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Sê Fiel
Editor: Edmar Torres Alves
Opinião
Existe vida extraterrena inteligente?




Muitas mentiras enganosas são semeadas na mente da juventude de hoje através das escolas, dos livros, dos filmes e da televisão. São muitos os enganos populares que negam a Deus e o Evangelho de Jesus Cristo. Dois deles são sustentados mundialmente: 1) a evolução (ensinada como fato nas escolas públicas); e sua corolária, 2) a existência de vida inteligente em outros planetas. Se a vida evoluiu na Terra por acaso, então por que não em outros lugares? A possibilidade de algum outro ser possuir ciência e tecnologia mais avançadas que as nossas é extremamente empolgante para a humanidade: nós não estaríamos sozinhos no Universo!

Robert Jastrow, fundador e por muitos anos diretor do Instituto Goddard de Estudos Espaciais (que exerceu um papel-chave nos projetos das sondas espaciais Pioneer, Voyager e Galileu), sugeriu que a vida teria se desenvolvido em alguns planetas 10 bilhões de anos antes de acontecer aqui na Terra. Esses seres poderiam estar além do homem na escala evolucionária – assim como o homem se encontra à frente dos vermes – e apareceriam como deuses para nós quando os encontrássemos: um pensamento emocionante mas também aterrorizante.

Sérios esforços internacionais têm estado em funcionamento durante os últimos anos visando contatos com inteligências extraterrestres (IETs). Nos Estados Unidos, o programa foi chamado de Busca de Inteligência Extraterrestre (Search for Extraterrestrial Intelligence – SETI). Várias nações investiram pesado no envio de sinais de rádio ao espaço e na captação de algum retorno dos mesmos. A sonda espacial Voyager, que já deixou nosso sistema solar para se aprofundar mais no espaço, carrega a seguinte mensagem num disco de ouro fixado no seu exterior, pois esperava-se que alguma vida amiga o encontrasse e fizesse contato com a Terra em resposta:

Nós lançamos esta mensagem no Cosmo... isto é um presente de um pequeno, distante mundo... Esperamos que algum dia tenham resolvido os problemas que enfrentamos, para reunir uma comunidade de civilizações galácticas. (Assinado) Jimmy Carter, presidente dos Estados Unidos da América, 16 de junho de 1977.

Crê-se popularmente que seres de outros planetas já teriam visitado a Terra por algum tempo em naves espaciais cuja composição e propulsão nossos cientistas não podem explicar. Essas naves foram batizadas de Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs). Milhares de aparições são reportadas anualmente no mundo inteiro, a maioria das quais tendo alguma explicação terrestre. Isso ainda deixa numerosas aparições que, sob cuidadosa investigação, parecem indicar que alguma coisa "não deste planeta" está nos visitando, por razões desconhecidas.

Tem havido várias investigações governamentais dos OVNIs. Os resultados permanecem em segredo. De acordo com os arquivos liberados conforme a Lei de Liberdade de Informação, o FBI foi envolvido na procura por evidências em supostos locais de acidentes com OVNIs. Numa carta datada de 27 de setembro de 1947, entretanto, o diretor do FBI, J. Edgar Hoover, escreveu para o Ministro da Aeronáutica, George C. McDonald, que estava orientando o órgão governamental a "suspender toda a atividade de investigação relativa às aparições reportadas acerca de disco voadores", e que as dúvidas fossem apresentadas à Força Aérea.(1) Contudo, o FBI continuou envolvido no processo. Considere o memorando interno do FBI, datado de 2 de outubro de 1962, de W. R. Wannall para W. C. Sullivan: "Aparentemente não se faz necessário dar instruções adicionais... relativas a discos voadores. Esta matéria será novamente revisada por volta de 3 de outubro de 1963."(2)

Arquivos do FBI, dos quais tenho cópias, incluem numerosas reportagens sobre misteriosos objetos voadores, vistos por observadores competentes, incluindo pilotos da Força Aérea e pessoal do FBI. A grande velocidade dos objetos, a ausência dos meios de propulsão conhecidos na Terra, e manobras impossíveis para naves terrestres indicam origem extraterrestre. Os relatos quase sempre incluem observações sobre marcas deixadas por um objeto pesado, bem como áreas queimadas e radioativas onde os OVNIs supostamente teriam aterrissado. Um memorando do Diretor Executivo da CIA (cuja data foi apagada) para o Diretor da Central de Inteligência afirma:

Relatos de incidentes nos convencem de que algo está acontecendo e precisa de atenção imediata. Os detalhes de alguns desses incidentes têm sido discutidos pelo AD/SI com DDCI. Aparições de objetos inexplicáveis a grandes altitudes e viajando a grandes velocidades nas proximidades de uma importante instalação americana de defesa são de tal natureza que não são atribuíveis a fenômenos naturais ou a tipos conhecidos de veículos aéreos.(3)

Contradições: fatos X pesquisadores

Alguma possibilidade de que vida inteligente tenha evoluído por acaso na Terra ou em qualquer outro lugar pode ser rapidamente descartada. O eminente astrônomo britânico Sir Fred Hoyle salienta que "mesmo se o Universo tivesse consistido, a princípio, de um caldo orgânico" do qual a vida seja feita, a chance da produção das enzimas básicas da vida pelo acaso, sem um norteamento inteligente, pode ser aproximadamente de uma em 10 seguido de 40.000 zeros. A impossibilidade desse número pode ser vista na seguinte ilustração. A probabilidade de se "estender a mão" ao acaso e apanhar um átomo específico do Universo seria de cerca de 1 em 10 seguido de 80 zeros. Se cada átomo deste Universo se tornasse num outro Universo, a chance de "estender a mão" a esmo e pegar um átomo desses universos seria de cerca de 1 em 10 seguido de 160 zeros.

Então Hoyle explica por que essa teoria completamente impossível ainda é respeitada, e acusa os evolucionistas de interesse-próprio, pressão injusta, e desonestidade:

Essa (impossibilidade matemática) é bem conhecida dos geneticistas e ainda assim ninguém parece dar um basta final à teoria... por causa do seu peso sobre o sistema educacional... ou você crê nos conceitos ou será visto como herege.(4)

Em Chance and Necessity (Acaso e Necessidade), o biólogo molecular Jacques Monod forneceu uma dúzia ou mais de razões pelas quais a evolução não pode ter ocorrido. A característica essencial do DNA, por exemplo, é a perfeita réplica dele mesmo. A evolução só poderia ocorrer diante de uma falha no DNA, e é absurdo imaginar que uma única célula tenha evoluído, muito menos o cérebro humano, por uma série de falhas prejudiciais no DNA. E, ainda assim, após ter apresentado várias razões pelas quais a vida não poderia ter surgido por acaso, Monod concluiu que ela tem que ter surgido por acaso.

Monod não possui uma razão válida para sua "fé". Ele simplesmente rejeita aceitar a criação divina. O paleontologista do Museu Britânico de História Natural, Colin Patterson, declara:

Evolucionistas, assim como os criacionistas... nada mais são do que pessoas que crêem. Eu tenho trabalhado nesta questão (evolucionismo) por mais de vinte anos, e não havia qualquer coisa que eu soubesse a esse respeito. É chocante descobrir que alguém pode ser enganado por tanto tempo."(5)

Onde fica o cristianismo?

Uma fé transigente está ficando comum na igreja: Deus teria permitido que a evolução acontecesse, aí Ele teria transformado a criatura, semelhante a um primata, em Adão. Mas a Bíblia diz que no momento em que Deus soprou vida no molde que Ele formara do pó, esse molde era um homem, Adão (Gn 2.7). Assim, Ele não poderia tê-lo transformado de alguma coisa que já estivesse viva. Além disso, a morte não invadiu a Terra até que Adão pecasse ("por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte" – Rm 5.12), e, assim sendo, as espécies anteriores não poderiam ter passado pelo suposto processo de morte para "evoluírem de forma mais elevada".(6)

Poderia Deus ter criado vida inteligente em outros planetas? Sim, mas a Bíblia declara que exclusivamente a Terra tem vida física inteligente. Foi para esta Terra que Satanás veio difundir sua rebelião; e a esta Terra Cristo veio para morrer pelo pecado do homem. A batalha entre Deus e Satanás pelo Universo está centralizada aqui. O sacrifício de Cristo na cruz purificou do pecado o Universo inteiro e as próprias coisas celestiais (Hb 9.23):

"...de fazer convergir nele [Cristo]... todas as cousas, tanto as do céu como as da terra" (Ef 1.7,10).

"Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra..." (Fl 2.10).

"...havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as cousas, quer sobre a terra, quer nos céus" (Cl 1.20).

"...toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra... dizendo: Àquele que está sentado no trono, e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos" (Ap 5.9,13).

"Quando, porém, todas as cousas lhe (a Cristo) estiverem sujeitas... para que Deus seja tudo em todos" (1 Co 15.28).


As afirmações acima contrastam com a crença dos mórmons em trilhões de deuses, e trilhões de Cristos que morreram em trilhões de planetas além do nosso. Isso vai contra as Escrituras que dizem que a única reconciliação entre Deus e o Universo inteiro é o próprio Cristo de uma vez por todas sacrificado na cruz – um sacrifício que não se repetiu em nenhum outro planeta:

"...pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção... ao se cumprirem os tempos, (Cristo) se manifestou uma vez por todas, para aniquilar pelo sacrifício de si mesmo o pecado... Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus... Porque com uma única oferta aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados... Já não há oferta pelo pecado" (Hb 9.12,26,10.12,14,18).

Um ser inteligente com poder de escolha poderia pecar. Deus não precisa experimentar ("O homem pecou, mas deixe-me tentar em outro planeta...", etc.). Conseqüentemente, existiriam outros pecadores espalhados pelo Universo; Deus os teria colocado lá intencionalmente. Mas por quê? Certamente é suficiente um planeta de rebeldes!

Os pecadores precisam de redenção, e a redenção foi provida para o Universo inteiro através do sacrifício de Cristo neste planeta. Nós, habitantes da Terra, temos o relato de testemunhas oculares, evidências arqueológicas, evidências históricas e profecias cumpridas. Tais provas não podem ser avaliadas por seres de distantes planetas que teriam que acreditar num Cristo que morreu neste planeta.

Além do mais, para Cristo nos redimir, ele teve que se tornar um de nós, um homem que morreu em nosso lugar. Para redimir seres de outros planetas, Ele teria de se tornar um deles também. Mas a Bíblia diz que Cristo é o Deus-homem para sempre; e Ele morreu só uma vez, e isto foi aqui na Terra. E sobre a Terra Satanás tentará estabelecer seu falso reino, utilizando-se de um homem, o anticristo. Para esse fim, Satanás pode usar os OVNIs e a crença em IETs para estabelecer seu falso cristo. É interessante que Robert Jastrow sugere que a vida após a morte...

...talvez esteja muito além da forma de carne-e-sangue que reconheceríamos. Talvez possa (ter)... conseguido escapar de sua carne mortal para se tornar algo fora de moda que as pessoas chamariam de espíritos. Então como é que sabemos que está aqui? Quem sabe possa materializar-se e aí desmaterializar-se. Tenho certeza de que eles possuem poderes mágicos pelos nossos padrões...(7)

O palco para a "operação do erro"

Que grande idéia Satanás pode utilizar para colocar o anticristo no poder! Quem precisa de Deus se as IETs têm poderes mágicos?! Não só médiums espíritas e parapsicólogos, mas agora cientistas, que rejeitaram a Deus, estão tentando contato com "seres espirituais" que eles acreditam ser entidades altamente evoluídas, com conhecimento e poderes maiores aos dos humanos. Certamente, se contatos fossem feitos com as "amigáveis" IETs, os líderes da Terra gostariam de se "beneficiar" com seus conselhos e ajuda. O presidente sírio Hafez Assad, muito fascinado por OVNIs, acredita que "só os poderes extraterrestres poderiam trazer paz entre as superpotências"(8).

Mas não existem IETs. A única vida inteligente além da que há na Terra é toda espiritual: Deus, anjos, Satanás e demônios. Satanás e seus servos são hábeis em invadir o reino físico. Satanás colocou chagas em Jó, causou um "vento arrasador" de destruição em sua casa matando seus filhos, os caldeus e sabeus roubaram a ele e a seus servos, e em cada caso uma pessoa ficou viva para trazer as notícias a Jó. Satanás levou Cristo ao topo do monte e ao pináculo do templo. Janes e Jambres (2 Tm 3.8) foram hábeis para imitar, pelo poder de Satanás, alguns milagres de Arão e Moisés, feitos pelo poder de Deus.

Que limites podem haver nos "poderes, sinais e prodígios da mentira" satânicos nós não sabemos: Satanás levará o mundo todo a adorar o anticristo como "Deus" (Ap 13.8). O fato é que a humanidade está agora aberta para o contato e para receber opiniões e ajudas de demônios que estão se manifestando como OVNIs e disfarçando-se como IETs, o que ajuda a preparar o palco para a "operação do erro" (2 Ts 2.11).

Foi aqui na Terra que Cristo derrotou Satanás na cruz, e é aqui para a Terra que Cristo retornará a fim de destruir Satanás. É na Terra que Cristo vai reinar por 1000 anos; é para a nova Terra que a Jerusalém celestial descerá (Ap 21.1-2), e dela Cristo reinará sobre o novo Universo por toda a eternidade. Não existe nenhuma outra civilização planetária.

As hábeis mentiras de Satanás têm um único propósito: desviar o homem da verdade de Deus que por si só o libertará do pecado e do eu (Jo 8.31-32). Nós, crentes em nosso senhor Jesus Cristo, precisamos ter uma resposta bíblica para nossos queridos, de forma a libertá-los das sedutoras mentiras satânicas, onde quer que elas estejam. Sejamos bereanos. Conheçamos as Escrituras. Declaremos a verdade de Deus com ousadia e vivamo-la de forma consistente. (Dave Hunt - TBC 4/95 – Traduzido por Eros Pasquini, Jr.)

1. Cópia de carta arquivada.
2. Cópia de memorando arquivada.
3. Cópia de memorando arquivada.
4. De uma entrevista do correspondente da AP George Cornwall, citada de Times-Advocate, Escondido, CA (EUA), 10/12/1982, pp A10-11.
5. Harpers, fevereiro de 1985, pp. 49-50.
6. Douglas Dewar e L. M. Davies, "Science and the BBC", The Nineteenth Century and After, abril de 1943, p. 167.
7. GEO, fevereiro de 1982, "GeoConversation", uma entrevista com o Dr. Robert Jastrow, p. 14.
8. Entrevista na revista Time, 20 de outubro de 1986, pp. 56-57.
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, março de 1996.

Fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/vida_inteligente.html

Deus nos diz o que fará


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Meno Kalisher diz que a profecia bíblica é um alerta de Deus para a humanidade. Ele tem o futuro em suas mãos, e nos diz o que vaifazer.

(...) O crescer na fé, rumo à maturidade é colocar em prática aquilo que nós estudamos.

Quando nós estudamos sobre temas proféticos das Escrituras, há sempre os céticos (...).

As pessoas, principalmente do mundo, olham para nós e acham que temos "bola de cristal", (...) mas a verdade é que levamos a sério o que Deus nos diz em sua Palavra Profética.


Comentário do editor do blog:

Em Amós 3. 7 Deus nos diz que não fará nada sem antes revelar o segredo aos seus servos, os profetas; e tem sido assim no decorrer dos tempos:

- Deus revelou, antecipadamente, sobre o Dilúvio;

- Deus revelou antecipadamente sobre Sodoma e Gomorra;

- Deus revelou antecipadamente aos "aprendizes" de profetas que iria arrebatar Elias, dizendo até o tempo certo.

E assim tem sido quanto aos acontecimentos do dia do fim.

Deus está preparando o seu povo para os acontecimentos finais, antes da manifestação do anticristo, portanto antes da "Grande Tribulação", seremos arrebatados para o encontro de Jesus nos ares, para que estejamos salvos da ira vindoura.

Os sinais, nos tempos de hoje, estão cada vez mais claros; ja estamos vivendo, nas Palavras de Jesus, o "princípio das dores", e Deus nos diz: "Acorda ó tu que dormes".

É hora de acordar, acordar para anunciar, pregar a Palavra de Deus àqueles que ainda não se converteram a Jesus, pois é vontade de Deus que nenhum se perca.

Maranata! Ora vem, Senhor Jesus

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

PNDH3 - Aproxima-se a mordaça
Estamos postando, hoje, novamente os pronunciamentos de pessoas idôneas e de ilibada reputação, a respeito do PNDH3, um Decreto assinado pelo Presidente da República no final de dezembro que, se aprovado pelo Congresso, e consta do verdadeiro plano de Governo da candidata do PT, será, segundo os autores das matérias abaixo: golpe, ditadura, mordaça às igrejas, mordaça da mídia, mordaça de outros Poderes da República.

Serão colocados os textos das seguintes personalidades brasileiras:

- Padre Paulo Ricardo
- Jurista Ives Gandra Martins
- Pr. Caio Fábio
- Senador Magno Mata
- Professora Sandra Cavalcante



Padre Paulo Ricardo fala sobre o PNDH (Plano Nacional de Direitos Humanos)


Comentário do editor do blog:
Este blog não é político, não se envolve com política, mas a "política" se imiscuiu com os valores cristãos, com a intenção clara de violentá-los.

Não conhecemos o Padre Paulo Ricardo, mas estamos dando voz a ele por entendermos que os cristãos não podem e nem devem se omitir, como fizeram durante o governo de Hitler, e hoje todos nós choramos as perdas de vidas valiosas de um povo valoroso, que não teve quem o defendesse das garras de um fascínora travestido de governante, e que queria ser o governante mundial único.

Temos enfocado aqui, neste blog cristão, as profecias bíblicas que tratam dos "tempos do fim", e, mais de uma vez, dissemos que o mundo caminha para um governo mundial único, regido pelo anticristo, que já está às portas; os sinais estão aí.

Tivemos a oportunidade de ouvir do Pe. Paulo Ricardo a mesma opinião, qual seja que essas coisas estão acontecendo pela ingerência externa, pela ONU, e que caminhamos para um governo mundial único.

Só não vê quem não quer, melhor dizendo, só não vê, não percebe, quem não estuda a Palavra Profética, quem se abstrai do que Deus disse através dos seus profetas.

Estamos diante de um forte movimento, não formal, que se chama "Nova Era" [New Age], precursor do anticristo, que vai se infiltrando devagarinho, dissimuladamente, em todos os segmentos da sociedade: cultura, educação, ciência, religião, economia, política, princípios morais, sociais, éticos, e, principalmente, espirituais, que vão sendo solapados, vão sendo substituídos por novos [des] "valores", corrompendo a tudo e corrompendo a todos.

E quem denuncia essas coisas é tratado com desprezo, com a nominação pejorativa de "fundamentalista" [no sentido de violento], e já tivemos a oportunidade de postar um artigo mostrando o que é, verdadeiramente, fundamentalismo.

Fundamentamo-nos sim na Palavra de Deus, única, absoluta, irrevogável e confiável verdade; infieis, indignos seríamos se nos posicionássemos contrariamente à Bíblia, por receio apenas de sermos apelidados com palavras pejorativas, deturpadas do seu verdadeiro sentido.

Mas o espaço hoje é do Pe. Paulo Ricardo, homem de Deus, homem sincero, homem fiel, e homem corajoso que denuncia o que está se passando nos diais atuais.

Primeiro, abaixo, lemos um artigo de Arlindo Montenegro, apresentando e explicando o pronunciamento [em três vídeos] do Pe. Paulo Ricardo, em seguida veem os 3 vídeos com a palavra do sacerdote referido, e em seguida uma entrevista sua na Canção Nova.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel



terça-feira, 2 de março de 2010
Cristãos contra o AI-51
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Arlindo Montenegro


A TV Canção Nova fez a diferença: mostrou o Programa Nacional dos Direitos Humanos, sem as máscaras do complicao juridiquês. O convidado foi um Padre lá dos confins do Mato Grosso. Ele é Professor de Teologia, Reitor do Seminário Cristo Rei e um apóstolo do cristianismo, que denuncia sem temor a catástrofe que ameaça a nação.

Ele sabe e repete com a tranquilidade de um "pastor de almas", que a imprensa e a livre expressão do pensamento, a propriedade privada, a cultura cristã, as mais caras instituições democráticas, estão desfiguradas e agora ameaçadas de arquivo perpétuo, dando lugar a uma ditadura socialista cujo objetivo é eliminar o cristianismo.

O notável jurista e professor Ives Gandra Martins, em entrevista à Rede Bandeirantes, já havia denunciado a inconstitucionalidade do Projeto, classificando-o como desumano. Padre Paulo, vai mais adiante: "É um golpe de Estado e não temos no Brasil represantantes políticos que falem o que o povo está passando". E vai mais fundo respondendo à própria pergunta: "De onde vêm estas idéias cavilosas?"

"Existe um forte lobby internacional, não é um lobby capitalista, é o anticristianismo de gente que quer fazer um governo controlador mundial. Estamos caminhando prá isso. Um governo mundial é primo irmão ou irmão siamês de uma ditadura marxista. E os governantes do mundo inteiro, como numa sinfonia estão voltados para construir uma sociedade ditatorial e anticristã."

O entrevistador lembrou que o presidente disse ter assinado o tal Projeto sem ler. O entrevistado respondeu na lata: "Tudo está no projeto do partido dele. Foi eleito para fazer estas coisas e está fazendo". O Padre Paulo Ricardo é um cristão convicto, diferente daqueles que trocaram o catecismo que libera o espirito e disciplina o corpo, pela Teologia da "libertação" do corpo e abandono do espírito, teologia do desespero e da ignorância.

Ouvindo-o lembrei de outro gigante cristão, Gustavo Corção, que vislumbrava a infiltração da igreja pelos comunistas, para "matar" Deus ou baní-lo da consciência humana. Em "O Século do Nada", editado pela Record, ele lembra a chegada do Padre Lebret, dominicano francês, trazendo ao Brasil "os primeiros germes do 'ativismo desesperado' ou os primeiros virus do esquerdismo católico que vinte anos depois produziria o escândalo dos dominicanos, que em São Paulo transformaram o Convento das Perdizes em reduto de guerrilheiros."

Quando o Padre Paulo Ricardo falou em "golpe de estado" associei com as lembranças dos idos de 1960, relatados na montanha de livros e documentos conhecidos: contra o"imperialismo americano", Luiz Carlos Prestes dizendo que "já estamos no poder", grupos dos onze de Brizola e contingentes armados das ligas camponesas, hoje se repetem nestas manifestações do governo e no MST e similares, mais os "Comandos" do tráfico de drogas que aterrorizam a nação e que nasceram do contato entre comunistas e bandidos em algumas prisões.

Gustavo Corção lembra as "Marchas da Família" que levaram milhões de pessoas às ruas das metrópoles em protesto contra o Governo Goulart que, dominado pelos comunistas, associava-se à China e União Soviética. Transcrevo um trecho d`O Século do Nada´, que é muito atual e casa com o pensamento do Padre Paulo Ricardo:

"Romper com o passado é, numa linha horizontal e freudiana, desejar a morte do pai; e, numa linha vertical e teológica, desejar a morte de Deus. Numa outra perspectiva, que inclui os dois vetores na mesma humana peregrinação, romper com o passado é romper com o humano.

Todos nós desejamos ardentemente um mundo melhor, libertado de certas taras, de tantos erros às vezes acumulados, renovado pelo aperfeiçoamento moral dos homens; todos nós sabemos que o homem é essencialmente progressivo, e que quem não progride regride, já que a imobilização dos passos é impossível neste restless Universe; mas também sabemos que só progride o que permanece, só avança na direção de um real progresso quem tem o olhar volvido para os grandes feitos e os grandes compromissos da humanidade. E é com esta convicção que orientamos aqui o nosso retrovisor para um passado recente e especialmente para os dias de março de 64 em que se decidiu, milagrosamente a meu ver, a sorte do Brasil."

A sorte do Brasil está lançada neste momento. Eles querem romper com o passado. As mesmas forças que foram banidas em 64 atacam com maior vigor, agora secundados pelos controladores internacionais, depois de ter desfigurado com a cultura nacional. Os pais geram os filhos, almejando fazê-los pessoas livres, dignas seguidoras de suas crenças. Desde a escola básica e até a formação superior, crianças e jovens recebem há anos, uma dieta catequética coletivista, contraria à afirmação da responsabilidade individual, caractarística do cristianismo.

Só faltou, nem precisava mesmo, o Padre Paulo dizer que "estas coisas" passam por alinhar-se aos mais sanguinários ditadores, ao projeto bolivariano do Chavez, aos projetos de bomba atômica do Irã, à distribuição de rucursos públicos e perdão de dívidas, passa pelos impostos que inviabilizam o desenvolvimento da nação, passa pelos mensalões e desmoralização de todas as instituições, por eleições eletrônicas sem transparência e por uma máquina estatal monstruosa, super dimensionada e dispendiosa.

Ele disse: não temos políticos que pensem, sintam e falem o que o povo cala. Quem desejar conhecer o pensamento cristão atual o Padre Paulo destrincha o "marxismo cultural" na homilia documentada no vídeo em 3 partes. O quarto vídeo é parte da entrevista concedida ao programa Canção Nova.


Arlindo Montenegro é Apicultor.










Quinta-feira, 28 de janeiro de 2010, 10h25 | Atualizada em 29 de janeiro de 2010, 11h06

Programa de Direitos Humanos é "desumano", afirma jurista

Leonardo Meira
Da Redação



O jurista Ives Gandra Martins

O Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) contém uma série de diretrizes inconstitucionais que pode desestabilizar o equilíbrio de Poderes no Brasil.

O alerta é lançado pelo jurista Ives Gandra Martins, doutor em Direito com reconhecimento internacional e mais de 40 livros publicados e traduzidos em mais de dez línguas em 17 países.

"É um programa de direitos desumanos, o que menos tem é dignidade humana", salienta.

Entre as propostas polêmicas contidas no Programa, ações que pretendem descriminalizar o aborto, reconhecer a união civil entre pessoas do mesmo sexo, garantir o direito de adoção por casais homoafetivos, impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União, desestabilizar o direito à propriedade privada (com a criação de câmaras de conciliação dos conflitos, sejama grários ou urbanos), bem como a regulamentação profissional da prostituição.

Ives é taxativo: "Eu lembraria o que disse Agripino Grieco [crítico literário] quando lhe deram um livro de um mau poeta.

Ele leu e disse: `Eu aconselho a queimar a edição e, em caso de reincidência, a queimar o autor´.

Eu não sou tão cáustico à reincidência de queimar o autor, mas que vale a pena queimar a edição desse programa, vale".

Nesta entrevista exclusiva ao noticias.cancaonova.com, o jurista explica os pontos cruciais do PNDH-3 e aponta a inconstitucionalidade das propostas.

noticias.cancaonova.com: Como o senhor avalia o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3)?

Ives Gandra Martins:
Na minha opinião, o decreto que institui o PNDH-3 é inteiramente inconstitucional. Ele é editado pelo Poder Executivo, mas atinge aspetos que dizem respeito às prerrogativas próprias do Poder Legislativo, contra o artigo 49 da Constituição Federal (CF):

"É da competência exclusiva do Congresso Nacional: [...] V - sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa".

O pior é que tudo isso é uma escarrada repetição da Constituição Venezuelana. Em outras palavras, é o regime marxista que temos na Venezuela que nossos aprendizes de ditadores, aprendizes de revolução chavóide [Hugo Chávez, presidente da Venezuela] estão pretendendo colocar no Brasil.

O que se pretende é dar um novo status jurídico ao Brasil, a caminho da ditadura, em que o Poder Executivo é tudo e os outros poderes são nada.

É um programa de direitos desumanos, o que menos tem é dignidade humana, através do qual só pode falar nesse país quem for materialista, ateu, não acreditar em Deus e se pautar pela cartilha desses cidadãos.

noticias.cancaonova.com: Mas um dos principais argumentos do governo é exatamente o pluralismo do plano, que incorpora resoluções da 11ª Conferência Nacional de Direitos Humanos (realizada em Brasília entre 15 e 18 de dezembro de 2008), bem como propostas aprovadas em mais de 50 conferências nacionais temáticas promovidas desde 2003.

Em sua nota de esclarecimento, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos (Sedh) explica que mais de 14 mil pessoas estiveram envolvidas diretamente na elaboração do programa, além de consulta pública.

Ives Gandra:
Uma sociedade de 190 milhões de habitantes não é representada por 14 mil amigos do rei.

Por outro lado, quando eles colocam esses números, evidentemente nós sabemos que essas ONG´s e outras organizações são quase todas montadas, monitoradas, organizadas por eles mesmos.

E eu não acredito que haja um número em que todos tenham opinado com consciência. Eu posso formar um grupo maior e apenas uns poucos decidirem por todos, como em uma reunião de uma sociedade em que ninguém vai mas a diretoria publica as decisões em nome de todos.

Tenho minhas sérias dúvidas se essas 14 mil pessoas estiveram presentes para dizer que eram favoráveis a essa tomada de posição.

Na verdade, eu lembraria o que disse Agripino Grieco [crítico literário] quando lhe deram um livro de um mau poeta. Ele leu e disse: "Eu aconselho a queimar a edição e, em caso de reincidência, a queimar o autor".

Eu não sou tão cáustico à reincidência de queimar o autor, mas que vale a pena queimar a edição desse programa, vale.

noticias.cancaonova.com: Esse Programa deveria ser elaborado com base no modelo da democracia deliberativa, em que o peso dos argumentos de grupos distintos é o que importa, e não sua representatividade?

Ives Gandra:
Um plano de Direitos Humanos tem que ser elaborado pelos representantes do povo. Não existe, a meu ver, uma democracia deliberativa que possa decidir independentemente dos verdadeiros representantes do povo.

Eu só acredito em democracia em que haja equilíbrio de poderes.

Toda democracia que elimina o Legislativo, elimina o Judiciário, mesmo com consultas populares, é uma ditadura, é permitir que o povo seja manipulado permanentemente por plebiscitos e referendos em que, na verdade, não se discute nada com profundidade.

Eu pergunto sim e não para o povo, mas não discuto todos os meandros que só podem ser discutidos efetivamente pelo Poder Legislativo.

Então, isso significa dizer que faço um plano sobre determinados direitos e excluo aqueles que estão vinculados a esses direitos.

noticias.cancaonova.com: O senhor poderia citar exemplos da inconstitucionalidade do decreto?

Ives Gandra:
O decreto em si também fere por inteiro a Constituição. Direitos que eles consideram humanos são tratados de modo distinto na CF.

Por exemplo, a CF garante que é inviolável o direito à vida do ser humano. Logo, o aborto, o homicídio uternino, a morte de nascituros entra em choque com o que garante o Artigo 2º do Código Civil: "A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro".

Com o PNDH-3, o homicidio uterino como "direito humano" fica consagrado.

A prostituição é uma chaga para a sociedade.

Não se pode dizer que, como direito humano, o governo federal valorizará a prostituição, o lenocícino, o meretrício.

Deve-se trabalhar para que essas mulheres encontrem uma profissão digna.

Um decreto que valorize isso é evidentemente algo que afeta a dignidade humana, que está na essência dos direitos humanos.

O cidadão tem uma casa, é invadida por alguém, a partir desse momento, o invasor tem mais direito que o proprietário, pois se ele pretender uma reintegração de posse, o Poder Judiciário deixa de estar habilitado para fazê-lo.

Uma comissão, formada pelo invasor, decide se o Poder Judiciário poderá, ou não, executar a reintegração.

Ora, a CF declara, no artigo 5º: "XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito".

No PNDH-3, por exemplo, defende-se que sindicatos e centrais de trabalhadores terão mais força que os parlamentares na definição de programas, fazendo com que plebiscitos e referendos, como acontece na Constituição Venezuelana, tenham muito mais importância que a própria representação do Parlamento ou Poder Judiciário, que é aquele que faz respeitar a lei.

Isso faz com que se adote aquele modelo que prevalece hoje na Venezuela, isto é, Poder Executivo e povo consultado e manipulado por esse Poder, sendo os outros Poderes secundários, sem nenhum valor.

Com relação à família, a CF, no artigo 226, diz: "A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado. § 3º - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento".

Fica claro que ela deve ser constituída por um homem e uma mulher, bem como o homem e a mulher e seus decendentes em caso de separação e viuvez.

Mesmo assim, a família sempre tem origem na união entre o homem e a mulher.

Quando se busca dar o mesmo status de família para casais homoafetivos, pode-se dizer que a CF nada vale, pois se quer mudar uma cláusula pétrea, dizendo que é família a união entre dois homens ou duas mulheres que não podem gerar filhos.

Se a família tem o sentido de garantir perpetuação da espécie, criação da prole, educação, formação da sociedade, casais de homens e mulheres não tem, até por questões biológicas, condições de gerar filhos.

Isso fere, portanto, a meu ver, uma cláusula pétrea.

noticias.cancaonova.com: O que caracteriza uma cláusula pétrea?

Ives Gandra:
Na cláusula pétrea, os direitos individuais não podem ser modificados. Se o artigo 226 coloca a família como base da sociedade, vale dizer que toda a CF é formada para a sociedade, que só existe com base na família.

Se eu não posso modificar dispositivos como o direito à privacidade, com muito mais razão aquilo que é a própria essência da sociedade também não pode ser modificado.

Qualquer mudança nesse sentido é inconstitucional, pois cláusula pétrea nem uma emenda constitucional pode alterar.

noticias.cancaonova.com: Em nota emitida pela Secretaria Especial de Direitos Humanos, afirma-se que: "Ao apoiar projeto de lei que dispõe sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo e ao prever ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos, o PNDH-3 tem como premissa o artigo 5º da Constituição (Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade...).

Considera ainda as resoluções da 1ª Conferência Nacional LGBT, realizada em junho de 2008, marco histórico no tema. O programa também está em consonância com tendência recente da própria jurisprudência, que vem reconhecendo o direito de adoção por casais homoparentais".

Ives Gandra:
Eles mesmos dizem que a união entre duas pessoas do mesmo sexo é uma opção sexual.

A opção sexual só pode acontecer depois de se ter, enfim, crescido e adotado essa opção.

A opção natural é de um homem gostar de uma mulher.

Essa opção natural, biológica, aquela que permite a geração de filhos, é da união entre um homem e uma mulher, como a CF previu.

Ora, se é uma opção, como se permitir a adoção de uma criança, que primeiro teria que ter sua opção biológica, se ela já começar a ser trabalhada por uma casal que já fez sua opção sexual e preparará a criança no sentido de ter a mesma opção, contra a natural?

É evidente que para o cidadão que queira viver com outro cidadão, existem mecanismos na lei, de contratos, de direitos obrigacionais, mas não como uma família.

O que se está pretendendo é transformar a família, contra a natureza biológica e contra aquilo que a própria CF diz e não pode ser mudado.

Logo, isso de dizer que todos são iguais, não podem ser iguais contra a CF, que elenca as hipóteses em que ela, através de cláusulas pétreas, diferencia aquelas desigualdades que fazem com que o princípio da igualdade seja observado.

Uma das formas, efetivamente, de preservar o princípio da igualdade é permitir que ele se realize no limite das desigualdades das pessoas.

noticias.cancaonova.com: Uma das ações do PNDH-3 prevê mecanismos que impeçam a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União. A Sedh explica: "O PNDH-3 tem como diretriz a garantia da igualdade na diversidade, com respeito às diferentes crenças, liberdade de culto e garantia da laicidade do Estado brasileiro, prevista na Constituição Federal".

Ives Gandra:
No momento em que o próprio decreto prevê que símbolos religiosos devem ser afastados, em um país que 97% das pessoas acreditam em Deus [citando dados de uma pesquisa do DataFolha], é como se dissessem:

"Há uma ditadura de 3% da sociedade e vamos impor aos outros a obrigação de não ter nas repartições públicas símbolos religiosos".

É como quem dissesse: "Estado laico é Estado ateu, e somente quem não acredita em Deus e não tem religião pode opinar. Vocês podem, escondidos, sem mostrar para os outros, acreditar em Deus, mas não queremos ter símbolos que representam valores".

Afinal, é evidente: quem quer valorizar a prostituição não pode aceitar valores e símbolos religiosos que objetivam a união e a fraternidade entre os povos.

noticias.cancaonova.com: Existe algum dispositivo legal que garanta os crucifixos nestes locais?

Ives Gandra:
Não existe nenhum dispositivo legal que determine, mas também a criação de um dispositivo que elimine seria, a meu ver, contra aquilo que caracteriza a tradição do país.

Considero que a CF percebe a religião como depositária de valores, de valores superiores do ser humano, de valores que elevam a dignidade da pessoa humana, e não a desvalorização da pessoa humana.

noticias.cancaonova.com: Outros segmentos religiosos também poderiam evocar a tradição como justificativa para expor seus símbolos em locais públicos?

Ives Gandra:
Acredito que não, pois são valores que entraram posteriormente.

Nos tribunais, sempre foi tradição ter o crucifixo, que tem um aspecto inclusive emblemático, pois representa o símbolo da justiça e, ao mesmo tempo, leva todo o magistrado a pensar permanentemente naquele que foi o julgamento mais injusto da história.

O símbolo serve como ponto de reflexão e transcende a própria religião. Isso me parece que, independentemente das religiões, deveria ser sempre mantido.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou que cabe a cada tribunal decidir se deseja ou não manter o crucifixo. Neste particular, se o magistrado for um ateu e não quiser o crucifixo, ele tem o direito de não colocar. Isso vale para toda a magistratura do Brasil e me parece adequado. Agora, impor que mesmo os que queiram ter não possam ter é, evidentemente, fazer a ditadura do agnosticismo, ateia, daqueles que não acreditam.

noticias.cancaonova.com: Então, o que se tem é um entendimento errado do que seja Estado Laico? Como viver, de forma sadia, a dimensão pública da religião?

Ives Gandra:
A Introdução da CF expressa:

"Nós, representantes do povo brasileiro, [...] promulgamos, sob a proteção de Deus".

Que Deus é esse? Toda a CF foi promulgada sob a proteção de Deus.

Na verdade, o que eu vejo é que todos tem o direito de não acreditar em Deus. Se todos tem essa liberdade, por que tentar impor, dizendo que Estado laico é aquele em que não se pode ter nenhuma demonstração religiosa?

Eles confundem Estado laico com Estado ateu.

No laico, as deliberações não são tomadas à luz da religião, todos tem liberdade e os valores e tradições são conservados.

Já no ateu, o que se busca é substituir símbolos religiosos pela visão que não quer símbolo nenhum.

noticias.cancaonova.com: Qual a sua opinião sobre a criação da Comissão Nacional da Verdade, que investigaria a responsabilidade de atos criminosos praticados durante o período da ditadura militar?

Ives Gandra:
Nós estamos vivendo um momento em que o Brasil pode se projetar com paz para o futuro, encontrar caminhos novos, discutir em uma eleição programas futuros de crescimento.

Não é preciso voltar à década de 60, à realimentação do ódio. Nós temos tortura hoje, nos diversos estados, na polícia, e é isso que tem que ser procurado.

Temos que por uma pedra no passado e tentar equacionar o Brasil de hoje.

noticias.cancaonova.com: O Governo Federal poderia ter apresentado o Plano dessa forma?

Ives Gandra:
Tudo isso, de rigor, já ganhou um formato jurídico que não deveria ter; deveria ser, no máximo, uma proposição, que passaria ou não no congresso. Da forma como foi feito, eu acredito que vai haver discussões preliminares no Congresso, quando projetos forem enviados.

O Decreto, embora tenha o contorno de carta de intenções, já tem o formato de comando jurídico.

Enfim, é um plano com viés ideológico bem claro, de pessoas que se realimentam do ódio passado, mas que, felizmente, por todas as suas deficiências, não tem chance de passar no Congresso. É nisso que eu acredito.

O que é o PNDH-3?

O Programa foi apresentado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (Sedh) da Presidência da República em 21 de dezembro de 2009; é visto como uma ação integrada de governo e política de Estado, que não deve ter sobressaltos com a alternância de poder.

Estão previstas mais de 500 ações programáticas em diversas áreas, elencadas em um texto com mais de 200 páginas.

O documento é estruturado em seis eixos orientadores, subdivididos em 25 diretrizes, 82 objetivos estratégicos e 521 ações programáticas.

A primeira versão do Programa (PNDH-1) foi lançada em 1996, com especial ênfase em direitos civis e políticos.

Em 2002, o texto foi revisto e publicado o PNDH-2, que destacou direitos econômicos, sociais e culturais. A revisão agora proposta buscaria tratar de forma integrada múltiplas dimensões dos Direitos Humanos.

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=275347


Ouça toda a entrevista: depois de clicar abaixo, clique no link de áudio no final da entrevista no site Canção Nova.

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A LEI DA MORDAÇA – a PL 122
Caio Fábio


Muita gente vem me escrevendo acerca do tal Lei Contra a Homofobia pedindo de mim uma opinião, a qual, tendo em vista que em geral os “religiosos” são homofóbicos mesmo, não me interessei nem em ver o texto e menos ainda em discuti-lo.

Ontem, no entanto, atendendo ao pedido de uma pessoa amiga que ocupa o cargo de Senador da Republica, li o texto a fim de dar a minha opinião.

Ora, a simples leitura do texto do projeto de lei me evidenciou, de saída, o fato de que o tal projeto não apenas incorre em várias inconstitucionalidades, mas, também, muito além disso, cria precedentes hostis e perversos, sem falar que dá, em tal caso, aos queixosos homossexuais, um poder de arbítrio sobre inúmeras áreas da vida comum, gerando o espaço legal para grande quantidade de exageros e exacerbações.

Em minha opinião o projeto de lei é inconstitucional na forma como está redigido, pois, gera uma soberania de direito ao grupo que demanda tal direito, que, pela própria natureza da formulação legal, anula outros direitos superiores e bem mais antigos em sua legitimidade.

Por exemplo, por tal lei, no caso de ela um dia vigorar, os demais direitos universais (como o de expressão de opinião de qualquer natureza, se for contrária às manifestações homossexuais, ainda que escandalosas), serão subjugados pelos direitos de qualidade
“Homocráticas” de tal grupo, posto que, pelo bojo da proposta, declara-se mesmo a impossibilidade de discordar publicamente de práticas ou ideologias de conteúdo homossexual.

Ora, o tal PL122 supostamente se fundamenta em direitos inalienáveis, como os que protegem condições intrínsecas dos humanos, como raça, etnia e cor, mas, apesar de tudo, evoca os direitos da própria expressão religiosa (um dos direitos inalienáveis da Constituição), pondo-se em equivalência com aquilo que sendo objetivo não necessita nem de demonstração e nem de prova, como é o caso de uma raça ou etnia.

Uma raça é uma raça. Uma etnia é uma etnia. Portanto, são realidades universais e objetivas em sua constituição.

Não é a mesma coisa com a condição homossexual, a qual, como se sabe, tem casos de homossexualidade inata e intrínseca, tanto quanto também possui uma enorme quantidade de casos que não carregam traços inatos da condição, mas apenas configuram uma “escolha”, não sendo, dessa forma, em hipótese alguma, algo que possa ser universalizado como universal é o direito de uma raça ou etnia.

Isso sem falar que o PL 122 também cria, de modo inerente, uma espécie de vitaliciedade empregatícia.

Sim! Pois com as descrições de direito que teria um suposto homossexual ante um patrão (podendo ele alegar pela via da simples queixa que está sendo objeto de discriminação, não importando o grau de objetividade e de constatabilidade da denuncia) — todos os patrões são postos na difícil situação de temer despedir um funcionário homossexual, por qualquer que seja a razão trabalhista ou funcional, em razão de que sob ele pesará a possibilidade de ser condenado pela subjetividade ou até mesmo esperteza e ou maldade do funcionário queixoso.

Há de se ter leis que protejam os homossexuais de toda forma de discriminação real e objetiva.

Do mesmo modo, há de se ter sempre leis que ao garantirem os direitos de minorias não o façam contra a expressão da maioria.

A presente PL 122, todavia, vai além da proteção aos direitos dos homossexuais, e, por outra via, passa a ser uma lei de Homossexualismo ao invés de ser um lei de proteção ao direito de ser homossexual numa sociedade democrática e pluralista.


Acho fundamental aqui fazer duas distinções que julgo importantes:

1. Homossexualidade não é homossexualismo.

Homossexualidade pode ser uma condição psíquica ou até congênita (ainda a ser completamente provada, e, até agora, relacionada à minoria dos casos), a qual, na maior parte das vezes, é praticada com descrição e recato natural, assim como deve proceder um heterossexual sadio.

Já o homossexualismo é ideológico, político, impositivo, catequético, fundamentalista em seu fervor fanático, e, sobretudo, trata-se de um movimento “sindicalizante” e hostil.

Ora, a presente PL 122 é tipicamente um projeto de lei homossexualista e altamente ideológico.

2. Direitos Universais são caracterizados pela inafastabilidade objetiva da condição existente.

Assim, etnias e raças carregam a si mesmas em seus direitos universais.

Ora, o mesmo não se pode dizer da homossexualidade, a qual existe em estado de profunda subjetividade, além de que está há anos luz de distancia de qualquer coisa que se possa chamar de condição universal.

Desse modo, creio que a presente PL 122 faz universal um particular da existência humana.

Ora, em tal caso, creio que uma outra PL deve ser proposta, mas que não carregue em si “direitos” que soneguem outros direitos universais já estabelecidos e por todos aceitos como fruto do bom senso.

Aqui me eximo de falar sobre outras implicações do presente Projeto de Lei 122, posto que a meu ver são apenas reações angustiadas ante a desvairada propositura da PL122, mas que não tratam das questões de sua inviabilidade Constitucional.

Isto posto de modo muito rápido, concluo dizendo que creio que o que de melhor se faria seria derrubar tal PL122, e, no lugar dela, que parlamentares equilibrados —e que, portanto, não fossem nem militantes homofóbicos e nem militantes homossexualistas— propusessem um novo projeto de lei, o qual deveria dar respeito e dignidade aos homossexuais em nossa sociedade ao mesmo tempo em que eles não fossem feitos os juizes e os executores de leis conforme se prevê nesta fatídica PL122.

O meu temor agora é pelas manifestações de amanhã, como Silas, Linhares e Cia. Ltda. vociferando ódios, de um lado; enquanto, do outro lado, os “homossexualistas” ganham mais um argumento apenas assistindo ao destilar do ódio de seus opositores.

A PL 122 é uma desgraça. Pena que não é apenas ela, pois, sendo justo, tem-se que admitir que os modos da refutação sejam tão cheios de ódio e de homofobia, que, por tal razão, até quem está errado fica certo pelo ódio do antagonista.

A verdade tem que ser seguida em amor. Pois, do contrário, até a verdade se torna mentira quando os modos são os do ódio.

Podendo escrever muitas outras coisas, mas atendo-me apenas a estas, peço as orações de todos, pois, o resultado de tudo isto pode ser a criação de muito mais ódio numa sociedade que está perdendo por completo o amor e a reverência pelo próximo.

No espírito que Dele tenho aprendido,

Caio Fábio

Fonte:
recebido por e-mail de Edyméa Stopatto




Magno Malta diz que programa de direitos humanos cria "império homossexual" no Brasil

08-Fev-2010


O senador Magno Malta (PR-ES) afirmou que irá criar uma Frente Parlamentar contra o decreto presidencial que criou o Programa Nacional de Direitos Humanos.

Para o parlamentar, o decreto - assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final do ano passado - "enaltece o projeto de lei 122", em tramitação na Câmara, que, em sua opinião, "cria um império homossexual no Brasil".

Em pronunciamento nesta quinta-feira (4), o senador afirmou que o projeto dá aos homossexuais direitos que não foram concedidos aos índios, aos negros ou aos portadores de deficiência.

Ele afirmou que a frente terá a maioria dos parlamentares tanto do Senado Federal quanto da Câmara dos Deputados e que o PL 122 "irá morrer nesta Casa".

Magno Malta informou que a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado aprovou nesta quinta-feira requerimento de sua autoria para a realização de uma audiência pública sobre a matéria.

Segundo o parlamentar, serão convidados representantes "da sociedade islâmica, da sociedade espírita, da sociedade judaica, das religiões afro-brasileiras e também católicos, evangélicos, ateus e intelectuais".

O senador afirmou que não tem nada contra os homossexuais, que respeita muito, mas disse não poder permitir a aprovação de um projeto inconstitucional.

Afirmou que a Constituição, no parágrafo 3º de sue artigo 226, estabelece que a união estável é aquela realizada "entre um homem e uma mulher".

_ Não sou homofóbico - declarou o parlamentar, para quem "o Brasil precisa de uma grande campanha de educação e respeito nessa e em outras questões".

No mesmo pronunciamento, o senador manifestou seu pesar pelo falecimento do sogro do pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus da Vila da Penha (RJ); informou ter protocolado um pedido para realização de uma sessão especial em homenagem aos mortos no terremoto do Haiti; e manifestou o repúdio pelas declarações do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso a favor da legalização da maconha.

Fonte: Agência Senado

Copiado de:
http://www.magnomalta.com/site/index.php?option=com_content&task=view&id=1089&Itemid=52




A MARCHA DA INSENSATEZ E A ESTUPIDEZ PROTETORA.

Professora Sandra Cavalcanti




No ano de 1984, Barbara W.Tuchman premiou o mundo com um livro que, além de surpreendente, é admiravelmente bem escrito: A MARCHA DA INSENSATEZ. Obra para ser lida e relida, dedicada aos que se interessam pelos caminhos da humanidade e procuram explicações para a insensata adoção, por muitos governantes, de políticas contrárias aos seus próprios interesses.

A autora oferece quatro episódios da história mundial como exemplo de momentos muito emblemáticos.
(1) Os troianos puxam o misterioso cavalo de madeira para dentro dos muros de Troia.
(2) Os Papas da Renascença não captam a importancia das vozes reformistas e não impedem a cisão protestante.
(3) A arrogancia dos lordes ingleses detona o processo de libertaçào da América do Norte.
(4) Os americanos se atolam no Vietnã.

Como entender que, com poder de decisão política, alguns ajam tão frequentemente de forma contrária àquela apontada pela razão e pelos próprios interesses em jogo ? Por que o processo mental dessas inteligências , também tão frequentemente, parece não funcionar ?

O último capítulo do livro, UMA LANTERNA DE POPA, oferece ao leitor conclusões bastante melancólicas sobre os relatos e feitos analisados. Uma dessas conclusões sustenta a tese de que, entre as causas que mais contribuem para a insensatez política, a principal é a ambição do poder .

A ambição do poder é definida por Tácito como sendo a "mais flagrante de todas as paixões." Ela só se satisfaz quando exerce o poder sobre os demais seres humanos. Governar acaba sendo a melhor forma de exercer o poder sobre as pessoas.

Ganhar muito dinheiro, ou conseguir muita fama, também oferece satisfação de poder. Mas isso só se forem muito bem sucedidos. Nos casos comuns, embora o dinheiro lhes propicie alta posiçào social e luzes de fama, fica faltando o dominio sobre os demais. O real dominio, que só o ato de governar lhes oferece ! O dominio sobre os outros significa, para os governantes, o verdadeiro poder que ambicionavam. Por isso desejam-no ardentemente e conquistam-no a duras penas. Depois, lamentavelmente, se revelam incapazes de exercê-lo sobre si mesmos.

Nenhuma alma , segundo Platão, consegue resistir ao excesso de poder. Para livrá-la da insensatez, só a garantia das leis. Sem essas garantias, o excesso de poder conduz à desordem e à injustiça. Toda insensatez começa assim..

Maquiavel, que sabia das coisas, dizia que todo governante "deve ser um grande perguntador, escutar pacientemente a resposta sobre o que perguntou e manifestar sua ira ao verificar que lhe ocultaram a verdade".

No mundo de hoje, qualquer titular de governo enfrenta muitíssimos problemas. Às vezes, fica dificil a compreensão clara e sólida de muitos deles. Não sobra tempo para pensar e refletir.
Além disso, o grupo que cerca o chefe só age em funçào de decisòes que possam lhe garantir prestigio politico e força eleitoral. E, dizia Maquiavel, "se ele fica à mercê do grupo que o cerca,ele abre caminho para uma situaçào que alguns estudiosos definem como ESTUPIDEZ PROTETORA". A estupidez protetora é a responsavel pelo fato de o Presidente não fazer muitas perguntas, não escutar pacientemente as respostas e nào ficar irado quando verifica que lhe ocultaram a verdade .

A nossa Marcha da Insensatez vem sendo liderada, lá do Planalto, por um grupo assim, todos movidos exclusivamente pelo objetivo de permanecer no poder. Põem em prática , como nunca antes, todos os famosos Principios de Dominaçào pela Propaganda, seguidos por Goebbels, Stalin, Mao, Fidel e tantos outros.

Nào se pode negar que, às custas de bilhòes de reais, os efeitos dessa propaganda estão sendo alcançados..Lula nunca sabe de nada . E, quando sabe, passa a mão pela cabeça dos culpados e, irado, até se atreve a querer calar o Estadão, o mais corajoso e livre orgào de imprensa do Brasil!

O mais triste , ainda, é que apesar de todos os escandalos, da mais deslavada corrupção, da mais desavergonhada compra de consciencias, da mais cinica postura em relação às leis, o brasileiro continua calado e anestesiado. A voz do país ainda não se fez ouvir. Misteriosas e oportunas pesquisas de opinião dão a entender que o povo está feliz, achando que tudo vai bem. Mesmo com os problemas da assistencia à saúde. Mesmo com os niveis desastrosos da educaçào. Mesmo com a vergonha da infraestrutura dos transportes. Mesmo com o aumento apavorante da violencia. Mesmo com os portos ainda travados. Mesmo com as dividas publicas não pagas. De onde vem,então, essa apregoada visão positiva de um governo tão vulneravel ?

Vem da força terrivel da propaganda. Da pratica imoral da dominação de um povo pelas artimanhas, armadilhas e artificios da mais poderosa e cara máquina estatal de propaganda governamenta jamais montada antes no Brasil !Nem na ditadura de Vargas, nem no periodo militar. O grupo de Lula só tem um objetivo: continuar no poder . Como? Essa ambição é que leva à insensatez.

Sabendo que seria perigoso prorrogar o seu mandato, trilhando , desde logo, o mesmo caminho de Hugo Chavez, Evo Morales, Rafael Correa e outros do mesmo time, o Presidente não hesitou, ditatorialmente, em afrontar a sua própria gente ! Impôs uma candidatura ao PT. Derrubou os procedimentos democraticos usados pelo partido. Quem xingava tanto as oligarquias conservadoras, cometeu a insensatez de imitar os troianos, os Papas da Renascença , os lordes ingleses e o atoleiro do Vietnã ! Mas a Historia é implacavel.Sempre há um cavalo de pau. Um Lutero. Um Washington. Um drama em Saigon. Sempre há!



Apresentação:

A passagem da professora Sandra Cavalcanti, no cenário da política nacional, foi marcante e incontestável.

Foi no governo de “Carlos Lacerda”, ocupando a secretária de Serviços Sociais, que Sandra visualizou a degradação das favelas cariocas, um caminho muito rápido para abrigar o mundo do crime (vide a realidade atual), implantando uma promissora política habitacional, que inspirou o BNH, no governo Castelo Branco, onde foi sua fundadora e primeira presidente.

Sua posse no Banco Nacional da Habitação foi marcada por um discurso de muita coragem, no Palácio Laranjeiras, na frente do Castelo Branco, Presidente da República, e do Roberto Campos, Ministro do Planejamento (desafeto do governador Carlos Lacerda), disse Sandra na ocasião:

“que a revolução, de fato, não tinha sido no dia 31 de março de 1964, tinha sido no dia 5 de dezembro de 1960, dia da posse de Carlos Lacerda, no governo da Guanabara, que criou uma nova mentalidade, um novo tipo de governo”.

A coisa não caiu muito bem para Roberto Campos que tinha outro candidato para o seu lugar e pensava em outro tipo de gestão para o Banco.

Hoje, Sandra Cavalcanti, nossa admirada professora e jornalista, brinda-nos como articulista no jornal “Estado de São Paulo”, com muita sabedoria, honestidade e decência.

Muito obrigado Sandra, por aceitar nosso convite para participar do debate que o Edmar com muita pertinência chama atenção do povo brasileiro, para as políticas desagregadoras que o governo do PT pretende implantar no País.

Evaldo Augusto Torres Alves
editor do blog do Evaldo Torres


Comentário do editor do blog:

Estamos, hoje, fechando com "chave de ouro" os pronunciamentos sobre o desastrado Decreto do governo, chamado de PNDH3 - Plano Nacional de Direitos Humanos, uma miscelânia que torna perigosa a livre manifestação do pensamento das igrejas, seus pastores e seu rebanho; isso entre outros "disciplinamentos" autoritários, ditatoriais, como já disse um dos articulistas desta semana.

Ouvimos um ilustre Padre - Paulo Ricardo; um ilustre Jurista - Ives Gandra Martins; um respeitado e ilustre Pastor - Caio Fábio; um também ilustre Congressista - Senador Magno Malta; e hoje uma ilustre Jornalista e Professora, Sandra Cavalcanti, que prestou relevantes serviços à Pátria Brasileira como Secretária de Governo do ex-Estado da Guanabara, na competente gestão de Carlos Lacerda; depois Presidente fundadora do BNH - Banco Nacional da Habitação, no Governo do Marechal Humberto Alencar Castelo Branco.
Trata-se, sem dúvida, de um nome que vai enriquecer a História dos Séculos XX e XXI.

Esperamos, assim, com os vários pronunciamentos citados, ter esclarecido aos leitores cristãos, os riscos desse malfadado Decreto.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

Confiar no Homem ou em Deus?
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O homem quer determinar o que é melhor para si mesmo, ao invés de confiar no seu Criador.


Comentário do editor do blog:

Trazemos hoje, novamente, o Pr. Eros Pasquini Jr. com uma importante palavra a respeito da ação demoníaca que tem prevalecido em nosso tempo, tempo chamado de "pós-moderno".

Prega-se, abertamente, a cultura liberal, na qual é o homem, e não Deus, quem define o que é certo, e o que não é certo; o certo em determinada circunstância nem sempre é o certo em outra circustância.

É impressionante observar como a New Age [movimento precursor do anticristo] tem sido eficaz na divulgação, no inculcar nas mentes da humanidade, suas ideias malignas, à primeira vista parecendo boas, parecendo ações beneméritas, parecendo ação de Deus com a sobrenaturalidade nos trazendo benefícios, nos trazendo curas, nos trazendo riquezas, mas cujo preço a pagar é muito alto: a nossa alma no inferno, em vez de no Céu, na presença de Deus.

Há necessidade de que alertemos as pessoas para essas falsas e vãs filosofias, profetizadas por Deus [que aconteceriam em nossos dias, o tempo do fim], que veem invadindo nossas mentes, nosso trabalho, nossos lares, e até "igrejas", enfim todos os segmentos da Sociedade, a caminho do domínio total do anticristo, que, pela Graça de Deus vai durar pouco [3 anos e meio], até o retorno de Jesus, em sua segunda vinda, quando após derrotar o anticristo, Ele reinará sobre as nações a partir de Israel.

Maranata! Ora vem, Senhor Jesus!

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

A Verdade é relativa? Como [não] ser pai!


A VERDADE É RELATIVA?

- Como [não] ser pai!




O Pastor Eros Pasquini Jr. introduz o seu DVD "Como [não] ser pai!" mostrando como a Sociedade de hoje não tem mais valores definidos, e que a Igreja segue esse mesmo padrão,
abandonando até a fé de que a Bíblia é a Palavra de Deus.

Marcas do Pós-Modernismo

1. Um pessimismo generalizado

2. As emoções e a intuição gozam de um status privilegiado

3. O conceito de "verdade" é diferente

4. O conceito de relativismo e de pluralismo.


Comentário do editor do blog:

Não é de hoje que vimos comentando, em nossos artigos, no blog Sê Fiel [ou fora dele], a respeito do relativismo, que é uma postura do "pós-modernismo" sim, mas que nos remete ao Éden, no início do mundo, quando satanás, travestido de serpente, enganou a mulher, que, por sua vez, enganou a seu marido.

Satanás dissuadiu Eva com uma palavra mais ou menos assim: "não é bem assim que Deus disse...", exatamente como acontece hoje em que quase todos relativizam a Palavra de Deus, Única e Absoluta Verdade.

Nós, os que nos fundamentamos, exclusivamente, na Bíblia, somos pejorativamente tachados de "fundamentalistas", e até de "obscurantistas", como bem citou o Pr. Eros Pasquini Jr.

É preferível sermos objeto de deboche e crítica das pessoas, do que sermos considerados "servos infieis" por Deus.

Não temos a menor dúvida de que o ditado popular "Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura" acaba exprimindo uma verdade; e um ex-grande lider soviético disse "que se repetirmos uma mentira muitas vezes, como se fosse verdade, ela acabará se tornando verdade" (sic).

Essa é a estratégia de satanás também, ele vem impondo ao mundo, desde o Éden, e agora através da New Age, as distorções da verdade, levando o mundo à triste situação em que nos encontramos.

Os valores éticos, morais, sociais, e, principalmente, espirituais vão sendo engolidos, destruídos, pisoteados pelo relativismo [e dissemos isso em um livro que publicamos em 2001], no qual uma das citações foi: "o mundo está descendo as rampas inferiores do longo declínio espiritual, moral, ético e social"

Já dissemos, também, que o Cardeal Joseph Ratzinger, atual Papa Bento XVI, exatamente na véspera de ser escolhido, por seus pares, para o cargo de Sumo Pontífice da Igreja Católica, fez um discurso abordando, principalmente, o "relativismo".

É por aí que, finalmente, satanás está vencendo a batalha [mas vai perder a guerra], e, sutilmente, impondo ao mundo novos valores, falsas crenças, novos e falsos princípios, e as famílias vão se desfazendo; e com a família sendo a célula mater da sociedade, vai se destruindo também a sociedade.

Mas Cristo vai voltar [Maranata, Ora vem, Senhor Jesus], e a Paz Única e Verdadeira, a de Jesus, os valores bons, os princípios sadios voltarão a reinar, através de Cristo governando sobre as nações a partir de Israel.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

Irã, Israel e a corrida contra o tempo


Irã, Israel e a corrida contra o tempo

Para analistas, aumentou a perspectiva de confronto, com o potencial de EUA, e Teerã está perto da bomba

17 de julho de 2010 | 0h 00


Fonte: Simon Tisdall - O Estado de S.Paulo
THE GUARDIAN


Na semana passada, Barack Obama mostrou-se confiante de que Israel não atacaria o Irã sem antes consultá-lo.

"O relacionamento entre Israel e EUA é forte o bastante a ponto de um de nós não tentar surpreender o outro", disse Obama à emissora israelense Canal 2.


Mas Obama deixou muito por dizer. Ele não disse que tentaria impedir ataques aéreos israelenses contra instalações nucleares iranianas - somente que esperava ser avisado com antecedência.

E ele não disse que Washington se recusaria a ajudar ou participar de tal ataque.

Obama disse que os EUA preferem uma solução diplomática.

Mas, logo em seguida, veio o conhecido mantra: "Garanto a vocês que nenhuma opção foi excluída."

Ao contrário, nada do que Obama disse poderia afastar a possibilidade de o Irã reservar surpresas perigosas para EUA e Israel.

A profundidade e a amplitude do confronto com Teerã em numerosas frentes - política, comercial, geográfica e física - aumentam exponencialmente.

A situação torna-se mais imprevisível a cada dia. Não seria necessário muito para dar início a uma crise de grandes proporções.

Depois que ONU, EUA e União Europeia impuseram novas sanções ao país, um ressentido presidente Mahmoud Ahmadinejad disse que o programa nuclear iraniano não recuaria.

O Irã vê-se envolvido em disputas ainda mais acirradas com seus vizinhos. Comentários recentes atribuídos ao embaixador dos Emirados Árabes nos EUA, segundo os quais seu país "não poderia conviver com um Irã nuclear", alimentaram tensões já existentes relativas a disputas envolvendo território e recursos energéticos, além da suposta subversão, por parte do Irã xiita, das monarquias lideradas pelos sunitas.

Segundo o comentarista conservador Arnaud de Borchgrave, um ex-líder árabe alertou que "todos os líderes do Oriente Médio e do Golfo Pérsico querem o Irã longe das armas nucleares, e sabem que sanções não funcionarão. Como Israel, eles se queixam cada vez mais da fraqueza do governo americano.

A lista de pontos inflamáveis que poderiam levar a surpresas desagradáveis não para de crescer. Comandantes americanos no Iraque alertaram esta semana que um grupo militante xiita, Kataib Hezbollah, supostamente financiado e treinado pela Guarda Revolucionária do Irã, enviou combatentes ao Iraque para lançarem ataques coincidindo com a iminente retirada dos soldados americanos.

No Afeganistão, forças da coalizão continuam a encontrar provas do apoio do Irã ao Taleban e às milícias do senhores da guerra, associados à Al-Qaeda.

No cada vez mais fragmentado sul do Líbano, ao menos segundo Israel, o Hezbollah está se armando para a guerra, com a ajuda da Síria, que estaria contrabandeando mísseis do Irã.

Há a ameaça de uma outra conflagração no flanco sul de Israel, onde a polêmica provocada pelos comboios internacionais de ajuda humanitária à Faixa de Gaza está endurecendo a oposição do Hamas a negociações de paz patrocinadas pelos EUA. O envio de novas embarcações para desafiar o bloqueio foi prometido por vários países, entre eles o Irã.

A possibilidade de o Irã provocar sozinho uma ou duas surpresas é ampliada pela crescente agitação doméstica. O lucro proporcionado pelo petróleo está em baixa e, independentemente do que diz Teerã, as sanções estão prejudicando o país.

De grande importância, British Petroleum, Shell e Total receberam a companhia das empresas russa Lukoil, da malaia Petronas e de outras na restrição ou interrupção da venda de produtos refinados ao país, entre eles a gasolina.

Levando-se em consideração este contexto instável, um relatório publicado esta semana pelo independente Grupo de Pesquisas Oxford conclui que a perspectiva de hostilidades entre Irã e Israel, com o potencial de envolver os EUA, "aumentou consideravelmente".

As consequências seriam devastadoras não apenas para a região, diz o documento, e o combate não se limitaria a ataques aéreos.

Funcionários do governo israelense dizem que os EUA e seus aliados têm, no máximo, dois anos para resolver a questão do programa nuclear iraniano antes que medidas militares se tornem inevitáveis. Outros dizem que o tempo restante é ainda menor.

"As tendências atuais sugerem que o Irã seria capaz de produzir armas nucleares antes do fim do ano, representando para os EUA uma ameaça à qual seria estrategicamente impossível responder...

Não acreditamos na possibilidade de conter um Irã dotado de armas nucleares", disse o ex-senador democrata e general americano da reserva Charles Wald num documento interno recente. / TRADUÇÃO DE AUGUSTO CALIL

É COLUNISTA DE POLÍTICA EXTERNA
do Estadão

Texto cedido por Cecília Bonani, e copiado no Site do Jornal O Estado de São Paulo por Evaldo Torres.


Comentário do editor do Sê Fiel:

A matéria acima, do THE GUARDIAN, publicada no Estadão de 17.07.2010, embora defasada, não está desatualizada.

Embora este assunto tenha sido comentado pelo The Guardin, e pubicado no Estadão há quatro dias, é verdade que não se encontra desatualizado.

Essa é, de fato, a situação reinante: EUA, Israel, Teerã, Países Árabes, UE, todos estão como se diz na gíria "com o pé atrás".

O mundo vive num compasso de espera para saber qual o próximo evento vai sacudi-lo, pois aguarda para qualquer momento uma explosão bélica, talvez envolvendo a todos.

Teerã, na calada da noite, se mexe de maneira acelerada para a fabricação de armas nucleares, não escondendo sua intenção de varrer Israel do mapa.

EUA, atento aos fatos, sabe que a qualquer momento terá que agir para impedir uma decisão tresloucada do Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e contará com a ajuda de Israel sempre.

Israel, o alvo preferencial, também tem a convicção de que o Irã tem capacidade para enriquecer urânio e fabricar bombas e foguetes nucleares para atacá-lo, mas, tudo indica, não esperará que aconteça, e, também, sabe que conta com a ajuda dos EUA.

Os Países Árabes, embora inimigos de Israel, sabem o desastre que se anuncia com a intenção maléfica de Ahmadinejad, e percebem que, se o conflito ocorrer, todo o Oriente Médio está fadado a desaparecer, ou, no mínimo, ser fortemente afetado.

A UE (União Europeia) está de antena ligada, sabe que as intenções de Teerã são sérias e perigosas, e não ficará fora da ação que, em breve, será tomada por EUA e Israel, eternos aliados, com vistas a evitar o mal maior.

Assim, como temos dito sempre, já estamos muito próximos do que Jesus chamou de "o princípio das dores", que é o acontecimento precedente da Grande Tribulação, após a qual Jesus voltará, com os seus, destruirá o anticristo, e reinará sobre o mundo a partir de Jerusalém.

Essa é a Única Paz possível, sob o Governo de Jesus.

Maranata! Ora vem, Senhor Jesus!

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

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