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Sê Fiel
Editor: Edmar Torres Alves
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BATALHA DE DAVI CONTRA GOLIAS PODE TER EXISTIDO
BATALHA DE DAVI CONTRA GOLIAS PODE TER EXISTIDO, DIZ ARQUEÓLOGO
10/11/2005 - 17h15

Jerusalém, 10 nov (EFE).- Arqueólogos israelenses descobriram vestígios que parecem confirmar a existência do gigante Golias e inclusive de sua batalha contra Davi, narradas na Bíblia.

Arqueólogos da Universidade de Tel Safi anunciaram hoje o encontro de uma vasilha de argila com as inscrições mais antigas já noticiadas dos filisteus, que evocam dois nomes extraordinariamente parecidos a Golias, avalia um comunicado da instituição.

As inscrições datam do século X ou IX antes de Cristo, e contêm dois nomes não semíticos, "Alwt" e " Wlt", que, segundo o professor Aaron Demsky, são similares às letras utilizadas para se escrever Golias no alfabeto antigo.

Além disso, "o contexto cronológico da inscrição data de apenas cem anos depois da existência de Davi, levando em consideração a história bíblica. Isso provaria que a batalha de Golias presente nas escrituras teria ocorrido nesse período, e não nos últimos anos da Idade do Ferro, como muitos têm afirmado ultimamente, acrescenta o comunicado.

Fonte: Agência EFE - Boletim UOL News

NINGUÉM ME AMA, E EU NÃO AMO NINGUÉM, DIZ TYSON
NINGUÉM ME AMA, E EU NÃO AMO NINGUÉM, DIZ TYSON, QUE CHORA

12/11/2005 - 11h49

EDUARDO OHATA
da Folha de S.Paulo

"Ninguém me ama. Eu não amo ninguém." Foi assim que o norte-americano Mike Tyson, 39, sintetizou em entrevista à Folha seu comportamento beligerante, despertado na visita a São Paulo.

Durante o curso da entrevista, concedida na suíte presidencial do hotel em que o americano está hospedado, Tyson justificou seu comportamento ao afirmar ser um cara legal, que nunca estuprou ou matou. Vestido com camisa branca e calça jeans, acrescentou que às vezes quer ficar só.

O histórico de suas confusões é extenso. Vai desde um roubo que resultou em sua prisão aos 12 anos, passa por um período na prisão após ser condenado pelo estupro de Desiree Washington (que ele nega), até chegar a agressões a fotógrafos, em Cuba, e a um cinegrafista que o filmava em uma boate no meio de semana.

Após prestar depoimento ontem à tarde no Fórum Criminal da Barra Funda, o ex-lutador foi intimado a comparecer a nova audiência em março de 2006.
Nos 35 minutos em que durou a entrevista, o campeão mais jovem da história dos pesados, que em dado momento ficou com os olhos marejados, pediu por três vezes que fosse chamado de Mike.

Em meio à bagunça de malas abertas no chão de sua suíte, um pacote de camisinhas sobre uma cadeira e uma mesa coalhada de papéis, "Iron" Mike, que tem seis filhos, afirmou que não gostaria que eles fossem como ele. Disse não desejar que eles brutalizassem ninguém, como aconteceu com ele próprio quando criança.

Simpático, aproveitou a ausência de jornalistas para carregar crianças no colo, assinar autógrafos e, pacientemente, posar para fotos com visitantes e hóspedes do hotel no qual está hospedado, no bairro de Cerqueira César.

Tyson estava tão atencioso, que recebeu com bom humor duas provocações. Na primeira, ao ver a reportagem da Folha, perguntou: "O que está fazendo aqui?"

Riu ao ouvir a resposta: "Estou aqui para incomodar você mais um pouquinho". No dia anterior, chegara até a ameaçar agressão.
Depois de concluída a entrevista, já no lobby do hotel, recebeu com perplexidade "uma última questão": "Como é a potência de um soco de Mike Tyson?". Sorrindo, começou a fazer movimentos de sombra (simulação de luta), quando a reportagem apontou o punho na direção de seu rosto.

Com cartel profissional de 50 vitórias, 44 delas por nocaute, e seis derrotas, Tyson reafirmou que está aposentado. "Não consigo fazer as mesmas coisas de antes e não tenho mais "coração", fome, para participar de combates", disse.

"Não culpo ninguém, nem Don King, pelo que aconteceu comigo [em termos financeiros]. Nós lutadores deixamos toda a responsabilidade para os outros", disse.

"Nós, campeões dos pesos-pesados, somos uns idiotas. Morremos na miséria, sem amor, sem respeito. Veja o que aconteceu com John L. Sullivan, com Sonny Liston", completou, ao demonstrar conhecer a história do boxe.

BOXE

Tyson diz não se arrepender por tumulto com cinegrafista e se mostra feliz por incidente não ter ocorrido anos atrás

"Antes, quebraria a câmera em sua cabeça"

DO PAINEL FC

Mike Tyson diz não se arrepender de ter se envolvido no episódio no qual é acusado por um cinegrafista de agressão. Ressalta estar ""feliz por isso não ter acontecido há três, quatro anos atrás, pois teria quebrado a câmera em sua cabeça". (EDUARDO OHATA)

Folha - Você acha que, como figura pública, deve mesmo ser tão agressivo [com os jornalistas]?
Mike Tyson - Isso é besteira.

Folha - É difícil entender o fato de você afirmar que não é feliz. Você é um ex-campeão mundial, não deveria se orgulhar? Muita gente gostaria de ser como vocês.

Tyson - Ser como nós? Nós pesos-pesados somos idiotas. Nosso fim? Acabamos falidos, esquecidos, sem o respeito de ninguém, sem amor. Veja o caso de grandes lutadores, como John L. Sullivan, Sonny Liston e outros que ao morrerem pobres, não tinham o respeito de ninguém... Pessoas como você [com estudo] é que tiram vantagem de nós. Não amo mais ninguém, tiraram meus filhos. Você se aproxima de mulheres que dizem que o amam, mas só pensam em si mesmas.


Folha - E seus filhos?

Tyson - Eles são maravilhosos. Não quero que meus filhos sejam como eu. Não quero que brutalizem ninguém, que foi o que aconteceu comigo. Quando era pequeno os maiores costumavam encher meu saco. Usei óculos durante um período. Eles faziam assim [tira os óculos do repórter] e jogavam em um cano. Foi aí que meu interesse pelo boxe nasceu. Via aqueles caras na TV, como Ali, e dizia para mim mesmo que queria ser como eles.

Folha - O que você acha de sua ex-mulher, Robin Givens?

Tyson - Não a amo mais. Mas, mesmo com 40 anos, ela ainda é linda. Foi interessante fazer sexo com ela, ela era diferente.

Folha - Você não se sente feliz por ter unificado o título dos pesados? É um feito para poucos.

Tyson - Não me importa. As pessoas não me amam, não tenho lugar para ir, [nós ex-campeões] acabamos virando um pedaço de m(...). Pessoas às vezes gostam de você por qualidades que você próprio odeia. [Aponta para o abdômen, por sobre a camisa, no local onde está a tatuagem de Che Guevara]. Ele tinha problemas de saúde, asma. Em certo ponto quase não podia caminhar, mas perseverava, tinha força de vontade e não podia ser detido. E esse homem foi o pai do terrorismo. Você é descendente de quê?

Folha - Japoneses.
Tyson - [Segura a mão do repórter] o imperador do Japão na época da Segunda Guerra Mundial tinha muita personalidade e determinação. Porém ele era diabólico, ambicioso. Vê? Para mim, um grande homem é aquele que busca a paz, não toma vantagem de ninguém, tem responsabilidade e cria sua família e que faz aos outros o que deseja para si próprio. Você é gay ou hetero?

Folha - Hetero.

Tyson - Solteiro, casado, filhos?

Folha - Não, mas quero ter.

Tyson - Então terá a chance de mostrar que é um bom homem, criando bem seus filhos.

Folha - Posso insistir em uma questão?

Tyson - A entrevista é sua.

Folha - Você tinha os cinturões, as mulheres que queria, dinheiro. Não tem orgulho disso?

Tyson - Você disse bem. Tinha tudo isso. Vocês vivem no passado. Não faça isso, mova para o futuro, ou o futuro vai destruí-lo.

Folha - E quando você começou a viver no futuro?

Tyson - Há pouco tempo, há alguns dias. Ou melhor, há alguns meses, no máximo.

Folha - Na quarta, você ameaçou me atacar se eu me aproximasse...

Tyson - Se você tivesse dado mais um passo, teria socado você. Seja sincero, se eu fosse um cara gentil, que atendesse vocês a todo momento, vocês respeitariam meus momentos de privacidade? Diga... Respeito vem do medo e da dor, não do amor. Essa fórmula foi bem sucedida para mim. E é o que usaram comigo...

Folha - Tyson, está arrependido do episódio com o cinegrafista na madrugada de anteontem?

Tyson - Não me arrependo. Estou é feliz por isso não ter acontecido quatro anos antes, quando era quatro anos mais idiota. Há quatro, três anos, teria arrebentado a câmera na cabeça dele.

Folha - Disseram que você leu muito na prisão, mas você seguiu com [o promotor] Don King, a quem acusa de tê-lo roubado.

Tyson - Na prisão havia duas coisas para fazer, masturbação e leitura. Era jovem, como poderia saber o que era certo ou errado? Na minha infância, quando pedia algo para alguém, gritavam, ""vai se ...". Com Don King, ele fazia assim [entrega um pedaço de papel em branco para a reportagem e pede para assinar, o que é feito]. Aí me dava tudo o que queria na hora. Como poderia não gostar disso? Não responsabilizo King pelo que ocorreu comigo. Foi tudo culpa minha. Os lutadores dependem de outras pessoas. Depositamos nossa confiança em pessoas que não confiam na gente.

Folha - O que vê em seu futuro?

Tyson - Morrer. É o que acontece com todos. Mudando de assunto, qual seu signo?

Folha - Virgem. Você acredita em horóscopo?

Tyson - Sou de câncer.

Folha - A sua derrota para o peso-pesado branco [que têm histórico muito inferior ao dos negros] Kevin McBride virou motivo de piada...

Tyson - Isso me pareceu um pouco racista. Você é? Eu, que sou negro, é que deveria atacar os brancos, mas não tenho um pingo de racismo em meus ossos. A habilidade não depende de cor. Se bem que não sou mais um menino. Não consigo fazer coisas que fazia antes. Não tenho mais o coração, o estômago para isso [lutar]. A luta só me prejudicou, trouxe vícios.

Folha - Muita gente diz que, como campeão, você tem de se lembrar do que simboliza, da influência que tem na vida das pessoas. Afirmam que, sem saber, você inspirou algumas pessoas a melhorar de vida.

Tyson - Sou um cara legal. Nunca estuprei ninguém [nunca admitiu ter estuprado Desiree Washington]. Nunca matei. É só que às vezes quero ficar sozinho, por isso perco a paciência. [Visivelmente emocionado] você tem de ir agora. Vá. E se você disser algo disso [ficou com os olhos vermelhos] para alguém, mato você da próxima vez que o encontrar.

Fonte: www.folha.com.br (12.11.05)

ISRAEL DEVE SER "APAGADO DO MAPA"
Na última quarta-feira, dia 26.10.05, o Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, em um Congresso denominado "O MUNDO SEM SIONISMO", deu a declaração abaixo, descrita pela Folha de São Paulo em 27.10.05.
Eu estava fora, no VII Congresso Internacional sobre a Palavra Profética, e fiquei sabendo de tão lastimáveis declarações, de tanto ódio que o mundo tem contra Israel, o que o presidente do Irã ousou declarar de viva voz.

No último sábado o Ministério das Relações Exteriores do Irã tentou "suavizar" o efeito de tal declaração, e negou que o Irã pretenda atacar Israel, mas o presidente manteve a sua palavra (vejam, abaixo, notícia da Folha de 30.10.05).

No domingo, vide notícia da Folha de 31.10.05, o próprio presidente Mahmoud Ahmadinejad esclareceu que não se trata de um pensamento seu, mas de uma disposição, desde 1979, manifestada pelo aiatolá Khomeini.

Na verdade isso não nasceu com Khomeini, mas vem de séculos, sendo uma determinação de Maomé, fazendo parte do Corão (livro sagrado do Islamismo), que diz que todos os infiéis (judeus) devem ser eliminados.
A respeito estamos transcrevendo, abaixo (APÓS AS NOTÍCIAS), alguns trechos do livro "Israel no centro do cenário profético" de autoria de Dave Hunt.

ISRAEL DEVE "SER APAGADO DO MAPA", diz líder do Irã
DA REDAÇÃO

Mahmoud Ahmadinejad, o presidente linha-dura do Irã, declarou ontem que Israel é "uma mancha desgraçada" que deveria ser "apagada do mapa". Após a afirmação, o vice-premiê israelense, Shimon Peres, pediu que o Irã seja expulso da ONU.
As declarações foram feitas em Teerã durante um congresso intitulado "O Mundo sem Sionismo", a uma platéia de 4.000 estudantes que recebeu o presidente aos gritos de: "Morte a Israel!".
"Não há dúvida de que a nova onda [de ataques] na Palestina logo apagará essa mancha desgraçada do mundo islâmico", disse o presidente. Ontem, cinco pessoas foram mortas por um homem-bomba em Hadera, no primeiro ataque terrorista em Israel desde a retirada de Gaza, em setembro.
"Como disse o imã [aiatolá Ruhollah Khomeini], Israel tem de ser apagado do mapa", afirmou Ahmadinejad, que assumiu em agosto, sucedendo o reformista Mohammad Khatami, cujo governo se aproximou do Ocidente.
A declaração -a primeira em anos, por parte de um presidente iraniano, a defender o fim de Israel- provocou reações imediatas. França e Espanha convocaram os embaixadores iranianos em seus territórios a prestar esclarecimentos. E a Alemanha "condenou duramente" as afirmações.
Os EUA também reagiram com firmeza. Na Casa Branca, o porta-voz Scott McClellan afirmou que as declarações de Ahmadinejad "reforçam as preocupações" já existentes com o Irã. O Departamento de Estado fez condenação semelhante e citou os planos nucleares de Teerã, que o governo iraniano afirma serem pacíficos, mas que a comunidade internacional teme serem bélicos.
Apenas a Rússia acorreu em socorro de Teerã, dizendo que o pedido de Israel é "muito sério para ser guiado pela política".
"Deve ser apresentada uma petição clara ao secretário-geral da ONU [Kofi Annan] e ao Conselho de Segurança para conseguir a expulsão do Irã da ONU", escreveu Peres em uma carta aberta ao premiê Ariel Sharon. A carta, enviada para a agência de notícias France Presse pelo gabinete de Sharon, argumenta que é "inconcebível que, no governo de um país-membro da ONU, esteja um homem que convide ao genocídio".
O vice-premiê alega ainda que as declarações de Ahmadinejad "vão contra a carta da ONU e equivalem a um crime contra a humanidade", o qual "se torna mais grave ainda se levado em conta que o Irã tenta desenvolver um programa nuclear".
Ahmadinejad, em discurso televisado, criticou os países árabes que se aproximaram de Israel, como o Bahrein e Qatar. "Qualquer um que reconhecer Israel queimará no fogo da fúria da nação islâmica. Qualquer líder islâmico que reconhecer o regime sionista estará reconhecendo a rendição e a derrota do mundo islâmico."

Fonte: www.folha.com.br (27.10.05 - caderno Mundo)

ORIENTE MÉDIO

Depois de presidente dizer que país devia ser "apagado do mapa", chancelaria afirma que Teerã respeita carta da ONU

IRÃ BAIXA TOM E NEGA INTENÇÃO DE ATACAR ISRAEL

DA REDAÇÃO

O Irã baixou o tom e procurou suavizar ontem a declaração de que Israel deveria ser "riscado do mapa" dada na quinta-feira passada por seu novo presidente, Mahmoud Ahmadinejad. Comunicado do Ministério das Relações Exteriores afirma que "a República Islâmica do Irã mantém-se fiel aos compromissos firmados na Carta das Nações Unidas. Nunca usou a força contra um segundo país ou ameaçou usá-la".
O presidente Mahmoud Ahmadinejad mantinha ainda na sexta-feira a retórica belicosa contra Israel, reafirmando que o Estado judeu deve ser destruído. A Chancelaria iraniana, contudo, sem contradizer diretamente o presidente, afirmou que não tem nenhuma intenção de lançar um ataque contra Israel e que vai apoiar os palestinos em qualquer caminho que eles escolham para resolver o conflito no Oriente Médio.
O Irã desenvolveu os mísseis balísticos Shahab-3, em tese capazes de atingir Israel.
As observações Ahmadinejad foram condenadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas. Governos de todo o mundo convocaram o embaixador iraniano para explicar o teor das declarações presidenciais.
Os EUA disseram que o discurso de Ahmadinejad confirma o temor de que Teerã esteja buscando obter armas nucleares. O Irã nega a acusação e diz que precisa de combustível nuclear para gerar energia elétrica.
O Ministério das Relações Exteriores disse que Ahmadinejad detalhou a política do país para Israel quando esteve nas Nações Unidas, em Nova York, no mês passado. "A posição oficial é a de que a ocupação da Palestina deve acabar, os refugiados devem voltar e um Estado democrático deve ser formado, com capital em Jerusalém", afirma a nota.
Ali Larijani, o chefe do Conselho Supremo da Segurança Nacional do Irã, disse que o Irã apóia os palestinos em qualquer caminho que decidam tomar. "O Irã ainda insiste em sua posição anterior de que os palestinos devem decidir sobre seu futuro", disse.
Essa era a posição adotada pelo governo reformista do ex-presidente Mohammad Khatami, cujo mandato acabou neste ano. Essa política mantinha aberta a possibilidade de uma solução que contempla a existência de um Estado para os judeus e outro para os palestinos.
A idéia de que Israel deve ser destruído é comum na retórica clerical iraniana, mas, nos últimos anos, políticos do país vinham evitando fazer declarações com esse teor.

Fonte: www.folha.com.br (30.10.05 - caderno Mundo)

ORIENTE MÉDIO

POSIÇÃO É DE KHOMEINI

LÍDER DO IRÃ MINIMIZA DECLARAÇÃO ANTI-ISRAEL

DA REDAÇÃO

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, tratou ontem de minimizar sua declaração de que Israel deveria ser "riscado do mapa". Ahmadinejad afirmou que limitou-se a repetir a posição oficial do regime iraniano desde a revolução de 1979.
A declaração de Ahmadinejad, feita na quarta-feira passada, valeu-lhe uma condenação unânime da comunidade internacional e do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
O presidente tentou diminuir o peso de sua declaração afirmando que ele se "limitou a repetir o que se vem dizendo há 27 anos e que é derivado das posições do imã [o aiatolá Khomeini, fundador da República Islâmica do Irã], do guia supremo [aiatolá Ali Khamenei, atual número um do Irã] e da nação muçulmana".
As novas observações de Ahmadinejad vem num momento em que a diplomacia iraniana trabalha para atenuar os efeitos de sua fala da quarta-feira.
Até mesmo seu predecessor, Mohammad Khatami, abandonou seu silêncio para criticar quase abertamente o novo presidente. "Não devemos pronunciar palavras que nos criem problemas econômicos e políticos", disse o ex-presidente reformista.
Mesmo que o ultraconservador Ahmadinejad tenha se limitado a repetir um slogan oficial e que a negação do Estado de Israel seja um dogma fundador da República Islâmica do Irã, nenhum alto dirigente do país havia dito essas coisas nos últimos anos.
Ahmadinejad assegurou que suas declarações não trazem nada de novo e insistiu na ilegitimidade do Estado de Israel. Desta vez, porém, não falou em destruição.
No sábado, o Ministério das Relações Exteriores do Irã também havia emitido uma nota tentando relativizar as declarações do presidente e dizendo que o país não tem planos de atacar Israel.

Fonte: www.folha.com.br (31.10.05 - caderno mundo)

TRANSCRIÇÃO DE TRECHOS DO LIVRO "ISRAEL NO CENTRO DO CENÁRIO PROFÉTICO" - AUTOR DAVE HUNT

""Os inimigos que hoje rodeiam Israel têm uma coisa em comum: todos são muçulmanos. Um dos princípios fundamentais do Islã é que Israel e todos os judeus têm que ser destruidos. Por esse motivo, seus seguidores se qualificam de um modo todo especial para receberem a ira do Todo Poderoso. Porém, essa profecia foi registrada na Escritura mais de mil anos antes da fundação do Islamismo. Segundo registra a hadith Sahih (*) de Al-Bukhari, Maomé afirmou: "O juízo final não virá enquanto os muçulmanos não combaterem os judeus e os destruirem. Nesse dia, Alá dará voz às pedras e às árvores, e elas gritarão: 'Ó muçulmano! Ó Abdullah! Há um judeu escondido atrás de mim. Vem e mata-o!." (16)

A idéia de que todo judeu tem que ser morto não é um ensinamento marginal, mas sim um dos conceitos fundamentais do Islamismo, ensinado aos muçulmanos há séculos, desde tenra idade. Esse conceito também é ensinado em toda escola muçulmana, no mundo inteiro, inclusive nos Estados Unidos.

Mas, por que Israel precisa ser destruído? Não bastaria apenas deixar o país onde está e isolar os desprezados judeus do resto do mundo, confinando-os ali? Não seria suficiente reduzir sua população à pobreza, impondo um boicote econômico?

Para os muçulmanos, isso não é suficiente, porque uma parte da terra que afirmam ter sido prometida por Alá exclusivamente a eles permaneceria nas mãos dos judeus. A própria existência de Israel revela a falsidade das palavras do profeta Mamomé, do Corão e da tradição islâmica, que dizem que a terra da Palestina pertence exclusivamente aos árabes - e que eles triunfarão sobre os judeus.

O Estado judaico de Israel tem que ser esmagado! Caso contrário, estará provado que o Islamismo é uma religião falsa. Enquanto o islaminsmo existir, apesar de toda retórica e montanhas de negociações de paz, o conflito no Oriente Médio não terá outra solução senão a aniquilação de Israel. Imaginar outra saída, ou achar que os árabes têm outra intenção, é se enganar.

Numa conferência do Comitê Islâmico para a Palestina, realizada em Chicago, de 28 a 31 de dezembro de 1990, o Sheik Abdul Aziz Oudeh, um dos líderes do movimento Jihad Islâmica, declarou: "Agora, Alá está trazendo os judeus em grandes grupos, vindos de todas as partes do mundo, de volta à Palestina. Aqui será sua sepultura gigante, onde a promessa se cumprirá sobre eles e o que está escrito será feito" (17) É claro que ele não estava se referindo às diversas profecias bíblicas de que Deus, nos últimos dias, reuniria os judeus novamente em sua própria terra, onde o Messias voltará para reinar sobre eles e sobre o mundo, no trono de seu pai, Davi. Ele estava se referindo, obviamente, à profecia de Maomé (completamente antagônica à Bíblia), de que os muçulmanos matariam todos os judeus no último dia.

Foi também a essa profecia que o Sheik Yussef al-Kirdawi se referiu em 1989, em Kanas City, quando discursava para um grupo de homens muçulmanos que estava recrutando para a "guerra santa": "Na hora do Juízo, os muçulmanos lutarão com os judeus e os matarão". (18) Com certeza, a principal batalha não é a que envolve árabes e judeus, mas sim a que se trava entre Alá, o deus do Islã e do Corão (que odeia os judeus e jurou destruí-los), e Yahweh, o Deus da Bíblia (que ama os judeus e jurou protegê-los). Está mais do que óbvio que Alá e Yahweh não são o mesmo Deus!"" (sic)

(*) Sahih significa "genuína", e é a melhor das três categorias de hadith (tradições relativas aos ditos e feitos de Maomé).

(16) Moshe Ma'oz, The Image of the Jew in Official Arab Literature and Communications Media (Universidade Hebraica de Jerusalém, 1976), p. 14.

(17) Extraído do vídeo Jihad in America, narrado por Steven Emerson e transmitido pela primeira vez nos EUA em 22 de novembro de 1994.

(18) Vários hadiths e outros textos de autoridade reconhecida trazem variações dessa declaração de Maomé. O sheik Nadim Al-Jisr, membro da Academia de Pesquisa Islâmicam, citou diversas versões em sua palestra na Quarta Conferência da Academia.

488 ANOS DE REFORMA PROTESTANTE
488 ANOS DE REFORMA PROTESTANTE - A soteriologia dos reformadores

Sola Gratia, Solo Christus, Sola Fide e Sola Scriptura

Emílio Antonio Nunez

Sem dúvida a data de 31 de outubro de 1517 é de grande transcendência na história universal. A Reforma exaltou verdades bíblicas que formam o sustentáculo de nossa evangelização. De uma maneira e outra, todos os cristãos evangélicos são herdeiros da Reforma. Embora tenha sido um movimento de profundas repercussões culturais, sociais e políticas, é de bom alvitre agarrarmo-nos nesta mensagem aos seus fundamentos teológicos e, de maneira particular, à soteriologia dos reformadores. Para cumprir esse propósito, recorreremos a quatro grandes postulados da Reforma: Sola Gratia, Solo Christus, Sola Fide e Sola Scriptura.

SÓ A GRAÇA
Ensinam os reformadores que o pecador é justificado unicamente pela graça de Deus, mediante a fé em Jesus Cristo. Neste caso, a graça é o favor divino que o homem não merece, mas que, em sua soberania e bondade, Deus quer dar-lhe. A salvação é obra de Deus, não do homem. Paulo diz: “Pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto [a salvação] não vem de vós, é dom de Deus; não [vem] de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8-9). Em outra Epístola, o apóstolo explica: “Se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça” (Rm 11.6).

O homem estende a mão vazia para receber, não a mão cheia para oferecer. Não tem nada a oferecer em troca de sua salvação. Tampouco pode cooperar com a graça divina para salvar-se. Está morto em seus delitos e pecados. Somente se dispõe a receber o favor de Deus.
O conceito de só pela graça é um golpe mui severo ao orgulho humano. Aqui não há lugar para a auto-suficiência, nem para a arrogância do que pretende salvar-se a si mesmo e a outros, mesmo por meio de esforços que aos olhos da sociedade parecem mui nobres e heróicos.

Deus é sempre ‘o Deus de toda a graça’(1 Pe 5.10). A salvação sempre foi, é e sempre será pela graça. Mas esta graça vem em plenitude na pessoa de Jesus Cristo (Jo 1.17). Cristo é o dom inefável de Deus ao mundo. O homem pode salvar-se em Cristo, não à parte de Cristo.

SÓ CRISTO
A mensagem dos reformadores era cristológica e cristocêntrica. Assim deve ser a nossa. Jesus declarou: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6). E, segundo o apóstolo Pedro, “não há salvação em nenhum outro, porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (At 4.12).

Compete-nos escutar de novo estas declarações que se opõem radicalmente a todo intento sincretista ou universalista. Gostemos ou não, o evangelho neotestamentário é inclusivo e exclusivo. Inclui todos que recebem a Jesus Cristo como único mediador entre Deus e os homens, e exclui todos que resistem à graça de Deus. Não nos cabe incluir o que Deus não incluiu, nem excluir o que Ele não excluiu.

Só Cristo salva. Mas, qual Cristo? Definitivamente não se trata aqui do Cristo dos dogmas de feitura puramente humana, nem do Cristo da imaginação antiga e moderna, nem do Cristo do folclore latino-americano, nem do Cristo superstar das sociedades opulentas do norte, nem do Cristo dos poderosos interesses econômico-sociais em nosso continente, nem do Cristo dos ideólogos de última hora. O Cristo que salva é senão aquele que é revelado nas Escrituras.
O Cristo revelado nas Escrituras é o Cristo Deus — o Logos eterno, associado eternamente com o Pai e com o Espírito, criador e sustentador dos céus e da terra, o Senhor da vida e da história, o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o “que é, que era e que há de vir”, o Todo-poderoso Senhor.

O Cristo revelado nas Escrituras é o Cristo histórico — manifestado no tempo e no espaço, em data precisa do calendário de Deus, na plenitude da história humana, no contexto de uma geografia, de um povo, de uma cultura, de uma sociedade.

O Cristo revelado nas Escrituras é o Cristo humano — engendrado pelo Espírito, concebido pela virgem Maria, participante de carne e sangue, “feito carne”, identificado plenamente com a humanidade.

O Cristo revelado nas Escrituras é o Cristo profeta — o arauto de Deus Pai, intérprete da Divindade, revelador da vontade divina para seu povo e para toda a humanidade.
O Cristo revelado nas Escrituras é o Cristo sacerdote — o que está sentado à direita da Majestade nas alturas e “também pode salvar totalmente os que por Ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hb 7.25).

O Cristo revelado nas Escrituras é o Cristo rei, que está para vir — o Juiz de vivos e de mortos, o Rei dos reis e Senhor dos senhores, o Cristo da renovação total.

SÓ A FÉ
A grande descoberta do frade Martin Lutero nas Escrituras foi que “o justo viverá por fé” (Rm 1.17). Essa verdade bíblica chegou a ser um grito de batalha na Reforma.

A fé é a mão que recebe a dádiva de Deus em Jesus Cristo. Certamente para o evangelista João, receber a Cristo parece ser um equivalente de crer nele (Jo 1.12). Por meio da fé fazemos nossos os benefícios de Cristo crucificado e ressuscitado. É nesses benefícios que descansa nossa segurança eterna de salvação.

A fé mediante a qual somos justificados não é cega, não é mera credulidade. Tampouco é a fé um mero assentimento à verdade revelada. É muito mais que um mero exercício intelectual. Ter fé é confiar, é abandonar-se nas mãos de Jesus Cristo, reconhecendo a enormidade de nossa culpa e a totalidade de nossa incapacidade para libertar-nos por nós mesmos do pecado. É admitir que os méritos humanos são inúteis para fins de justificação. É lançar mão do valor infinito da pessoa e obra do Filho de Deus. Ter fé em Jesus Cristo é deixar-se salvar por Ele.

A fé implica também obediência. Quando o homem crê que o Evangelho é a verdade, sente-se na obrigação de obedecê-lo. Segundo a doutrina da Reforma, o pecador é justificado só pela fé, mas a fé que justifica não permanece só. Não é uma fé estéril, muito menos morta. O ensino de Tiago (2.14-26) se harmoniza plenamente com o ensino de Paulo, o qual afirma que não somos salvos por obras, mas sim, para obras que Deus “de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.10). Estas boas obras são o fruto da salvação, não a causa dela.

Crer em Jesus Cristo significa, além do mais, entrar em sério compromisso com Ele, com sua Igreja e com a sociedade. Não aceitamos Jesus Cristo para evadir nossas responsabilidades morais e viver como nos agrada, depois de haver adquirido uma apólice de seguro para a eternidade. No Evangelho há reclamos de caráter ético.

Jesus teve o cuidado de advertir as multidões sobre as dificuldades do caminho que Ele lhes propunha. Não guardou silêncio sobre as exigências do discipulado. Ninguém poderia queixar-se de que Ele lhes enganara com a oferta de uma “graça barata”. Seu interesse estava na qualidade, não na quantidade de seus seguidores.

SÓ A ESCRITURA
Aceitaram os paladinos da Reforma a autoridade suprema das Escrituras, não só no que diz respeito à doutrina da justificação pela fé. Eles determinaram submeter sua fé e sua vida ao ditame final do cânon bíblico, e não a outra autoridade, fosse a do magistério eclesiástico, ou a da razão natural, ou a dos impulsos do coração. Aceitaram e proclamaram as Escrituras como sua norma objetiva e final. Foi fundamentalmente por essa declaração que os reformadores e a Igreja oficial daqueles tempos dividiram seus caminhos.

Nessa transcendental decisão, os reformadores não fizeram mais do que continuar uma longa tradição que vem desde os tempos do Velho Testamento e desde os dias de Cristo e seus apóstolos. Os profetas apelaram para a lei escrita como sua autoridade final. Cristo autenticou seu ministério ante o povo com a lei de Moisés, os profetas e os Salmos (Lc 24.44). Os apóstolos também se apoiaram na autoridade do Antigo Testamento. A Igreja antiga aceitou ambos os Testamentos e teve assim um cânon mais extenso ao qual apelar para suas decisões de fé e prática. Os reformadores fizeram que o “Assim diz o Senhor” e o “Está escrito” ressonassem poderosamente no âmbito da cristandade ocidental.

Através dos séculos o princípio da Sola Scriptura tem sido ameaçado e desafiado pela razão natural, pelo sentimentalismo pietista, pela pressão eclesial (católica e protestante), ou pela presunção de líderes que se crêem superdotados para impor ao povo de Deus seu sistema privado de interpretação.

Os reformadores advogaram não a livre interpretação, mas o livre exame das Escrituras. O sacerdócio universal dos crentes — outra das grandes doutrinas exaltadas pela Reforma — não autoriza a ninguém torcer e retorcer o texto bíblico.

Se não acatarmos a norma objetiva das Escrituras, se não nos submetermos ao senhorio de Cristo, se não estivermos em sintonia com o Espírito Santo, se nos distanciarmos da comunidade da fé — seremos presa fácil do subjetivismo, ou do relativismo, ou poderemos cair ingenuamente na trama de uma ideologia, não importa de que cor seja ela.

(Condensação da mensagem pregada na abertura do Segundo Congresso Latino-americano de Evangelização — Clade II — no dia 31 de outubro de 1979, por ocasião do 462º aniversário da Reforma Religiosa do Século XVI. Emilio Antonio Nuñez é um dos mais conhecidos teólogos da América Latina. Nascido em El Salvador O discurso inteiro acha-se na edição de março de 1980 da revista Ultimato.)
(Compêndio retirado da edição 255 de Ultimato, nov/dez de 1998)

Fonte: www.ultimato.com.br

A BÊNÇÃO DE ABRAÃO ALCANÇA OS LIBANESES
Para conhecimento e oração por nossos irmãos libaneses e israelenses. Que as bençãos do Senhor os acompanhem onde estiverem e que continuem sempre ousados na pregação das Boas Novas aos judeus e muçulmanos.

A BÊNÇÃO DE ABRAÃO ALCANÇA OS LIBANESES

Por Yosef Haddad

Yosef Haddad é um pastor árabe israelense e colaborador no evangelho. Agradecemos a todos que têm contribuído com o ministério Maoz Israel,e que têm ajudado a sustentar Yosef e sua esposa Ibtissam e também pagam pelo aluguel do prédio onde está a congregação dos libaneses evangélicos. Está havendo um despertar na comunidade libanesa que agora vive em Israel e que se tornou um solo fértil para o evangelismo (os editores).

No mês de Maio nós decidimos realizar um culto evangelístico ao ar livre para os libaneses que fugiram com as tropas israelenses quando estas deixaram o sul do Líbano, no ano de 2000. Estávamos esperando muitas pessoas e, por isto, decidimos fazer o culto no quintal da nossa congregação que fica na principal rua de Nahariya, uam cidade ao norte de Israel.

Quando o pregador fez o apelo, mais de 30 pessoas foram, convictas, à frente e receberam Yeshua [nome hebraico de Jesus]como seu Senhor e Salvador e agora estamos muito ocupados ensinando-lhes a Bíblia e ajudando-as a permanecer no Mestre.

Há algumas semanas, uma família de libaneses xiitas também recebeu o Senhor, resultado de uma cura na vida de uma de suas filhas. Esta moça de 23 anos estava perdendo gradualmente a vista. Nenhum médico pôde ajudá-la, como também nenhum remédio fez efeito algum. Mas quando nós a ungimos com óleo e oramos por ela, em nome de Yeshua, ela foi curada imediatamente, recuperando completamente a visão, para alegria de seus pais e irmãos que, imediatamente, declararam Yeshua como seu Senhor e Salvador. E agora estamos ensinando-lhes a Bíblia na própria casa deles e cremos que logo chegará o dia quando declararão ousadamente, aos seus amigos e vizinhos muçulmanos, sua fé em Yeshua, atraindo-os também para o Senhor. Pedimos que sustentem em oração esta família muçulmana.

E dez dias antes do nosso culto ao ar livre, doze libaneses novos na fé, da nossa congregação em Nahariya, decidiram ser batizados e fizemos o batismo no rio Jordão. Eles quiseram expressar seu agradecimento a Deus por ter aberto as portas de Israel para eles, obedecendo ao mandamento de Yeshua, no mesmo rio onde Ele foi batizado.

E agora eu quero falar um pouco das provações que eles estão passando: quase 80% dos homens na nossa congregação estão desempregados por causa da deteriorização econômica de Israel. A maioria deles precisa pescar no mar Mediterrâneo para sustentar suas famílias. Algumas das mulheres não têm vergonha de sair pelos campos colhendo ervas para preparar para seus filhos. E a despeito de todas essas provações, essas pessoas estão contentes. Não murmuram e nem culpam ninguém porque já compreenderam qual é o seu destino. Deus os trouxe para Israel com um propósito: ter um encontro com o Salvador, serem cheios com o precioso Espírito Santo e, no tempo certo, serem enviados de volta para o Líbano, levando a fagulha do avivamento que acenderá o próprio Líbano, bem como a Síria, o Iraque, e chegarão até o Irã e os outros países muçulmanos!

Alguns anos atrás, no dia 23 de Maio de 2000, soldados libaneses e suas famílias, totalizando um número de 6000 almas, fugiram do sul do Líbano, juntamente com os soldados israelenses. Quem poderia imaginar que este era um plano de Deus para suas vidas? Esses libaneses abençoaram Israel por 25 anos, defendendo suas fronteiras ao norte de diferentes organizações terroristas. Sobreviveram a uma guerra dura. Quase todos eles têm cicatrizes em seus corpos, resultado dessa longa guerra. A maioria perdeu um irmão, um filho ou um pai nas várias batalhas enfrentadas. Estavam prontos para entregar suas vidas por Israel e por sua terra natal e agora chegou a hora de Israel abençoá-los.

A Bíblia diz em Gênesis 12.3 "Abençoarei aqueles que te abençoarem". O corpo de Cristo em Israel e todos no Ocidente compreendem e crêem nesta promessa. E agora nós temos a oportunidade de ser o primeiro povo a abençoar esses libaneses que perderam sua terra, suas casas, seus parentes, suas rendas, quase tudo, por amor a Israel. Nós cremos profundamente que devemos ser o primeiro povo a abençoá-los em todos os aspectos: espiritualmente, fisicamente, emocionalmente e financeiramente.

Que o Senhor abençoe e prospere a todos vocês porque, se não fosse por vocês, o nosso trabalho entre esse povo não alcançaria seu propósito.

Fonte: Pastor Yosef e Ibtissam Haddad




ISRAEL CUMPRINDO A PROFECIA DA BÍBLIA
ISRAEL CUMPRINDO A PROFECIA DA BÍBLIA

16/09/05 - Com comentários do Pr. Haroldo Luís Ribeiro Torres Alves

"Sharon na ONU: Os palestinos serão nossos vizinhos para sempre e têm direito a um estado."

"Em seu discurso diante a Assembléia Geral da ONU, Sharon reconheceu que os palestinos tem direito a um estado próprio, mas afirmou que Jerusalém seguirá sendo "a capital eterna e indivisível" de Israel.

NAÇÕES UNIDAS (Associated Press) - O premiê israelense Ariel Sharon declarou nesta quinta-feira que os palestinos devem aproveitar o impulso para a paz criado pela retirada israelense da Faixa de Gaza.

Em seu discurso diante a Assembléia Geral da ONU, Sharon reconheceu que os palestinos tem direito a um estado próprio, mas afirmou que Jerusalém seguirá sendo "a capital eterna e indivisível" de Israel.

Os palestinos desejam estabelecer a capital de um eventual estado no setor leste de Jerusalem , que é de maioria árabe. "Cabe agora aos palestinos demonstrar sua vontade de paz", declarou o líder israelense, esperançoso de uma solução de paz para breve.
"Os palestinos sempre serão nossos vizinhos", agregou. "Os respeitamos e não temos aspiração alguma a governá-los. Também eles têm direito à liberdade e a uma existência soberana como nação num estado próprio".

A Assembléia Geral deu a Sharon um grande aplauso ao terminar suas palavras. O chanceler palestino Nasser Al Kidwa escutou o discurso sentado e com seus braços cruzados sobre o peito.

Os palestinos temem que Sharon não aproveite o impulso da retirada de Gaza para estabelecer negociações mais amplas que conduzam ao estabelecimento de um estado palestino. E suspeitam que em lugar disso utilizará este ato para incrementar seu controle sobre blocos de assentamentos judeus na Judéia e Samaria .
O líder israelense manifestou nesta quarta-feira que se propunha a continuar construindo nesses territórios.

Em seu discurso diante da Assembléia Geral, Sharon disse também que a retirada de Gaza "apresentava uma grande oportunidade para avançar para a paz" sobre a base da "Carta de propósitos", um plano respaldado pelos Estados Unidos e paralizado já a algum tempo.

Apesar de ter adotado um tom conciliador para com os palestinos, Sharon também disse que Jerusalém continuará sendo a capital de Israel e que seu governo continuará construindo a polêmica barreira que põe 8% do território da Cisjordânia do lado israelense.

Os palestinos consideram o setor oriental de Jerusalém como a capital de seu futuro estado e as reclamações contrapropostas fazem da questão uma das mais polêmicas do conflito."

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A profecia de Obadias, versículo 11, afirma que os estrangeiros vão estar tirando os bens de Israel para entregar aos seus irmãos árabes (Edom ou Esaú, irmão de Jacó ou Israel). E especificamente os estrangeiros vão lançar sorte sobre Jerusalém, já que ambos os povos desejam essa cidade como capital.
O discurso do Primeiro Ministro de Israel na ONU admite as negociações com os árabes, e o grande aplauso da Assembléia demonstra o quanto todas as nações desejam que haja paz.
A questão da cidade de Jerusalém terá que ser resolvida pelas nações, conforme a profecia bíblica.
Essa notícia confirma mais uma vez o cumprimento profético a respeito dos últimos dias e demonstra a urgência de cada um de nós se posicionar como santos diante de Deus e anunciar Jesus como salvação para toda criatura.
Esse é o tempo da Igreja ser revestida do poder do Espírito Santo!
"Buscai O SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto." (Isaías 55.6)

Fonte: www.ccreviver.com.br




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