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Sê Fiel
Editor: Edmar Torres Alves
Informações
Hamas admite que túneis são utilizados para tráfic
Hamas admite que túneis são utilizados para tráfico de armas

DO ENVIADO ESPECIAL A GAZA


Ao fazer a curva para entrar numa das estradas poeirentas de Rafah, quase na fronteira com o Egito, o motorista alerta a reportagem da Folha:

"Estamos entrando na área mais perigosa da faixa de Gaza".

O perigo vem de cima, e o alvo é subterrâneo.

Em Rafah funciona a vasta indústria de túneis de Gaza, que com frequência é bombardeada pela aviação israelense para impedir o tráfico de armas para o Hamas.

Nos três anos em que Israel apertou o bloqueio ao território palestino, os túneis se transformaram num canal econômico vital, que abastece Gaza com todo tipo de mercadoria.

Inclusive armas, admitiu à Folha o porta-voz do governo Taher Alnonno, sem hesitar em confirmar a justificativa israelense para bombardear os túneis.

"Estamos em guerra com Israel, precisamos de armas", diz Alnonno, que sorri ao minimizar o tráfico.

"O que entra são armas leves, como [fuzis] Kalachnikovs, foguetes pequenos e RPG [arma antitanque].

Não são armas nucleares, tanques, ou qualquer coisa que se compare ao poderio de Israel."

É difícil determinar com precisão o número de túneis em operação, mas a estimativa mais conservadora fala em ao menos 700.

Na região de Rafah, fortemente vigiada por guardas do Hamas, a paisagem é dominada por dezenas de montes de areia e toldos de plástico branco.

Cada uma das tendas tem um túnel, de propriedade particular, mas que funciona sob inspeção do Hamas.

Operadores de túneis contam que a prefeitura de Rafah, ligada ao Hamas, cobra uma taxa pela operação.

"Não somos responsáveis pelos túneis, mas fazemos um controle de qualidade", explica Alnonno, "já que muitos alimentos chegam com o prazo de validade vencido e podem representar um risco à saúde".

Nos últimos anos, a industria de túneis se sofisticou cada vez mais.

Antes eles serviam para contrabandear veículos desmembrados, que eram montados em Gaza.

Hoje em dia, algumas passagens subterrâneas são tão amplas que os carros chegam inteiros.

É comum ver modelos japoneses e coreanos circulando ainda com os assentos cobertos de plástico.

Nem a aviação israelense nem a barreira subterrânea de aço que o Egito começou a construir no início do ano na fronteira foram capazes de parar a indústria dos túneis, principal setor econômico de Gaza.

"Os bombardeios têm hora certa e os israelenses sabem por onde passam as armas", minimiza Mohammad Weda, que importou um zoológico inteiro pelos túneis. (MN)

Fonte: www.folha.com

Comentário do editor do blog:

Não somos a favor de guerras, de bloqueios econômicos, etc., mas temos que concordar com Israel, que alega que toda vez que cede terras para os Palestinos, eles em vez de aproveitarem para produzir, criam mais um campo de ataques a Israel com a remessa de bombas e foguetes.

Neste caso temos mais de 700 túneis por onde passam, diariamente, armas [para atacar Israel], além de suprimentos necessários à sobrevivência.

Há alguns anos Israel vem entregando, unilateralmente, terras na faixa de Gaza, e o que ocorre, em vez de produzirem, usam-nas para fazer provocações, conforme já informamos; quando Israel responde aí o mundo todo desaba sobre ele!!!...

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA QUE SOFRE VIOLÊNCIA
Comentários do editor do blog:

O tema de violência contra crianças tem crescido, nesses últimos tempos, em face do crime de pedofilia que tem aumentado, principalmente, dentro de casa, pelos próprios familiares, inclusive pais, avós, irmãos e tios.

Ao nos preocuparmos, com Justiça, com esses casos, às vezes nos abstraímos da violência, de um modo geral, que tem sido praticada no mundo inteiro contra crianças indefesas.

Hoje, Dia Mundial da Criança que sofre Violência estamos trazendo a público algumas histórias de crianças violentadas, em redor do mundo, pelo fato de serem cristãs; ou seja o preconceito religioso tem sido causador de sofrimentos para as criancinhas, das quais é o Reino dos Céus, conforme palavras proferidas pelo Senhor Jesus.

Não vamos nos delongar na apresentação do assunto, deixando os leitores à vontade para lerem as notícias no próprio blog, bem como assistirem ao vídeo anexado.

Um alerta: não estamos, com isso, fazendo apologia de campanha contra os agressores; não é isso; devemos orar para que essas pessoas se convertam a Jesus, e mudem sua vidas para melhor; devemos perdoá-las como fez a menina da última história, pois não podemos orar a favor de conversões se os pecados não forem perdoados, se confessados e deixados.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br







Fonte de todas as matérias:

http://www.portasabertas.org.br/criancas/

O número ao lado do país indica a sua posição na classificação de países por perseguição


"Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros." João 13.34

Quem é o seu melhor amigo? O que você mais gosta de fazer com ele?

É muito legal ter amigos para brincar, conversar, passar um tempo com a gente. E também é sempre bom fazer novos amigos.

A Missão Portas Abertas quer lhe apresentar outras crianças de diferentes partes do mundo para ter uma amizade com você, mas de um jeito diferente. Elas precisam de amigos que estejam orando por elas.

Essas crianças acreditam em Jesus e muitas, por causa disso, não têm amigos. Outras, por esse mesmo motivo, foram separadas de suas famílias. Há até crianças que perderam seus pais.

Nesta página, há histórias de várias crianças que passam por isso. Elas são chamadas de crianças perseguidas, pois sofrem perseguição porque amam Jesus. Elas querem que você seja amigo delas, orando por elas e escrevendo cartas também.

As crianças perseguidas ficarão muito contentes por poder contar com você.

Pedidos de oração

- Heidy, 9 anos, sua irmã, Ambar Gricet, 2 anos e Juan José (2 meses) moram na Colômbia e perderam seus pais por causa da perseguição. Eles estão morando com os avós hoje. Você pode orar para que Deus dê alegria a essas crianças, e também pedir para Deus cuidar dos avós, para que eles tenham força para criar seus netinhos. Depois de orar, você pode fazer um desenho para eles.

- Em outro lugar da Colômbia, existe um abrigo onde moram 50 crianças e adolescentes, longe de seus pais. Elas saíram de casa porque a família delas foi afetada pela perseguição. Ore por essas crianças, que sentem falta de seus pais e seus irmãos. Peça a Deus para mostrar a cada uma delas que Ele é um Pai bondoso. Ore também pelas pessoas que trabalham nesse abrigo. Depois de orar, você pode fazer um desenho para elas.

- No Paquistão, Huma, que tem 12 anos, foi sequestrada e forçada a se casar com um homem muçulmano de 37 anos de idade. Ore pela mãe dela, para que consiga sua filha de volta. Também peça a Deus para proteger Huma de maus-tratos.

- No Azerbaijão, um país próximo à Rússia, 12 crianças estavam na casa de uma senhora da igreja, ouvindo histórias bíblicas, quando a polícia chegou e começou a interrogá-las. A lei daquele país proíbe o ensino religioso para crianças. Ore por essas crianças, para que não tenham medo de aprender mais sobre Jesus, mesmo que isso seja perigoso.


Veja o vídeo

A fé vigorosa de uma criança





15/6/2009 - 11h41

Menina de 12 anos é sequestrada e forçada a se converter ao islamismo

Saiba mais sobre a Igreja Perseguida no Paquistão

PAQUISTÃO (14º) - Uma cristã, mãe de uma menina de 12 anos que foi sequestrada, coagida a se converter ao islamismo e obrigada a se casar com um muçulmano de 37 anos, espera recuperar sua filha em uma audiência.

A reação das autoridades paquistanesas em relação às denúncias de Sajida Masih – de deboche, dizendo que não há nada que ela possa fazer porque sua filha é uma muçulmana agora – mina a esperança dela recuperar sua filha, Huma.

Sajida conta que Muhammad Imran sequestrou Huma a mão armada no dia 23 de fevereiro, e a forçou a se converter ao islamismo e a se casar com ele. Desde então, Imran desapareceu com sua primeira esposa, seus três filhos e com sua nova esposa de apenas 12 anos.

Sajida, que trabalhava na mesma fazenda de Imran, conta que o sequestro aconteceu no dia do casamento de seu filho. A mulher disse que quando mandou a menina ir, com a tia, ver se o carro que as levaria para a cerimônia havia chegado, Imran – que havia ajudado nos preparativos do casamento – estava esperando pela menina e falou para ela subir na garupa de sua moto.

Huma não entendeu o que estava acontecendo, segurou a mão de sua tia com força, e disse que não iria.

O advogado de Sajida, que pediu anonimato por questões de segurança, disse que Imran sacou uma pistola e falou para Huma que atiraria nela e em seus pais se ela não o obedecesse; o homem também apontou a arma para a tia da menina e disse que a mataria também. Huma, então, subiu em sua garupa e nunca mais foi vista por sua família.

Sajida foi direto falar com Khan Buhadur, dono da fazenda onde ela e Imran trabalhavam, que disse para que ela terminasse o casamento de seu filho e fosse vê-lo à noite. O advogado da cristã disse que quando ela e os parentes procuraram Khan após a cerimônia, ele disse apenas que Imran havia fugido com sua família e a menina, e que não sabia dizer o paradeiro deles.

Suspeitando que o dono da fazenda estivesse envolvido com o sequestro, Sajida foi até a delegacia de polícia em Gujranwala. Primeiro os policiais debocharam dela, conta o advogado, e depois disseram que era para ela voltar e falar com Khan porque “somente ele poderia fazer alguma coisa”. Por muitos dias, os policiais e Khan fizeram com que ela ficasse indo e vindo sem resolver nada.

Incapaz de fazer com que a polícia registrasse a queixa, Sajida procurou um advogado e levou uma petição para a delegacia. Os policiais jogaram a petição na lixeira.

Três dias após o sequestro, a polícia finalmente registrou uma queixa no dia 26 de fevereiro – mas mudou a idade da menina sequestrada de 12 para 16 anos. Depois, o investigador Niaz Khan disse a Sajida que a queixa era inútil porque ela era muito pobre para contratar um advogado e que deveria tentar um acordo extrajudicial com Imran – e deu a entender que sabia do paradeiro da menina.

Um amigo de Imran identificado apenas como Javed contou para a família Masih que Huma havia se convertido ao islamismo e casado com o homem, que já era pai de três crianças. Javed ainda disse a polícia não faria nada porque Imran havia pagado 620 dólares à família da menina.

O advogado conta que logo após receber notícias da menina, a família recebeu uma notificação do tribunal, comunicando que Imran havia entrado com um pedido de anulação da queixa pelo sequestro de Huma, argumentando que ela era uma adulta e havia se convertido ao islamismo e se casado com ele por vontade própria.

De acordo com a certidão de nascimento de Huma, arquivada na Igreja Católica de São José em Gujranwala, a menina nasceu no dia 22 de outubro de 1996. O advogado disse que Imran falsificou uma certidão dizendo que a ela nasceu em 23 de dezembro de 1990, o que a faria ter 18 anos. A idade legal para casamento no Paquistão é de 16 anos.

Só depois de receber a notificação do tribunal foi que Sajida entrou em contato com o advogado que toma conta do caso e que é pago pelo Centro Americano de Lei e Justiça.

Uma audiência foi marcada no dia 6 de maio, mas por causa da mudança de um juiz, ela foi adiada para junho. A família e o advogado não quiseram esperar e foram com um oficial de justiça até a fábrica de Khan Buhadur em Gujranwala no dia 14 de maio, na esperança de reencontrar a menina, mas o homem não quis cooperar.

Buhadur está cobrando de Sajida uma dívida de 1.240 dólares, que a mulher supostamente pedira emprestado, mas a cobrança só foi feita depois do sequestro de Huma – o advogado acredita que a cobrança é na verdade uma tentativa de extorquir dinheiro em troca de informações sobre o paradeiro da menina. Khan relaxou a cobrança depois da visita do oficial e dos esforços do advogado.

Em uma reunião de moradores no dia 16 de maio, Khan disse que Imran devia dinheiro a ele e que por isso informaria aos policiais o paradeiro da menina, se soubesse de alguma coisa.

Outro proprietário de terra, Karamat Ali Saroyya, mandou chamar Sajida e disse que Huma estava em Muridke, próximo a Lahore, mas quando a mulher e seu advogado foram até a polícia de Muridke, não conseguiram achar a menina.

Depois disso, Karamat exigiu que Sajida trabalhasse durante um ano em seu campo para conseguir sua filha de volta.

O advogado da família Masih e outros representantes legais disseram que a polícia e os funcionários da prefeitura que lidam com as certidões de nascimento e óbito, têm sido relutantes em ajudá-los, pois dizem que Huma se converteu ao islamismo e não há motivos para devolver a menina aos pais não-muçulmanos.

Paquistão (14º) Tradução: Portas Abertas

Fonte: Compass Direct



13/4/2009 - 11h36

Polícia continua repressão a cristãos, incluindo crianças

Saiba mais sobre a Igreja Perseguida no Azerbaijão

AZERBAIJÃO (24º) - A polícia da cidade de Agdash, próxima a Göycay, recusa-se a explicar porque oito oficiais, incluindo seus comandantes, invadiram uma reunião religiosa pacífica que ocorria em uma residência particular no dia 25 de março. O chefe do departamento de comunicação com o público da polícia secreta na capital Baku, Arif Babaev, negou que o Ministério de Segurança Nacional tenha algum envolvimento:
“Nunca nos envolvemos em tais atividades”, disse ele. “Nós não conduzimos esse tipo de operação – Essa é uma informação falsa.” Ao ser informado de que a imprensa cita autoridades policiais locais que declaram a participação de oficiais do Ministério em uma “operação conjunta”, ele voltou a negar.

Babev também negou que seu Ministério esteja envolvido no impedimento de reabertura da mesquita Abu Bekr em Baku. “Não faz parte da nossa competência abrir ou fechar mesquitas”, declarou ele.

Outros permanecem descrentes sobre as negativas de envolvimento do ministério nesses dois casos e em outras restrições de liberdade religiosa. “Seu trabalho é secreto – eles nunca dizem quando estão envolvidos em atividades contra organizações religiosas”, afirmou um comentarista de Baku que pediu anonimato.

Os batistas disseram que os oficiais os insultaram por causa de sua fé. Durante a invasão, um dos policiais disseram: “Estávamos atrás de vocês, e agora os pegamos! O grupo de cristãos informa ainda que os pais haviam sido convidados a enviar seus filhos para a casa de Vera Zhuchaeva para ouvir histórias bíblicas no período do feriado de primavera Novruz. Eles afirmam que 12 crianças estavam presentes mediante permissão específica de seus pais.

“A polícia entrou e reuniu todas as crianças em uma sala”, informou Lilia Hudaverdieva, membro da congregação batista em Baku e visitante em Agdash. “Um oficial da polícia, um representante do Comitê estadual e um professor fizeram perguntas às crianças sem que os pais estivessem presentes, ainda que as crianças chorassem a ponto de serem ouvidas na vizinhança. Eles não permitiram a entrada dos pais para retirar as crianças”. Somente após terem anotado seus nomes, os pais puderam buscar os seus filhos.

A polícia confiscou 508 livros, 40 filmes, bem como o aparelho de vídeo. Os cristãos reiteram que não há nada de ilegal nos livros e nos filmes – eles destacam que muitos filmes são de Hollywood com temas bíblicos.

Lilia Hudaverdieva e outras duas visitantes da congregação de Baki, Sara Babaeva e Ofelia Yakulova, foram levadas à delegacia de polícia. Elas foram interrogadas por quatro horas e tiveram seus documentos de identidade apreendidos. Lilia disse que a polícia fazia perguntas “provocativas”, mas que ela e suas amigas “disseram a absoluta verdade”. Ela informou que só foram liberadas pela polícia depois da meia-noite.

As três tiveram que retornar à delegacia no dia seguinte para retirar seus documentos. A polícia as levou ao escritório do promotor, onde foram novamente insultadas por sua fé e multadas. O promotor distrital de Agdash, Munis Abuzarli, disse que as três foram penalizadas por violarem o artigo 199 do código de ofensas administrativas por “disseminarem ilegalmente o cristianismo e outras crenças”. Ele disse que cada uma foi multada em 10 Manats (equivalente a 9 Euros ou 12 Dólares americanos).

Ao ser questionado sobre como as três batistas violaram a lei, Munis argumentou que elas ensinavam religião às crianças. “Não se pode atrair crianças para atividades religiosas”, destacou ele. Questionado por que as mulheres cometeram tal violação, já que as crianças tinham permissão de seus pais, ele respondeu: “A lei trata disso como uma violação. Se elas cometeram essa ofensa, elas devem ser multadas de acordo com a lei”.

Lilia Hudaverdieva reclamou que como os bancos estavam fechados por ocasião do feriado de Novruz, a polícia solicitou às três mulheres o pagamento da multa em dinheiro. “Não recebemos nenhum documento ao sermos multadas e nenhum recibo de pagamento”, informou.

Ela também questionou sobre como a polícia de Agdash apresentou as informações para a imprensa local sobre as atividades dos batistas. A invasão foi mostrada inúmeras vezes na televisão, incluindo no jornal da noite do canal privado ATV no dia 27 de março. Uma matéria também foi publicada no site da Agência de Imprensa Azeri (APA) no dia 26 de março, que serviu como base para outros sites de notícias, afirmando a ação em conjunto entre a polícia de Agdash e o Ministério de Segurança Nacional.

Na matéria da APA constavam as idades e endereços completos de Vera Zhuchaeva e das três mulheres de Baku. “Isso foi uma infelicidade”, afirmou Lilia.

O secretário-geral da União Batista do Azerbaijão, Elnur Jabiev, foi além. “Isso é um perigo”, disse ele diretamente de Baku no dia 31 de março. “Nacionalistas saberão os seus endereços. A polícia não deveria ter dado essa informação aos jornalistas”. Devido à recusa da polícia de Agdash em tratar da invasão, permanece não esclarecido se isso foi feito deliberadamente para intimidar outros batistas. As autoridades têm utilizado jornalistas com frequência para intimidar membros de religiões minoritárias, incluindo crianças.

Lilia se deparou com outros problemas quando retornou ao trabalho após o feriado de Novruz. Ela disse que o Ministério de Segurança Nacional contou à matriz da empresa estatal onde ela trabalha sobre suas atividades em Agdash e sobre a penalidade administrativa. Ela disse que a matriz contatou seu superior, informando-o que a empresa não deveria ter empregados com esse tipo de comportamento. “Eu fui ameaçada de perder meu emprego”, disse ela. “Mas meu chefe é bom e eu pude esclarecer que tudo isso era uma difamação e contei o que de fato ocorreu. Eu disse a ele que não sou criminosa”.

Ilya Zenchenko, chefe da União Batista, disse que os lideres da Igreja Batista de Baku continuarão a visitar membros de igrejas em sua congregação em Agdash.

Tradução: Cecília Padilha

Fonte: Forum18 News Service (em inglês)


Com o objetivo de servir você com mais informações e de lhe oferecer perspectivas de, pelo menos, mais uma fonte, passamos a reproduzir notícias do Forum 18 a partir de 20 de janeiro de 2004, com a devida autorização.

O Forum 18 é uma organização que trabalha para a implementação do Artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, e concentra-se na séria violação da liberdade de religião, e particularmente em situações onde as vidas e bem-estar de indivíduos e grupos são ameaçados, e onde o direito de reunir-se em torno de sua fé é impedido.

O Forum 18 divulga notícias de violação da liberdade de qualquer credo religioso.


Azerbaijão (24º) -


15/4/2009 - 06h38

Suspeitos de estuprarem menina cristã são inocentados

Saiba mais sobre a Igreja Perseguida no Paquistão

PAQUISTÃO (14º) - A polícia declarou três homens paquistaneses inocentes do estupro de uma garota cristã de 13 anos, apesar de todos os depoimentos de testemunhas oculares e provas médicas que indicaram sua culpa.

Na audiência em 3 de abril em Nankana, a polícia da cidade de Sangla Hill inocentou Mohammed Shahbaz, 40, Waqas Sadiq, 30, e Yousaf Sadiq, 25, das acusações de estupro e ameaça a Ambreen Masih.

Shahbaz foi o único suspeito a comparecer na audiência, inicialmente convocada para discutir os termos de sua fiança. Mas o juiz Ijaz Hussan Awan disse que não poderia estabelecer os termos da fiança já que a polícia não queria prendê-lo.

“No Paquistão, sempre foi assim – as pessoas mais influentes podem abordar a polícia e mudar o curso de uma investigação”, disse o advogado Akbar Durrani. “Quanto aos cristãos, eles não podem pressionar a polícia para receberem uma investigação justa.”

Ambreen e sua família acusam Waqas e Yousaf Sadiq de sequestro. Os Masihs também acusaram os homens e Shahbaz de estuprarem a garota, liberarem-na depois de duas horas e ameaçá-la de morte se contasse qualquer coisa para as autoridades.

Os três homens, juntamente com um parente, Zahid Riyasat (25), sequestraram Ambreen pela segunda vez em 5 de fevereiro. Quando seus pais ficaram preocupados com seu sumiço, Munir Masih, seu pai, organizou uma busca com outros cristãos locais. Eles encontraram os três suspeitos na casa dos Sadiq, violentando a menina sob a mira de armas.

Quando os cristãos se aproximaram dos suspeitos, os acusados dispararam tiros de alerta no ar e fugiram, afirma Munir Masih.

Ambreen voltou para casa com sua família. Ela disse que quando os sequestradores a raptaram pela primeira vez, disseram:
“Vamos matar seus pais se você contar sobre o que aconteceu.”

No dia seis de fevereiro, Masih obteve uma permissão do magistrado judicial de Sangla Hill para realizar um exame em Ambreen, que estabeleceu que ela havia sido estuprada. Seus pais procuraram a polícia para prestar queixas contra os três homens, mas os policiais disseram que abririam uma investigação somente depois que o centro de ajuda legal (CLAAS em inglês) os empurrasse.

Depois que a polícia declarou os três homens inocentes, os advogados que representavam Masih acusaram os familiares dos suspeitos de subornar a polícia.

“Naquela vila, os cristãos não são nada para os muçulmanos, eles têm que trabalhar para eles, e muitas vezes nem são pagos”, disse Katherine Sapna, trabalhadora do CLAAS.

Os três acusados são parte de uma família rica de donos de terra em Sangla Hill. Ambreen vem de uma origem pobre e tem sete irmãos, e trabalha como secretária doméstica juntamente com suas irmãs.

Os advogados apelaram da sentença, e esperam novas decisões.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: Compass Direct

Paquistão (14º) -



19/5/2009 - 14h33

Garoto cristão de 5 anos é encontrado morto

Saiba mais sobre a Igreja Perseguida no Iraque

IRAQUE (17º) - De acordo com um grupo que cuida de liberdade religiosa, um garoto cristão de 5 anos foi sequestrado e executado por um grupo desconhecido, que pediu um resgate de U$50.000.

Tony Adwar Shawell foi sequestrado no dia 5 de março. Seu corpo foi encontrado com diversos ferimentos à bala no dia 11 de maio.

Desde a invasão dos Estados Unidos em 2003, é comum que gangues criminosas e militantes islâmicos seqüestrem e assassinem os cristãos. A identidade dos seqüestradores de Shawell ainda é desconhecida.

Juliana Taimoorazy, presidente do Conselho de ajuda cristã declarou que havia recebido pistas sobre a localização do corpo do menino.

Ela ressaltou que os cristãos querem viver pacificamente com os outros iraquianos, e pediu para que a comunidade internacional e o governo dos Estados Unidos protejam os cristãos no Iraque.

Jonathan Racho, diretor regional da International Christian Concern na África e Oriente Médio comentou: “Esse último acontecimento indica a deterioração da situação para as minorias cristãs no Iraque. Também é um sinal muito claro do perigo que todos os cristãos iraquianos enfrentam no país. Pedimos que os iraquianos e o governo americano coloque um fim no extermínio sistemático dos cristãos no Iraque.

Vemos nas notícias recentes que há um grande êxodo de cristãos no Iraque. Além disso, os poucos que ainda estão no país são atacados de alguma forma. O Iraque precisa de nossa oração. Peça a Deus que derrame paz sobre o país e força para nossos irmãos iraquianos.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: Christian Post

Iraque (17º) -




2/1/2009 - 14h34

Menina cristã mutilada perdoa seus agressores

Saiba mais sobre a Igreja Perseguida na Índia

ÍNDIA (26º) - Extremistas hindus queimaram o rosto de uma menina cristã de 10 anos, infligindo-lhe ferimentos com estilhaços em 40% de seu corpo e forçando sua família a se esconder em uma floresta e fugir para um campo de refugiados no Estado de Orissa.

Mas esse drama não abalou sua fé nem sua gratidão a Deus por esse tempo.

“Natal é tempo de agradecer ao menino Jesus que me salvou do fogo e salvou o meu rosto que estava ferido e desfigurado”, disse Namrata Nayak à agência de notícias Asia News.

O rosto de Namrata foi gravemente mutilado após um ataque com bomba de extremistas hindus na casa onde ela estava em 26 de agosto. Eles arrombaram a casa e a incendiaram enquanto Namrata e seus irmãos se escondiam em um pequeno banheiro. Antes de saírem da casa, eles deixaram uma bomba em uma cômoda, de acordo com o relato.

Enquanto a menina avaliava o que fora destruído, a bomba detonou e queimou seu rosto.

A explosão também alojou estilhaços dentro de seu rosto, mãos e costas.

A mãe de Namrata, Sudhamani, veio correndo da floresta, onde tinha se escondido.

“Nós vimos tudo queimado e tememos que alguém tivesse morrido nas chamas”, disse Sudhamani. “Em vez disso, graças a Deus, todos estavam bem. Apenas essa minha filha tinha se ferido. Mas Jesus cuidou dela. Nós a levamos para o hospital em Berhampur ainda inconsciente e gravemente ferida.”

Namrata passou 45 dias se recuperando no hospital. A despeito de todos seus problemas, ela está alegre e dando graças a Deus por tê-la curado.

“Há muita dor e sofrimento, e eu não sei por quanto tempo as forças especiais irão nos proteger”, disse ela ao Asia News. “Mas Natal é um tempo de gratidão. Estou com medo de que meu povo ainda seja atacado, mas essta é a nossa vida. Se Deus me salvou, ele também pode salvar outros cristãos.”

Os agressores hindus juraram outro ataque de grande escala contra os cristãos durante o Natal. A violência começou após os cristãos terem sido culpados pela morte do líder hindu Swami Laxmanananda Saraswati em 24 de agosto. Eles continuam a ser perseguidos embora os maoístas tenham admitido abertamente terem assassinado Saraswati.

Os hindus ofereceram dinheiro, comida e álcool para quem assassinar cristãos e destruir suas casas, especialmente os pastores. Milhares de casas e igrejas foram destruídas, e os cristãos foram forçados a fugir da violência. Muitos foram encharcados com querosene e incendiados após recusarem a renunciar sua fé em Cristo.

No entanto, Namrata encoraja os cristãos indianos a perdoar seus agressores hindus.

“Perdoamos os radicais hindus que nos atacaram e incendiaram nossas casas”, disse ela a Asia News. “Eles estavam loucos, eles não conhecem o amor de Jesus. Por esse motivo, agora eu quero estudar para que, quando for mais velha, possa dizer a todos quanto Jesus nos ama. Esse é o meu futuro.”

Namrata disse que o plano de sua vida é compartilhar a mensagem do amor de Deus.

“O mundo viu meu rosto destruído pelo fogo. Agora, ele deve conhecer o meu sorriso cheio de amor e paz”, disse ela. “Quero dedicar minha vida a difundir o evangelho.”

Tradução: Getúlio Cidade

Fonte: World Net Daily

Índia (26º) -


Fonte: www.portasabertas.org.br

Alguns minutos de Paz
Philadelphia Genial-emocionante

Inusitado. É um clip de 3min 52seg num mercado da Philadelphia.

Os artistas infiltrados no meio do povo no mercado, cantando a Traviatta.

Vejam se não é mesmo emocionante e arrebatador.
Imaginem mais de 30 membros da Companhia de Opera da Filadélfia, no meio do povo em um mercado, como transeuntes comuns que, de repente, começam a cantar "La Traviata".

Deixe carregar o vídeo, para visualizá-lo sem interrupções.


              

Fonte You Tube - enviado por e-mail de Nahôr Caruso  

GAZA: Antecedentes ao Embargo Marítimo


Antecedentes ao Embargo Marítimo

Israel retirou suas forças militares e população da Faixa de Gaza em 2005.

O Fatah, então, assumiu o controle da região.

No entanto, em 2007, o Hamas tomou o controle da região à força.

Um dos objetivos declarados do Hamas é a destruição do Estado de Israel e consequente exterminação da população Israelense.

Desde então, o Hamas vem utilizando a região como plataforma de lançamento de mísseis, disparando-os frequentemente, deliberadamente e indiscriminadamente contra a população israelense.

Em dezembro de 2008 a situação tornou-se insustentável, desencadeando uma guerra entre o grupo terrorista e o exército israelense.

O Hamas, no entanto, continua com os ataques até hoje.

É importante lembrar que Israel não age contra a população palestina, mas contra os atos do regime terrorista do Hamas, que não reconhece o Estado democrático de Israel. [Negrito do blog]

Entenda melhor o motivo do embargo:



Por que Israel mantém um embargo marítimo à Faixa de Gaza?

O embargo, portanto, é mais uma das ferramentas pacíficas e legais utilizadas por Israel para pressionar o Hamas a abdicar de suas atividades terroristas e buscar a paz na região.

Israel NUNCA permitiu uma "crise humanitária" na Faixa de Gaza, como noticiado pela mídia anti-israelense.

Na realidade, Israel é um dos muitos países a enviar ajuda humanitária à Faixa de Gaza diariamente, exigindo, apenas, que se faça uma inspeção para evitar o contrabando de armas à região.

Assista o vídeo sobre a ajuda humanitária diária à Faixa de Gaza:



Clique aqui para ler um texto explicativo sobre a legitimidade e legalidade do embargo (em inglês).

Clique aqui

A proposta de Israel à Flotilha

Uma flotilha com 6 embarcações partiu do Chipre com suposta "ajuda humanitária" à Faixa de Gaza.

A marinha israelense interceptou as embarcações com a intenção de negociar pacificamente.

Qual foi a posição da flotilha
REJEIÇÃO ÀS NEGOCIAÇÕES
Israel, então, fez uma proposta à flotilha: que toda a carga "humanitária" passasse por inspeção no porto de Ashdod, em Israel, e, então, seguisse com os próprios ativistas, por via terrestre, à Faixa de Gaza, controlada pela organização terrorista Hamas.
Qual foi a posição da flotilha
REJEIÇÃO À PROPOSTA

Veja o interior do Marmara:







A proposta de Israel à Flotilha

As inspeções de toda e qualquer carga com destino à Faixa de Gaza é comum, ocorrendo, inclusive, com quaisquer doações vindas do Brasil.

Então, pergunta-se: Se esta flotilha é, realmente, humanitária, por que não colaborou com o governo israelense a exemplo do que os outros governos fazem, incluindo o governo brasileiro?

Veja o vídeo em que a Marinha de Israel faz a proposta à flotilha:



Quem são os "Ativistas Pacifistas"?

O IHH (Insani Yardim Vakfi, ou humanitarian relief fund) é uma organização radical islâmica, criada em 1992, na Turquia.

Em 1996, foi identificada pela CIA (Agência de Inteligência dos EUA) como International Humanitarian Hilfsorganization, uma das 15 organizações a facilitar atividades terroristas de grupos na Bosnia.

A CIA ainda informa que a IHH possui conexões com grupos extremistas no Irã e na Argélia.

Em 2008, Israel identificou a conexão entre a IHH e o grupo fundamentalista islâmico Hamas.

Veja os ativistas a bordo, antes da flotilha partir, cantando contra os judeus e exaltando o martírio:



Clique aqui para ver informações sobre a IHH.

Clique aqui

O que realmente aconteceu?

Diante da rejeição dos "ativistas paifistas" a marinha israelense enviou soldados à embarcação para que estes tomassem o controle da mesma, impedindo-a de chegar à Faixa de Gaza sem que fosse feita uma inspeção da carga.

Tamanha era a intenção de pacifismo de Israel, que os soldados receberam ordens para não utilizar armas de fogo, tendo utilizado, apenas armas de paintball.

As armas de fogo poderiam ser utilizadas apenas se os soldados sofressem algum tipo de ameaça às suas vidas.

Veja o vídeo do comandante da marinha israelense instruindo os soldados antes da operação:



A operação era considerada tranquila, no entanto, os soldados não esperavam que os "ativistas pacifistas" eram, na verdade, fundamentalistas preparados para atacá-los, alguns deles tinham, inclusive, máscaras de gás.

Os tripulantes atacaram os soldados com barras de metal, pé-de-cabra, tacos de baseball, facas e armas de fogo.

Os soldados foram vítimas de uma emboscada muito bem planejada.

Ao atacarem os soldados, os tripulantes tomaram suas armas de fogo e as usaram contra eles.

Foi então que os soldados receberam autorização para reagir com as armas de fogo, que ainda não haviam sido disparadas.

Os soldados israelenses abriram fogo, visando atingir as pernas dos atacantes, tomando, assim, controle da situação e da embarcação.

Após controlada a situação, os feridos foram rapidamente transferidos para hospitais israelenses para tratamento.

Vídeo do confronto entre tripulantes e soldados israelenses:



Outro vídeo do confronto:



Clique aqui para ver os detalhes do confronto entre tripulantes e soldados israelenses (em inglês).

Clique aqui






Soldados israelenses feridos

Conclusão

Dos 6 navios, apenas o "Mavi Marmara" não aceitou os termos de negociaçãode Israel.

Por que? O que tinha este navio de diferente dos outros?

Devemos tomar cuidado com a cobertura tendenciosa da imprensa antes de julgar qualquer ação dessa magnitude, que resultou na morte de ao menos 10 ativistas, além dos inúmeros feridos, entre eles soldados israelenses gravemente feridos. [negrito do blog]

Pelos vídeos e fatos expostos, conclui-se que a tripulação do Marmara não tinha fins pacíficos, já que estavam preparados para um confronto.

Apoiamos sempre as soluções pacíficas e, para tanto, lamentamos todas as mortes ocorridas no incidente.

No entanto, elas são de total responsabilidade dos organizadores da flotilha.

Extraído de www.jjo.org.br - Juventude Judaica Organizada - http://www.beth-shalom.com.br

A Juventude Judaica Organizada (JJO) se preocupa em esclarecer as notícias tendenciosas sobre o Estado de Israel e o povo judeu.

Acreditamos que somente através de um ativismo voltado à educação e à cultura poderemos diminuir o preconceito e a intolerância.

Lutamos pela coexistência, respeito, mas, acima de tudo, pela VERDADE. Não acreditem em tudo que a mídia transmite.

Fonte: http://www.beth-shalom.com.br/artigos/flotilha_gaza.html

UMA VEZ MAIS ISRAEL PASSA DE VÍTIMA A VILÃO
UMA VEZ MAIS ISRAEL PASSA DE VÍTIMA A VILÃO


Flagrante no Mar Mediterrâneo nesta segunda-feira: Pacifistas esperando soldados israelenses que fariam a vistoria em navio carregado com ajuda humanitária destinada aos árabes da Faixa de Gaza.

Roberto Kedoshim Especial para o CAFETORAH

Nesta segunda-feira, 31, o mundo uma vez mais se deliciou com sua principal fonte de notícias: Israel. O destaque do dia em quase todos os portais foi: “Israel ataca navio de ajuda humanitária para Gaza!”. Ah! Não tem manchete mais doce para os inimigos dos judeus. E como a moda do momento são os fóruns das edições virtuais dos jornais impressos, a carga de comentários inconseqüentes é dobrada.

Num grande portal alguém escreve: “Estive em Israel, em um período de relativa paz entre judeus e palestinos, e pude testemunhar que os palestinos são tratados como seres inferiores, quase como animais, pelos representantes do povo eleito”.

Mentira. Dizer que as autoridades israelenses tratam mal os árabes que aqui residem é opinião de quem nunca esteve em Israel ou de alguém que é descaradamente mentiroso. As autoridades locais são, como quase todos os habitantes desta parte do globo, impessoais, distantes, profissionais. Sejam seus interlocutores árabes ou judeus. Volta e meia se permitem um sorriso quando vêem diante de um Passaporte brasileiro. Vocês não fazem idéia de como nosso povo é querido por aqui!

Noutra participação, uma leitora protesta: “Como parte da humanidade, subscrevo minha mais veemente indignação contra o ataque militar desfechado por Israel contra o comboio de ajuda humanitária da ONU”.

Comboio da ONU? Donde ela tirou esta idéia? Os barcos fazem parte de um comboio islâmico-esquerdista com militantes de diversas nações pró-árabes.

Claro que comentários racistas, anti-semitas e nazistas são veiculados aos borbotões e não merecem citação aqui.

Mas, afinal de contas, qual a verdade por trás das ações de Israel nesta segunda-feira? Bem, vamos por partes.

O navio interceptado pelas Forças de Defesa de Israel (FDI) chama-se Marvi Marmara e faz parte de uma flotilha de seis embarcações supostamente carregada de ajuda humanitária para os moradores da Faixa de Gaza. Digo “supostamente”, pois a menos de um ano as mesmas FDI abordaram outro navio “humanitário” onde foram encontradas toneladas de armas para os grupos terroristas atuantes no enclave árabe localizado no território israelense. Ou seja, Israel tem motivos de sobra para agir preventivamente, pois há precedentes de falcatrua neste tipo de operação.

Sabendo que está sempre no olho-do-furacão da mídia mundial, Israel calcula cada uma das suas ações, de modo a não violar nenhuma convenção internacional. Detentora dos mais modernos meios de comunicação, as FDI não só abordaram antecipadamente o navio em questão como filmaram cada passo da operação. Desta forma, cercaram-se de garantias legais para defesa futura em possíveis tribunais de acusação.

(Clique no vídeo abaixo e veja as advertências dirigidas ao comandante do Marvi Marmara)



Mas, afinal de contas, quem eram as pessoas presentes no comboio formado pela flotilha dita humanitária?

Talvez observando o currículo de uma brasileira, descendente de Coreanos, que estava no maior barco da flotilha, possamos lançar luzes sobre esse enigma. Iara Lee é uma jovem idealista, fundadora da “Caipirinha Fundation”, aparentemente uma companhia cultural cujo tripé ideológico é “Faça Filmes e não Guerra”; “Faça Música e não Guerra” e “Faça Comida e não Guerra”. Sua página na Internet aponta para mais de uma centena de organização com as quais ela mantém algum tipo de vínculo.

Praticamente todas são esquerdistas ou árabes, inclusive grupos de apoio ao regime de Mahamoud Ahamadnejad e a prosaica Pyongang University of Science and Technology onde ela, aparentemente, faz parte de um seleto grupo de professores internacionais dispostos a apoiar o desenvolvimento da Ciência e Tecnologia da Coréia do Norte (!). Para quem fundou uma organização baseada no desejo de fazer Filmes, Música e Comida ao invés de Guerras, creio que associar-se às autoridades da Coréia do Norte não é a opção mais sensata.

Bem, em todo caso, Iara Lee representa bem os 750 ativistas pró-palestinos que estavam divididos nos 6 barcos.

Mas, tem algo mais escabroso ainda nesta história. O maior navio do comboio, justamente o que foi abordado por Israel, conduzia algo em torno de 600 pessoas e navegava sob bandeira turca. A tripulação e convidados a bordo eram, em sua maioria, membros de uma obscura organização chamada Insani Yardım Vakfi, cujo nome é mais conhecido pea sigla ocidentalizada IHH, que traduzida não é “Insana”, como possa parecer, mas “Fundo de Ajuda Humanitária”.

A tal IHH tem uma aberta ligação com lideranças turcas e do grupo terrorista Hamas. De fato faz ações pontuais de filantropia entre grupos islâmicos, tendo uma singela predileção para aqueles que são mais radicais, preferencialmente os ativistas do Jihad Islâmico.

Grupo criado em1992, tem a sede em Istambul, onde está estabelecido desde 1995. É dirigido por Bülent Yildirim, um radical islâmico, anti-americano, ligado à Irmandade Muçulmana, grupo considerado como “O Pai” do Hamas).

Para quem quiser se aprofundar mais conhecendo os meandros que compõem esta organização, inclusive suas ligações com a Al-Qaeda, sugiro que leia um bom artigo existente sobre eles na Internet e que pode ser acessado clicando aqui.
Clique aqui
O navio da IHH, Mavi Marmara, deixou Istambul, em 22 de maio contando com mais de 100 ativistas do grupo e em Antalya recebeu o restante dos 500 passageiros que estão a bordo.

Em entrevista para a imprensa, no dia 7 de abril passado, o líder da IHH, Bülent Yildirim já dava o tom do que esperava fazer quando se aproximasse da costa israelense. Provocativamente, Yildirim disse que a frota seria um “teste” para Israel, dando a entender que provocaria as autoridades israelenses, fato que acabou sendo concretizado na madrugada desta segunda-feira.

No dia 23 de maio passado, o web-site da organização dizia que se houvesse impedimento para a frota chegar à Faixa de Gaza, Israel ficaria isolado no mundo e colheria os frutos dos danos que causaria a si próprio.

Foi fundamentado neste currículo e vociferando estas ameaças que a flotilha chegou à costa de Gaza.

A foto do início desta matéria mostra um flagrante registrado pelos jornalistas que acompanhavam o comboio, e dá uma idéia do que os soldados israelenses encontraram quando abordaram a embarcação que não respeitou as advertências anteriormente feitas.

Ao interceptar o navio, as FDI estavam preparadas e, ao mesmo ainda tinham vívidas na memória lembranças do que grupos como estes são capazes de fazer. Em outubro do ano 2000, três soldados israelenses se perderam ao voltar para o quartel onde estavam baseados e foram detidos por soldados da Autoridade Palestina (AP) na Cisjordânia.

Levados para uma delegacia de Ramallah, foram linchados por uma turba de mais de mil árabes que cercaram o prédio da delegacia e, com a ajuda de policiais da própria AP, tiveram seus corpos retalhados. A cena de um árabe, com as mãos manchadas de sangue, comemorando a decapitação do jovem israelense chocou o mundo.




Turba de árabes faz linchamento de soldados israelenses em Ramallah no ano 2000. Esta cena esteve perto de se repetir nesta segunda-feira.

Dois vídeos distribuídos no final da tarde pelas FDI mostram os quão próximos os soldados israelenses estiveram de uma reedição das cenas de Ramallah há 10 anos.

Por tudo isso, pessoas sensatas (e informadas) de todo o mundo estão solidárias com Israel. Você que acaba de tomar conhecimento destes fatos, pegue o link desta matéria e divulgue para o maior número de pessoas que puder. Israel não precisa de aliados. Israel já tem SEU aliado ETERNO. Neste momento é A Verdade quem precisa de aliados. Divulgue-a.

Assista agora a dois vídeos divulgados pelas FDI no final da tarde em Israel. Filmados com câmera com recursos de infravermelho, a ação aconteceu de madrugada, quando sorrateiramente os barcos, com suposta ajuda humanitária, procuravam se aproximar da Faixa de Gaza.

Por que entrar sorrateiros e de madrugada se se tratava de uma ação legítima? Com a palavra, os pacifistas.

PRIMEIRO VÍDEO: A AÇÃO VISTA DE CIMA.





SEGUNDO VÍDEO: TENTATIVAS DE LINCHAMENTO.





(Matéria escrita especialmente para a site Cafetorah)

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Publicado em Notícias

Fonte: http://noticiasdesiao.wordpress.com/2010/06/01/acao-em-gaza/

Militares israelenses veem alguns erros em operaçã
01/06/2010 - 17h07 / Atualizada 01/06/2010 -

19h32 Militares israelenses veem alguns erros em operação em Gaza

Dan Williams
Em Jerusalém


Inteligência falha, equipamentos e táticas erradas.

Os militares de Israel reconheceram na terça-feira (1º) ter cometido grandes erros na abordagem desastrosa de um barco de ajuda humanitária com destino a Gaza, na qual tropas de elite mataram nove ativistas internacionais.

Tensão em Israel

Na ONU, Israel acusa frota de não ter objetivos humanitários

Embora os israelenses tenham tomado partido de seus militares perante a fúria estrangeira, a recriminação doméstica --com as palavras "Fiasco" e "Desordem" dominando as manchetes dos jornais-- revelou uma erosão na confiança que fez lembrar os reveses sofridos na guerra do Líbano de 2006.

Um comentarista israelense pediu a saída do ministro da Defesa, Ehud Barak. Integrantes do governo prometeram investigar o caso, mas a insistência deles de que os ativistas pró-palestinos teriam provocado a violência encontrou ouvidos entre o enraivecido público israelense.

Os fuzileiros navais envolvidos no ataque apontaram para uma falha na inteligência.

"Não esperávamos tal resistência dos ativistas do grupo, pois se tratava de um grupo de ajuda humanitária," disse o comandante do grupo que embarcou no navio, um tenente não identificado à rádio do Exército.

"O resultado foi diferente do que havíamos pensado, mas devo dizer que isso ocorreu principalmente por causa do comportamento inapropriado do adversário que encontramos."

Embora a quarentena imposta pela polícia de Israel aos ativistas do Mavi Marmara tenha impedido a divulgação de testemunhos do outro lado, um vídeo gravado por um dos passageiros da embarcação invadida mostrou dois fuzileiros navais sendo agredidos com um porrete e esfaqueados.

Os militares israelenses também divulgaram uma filmagem especial para a noite de meia dúzia de soldados lutando com cerca de 30 ativistas.


As imagens provocaram sentimentos de incredulidade e vergonha em Israel. Lendários pela exploração sigilosa do mar, os combatentes que invadiram o barco Mavi Marmara pareciam despreparados para o confronto corpo a corpo --estavam em desvantagem numérica, quase foram derrotados, embora representassem uma força militar superior.

Jason Alderwick, especialista do Instituto Internacional para Estudos Estratégicos de Londres, culpou os fuzileiros navais por não tomarem a embarcação de forma mais eficiente.

"O sucesso começa com planejamento e inteligência apropriada, e eles já haviam entrado em barcos daquele tipo antes," disse ele.

"Desta vez, eles não entraram com a força suficiente, rápido o bastante e em número suficiente para estabelecer o controle total."

Alguns dos soldados portavam fuzis de paintball --armas não letais destinadas a ferir, a revidar e a marcar os suspeitos para prisão posterior, mas que acabaram se provando de uso limitado contra os ativistas que tinham coletes salva-vidas e máscaras de gás.

"Está claro que o equipamento para dispersão de multidão que usavam era insuficiente," disse o chefe das Forças Armadas de Israel, o tenente-general Gabi Ashkenazi, a jornalistas.

Não havia como abortar a operação uma vez que os primeiros israelenses entraram em combate e ficaram vulneráveis, embora a Marinha tenha dito que alguns soldados optaram por fugir pulando no mar.

Israel informou que sete fuzileiros navais foram feridos, um deles depois que ativistas o jogaram contra uma grade e dois que foram baleados.

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