CRUZADA EVANGELÍSTICA COM BILLY GRAHAM
Programação completa da grande cruzada nacional de evangelização que vai ser realizada pela Associação Evangelística Billy Graham em parceria com Igrejas evangélicas do Brasil.
Site oficial: Minha esperança.com.br
Confira!
Dia 6 de novembro, quinta-feira:
Clip Musical com cantora Aline Barros / Testemunhos impactantes / Mensagem Evangelística com Dr. Billy Graham. Duração 30 minutos. Na TV Bandeirante - 21 horas
Dia 7 de novembro, sexta-feira:
Clip Musical com o cantor Paulo Baruk / Testemunhos impactantes / Mensagem Evangelística com Franklin Graham. Duração de 30 minutos. Na TV Bandeirante - 21 horas
Dia 8 de novembro, sábado:
Filme Evangelístico Compromisso Precioso, com duração de 90 minutos, sem intervalos comerciais. Na TV Bandeirante - 21 horas
Convide seus amigos e vizinhos para assistirem em sua casa.
postado por Edmar Torres Alves, , em 04-11-2008
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DESCOBERTA CIDADE QUE PROVARIA EXISTÊNCIA DO REINO
Arqueologia
Sábado, 1 de novembro de 2008, 11h57 Atualizada às 12h04
Descoberta cidade que provaria existência do reino de Davi
Ethan Bronner
Em Khirbet Qeiyafa, Israel
No verdejante vale de Elah, onde a Bíblia diz que Davi derrotou Golias, arqueólogos estão escavando uma cidade fortificada de três mil anos de idade que pode mudar as idéias quanto ao período em Davi reinou sobre os israelitas.
Cinco linhas inscritas em cerâmica, localizadas em Khirbet Qeiyafa, podem representar o mais antigo texto em hebraico já encontrado, e é provável que tenham forte impacto sobre a história da alfabetização e do desenvolvimento do alfabeto.
O sítio arqueológico de dois hectares, com fortificações, casas e um portão de entrada dotado de múltiplas câmaras, também será uma arma no debate contencioso e muitas vezes politizado que tenta determinar se o rei Davi e sua capital, Jerusalém, representavam, um reino importante ou uma tribo menor, questão que divide não só os acadêmicos mas aqueles que querem defender ou contestar a legitimidade do sionismo.
Apenas uma pequena porção do sítio foi escavada, e as descobertas ainda não foram publicadas ou avaliadas publicamente.
Mas a escavação, comandada por Yosef Garfinkel, da Universidade Hebraica de Jerusalém, já causa interesse entre seus colegas e entusiasmo entre aqueles que pretendem usar a Bíblia como guia histórico e confirmação de sua fé. (o destaque é nosso).
"Esse é um novo tipo de sítio que subitamente abre uma janela para uma área sobre a qual tínhamos muito pouco conhecimento, e requer que repensemos o que aconteceu no período", disse Aren Maeir, professor de arqueologia na Universidade Bar-Illan e diretor de uma importante escavação sobre os filisteus, perto de Khirbet Qeiyafa.
"Não é uma descoberta corriqueira".
O século 10 a.C. é o período mais controverso na arqueologia bíblica, porque foi então, de acordo com o Velho Testamento, que Davi uniu os reinos de Judá e Israel, abrindo caminho para que seu filho Salomão construísse seu grande templo e reinasse sobre uma extensa área que se estendia do rio Nilo ao rio Eufrates.
Para muitos judeus e cristãos, até mesmo aqueles que não interpretam a Bíblia literalmente, as Escrituras são uma fonte histórica vital.
E para o Estado de Israel, que se vê como retomada do Estado criado por Davi, provas de que os relatos bíblicos procedem têm imenso valor simbólico.
O site do Ministério do Exterior israelense, por exemplo, descreve os reinos de Davi e Salomão, e oferece um mapa que mostra seu território, como se representassem um fato histórico.
Mas o histórico arqueológico desse reino é muito esparso ¿ de fato, quase inexistente -, e diversos estudiosos modernos argumentam que ele representa na verdade um mito criado séculos mais tarde.
Uma grande potência, apontam, teria deixado sinais de cidades e atividade, e teria sido mencionada pelas culturas vizinhas.
Mas nada parecido surgiu na área - ao menos até agora.
Garfinkel diz que tem em sua escavação algo que gerações de estudiosos procuraram.
No mês passado, ele fez duas apresentações informais a colegas arqueólogos.
Na quinta-feira, fará sua primeira palestra formal sobre o achado, em uma conferência em Jerusalém.
O que ele descobriu até agora impressiona a muitos observadores.
Dois caroços de azeitona queimados foram submetidos a testes de carbono-14 na Universidade de Oxford e foram datados de entre 1050 a.C. e 970 a.C., exatamente o período em que a maior parte das cronologias aponta para o reinado de Davi. Há outros dois caroços ainda a testar.
Um especialista em antigos idiomas semitas na Universidade Hebraica, Haggai Misgav, diz que a escrita na cerâmica, que usa carvão e gordura animal como tinta, foi feita com os caracteres conhecidos como proto-cananeus, e parece ser uma carta ou documento em hebraico, o que sugere que a alfabetização na época talvez estivesse mais difundida do que se supõe.
Isso pode ter um papel a desempenhar em disputas mais amplas sobre a Bíblia, já que, se outros exemplos de escrita forem localizados, isso sugeriria um meio pelo qual eventos poderiam ter sido registrados e transmitidos pelos séculos, no período anterior àquele em que a Bíblia provavelmente foi escrita.
Outro motivo para que o local seja promissor é que ele esteve em uso por um período curto, talvez apenas 20 anos, e depois foi destruído - Garfinkel especula que em batalha com os filisteus -, e ficou abandonando por séculos, o que selou os achados com uma uniformidade semelhante à de Pompéia.
A maioria dos sítios é composta por camadas de diferentes períodos, e é inevitável que haja combinação entre espécimes, tornando difícil datar precisamente os restos localizados.
Por exemplo, alguns anos atrás a arqueóloga Eilat Mazar descobriu no leste de Jerusalém um grande edifício público construído por volta do século 10 a.C., atribuído por ela à era de Davi; Mazar aventou a hipótese de que ele fosse o palácio do rei.
Embora tenha encontrado cerâmica no local, esses artefatos estavam em um poço não selado, o que torna difícil determinar de que maneira eles devem ser relacionados à estrutura.
Ainda assim, está longe de claro que relação esse sítio tem ou não com o rei Davi e os israelitas.
Garfinkel sugere que a escrita hebraica e a localização - uma colônia fortificada a cerca de dois dias de caminhada de Jerusalém - ajudam a sustentar a hipótese de que a capital era importante a ponto de requerer uma posição de defesa avançada como essa, especialmente porque ela ficaria entre a grande cidade filistina de Gath e Jerusalém.
"A fortificação requereu 200 mil toneladas de pedras e sua construção deve ter demorado 10 anos", ele disse, em uma caminhada pelo sítio em certa manhã recente.
"Havia cerca de 500 pessoas em seu interior.
O lugar em que estamos era a estrada principal para Jerusalém, um ponto estratégico importante para a defesa do reino de Jerusalém.
Se eles construíram uma fortificação aqui, estamos falando de um verdadeiro reino, o que indica a presença de cidades urbanizadas e de uma autoridade centralizada no Judá do século 10 AC".
Mas outros estudiosos apontam que é cedo demais para extrair conclusões como essas.
"O sítio certamente é importante, um dos pouquíssimos casos datados do século 10 em que se pode ver uma colônia fortificada em estilo típico dos métodos posteriormente empregados para a defesa de cidades israelitas e de Judá", afirmou Amihai Mazar, professor de arqueologia na Universidade Hebraica.
"A questão é determinar quem a fortificou, quem vivia nela, por que ela foi abandonada e de que maneira isso tudo se relaciona aos reinados de Davi e de Salomão".
Os filisteus tinham um grande cidade, Gath, localizada a uma distância de cerca de 11 quilômetros, mas a cerâmica encontrada em escavações realizadas lá difere dos artefatos descobertos no sítio de Khirbet Qeiyafa, de acordo com Garfinkel.
Ele afirma que a história de Davi e Golias talvez represente uma alegoria sobre uma batalha entre os dois Estados.
Seymour Gitin, arqueólogo e diretor do Instituto Albright em Jerusalém, uma instituição privada norte-americana, visitou o local e disse que "o verdadeiro valor é que isso prova a existência de um centro urbano no século 10.
Pode-se extrapolar com base nisso e afirmar que é prova de que existiu um reino, uma monarquia unificada sob Davi e Salomão.
As pessoas usarão o material encontrado no sítio em defesa dessa hipótese, e estão certas ao fazê-lo".
Isso já está acontecendo.
O financiamento da escavação vem sendo administrado por uma organização chamada Foundation Stone, dirigida por David Willmer, israelense nascido em Los Angeles e hoje morador de Efrat, uma colônia judaica na Cisjordânia.
Ele afirma que o objetivo de sua organização é "reforçar os elos entre o povo judaico e sua terra".
O site do grupo informa que ele
está "redesenhando o mapa da educação israelense" e que suas atividades envolvem "ancorar textos tradicionais com o uso de artefatos, mapas e locais que formam o contexto da identidade judaica".
Trata se uma abordagem quanto a desenterrar o passado da Terra que incomoda Israel Finkelstein, arqueólogo da Universidade de Tel Aviv e um dos mais céticos estudiosos quanto ao uso da Bíblia para estabelecer cronologias históricas.
"Alguns de nós observam as coisas de maneira muito etnocêntrica ¿tudo tem de ser israelita ou judaíta", ele diz.
"A História não funciona assim.
Existiam outras entidades desempenhando papel forte na parte sul do país.
E mesmo que o local tivesse pertencido a Jerusalém, ótimo.
Então temos uma estrutura fortificada do final do século 10 a.C. lá.
Não acredito que qualquer arqueólogo possa revolucionar toda a nossa compreensão de Judá e Jerusalém com base em um único sítio.
As coisas não funcionam assim. Nossa disciplina avança cumulativamente".
E também sofre de sérias divisões.
Finkelstein está entre os mais proeminentes advogados da escola conhecida como "baixa cronologia", ou seja, aqueles estudiosos que datam o reino de Davi como mais próximo do ano 900 a.C. do que do ano 1000 a.C..
Eles argumentam que o reino dele era uma entidade não muito significativa, e que uma geração posterior de israelitas, no século 7 a.C., decidiu transformá-lo em mito para servir a seus propósitos nacionalistas.
Ilan Sharon, especialista em análises de rádio-carbono na Universidade Hebraica, disse que outro problema era que "estamos trabalhando muito perto dos limites da precisão na mensuração", ao lidar com objetos como caroços de azeitona com idade de três mil anos.
Ele acrescentou, em mensagem de e-mail, que "a expectativa é de que a medição esteja a 50 anos de distância da data correta mais ou menos dois terços do tempo, e que essa ordem de precisão seja de um século em 95% dos casos".
Dada a dificuldade que existe para provar que objetos encontrados nas imediações dos itens testados vêm da mesma época, "é fácil perceber que a situação é uma espécie de pesadelo para um estatístico".
Ou, para definir a questão de outra maneira, basear a compreensão de toda uma História em dois caroços de azeitona ¿ ou mesmo quatro - é uma decisão arriscada.
O que é necessário, ele afirma, são dezenas ou até mesmo centenas de amostras.
Garfinkel não discute que isso é fato.
E afirma que, com 96% de seu sítio ainda por escavar, espera que mais exemplos de escrita, mais caroços de azeitona e mais cerâmica sejam descobertos, o que serviria para aprofundar aquilo que ele já acredita ser uma descoberta revolucionária.
Tradução: Paulo Migliacci
The New York Times
The New York Times
No verdejante vale de Elah, onde a Bíblia diz que Davi derrotou Golias, arqueólogos estão escavando uma cidade fortificada de três mil anos de idade
postado por Edmar Torres Alves, , em 03-11-2008
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CIÊNCIA TEM COMPROVADO A LITERALIDADE DA BÍBLIA
Arqueólogo data minas de cobre do rei Salomão
Monarca bíblico pode ter obtido metal na Jordânia
Caverna virtual usada na reconstituição do sítio na Jordânia
RICARDO BONALUME NETO
DA REPORTAGEM LOCAL (Folha de São Paulo)
Novas escavações em um complexo de mineração e fundição de cobre na Jordânia recuaram a data de utilização do local em mais dois séculos, com isso indicando que os reis israelitas David e Salomão poderiam ter obtido o metal ali no século 10 antes de Cristo.
O sítio de Khirbat en-Nahas fica na região conhecida na Bíblia como o reino de Edom.
Ele foi primeiro escavado pelo arqueólogo americano Nelson Glueck na década de 1930.
Glueck afirmou ter descoberto as "minas do Rei Salomão".
Esse tipo de interpretação era comum nesse "período de ouro" da arqueologia bíblica, quando as escavações eram feitas baseadas em interpretações literais do Velho Testamento.
"Arqueólogos como Glueck metaforicamente carregavam a colher de pedreiro em uma mão e a Bíblia na outra, procurando na paisagem arqueológica do sul do Levante a confirmação da narrativa bíblica, dos patriarcas até a monarquia unida de David e Salomão, até outros personagens, locais e eventos mencionados no texto sagrado", escreveram os autores do novo estudo.
A pesquisa foi publicada hoje na revista científica "PNAS", da Academia de Ciências dos EUA, por uma equipe internacional de 11 pesquisadores liderada por Thomas Levy, da Universidade da Califórnia em San Diego.
Essas interpretações literais foram perdendo adeptos a partir da década de 1980.
Muitos pesquisadores passaram a duvidar da existência histórica de personagens bíblicos que não tinham confirmação por outras fontes.
Os eventos mais antigos teriam sido criação dos homens que editaram a forma final dos livros bíblicos, no século 5º a.C.
Sociedades complexas
Levy e colegas fizeram novas datações dos resíduos da fundição, especialmente do carvão usado nos fornos, e obtiveram datas dos séculos 10 a.C. e 9 a.C.
Para Levy, os dados coletados agora são "evidência de que sociedades complexas estavam de fato ativas nos séculos 10 a.C. e 9 a.C. e isso nos traz de volta o debate sobre a historicidade das narrativas da Bíblia relacionadas a este período".
Outra descoberta importante foram amuletos egípcios achados em Khirbat en-Nahas.
Eles poderiam estar vinculados a uma invasão militar realizada após a morte de Salomão por Shoshenk 1º, primeiro faraó da 22ª dinastia egípcia -chamado de Sesac na Bíblia.
"Sesac, rei do Egito, marchou contra Jerusalém.
Tomou os tesouros do templo de Javé (...); apoderou-se de tudo, até dos escudos de ouro que Salomão fizera", diz a Bíblia.
A incursão do faraó também está descrita em hieróglifos no Egito descrevendo as cidades que ele tomou na Palestina.
Os arqueólogos usaram ferramentas digitais para demarcar precisamente o sítio e fazer reconstruções tridimensionais.
Há cerca de cem edifícios antigos em Khirbat en-Nahas, incluindo uma pequena fortaleza.
Fonte: www.folha.com.br (28.10.08)
Nota do editor do Sê Fiel
A ciência/arqueologia, com suas descobertas, confirmam a literalidade da Palavra de Deus, a Bíblia. Não é a primeira vez que isso ocorre, nem será a última.
Se, à humanidade, é difícil crer nas Escrituras Sagradas, às vezes colocando-a em dúvida como verdade absoluta, há de haver um tempo em que será levada a crer face às confirmações da ciência.
Edmar Torres Alves
postado por Edmar Torres Alves, , em 29-10-2008
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FILHO DO PASTOR ZHANG MINGXUAN RECOBRA CONSCIÊNCIA
21/10/2008 - 06h38
Filho do pastor Zhang Mingxuan recobra consciência
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida na China
CHINA (10º)
- Zhang Jian, o filho mais velho do pastor Zhang Mingxuan, recobrou a consciência e teve de deixar o hospital.
No entanto, seu estado de saúde ainda é grave.
Ele havia sido agredido por policiais do Comitê de Segurança Pública (PSB) em Pequim, no dia 16 de outubro (leia mais).
O quadro de Jian ainda é bastante crítico.
Seu olho direito foi severamente danificado, e pode ser que perca a visão.
Alguns ossos da face foram quebrados, e precisarão de cirurgias.
Apesar disso, Jian teve de deixar o hospital porque os policiais do PSB estão monitorando-o, e ele teme por sua segurança.
Ele foi levado à casa de seu irmão, sendo o tempo todo seguido pelos policiais.
Os policiais ordenaram que Zhang Chuang não deixasse o apartamento até que se passassem as comemorações do terceiro aniversário da Igreja Chinesa da Aliança, dirigida pelo seu pai.
A família tem lutado para arcar com as despesas do hospital e advogados.
Ela continua desabrigada.
Tradução: Daila Fanny
Fonte: China Aid Association
CHINA (10º) - O número ao lado do país indica a sua posição na classificação de países por perseguição
Fonte: www.portasabertas.org.br
Nota do editor do Sê Fiel
Voltamos a publicar notícias sobre os cristão perseguidos em outros países, no sentido de solicitar as orações de todos em favor deles.
postado por Edmar Torres Alves, , em 21-10-2008
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NÃO VOU CONSEGUIR VER MEU FILHO MORTO
17/10/2008 - 14h35
"Não vou conseguir ver meu filho morto"
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida em Bangladesh
BANGLADESH (48º)
Clérigos e vizinhos muçulmanos ordenaram que o pai de um convertido permanecesse confinado em sua casa, até que punissem seu filho por ter se convertido.
Rashidul Amin Khandaker, 32 anos, era diretor de marketing da empresa de seu pai.
Ele foi à Austrália no começo deste ano, para começar um relacionamento com uma católica filipina, que havia conhecido pela internet.
Em abril, ele acabou se convertendo para a religião da moça.
Rashidul solicitou a proteção da imigração australiana, pois acredita que a polícia de Bangladesh não fará nada para protegê-lo dos muçulmanos que ameaçam matá-lo.
“Eles tentarão matar-me em qualquer lugar, a qualquer hora, em Bangladesh, e a polícia não vai me proteger”, escreveu Rashidul em seu pedido às autoridades australianas.
“Há registros que mostram que uma pessoa convertida não é protegida pela polícia.”
Seu cunhado disse que a vida de Rashidul estaria em perigo se ele voltasse para Bangladesh.
Ele acrescentou: “Nós também estamos corremos perigo aqui.”
A família de Rashidul, que é muçulmana, tem sofrido ameaças de outros muçulmanos.
Seu pai de 65 anos, Ruhul, é o principal afetado.
Ele conta: “Meus outros filhos informaram o clérigo de uma mesquita próxima sobre a conversão do meu filho, para que ele pudesse me consolar.
Mas o clérigo ficou tão furioso... [Ele] disse-me: ‘Você não pode manter nenhuma relação com seu filho. Um homem de uma família muçulmana nobre não pode ser cristão, e a sociedade não pode aceitá-lo”.
“Você não tem vergonha de que seu filho tenha virado cristão?”, o clérigo da mesquita perguntou a Ruhul.
“Por que você não sacrificou seu filho, como se faz com o gado, antes de nos dar essa notícia?”
Outros líderes muçulmanos de Daca, onde a família mora, ordenaram que Rahul deserdasse seu filho.
“Se ele voltar a Bangladesh, você o deve entregá-lo para nós, e o puniremos” o fundador da mesquita disse ao pai.
O irmão de Rashidul escreveu para ele em maio, pedindo que não entrasse mais em contato com a família.
Esse irmão afirmou na carta que as autoridades muçulmanas tinham ameaçado marginalizar a família por causa da conversão de Rashidul.
Também disse que sua vida estaria em perigo se voltasse a Bangladesh.
Saque e derrame
Ruhul disse que quando Rashidul telefonou para amigos de Daca para lhes contar sobre sua conversão, sete ou oito deles invadiram sua casa e roubaram o computador, o scanner, a impressora, o sofá e outro bens, além de alguns documentos.
"Eles me disseram: "Devolveremos tudo quando seu filho voltar. Quando isso acontecer, você deve entregá-lo para nós – nos vingaremos do que ele fez.
Até lá, não se misture com as pessoas, e fique na sua casa’”, conta Ruhul.
Os amigos de Rashidul ameaçaram ferir a família caso entrasse em contato com a polícia.
Depois de receber as ameaças dos vizinhos e de líderes muçulmanos em frente de seus três filhos e outros parentes, Ruhul sofreu um derrame.
“Os médicos não foram à minha casa para tratar de mim.
Eles temem a sociedade e também nos odeiam” Ruhul disse.
“Fui levado ao hospital e, depois de um exame cerebral, disseram que houve uma hemorragia no lado esquerdo do cérebro.”
Ruhul disse que não quer privar seu filho dos bens aos quais tem direito.
A família é dona de uma refinaria de óleo lubrificante na capital do país.
“Se todos os meus bens forem destruídos, posso até sobreviver.
Mas uma coisa que não vou conseguir tolerar é ter de transportar sobre meus ombros o caixão de meu filho morto”, ele disse.
“Meu filho mudou a sua religião pela vontade dele – não o apoiamos, e nem nos convertemos.
Por que devemos ser ameaçados por causa da sua nova fé?
Quero livrar-me dessa vida claustrofóbica, exilada, por causa da conversão de meu filho ao cristianismo.”
Tradução: Daila Fanny
Fonte: Compass Direct
Bangladesh (48º) - O número ao lado do país indica a sua posição na classificação de países por perseguição
Fonte: www.portasabertas.org.br
Nota do editor do Sê Fiel
A notícia acima mostra a intolerância contra o cristianismo, o que ocorre em vários países. Nós, cristãos, cujo país ainda não persegue o cristianismo, devemos estar sempre nos lembrando da "igreja perseguida" em nossas orações.
Edmar
postado por Edmar Torres Alves, , em 20-10-2008
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PASTOR É ASSASSINADO NO SRI LANKA
17/10/2008 - 11h34
Pastor é assassinado no Sri Lanka
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida no Sri Lanka
SRI LANKA (36º)
- O pastor Sebamalai Gunesh, 33 anos, foi encontrado morto em 8 de outubro na cidade de Ragama.
O pastor, da Igreja Evangélica Elohim, tinha sido dado como desaparecido em 6 de outubro.
Ele voltava para casa depois de um culto no município de Kadawatha quando sumiu.
O enterro do pastor foi em 10 de outubro.
Ele era casado e tinha um filho de 4 anos e uma filha de 2.
Também foi relatado que o pastor Ratnam Machchakali Punyamurthy, 39 anos, do Ministério Messias foi raptado [sequestrado]em 6 de outubro.
O pastor estava envolvido no ministério cristão da cidade de Negombo.
Ele estava em sua casa quando foi raptado [sequestrado], por volta das 20h10.
O pastor é casado e tem um filho de 8 anos.
Interceda pela família desses dois pastores, e pela vida do pastor Ratnam.
Tradução: Daila Fanny
(36º) O número ao lado do país indica a sua posição na classificação de países por perseguição
Fonte: www.portasabertas.org.br
O editor do blog acrescentou a palavra "sequestrado".
postado por Edmar Torres Alves, , em 17-10-2008
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