva da condição ocidental do Estado Judeu e não do conflito com os palestinos.
Tzipi Livni
Idade : 51 anos
Local de Nascimento : Tel Aviv, Israel.
Principais cargos em Israel : Ministra das Relações Exteriores (2006-), Ministra da Justiça (2006/2007), Ministra da habitação (2004-2005), Ministra da Absorção de Imigrantes ( 2003-2006), Ministra da Agricultura ( 2002-2003).
Formação : Bacharel em Direito pela Universidade Bar Ilan, em Israel.
Ranking no Exército : Tenente.
Posições :
Estado Palestino – A segurança de Israel é condição para o estabelecimento de um Estado Palestino, que seria formado pela Cisjordânia e Faixa de Gaza. A solução de dois estados independentes deve ser colocada em prática em estágios, incluindo a normalização das relações dos Estados Islâmicos com Israel. A Negociação deve ser feita somente com a Autoridade Palestina e jamais com o Hamas, que tomou a força a região de Gaza e representa o extremismo.
Jerusalém – A Cidade Santa para as três religiões monoteístas é e será a capital indivisível do Estado de Israel, o que é uma das condições principais para negociação com os palestinos.
Refugiados – Não será permitido o retorno de nenhum refugiado palestino à Israel. O problema dos refugiados e de seus descendentes que se encontram em países árabes e não Israel deve ser resolvido ao longo das negociações para a criação de um Estado palestino.
Irã – Este país é um dos líderes do extremismo islâmico e é necessário pressão política e sanções internacionais para impedir o desenvolvimento de armas nucleares. Israel se reserva o direito de agir por conta própria para defender-se da ameaça iraniana.
Binyamin Netaniahu
Idade : 59 anos
Local de Nascimento : Tel Aviv, Israel
Principais cargos em Israel : Primeiro Ministro ( 1996-1999 ), Ministro das Finanças ( 2003-2005 ), Ministro das Relações Exteriores( 2002-2003 ), Vice Ministro do gabinete do primeiro Ministro (1991-1992), Vice Ministro das Relações Exteriores (1990-1991).
Formação : Bacharel em Arquitetura e Mestre em Administração pelo Instituto de Tecnologia de Massachussets ( MIT ), Estados Unidos.
Ranking no Exército : Capitão.
Posições :
Estado Palestino – As negociações são inúteis porque os palestinos não estão preparados para negociar uma solução definitiva. As concessões de governos fracos fortaleceram os radicais islâmicos. O foco é fortalecer o fatah, para melhorar a economia local e a vida dos palestinos, criando ambiente para uma futura negociação, na qual a responsabilidade pela segurança dos israelenses e das fronteiras de Israel ficam a cargo do Estado Judeu.
Jerusalém – A cidade é capital do povo judeu e jamais poderá ser dividida. O comando da cidade deve ser exclusivamente judeu, mas com liberdade de culto para todas as religiões.
Refugiados – Israel não permitirá o retorno em massa dos palestinos que saíram do país quando da formação do Estado Judeu. A responsabilidade sobre eles é exclusiva dos países árabes onde vivem, porque não aceitaram a partilha em 1948.
Irã – Prevenir a posse de armas nucleares pelo Irã é prioridade do governo israelense, porque coloca em perigo a existência de Israel.
Pressão internacional, sanções e ação militar, se esforços diplomáticos falharem, pois o Irã pode fornecer armamento aos diversos grupos terroristas.
Ehud Barak
Idade : 66 anos
Local de Nascimento : Kibbutz Mishmar Hasharon, Israel.
Principais cargos em Israel : Primeiro Ministro ( 1999-2001), Ministro da Defesa (2007-), Vice Primeiro Ministro (2007-), Ministro das Relações Exteriores ( 1995-1996 ), Ministro do Interior ( 1995 ), Comandante Geral das Forças Armadas de Israel ( 1991-1995).
Formação :
bacharel em Física e Matemática pela Universidade Hebraica de Jerusalém e Mestre pelo Departamento de Gerenciamento, Ciência e Engenharia da Universidade Stanford (USA).
Ranking no Exército : General.
Posições :
Estado palestino – O Partido Trabalhista vai fazer uma negociação rápida com a Autoridade Palestina para a criação de um Estado palestino, convivendo pacificamente ao lado de Israel, com fronteiras decididas por acordo entre os dois lados. Qualquer acordo deve incluir a garantia de segurança e estabilidade no território palestino, inclusive na faixa de Gaza.
Jerusalém – Jerusalém e continuará sendo a capital Eterna do povo judeu, e os trabalhistas irão trabalhar incansavelmente para o reconhecimento na comunidade Internacional. Os lugares santos do judaísmo ficam sob controle judeu, e os demais lugares santos de outras religiões ficam sob regime especial.
Refugiados – O problema deve ser resolvido de uma forma justa, com a participação dos países árabes e da comunidade internacional, mas sem garantir qualquer direito de retorno.
Irã – Este país é uma ameaça à Paz Mundial, bem como à estabilidade da região e constitui particularmente uma ameaça potencial à existência de Israel. Serão usados todos os meios legítimos para o isolamento internacional do Irã, para eliminar a ameaça nuclear.
Fonte: e-mail recebido de uma israelense convertido a Jesus: Sandro Cescato
postado por Edmar Torres Alves, , em 12-02-2009
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Partidos negociam coalizão; Kadima lidera votação
11/02/2009 - 08h58
Partidos negociam coalizão; Kadima lidera votação em Israel
colaboração para a Folha Online
Dirigentes políticos começam nesta quarta-feira os contatos para formar um governo em Israel, depois dos últimos resultados da apuração das eleições, que já apontam o Partido Kadima, da chanceler e candidata a primeira-ministra, Tzipi Livni, como o vencedor.
A diferença entre o principal adversário, o Partido Likud, do ex-primeiro ministro e candidato, Binyamin Netanyahu (1996-1999), é de uma cadeira.
Ariel Schalit/AP
A chanceler e líder do Kadima aparece como vitoriosa com 99,5% dos votos apurados; partidos começam negociação para coalizão
Com 99,5% dos votos apurados, o Kadima tem 28 cadeiras enquanto o Likud tem 27.
No entanto, a terceira legenda mais votada, o Ysrael Beitenu, (ultradireita), liderada por Avigdor Lieberman, aparece com 15 assentos.
O partido convocou uma reunião para o início desta tarde para estudar a quem se unirá na formação de governo.
Netanyahu deve se reunir na tarde desta quarta-feira com o dirigente do partido judeu ortodoxo sefardita Shas, Eli Yishai, cuja legenda obteve 11 deputados, para analisar as possibilidades de que a formação religiosa se junte a uma eventual coalizão de governo.
A rádio pública israelense disse que fontes do partido Kadima descartaram a possibilidade de se juntar ao Likud para formar uma coalizão de governo, o que incluiria um Executivo cuja liderança dividiriam Livni e Netanyahu --cada um dois anos dos quatro da legislatura--, uma opção que tinham apontado alguns analistas.
Nesta madrugada, a líder do partido centrista pediu a Netanyahu que forme um governo de união nacional sob sua direção, após saber dos primeiros resultados das eleições.
Analistas políticos acreditam que Netanyahu está em melhor posição que Livni para formar uma coalizão de governo, inclusive sem o Kadima e o Yisrael Beiteinu.
Aliado com os partidos simpáticos a sua ideologia, o líder do Likud tem possibilidade de formar uma coalizão de 65 deputados, enquanto Livni só reuniria 55.
Desta forma, a formação de uma coalizão com o partido será determinante na escolha do próximo primeiro-ministro.
O Parlamento israelense (Knesset) é constituído de 120 cadeiras e nas eleições israelenses, a população elege os parlamentares que escolhem o próximo chefe de governo.
Com agências internacionais
Fonte: www.folha.com.br
Projeção dá ao Kadima a vitória em Israel
pelas Agências Internacionais
A projeção dada a conhecer pelos meios de imprensa israelenses, nesta 3ª feira, exatamente as 22h00 ( Horário de Jerusalém ), após a finalização da votação nas eleições gerais em Israel, deram como ganhadora a Tzipi Livni com 29 a 30 cadeiras no Parlamento, contra 27 a 28 do Likud, de Benjamin Netaniahu.
Funcionários do Likud asseguraram que se deve esperar a contagem final que podem trazer resultados diferentes tal como sucedeu quando se apresentou Shimon Peres e Netaniahu.
De qualquer maneira o bloco de direita obteria 64 cadeiras e a
esquerda 56 o que complicaria as possibilidades de Livni de formar um governo.
O Likud declarou que se deve formar um novo governo pelos votos que se obteve majoritariamente a direita.
O partido que teve uma grande derrota foi Avoda ( Trabalhista ), que obteve apenas 13 cadeiras. Israel Beiteinu ( Israel Nossa Casa ) se converteu na terceira força de Israel com 15 parlamentares, segundo a projeção.
Shas obteve 10, Meretz 5, os Partidos Árabes 8, Bait Iehudi 4, Iaadut Hatorah 5, Ijud Leumi 3.
Os resultados finais se obterão amanhã [hoje]pela manhã.
Fonte: e-mail recebido de Sandro Cescato - israelense convertido a Jesus
Comentários do editor do blog:
Conforme prevíamos ontem, Tzipi Livni ultrapassou Netanyahu, mas com pequena margem de diferença: apenas uma cadeira no Knesset (Parlamento).
Também Ehud Barak, do Partido Trabalhista, ex-premiê, que vinha em terceiro lugar, foi ultrapassado por Yisrael Beiteinu, partido de extrema-direita.
Livni não tem condições de formar um governo sozinha, tendo em vista que a direita se mostrou majoritária, o que faz supor que Betanyahu é que será o premiê, embora haja a possibilidade de um acordo entre ele e Livni para cada um governar dois anos.
O fato é que, independente de quem venha a ser o governante, se agir sem interferência externa [o que não ocorrerá, como antes não ocorreu] fará um governo para manter as coisas no seu "status quo" com os palestinos, a ocupação continuada da Cisjordânia, negociações apenas simbólicas, e uso da Força Militar para responder ataques por foguetes ou bombas.
Ocorre que a ingerência externa é forte, analisando-se os fatos, e temos de considerar que profeticamente "os estrangeiros" terão uma forte atuação para forçar Israel a entregar seus bens [terras] em troca da Paz.
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br
postado por Edmar Torres Alves, , em 11-02-2009
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Eleições em Israel (hoje)
Seguem abaixo as últimas pesquisas para a Eleição de hoje em ISRAEL ( estou transmitindo essa mensagem a 01h00 da manhã de terça ).
abraço a todos
Sandro
Eleições em Israel - últimas pesquisas
por Jerusalem Post e as agências internacionais
A poucas horas de se iniciar as votações ( 09h fuso de Israel ), nas eleições gerais em Israel, os diferentes candidatos apuram suas campanhas fazendo um último esforço para obter mais votos.
Os candidatos a Primeiro Ministro, Benjamin Netaniahu ( Likud ) e Tzipi Livni ( Kadima ), intentaram nesta segunda-feira, obter os últimos votos para as eleições de amanhã de manhã.
As últimas pesquisas dadas a conhecer nesta segunda-feira davam uma pequena diferença entre ambos a favor de Netaniahu e uma ótima eleição para Israel Beiteinu, que poderia obter 20 cadeiras no Parlamento.
O Likud obteria umas 27 ou 28 e o Kadima 25 ou 26.
Ontem o candidato do Likud viajou até o Golan ( as colinas ao norte de Israel ) e prometeu que não cederá essas terras para a Síria e também assegurou que não cederá assentamentos da Judéia e da Samaria aos palestinos, buscando obter votos da direita israelense que tem a simpatia pelo partido Israel Beiteinu e seu líder, Avigdor Liberman.
Os analistas dizem que Liberman preferiria formar uma coalisão de governo com o Kadima e não com o Likud.
Liberman até agora não disse com qual deles prefere formar um governo e esta decisão será decisiva para a formação de um próximo governo forte em Israel.
O líder do partido Avoda e Ministro da Defesa, Ehud Barak, esteve ontem em um bar em Tel Aviv, numa última cartada e imitando a sua colega Livni, que poucos dias atrás havia visitado uma danceteria em busca do apoio dos jovens israelenses.
Por outro lado, o Partido Shas se encontraria em problemas já que não conseguiria obter mais de 9 ou 10 cadeiras que tinha obtido nas últimas eleições.
Seu provável crescimento (*sugerido pelos seus dirigentes) se vê ameaçado pelo crescimento do Likud e de Israel Beiteinu.
A grande surpresa sengundo alguns meios de comunicação seria o partido Meimad ( Partido Verde ), que provavelmente conseguiria obter representação no Knesset.
Fonte: recebido por e-mail de Sandro Cecato, israelense convertido a Jesus
Começam as votações em todo Israel
por Jerusalem Post 10/02/2009
Após as 16h00 ( Horário de Jerusalém ), apenas 41,9% dos 5,2 milhões de israelenses eligíveis para votar tinham se apresentado nos 9.263 postos de votação em Israel, como declarou o Comitê Central de Eleições.
As pesquisas registraram um aumento de 3% no mesmo horário,
comparado com as últimas eleições gerais.
Os líderes políticos já votaram em seus locais de votação e
conclamaram toda a população israelense elegível a comparecer aos locais de votação, apesar do mau tempo em todo o país.
O Lider do Partido "Israel Beiteinu" ( Israel Nossa Casa ), Avigdor
Lieberman foi o primeiro dos candidatos a votar, e logo depois
declarou "decidi tomar dianteira nesse momento para clamar a todos os residentes de Israel, judeus e cristãos, druzos e muçulmanos, a virem e participarem dessa grande eleição".
Lieberman se declara como o único que "vem para trabalhar" e
confidenciou que "acredita que o povo virá e escolherá o melhor,
apesar do mau tempo".
As votações encerram-se as 22h00 ( Horário de Jerusalém).
Fonte: e-mail recebido de Sandro Cecato
Comentários do editor do blog:
Pelas pesquisas o primeiro lugar, quase alcançado por Tzipi Livni do Kadima (partido do Governo), ainda está com Benjamim Netanyahu do Likud.
Figurava em terceiro lugar o ex-Premiê Ehud Barak do Avoda (Partido trabalhista), atual Ministro da Defesa, colocação que nas últimas horas vem sendo ameaçada pelo crescimento de Avigdor Liberman, do Israel Beitenu (extrema direita).
Seja qual for o vencedor, pelo menos é o que todos os candidatos dizem, não haverá a divisão de Jerusalém com os Palestinos no sentido de que ambos (Israel e Palestina) tenham a disputada cidade como capital.
Isso dificulta o acordo. Mas, como em eleições passadas, os vencedores acabaram cedendo contrariamente ao que haviam prometido, quer nos parecer que estamos diante de um ponto final na questão com os Palestinos.
Seja quem for o eleito, possivelmente será o governante que, em nome de muitos de Israel, firmará o acordo final, de 7 anos (Daniel 9. 27), o qual será rompido na metade do período (3 anos e meio) pela manifestação do anticristo.
Cabe a nós, cristãos, vigiar, orar e pregar para que o maior número possível de pessoas, em todo o mundo, sejam alcançadas pelo Evangelho, para que ninguém se perca, conforme vontade de Deus.
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br.
postado por Edmar Torres Alves, , em 10-02-2009
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Notícias sobre Israel - 05.02.09
05/02/2009 - 07h50
Hamas diz ter chegado a acordo prévio com Israel por cessar-fogo de 18 meses
da Folha Online
O porta-voz do movimento islâmico radical palestino Hamas afirmou nesta quinta-feira que o grupo chegou a um acordo prévio por um cessar-fogo de 18 meses com Israel, após negociações de paz mediadas por autoridades egípcias.
Salah al Bardawil afirmou ao jornal egípcio "Al Ahram" que o acordo incluiria a abertura das fronteiras de Gaza para passagem de 80% de suprimentos.
Bardawil disse ainda que a passagem de Rafah, na fronteira com o Egito, seria fechada de tempos em tempos.
Contudo, ainda segundo Bardawil, diversos assuntos permaneceram sem acordo entre os representantes do grupo e os israelenses, como o tipo de suprimentos cuja entrada seria permitida em Gaza e a recusa de Israel de permitir presença de forças internacionais nas passagens.
O Hamas, que afirmou que as propostas israelenses por um acordo eram vagas, deve responder oficialmente à proposta egípcia de cessar-fogo em Gaza neste sábado (7).
Uma fonte egípcia afirmou à agência Mena que a delegação do Hamas "voltará no sábado ao Cairo para informar a resposta final".
A missão do Hamas, composta por membros que residem em Gaza, entre eles Bardawil, e no exílio, chegou ao Egito há três dias para se reunir com o chefe da mediação, Omar Suleiman.
O objetivo era alcançar um cessar-fogo durável com Israel, depois da grande operação militar israelense que, em 22 dias de confrontos, deixou mais de 1.300 palestinos mortos e cerca de 5.000 feridos.
Segundo o negociador palestino, sua equipe tinha acordado a possibilidade de assinar uma trégua de um ano ou de um ano e meio em troca da abertura das passagens fronteiriças que unem a Faixa de Gaza com Israel e Egito.
Já Israel propôs a criação de uma zona desmilitarizada de meio quilômetro entre o Egito e a faixa de Gaza para evitar o tráfico de armas e condicionou a reabertura da fronteira à libertação do soldado israelense, Gilad Shalit, capturado por milicianos palestinos em Gaza, em 2006.
Unilateral
Outro membro da delegação do Hamas, Mohamed Nasr, afirmou à televisão árabe Al Jazeera que Israel apresentou sua própria oferta ao Egito, mas o assunto da abertura das fronteiras permanece sem solução.
"Nós recebemos uma oferta israelense pela fronteira israelense. Esta oferta é muito vaga", disse Nasr, citado pelo jornal israelense "Haaretz".
"Esta oferta não fala sobre acabar com o bloqueio", afirmou o negociador, sobre o bloqueio imposto por Israel à faixa de Gaza depois que o Hamas tomou controle da região, em junho de 2007, expulsando o rival Fatah.
Hamas e Israel assinaram cessar-fogo separado em 18 de janeiro, que encerrou a grande ofensiva israelense.
Contudo, nos últimos dias, os milicianos e as tropas israelenses tem trocado ataques no território palestino.
As duas partes realizam conversas separadas com mediadores do Egito para alcançar um acordo de cessar-fogo mais duradouro.
Com Efe
Bento 16 exige que bispo se retrate
Reabilitação pelo papa de Richard Williamson, que nega o Holocausto, provocou críticas ao Vaticano
Pontífice afirmou que não sabia das declarações de seu subordinado e que, para reassumir suas funções, ele vai ter de pedir desculpas
Andrew Medichini/Associated Press
Bento 16 no Vaticano, ontem
DA REDAÇÃO
O Vaticano exigiu ontem que um de seus bispos, o britânico conservador Richard Williamson, se retrate publicamente por ter negado o extermínio de 6 milhões de judeus pelo nazismo na Segunda Guerra.
Em comunicado, o papa Bento 16 disse que desconhecia a posição de Williamson sobre o Holocausto e que tal visão histórica "é absolutamente inaceitável e firmemente rejeitada" pelo pontífice.
E só com um pedido de desculpas o bispo poderá assumir suas funções.
Williamson, junto com outros três bispos conservadores da Sociedade São Pio 10º (SSPX), foi reabilitado por Bento 16 no último dia 24.
A polêmica medida gerou inúmeras críticas: o Grande Rabinato de Israel cortou relações com o Vaticano, e, anteontem, a chanceler alemã, Angela Merkel, pediu que a Igreja Católica deixasse
"definitivamente claro" que não permite a negação histórica do Holocausto.
Nas palavras de Williamson, "não existiram câmaras de gás, e (...) entre 200 mil e 300 mil judeus sofreram nos campos de concentração".
O bispo também afirmou que Deus não queria que mulheres estudassem e que o 11 de Setembro foi uma conspiração dos EUA.
Ele depois lamentou ter causado "tensão desnecessária" ao papa, mas nunca se retratou.
Williamson e os demais bispos da SSPX foram ordenados em 1988, pelo polêmico arcebispo ultraconservador Marcel Lefèbvre (1905-1991), sem autorização do então papa João Paulo 2º -para quem a SSPX contrariava as reformas modernizantes do Concílio Vaticano 2º (1962-65).
Por isso, foram excomungados.
Reconciliação
O comunicado emitido ontem pelo Vaticano abriu caminho à reconciliação com a comunidade judaica.
"Foi um passo necessário para distender a crise moral causada pela readmissão [de Williamson]", disse Elan Steinberg, vice-presidente da Associação Americana de Sobreviventes do Holocausto e Descendentes.
O Conselho Central de Judeus da Alemanha, que atribuiu a reação papal aos comentários de Angela Merkel, disse que o pedido de desculpas pode fazer com que a comunidade reate seus laços com o Vaticano.
Williamson, que mora na Argentina, não respondeu ontem às ligações da imprensa.
Com agências internacionais
Fonte: www.folha.com.br
postado por Edmar Torres Alves, , em 05-02-2009
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Notícias curtas de Israel - fevereiro 2009
Com Jerusalem Post, Haaretz e as Agências Internacionais
shalom a todos
Sandro
Pesquisa aponta vitória da direita nas eleições de Israel
De acordo com a pesquisa, o partido de direita Likud, liderado por Benjamin Netanyahu, obteria 28 das 120 cadeiras do Parlamento israelense, frente às 25 do governante Kadima, dirigido pela atual chanceler, Tzipi Livni.
O avanço da direita não se apóia só nessas cadeiras, mas no aumento de intenções de voto de outros partidos como o Israel Beteinu, que obteria 15 assentos, superando assim o Partido Trabalhista, que contaria com 14.
Hamas diz que armas vão entrar em Gaza mesmo com segurança
Medidas de segurança para impedir grupos palestinos de se rearmarem em Gaza não irão impedir a entrada de armas no enclave, disse uma autoridade do Hamas.
Osama Hamdan, representante do Hamas no Líbano, disse que os militantes palestinos começaram a restabelecer seu arsenal após o cessar-fogo que encerrou a ofensiva de 22 dias de Israel na faixa de Gaza.
Premiê israelense exige libertação de soldado para abertura das fronteiras de Gaza
O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, afirmou ao emissário dos Estados Unidos para o Oriente Médio, George Mitchell, que Israel abrirá as fronteiras da faixa de Gaza somente quando o movimento islâmico radical Hamas, que controla o território palestino, entregar Gilad Shalit, soldado israelense sequestrado em junho de 2006.
Para libertar Shalit, o Hamas exige, além da libertação de mil palestinos, a reabertura dos postos fronteiriços e o fim do bloqueio à região --levando a negociação a um aparente beco sem saída.
Israelenses fazem descoberta que pode ajudar a tratar Alzheimer
Uma pesquisa da Universidade israelense de Haifa identificou uma proteína essencial para o processo da consolidação da memória, o que pode ser fundamental para o tratamento de doenças como Alzheimer e Parkinson.
Trata-se do último de uma série de estudos destinados a um melhor entendimento do processo de criação e consolidação da memória no cérebro humano, publicado recentemente pela revista "Nature Neuroscience", segundo comunicado.
O estudo está centrado em uma proteína presente durante o processo de formação da memória e demonstra que, de fato, é um fator essencial neste processo, segundo a equipe de cientistas liderada pelo professor Kobi Rosenblum, chefe do departamento de neurobiologia e etologia da Universidade de Haifa.
Fonte: recebido por E-mail do Israelense Sandro Cescato, convertido a Jesus.
postado por Edmar Torres Alves, , em 04-02-2009
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Notícias sobre Israel
No último sábado, uma sinagoga de Caracas ( Venezuela ) foi atacada, evidenciando ainda mais a gravidade da situação da comunidade israelita da Venezuela _ este país rompeu relações com Israel e se aliou ao Irã, na condenação do Estado Judeu, que chamou de pária.
A Confederação Israelita do Brasil se manifestou publicamente sobre o ocorrido.
A Confederação Brasileira é integrante da Associação Judaica Latino-Americana.
shalom
Sandro
Comunicado da CONIB sobre a violência na Venezuela
FISESP
A Confederação Israelita do Brasil (CONIB) repudia e condena o ataque realizado na madrugada deste sábado contra uma sinagoga em Caracas, capital da Venezuela, e manifesta sua profunda preocupação com a segurança da comunidade judaica que vive no país vizinho.
Já há algum tempo verificamos uma escalada em atos de violência e de intimidação contra a comunidade judaica da Venezuela, que ganharam maior e ainda mais preocupante dimensão nas últimas semanas.
Levamos também nossa preocupação a autoridades brasileiras, confiantes em ter seu apoio intenso na luta contra o racismo e o antissemitismo em nosso continente e lembrando que em dezembro último os presidentes da Argentina, Brasil e Venezuela assinaram um documento conjunto, por meio do qual declaram sua condenação ao racismo, ao antissemitismo e a outras formas de intolerância.
Os eventos recentes em Caracas revelam a necessidade de que a declaração realizada no mês passado seja traduzida em ações imediatas e eficazes, que impeçam a importação de um conflito do Oriente Médio para o solo sul-americano.
Esperamos que o governo do presidente Hugo Chávez tome as medidas necessárias para garantir a segurança e a dignidade da comunidade judaica venezuelana e para punir os responsáveis pelo lamentável e inadmissível ato de violência praticado contra um centro religioso.
Ataques dessa natureza colocam em risco o futuro da democracia em nosso continente.
Claudio Lottenberg
Presidente da CONIB
Rabinato de Israel rompe com Vaticano após readmissão de bispo que negou Holocausto
Por Jerusalem Post
O rabinato de Israel cortou todos os seus laços com o Vaticano em protesto à decisão do papa Bento 16 de revogar a excomunhão do bispo britânico Richard Williamson, que negou o extermínio sistemático de seis milhões de judeus na Segunda Guerra Mundial.
O papa reafirmou a sua "completa e inquestionável solidariedade com os judeus", na tentativa de aliviar as tensões.
Falando em sua missa, o papa disse que a tentativa de exterminar os judeus, no Holocausto, deve continuar a ser um alerta para todos os povos.
Williamson e outros três bispos foram excomungados há 20 anos, depois que o ultraconservador arcebispo Marcel Lefebvre os consagrou sem aprovação do papa.
Para tentar recuperar a parcela ultraconservadora católica, o papa Bento 16 revogou a excomunhão dos bispos no último sábado (24), provocando uma onda de reações negativas entre a comunidade judaica.
Fonte: Jerusalem Post
postado por Edmar Torres Alves, , em 03-02-2009
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