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Sê Fiel
Editor: Edmar Torres Alves
Opinião
Certeza que Consola


Esta mensagem lembra muito as palavras do salmista:

“Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre” (Sl 73.26).

Quando João Batista recebeu no cárcere a confirmação de que Jesus Cristo era realmente o Messias aguardado, teve condições de esperar sua execução sem se desesperar, com o coração consolado.

Em Mateus 11.2-3 lemos: “Quando João ouviu, no cárcere, falar das obras de Cristo, mandou por seus discípulos perguntar-lhe: És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?”

João Batista, cuja vida apontava para a vinda do Salvador, e, como mensageiro do Messias, tinha a incumbência de preparar o povo de Israel para receber o Ungido, estava preso num cárcere.

Nessa aflição, enviou dois de seus discípulos a Jesus com a pergunta: “És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?”

De repente, o coração de João começou a ser assaltado por dúvidas: esse Jesus era de fato o Messias ou eles deveriam esperar outro?

Por que ele começou a duvidar?


Quando viu que Jesus não libertava os judeus do jugo romano, e quando foi lançado no cárcere e esperava por sua execução, João Batista começou a duvidar da identidade de Jesus.

Quando ainda batizava no Jordão e Jesus veio ter com ele, João testemunhou com toda a clareza e com certeza inabalável:

“Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo 1.29b). “...eu, de fato, vi e tenho testificado que ele (Jesus) é o filho de Deus” (v.34).

Dois versículos adiante está escrito: “e, vendo Jesus passar, disse: Eis o Cordeiro de Deus!” (v.36).

João não apenas cria em Jesus mas estava plenamente convicto de que esse Jesus era o Messias, o Filho de Deus, o Cordeiro de Deus – sem duvidar e sem vacilar!

Esperanças não-cumpridas...

...veem acompanhadas de dúvidas.

O que João Batista esperava de Jesus?

Ele, os discípulos e todo o povo de Israel esperavam o Messias chegando com poder e glória, libertando Israel do jugo dos romanos e estabelecendo o prometido reino messiânico.

Mas essa expectativa não estava se concretizando naqueles dias.

Ao invés de experimentar triunfo, alegria e regozijo, João Batista foi preso, jogado no cárcere, subjugado e humilhado.

Por isso, em sua aflição e em suas dúvidas crueis, João enviou dois de seus discípulos a Jesus para perguntar se Ele era o Messias prometido.

Seja como for, João dirigiu suas perguntas à pessoa certa.

Ele sabia que somente Jesus poderia fornecer uma resposta confiável às dúvidas que assaltavam seu coração, dando nova perspectiva à sua situação nada satisfatória.

Uma resposta maravilhosa e miraculosa

Quando os dois discípulos, por ordem de João Batista, perguntaram se Jesus era o Messias prometido ou se deveriam esperar outro, Ele lhes respondeu:

“Ide e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho.

E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço” (Mt 11.4-6).

Essa era uma resposta que esclarecia e elucidava o assunto.

Mas por que ela foi tão minuciosa e tão bem explicada?

Será que Jesus não poderia ter respondido com palavras mais breves e mais simples?

Por que Ele não disse simplesmente aos enviados:
“Digam a João: sim, eu sou o Messias!”

Se Jesus tivesse respondido dessa forma, certamente João teria ficado satisfeito naquele momento.

Mas depois de alguns dias, com a continuidade de sua aflição pessoal, as mesmas dúvidas voltariam a assaltar sua mente:

“Será que Jesus mentiu para mim? Por que continuo na prisão? O que está acontecendo?

Precisamos esperar por alguém ainda maior que Jesus?”

Dúvidas, perguntas, questionamentos e mais dúvidas, assim como as encontramos com frequência em muitos casos tratados no aconselhamento bíblico.

E, muitas vezes, o resultado dessas dúvidas e questionamentos é a revolta contra Jesus!

Não foi por acaso que Ele acrescentou à Sua resposta: “E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço”.

Jesus respondeu de maneira bem diferente do que nós responderíamos e do que esperaríamos dEle.

Sua resposta consistiu menos de palavras do que de obras.

Ele mandou os discípulos olhar e ver o que estava acontecendo.

Jesus também relacionou o que disse às declarações do profeta Isaías.

Este havia profetizado que o Servo do Senhor, o Messias, iria pregar boas-novas e curar os quebrantados, sarar os cegos e os surdos e proclamar libertação aos cativos (Is 42.6-7,18; Is 61.1-2).

Os dois discípulos de João viram todas essas coisas acontecendo diante de seus olhos.

Mencionando tudo isso, Jesus deixou claro para João que Ele representava tudo o que havia sido profetizado acerca do Messias.


O que pesa em seu coração? Quais os seus questionamentos? Quais as suas dúvidas? O que deixa você insatisfeito?

Certeza e confiança através do cumprimento da profecia bíblica

A resposta de Jesus não foi uma declaração apenas de lábios, não foi um simples sim ou não.

Sua resposta estava embasada em fatos incontestáveis, fatos que permitiam a verificação de Sua reivindicação de ser o Messias.

Essa resposta representava mais do que milhares de respostas afirmativas:“Sim! Eu sou o Messias!”

Agora João tinha certeza absoluta de que esse Jesus era realmente o Filho do Deus vivo e que ele não precisava esperar por mais ninguém!

Antes de ser preso, ele tinha clareza sobre o fato de Jesus ser o Cordeiro de Deus que levaria o pecado do mundo.

Mas quando viu que Jesus não libertava os judeus do jugo romano, e quando ele mesmo foi lançado no cárcere e esperava por sua execução, começou a duvidar da identidade de Jesus.

Através da resposta dEle, trazida por seus discípulos, foi reconduzido à sua certeza inicial de que Jesus, e nenhum outro, era o Messias.

Mesmo que suas expectativas não tivessem se concretizado, mesmo que sua situação pessoal não tivesse mudado e até piorado, João não se irou contra Deus nem se revoltou contra o Senhor.

Ele estava na prisão e não sabia o que lhe traria o dia de amanhã.

Sua incerteza em relação ao futuro continuava a mesma, mas apesar disso ele tinha condições de continuar calmo e tranquilo.

Como isso foi possível? Mesmo que a aflição fosse a mesma, a legítima Palavra de Deus vinda da boca de Jesus lhe concedeu força e consolo, esperança e certeza!

Agora ele podia viver na convicção de que Jesus era o Messias e que a Palavra de Deus se cumpre –sempre!

Diante dessa convicção nascida na fé, todos os outros assuntos perderam sua importância, e João conseguiu colocar todas as questões pessoais em segundo plano.

Prisão ou palácio, riqueza ou pobreza, agora apenas uma coisa contava: somente Jesus!


“Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições”.

Quais são as nossas expectativas? Qual a nossa esperança? O que nós aguardamos?

Talvez você esteja decepcionado porque o Arrebatamento ainda não aconteceu.

Você fica irado com Jesus porque continua desempregado? O que pesa em seu coração?

Quais os seus questionamentos? Quais as suas dúvidas? O que deixa você insatisfeito?

Jesus diz que “bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço”.

Certamente nós também temos muitas razões para estarmos satisfeitos, tranquilos e consolados, para sermos gratos.

Paulo escreveu palavras cheias de consolo aos cristãos em Filipos enquanto estava na prisão, não a partir de um palácio em Roma.

Essas palavras até hoje trazem conforto e alento renovado também a nós, que seguimos o Cordeiro
– a cada um de nós pessoalmente, independentemente das condições em que vivemos e do que estejamos passando:

“Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos.

Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor.

Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.

E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” (Fp 4.4-7).

Deveríamos confortar e estimular uns aos outros continuamente com essas afirmações, assim como João se alegrou sobremaneira com as palavras que Jesus mandou dizer-lhe!

Jesus é o Filho de Deus, Ele cuida de nós, a Palavra se cumpre e Cristo voltará como prometeu (Jo 14.2-3; veja 1 Ts 4.16-18).

Até que estejamos para sempre na glória com Ele, pratiquemos o que está escrito em Filipenses 4.6:

“Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições...”

Então “a paz de Deus, que excede todo o entendimento” guardará nossos corações e nossas mentes “em Cristo Jesus” (v. 7). (Thomas Lieth - http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, abril de 2006.

Fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/certeza_consolo.html

A psicologia dos atentados por homens-bomba


Pierre Rehov é um cineasta francês que já tinha feito seis documentários sobre a intifada (rebelião) durante viagens ocultas a terras palestinas.

Seu filme “Suicide Killers” [“Assassinos Suicidas”, lançado nos Estados Unidos no começo de 2006] é baseado em entrevistas com familiares de assassinos suicidas e com homens-bomba cujos atentados fracassaram, numa tentativa de descobrir os motivos que levam essas pessoas a cometer tal tipo de atentado.

Após um debate na rede de TV americana MSNBC, Pierre Rehov aceitou responder algumas das minhas perguntas.

Pergunta: O que o inspirou a produzir “Suicide Killers”,
seu sétimo filme?

Resposta: Eu comecei a trabalhar com vítimas de ataques suicidas para fazer um filme sobre PTSD (Perturbação Pós-traumática do Stress) e fiquei fascinado pela personalidade daquelas pessoas que perpetravam esse tipo de crime, considerando as descrições que as vítimas faziam repetidamente deles.

Especialmente pelo fato de esses homens-bomba estarem sempre sorrindo um segundo antes de se explodirem.

– Por que esse filme é particularmente importante?


Mulher-bomba com seu filho.

– As pessoas não compreendem a cultura devastadora que se esconde por detrás desse fenômeno inacreditável.

Meu filme não é politicamente correto, pois ele aborda o problema real: mostra a verdadeira face do Islã.

Ele mostra e acusa uma cultura de ódio, na qual pessoas sem qualquer educação sofrem uma lavagem cerebral de tal ordem que sua única solução na vida passa a ser matar a si mesmos e a outros em nome de Alá, cuja palavra, segundo lhes disseram outros homens, tornou-se sua única segurança.

– Que tipo de percepção íntima você adquiriu a partir do filme? O que você sabe agora que outros especialistas não sabem?

– Eu cheguei à conclusão de que estamos vivendo uma neurose ao nível de uma civilização inteira...

Nesse caso, estamos falando de crianças e jovens que vivem suas vidas em pura frustração...

Como o Islã descreve o céu como um lugar onde tudo será finalmente permitido – e promete 72 virgens a esses garotos frustrados – matar outras pessoas e matar a si mesmos para alcançar a redenção torna-se a única solução. [negrito do editor do blog].

– Como foi a experiência de entrevistar os homens-bomba frustrados em seus ataques, os seus familiares e as vítimas sobreviventes dos atentados?

Foi uma experiência fascinante e aterradora ao mesmo tempo.

Você está lidando com pessoas aparentemente normais, de muito boas maneiras, com sua lógica própria e que, até certo ponto, pode fazer sentido – já que elas estão convencidas de que o que dizem é verdade.

É como lidar com a simples loucura, entrevistando pessoas num sanatório: o que elas dizem é, para elas, a mais absoluta verdade.

Eu ouvi uma mãe dizendo: “Graças a Alá, meu filho está morto”.

Seu filho havia se tornado um shahid (mártir), o que para ela era uma fonte de orgulho maior do que se ele tivesse se tornado um engenheiro, um médico ou um ganhador do Prêmio Nobel.

Esse sistema de valores é completamente invertido, sua interpretação do Islã valoriza a morte muito mais do que a vida.

Você está lidando com pessoas cujo único sonho, cujo único objetivo é realizar aquilo que elas acreditam ser seu destino: ser um shahid ou parente de um shahid.

Eles não veem as pessoas inocentes que são assassinadas, eles enxergam apenas os “impuros” que têm de destruir.

–Você disse [no debate anterior na MSNBC] que os homens-bomba experimentam um momento de poder absoluto, acima de qualquer punição. Seria a morte o poder supremo?

– Não a morte como um fim, mas como uma passagem para o “além-vida”.

Eles buscam a recompensa que Alá lhes prometeu.

Eles trabalham para Alá, a autoridade máxima, acima de toda e qualquer lei dos homens.

Assim, eles experimentam esse momento único e ilusório de poder absoluto, em que nada de mau pode atingi-los pois eles se tornaram a espada de Alá.


Foto de meninos vestidos como combatentes no “Festival da Criança Palestina” no Iêmen (publicada no site do Hamas).

– Existe um perfil típico da personalidade de um homem-bomba? Descreva essa psicopatologia.

– A maioria são jovens entre 15 e 25 anos que carregam inúmeros complexos, geralmente complexos de inferioridade.

Eles certamente foram doutrinados religiosamente.

Geralmente não têm uma personalidade bem desenvolvida.

São usualmente idealistas bastante impressionáveis.

No mundo ocidental, eles facilmente se tornariam viciados em drogas – mas não criminosos.

É interessante, eles não são criminosos porque eles não enxergam o bom e o mau como nós enxergamos.

Se eles tivessem crescido na cultura ocidental, eles detestariam a violência.

Mas eles batalham constantemente contra a ansiedade da própria morte.

A única solução para essa patologia tão profundamente arraigada é querer morrer e ser recompensado numa vida após a morte, no paraíso.

– Os homens-bomba são motivados principalmente por convicção religiosa?

– Sim, esta é a única convicção que eles possuem.

Eles não agem assim para conquistar um território, ou para encontrar liberdade, ou mesmo dignidade.

Eles apenas seguem Alá, o juiz supremo, e aquilo que ele manda que façam.

– Todos os muçulmanos interpretam a jihad (guerra santa) e o martírio da mesma maneira?

Todos os muçulmanos religiosos acreditam que, no final, o Islã prevalecerá sobre a terra.

Acreditam que a sua é a única religião verdadeira e não há qualquer espaço, em suas mentes, para interpretações.

A principal diferença entre muçulmanos moderados e extremistas é que os moderados não acreditam que irão testemunhar a vitória absoluta do Islã durante o tempo de suas vidas e, assim, eles respeitam as crenças dos outros.

Os extremistas acreditam que a realização da profecia do Islã e seu domínio sobre todo o mundo, como descrito no Corão, é para os nossos dias.

Cada vitória de Bin Laden convence 20 milhões de muçulmanos moderados a se tornarem extremistas.

– Descreva-nos a cultura que forja os homens-bomba.

– Opressão, falta de liberdade, lavagem cerebral, miséria organizada, entrega a Alá do comando sobre a vida cotidiana, completa separação entre homens e mulheres, ...destituição de qualquer tipo de poder às mulheres e total encargo dos homens de zelar pela honra familiar, o que diz respeito principalmente ao comportamento de suas mulheres.

– Quais as forças sócio-econômicas que sustentam a perpetuação dos homens-bomba?

– A caridade muçulmana é geralmente um disfarce para a assistência a organizações terroristas.

Mas deve-se observar igualmente que países como o Paquistão, a Arábia Saudita e o Irã, que também dão apoio às mesmas organizações, utilizam-se de métodos diferentes.

O irônico, no caso dos terroristas suicidas palestinos, é que a maior parte do dinheiro chega através do apoio financeiro fornecido pelo mundo ocidental, doado a uma cultura que, no fim das contas, odeia e rechaça o Ocidente (simbolizado principalmente por Israel).

– Existe uma rede de incentivo financeiro para as famílias dos homens-bomba? Em caso positivo, quem faz os pagamentos e qual o peso desse incentivo sobre a decisão [de animar um filho a se tornar um assassino suicida]?


Homens-bomba suicidas posando com o Corão.

– Havia um incentivo financeiro à época de Saddam Hussein (US$ 25.000 por família) e Yasser Arafat (valores menores), mas isso já é passado.

É um erro acreditar que essas famílias sacrificariam seus filhos por dinheiro.

Entretanto, os próprios jovens, que são muito presos às suas famílias, costumam encontrar nessa ajuda financeira uma outra razão para se tornarem homens-bomba.

É como comprar uma apólice de seguro e, depois, cometer suicídio.

– Por que tantos homens-bomba são jovens do sexo masculino?

– ...a sexualidade é fator soberano. Também o ego, pois esse é um caminho certo para se tornar um herói.

Os shahid são os cowboys ou os bombeiros do Islã.

Ser um shahid é um valor positivamente reforçado nessa cultura.

E qual criança nunca sonhou ser um cowboy ou um bombeiro?

– Qual o papel desempenhado pela ONU nessa equação terrorista?

– A ONU está nas mãos dos países árabes, dos países do Terceiro Mundo ou de antigos regimes comunistas.

É uma instituição de mãos atadas.

A ONU já condenou Israel mais vezes do que qualquer outro país do mundo, incluindo os regimes de Fidel Casto, Idi Amin ou Kadafi.

Agindo dessa forma, a ONU deixa sempre o caminho livre, já que não condena abertamente as organizações terroristas.

Além disso, através da UNRWA [Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina] a ONU está diretamente conectada a organizações terroristas como o Hamas, que representa 65% de todo seu aparelhamento nos assim chamados campos de refugiados palestinos.

Como forma de apoiar os países árabes, a ONU vem mantendo os palestinos nesses campos, na esperança do “retorno” a Israel, por mais de 50 anos – fazendo, assim, com que seja impossível assentar essa massa populacional que ainda vive em condições deploráveis.

Quatrocentos milhões de dólares são gastos anualmente, subsidiados principalmente por impostos dos EUA, para sustentar 23.000 funcionários da UNRWA, muitos dos quais sabidamente pertencem a organizações terroristas (sobre esse assunto, consulte o meu filme “Hostages of Hatred” [Reféns do Ódio]).

– Você disse anteriormente que um homem-bomba é, simultaneamente, uma “bomba estúpida” e uma “bomba inteligente”. Pode explicar o que isso significa?

– Diferentemente de um artefato eletrônico, um homem-bomba tem, até o último segundo, a capacidade de mudar de idéia.

Na verdade, ele é nada mais que uma plataforma política representando interesses alheios a si mesmo – ele apenas não se dá conta disso.

Como podemos dar um fim na perversidade desses ataques suicidas e do terrorismo em geral?

Parando de ser politicamente corretos e parando de acreditar que essa cultura é uma vítima da nossa.

O islamismo radical hoje é simplesmente uma nova forma de nazismo.

Ninguém tentava justificar ou desculpar Hitler na década de 1930. Nós tivemos que destruí-lo para que fosse possível a paz com o povo alemão.

– Esses homens têm viajado em grande número para fora de suas regiões nativas? Com base em sua pesquisa, você diria que estamos começando a assistir a uma nova onde de ataques suicidas fora do Oriente Médio?

– Cada novo ataque terrorista bem sucedido é considerado uma vitória pelos radicais do Islã.

Em todos os lugares para onde o Islã se expande há conflitos regionais.

Agora mesmo há milhares de candidatos ao martírio fazendo fila nos campos de treinamento da Bósnia, do Afeganistão, do Paquistão.

Dentro da Europa, centenas de mesquitas ilegais preparam o próximo passo da lavagem cerebral em jovens rapazes perdidos, que não conseguem encontrar uma identidade satisfatória no mundo ocidental.

Israel está muito melhor preparado para lidar com essa situação do que o resto do mundo jamais estará.

Sim, haverá mais ataques suicidas na Europa e nos EUA.

Infelizmente, isso é apenas o começo. (Andrew Cochran,
“The Antiterrorism Blog” – extraído de www.DeOlhoNaMidia.org.br
- http://www.beth-shalom.com.br)

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, outubro de 2006.

Fonte: http://www.beth-shalom.com.br/artigos/homens_bomba.html


Comentário do editor do blog:

Simplesmente estarrecedora esta entrevista e suas conclusões.

Assustador o motivo pelo qual meninos de 15 a 25 anos, em geral, se explodem com bombas no corpo com um sorriso nos lábios!

E é incrível que muitos esperam a Paz negociando com os Palestinos, quando está enraizada na mente e no coração deles não só o ódio contra Israel e as Nações Ocidentais, mas o desejo de se tornarem "mártires", dando as suas vidas pela "causa", e, pior, na expectativa de que alcançarão o "paraíso", onde os esperam "72 virgens" para cada um (sic).

Só nos resta uma solução: - orar ao Deus verdadeiro, que criou os céus, a terra, os oceanos, e tudo o que neles há, no sentido de que o Evangelho de Jesus Cristo chegue até eles; e que eles se convertam a Jesus e deixem de lado esse "sonho" irrealizável e absurdo.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

O Valor do Sofrimento
O Valor do Sofrimento

Dave Hunt




O assunto deste artigo me intimida pessoalmente.

O que tenho eu a ver ou o que tem a ver qualquer pessoa que mora nos Estados Unidos com o sofrimento e a perseguição em o nome de Cristo?

Qualquer pessoa que leia a revista “The Voice of the Martyrs” sabe que nada sofremos, comparado ao que os santos perseguidos sofrem em outros lugares.

Sem dúvida, não é este o único tipo de sofrimento mencionado na Escritura.

Existe sofrimento por causa de aflições físicas, de enfermidades, de fazer o bem, como consequência do próprio pecado, pela vontade de Deus, pelas tentações, pelas aflições satânicas, sofrimento comunitário pelos crentes que sofrem, etc.

Não há muito tempo, eu tive um período de aflição física, mesmo não podendo comparar meu sofrimento com aqueles sofrimentos que muitos estão atravessando; dos que escrevem à TBC pedindo orações por causa dos seus próprios males físicos.

O motivo de o Senhor ter colocado em meu coração o desejo de escrever este artigo pouco tem a ver com a minha própria situação ou de alguém mais.

Estou ciente da prevalecente atitude da maioria da cristandade americana, que é “evitá-lo a todo custo!”.

Embora uma parte de mim queira acrescentar um “Amém!” a este pensamento, estou certo de que ele não reflete o que a Bíblia ensina.

De fato, este errôneo pensamento resulta em desastrosos efeitos.

Trata-se de um fermento insidioso que distorce a relação de alguém com o Senhor, prejudicando, enfim, o seu andar com Ele.

Além do mais, uma visão errada vai atrapalhar grandemente a verdadeira compreensão de Deus e da verdade de Sua Palavra.

O sofrimento é uma consequência do pecado. Ele não existia antes do pecado ter entrado no coração da humanidade.

O capítulo 1 de Gênesis mostra que tudo que Deus criou era “muito bom”, antes da desobediência de Adão e Eva, ou seja, tudo era perfeito.

O pecado tudo mudou em toda a criação.

O sofrimento veio como um inescapável e letal resultado do pecado.

Mesmo assim, em seu pré-conhecimento do que o homem iria fazer e das consequências disso provenientes, Deus proveu a solução para os pecados da humanidade, através da morte sacrifical e da ressurreição de Cristo.

A justiça divina foi perfeitamente satisfeita através do total pagamento dos nossos pecados, feito pelo nosso Salvador.

Mesmo assim, o sofrimento temporal continua a existir. E por quê?

A redenção provida por Jesus Cristo, mesmo tendo sido completa, continua sendo uma opção da parte dos pecadores de rejeitá-la ou recebê-la, exclusivamente pela fé.

O dom de Cristo da salvação estará disponível para cobrir toda a extensão do pecado.

A totalmente penetrante pseudo-indústria da Psicoterapia, por exemplo, é uma indústria de bilhões de dólares, a qual assume a ilusão de aliviar o sofrimento mental.

Terminar todo o sofrimento está visivelmente além da capacidade dos homens e, mesmo assim, ela prossegue em seus presunçosos esforços neste sentido.

Esta é a atitude do mundo secular, mas o que dizer do pensamento entre os religiosos?

Os budistas acreditam que o desejo é a causa de todo o sofrimento e, portanto, cessar todo o desejo acaba com o problema.

Os hinduístas esperam a eliminação do sofrimento através de um processo de reencarnações.

Eles acreditam que todo avanço no sentido de uma melhora fará, supostamente, diminuir e, eventualmente, terminar todo o sofrimento.

É de tudo isto que a Ioga trata.

Qual a visão entre os cristãos?

A maioria destes reflete o pensamento e as ações do mundo, até certo ponto, em vez de refletir o que a Bíblia ensina.

Isso tem conduzido a graves erros doutrinários entre os muitos que afirmam ser cristãos bíblicos.

Talvez a promoção mais divulgada deste pensamento esteja no movimento da “cura e prosperidade”, o qual comanda uma grande parte da chamada televisão cristã (Ver o que consta sobre o assunto nas páginas do livro “Sedução do Cristianismo”).

Os seguidores deste movimento promovem a falsa ideia de que o sofrimento foi cancelado na Cruz [N. T. - Interpretando erroneamente Isaías 53:4-5).

Por conseguinte, este ensino afirma que os itens que produzem o sofrimento são causados pela falta de fé da parte do sofredor.

E como um erro conduz a outro erro, os proponentes da “cura e prosperidade” desviam a fé bíblica para um método que possa ser usado, a fim de afastar a doença e conseguir riqueza.

Todo o processo funciona numa adaptação religiosa da ciência da mente, a qual transforma Deus numa atividade ou força (N.T. – Idêntico ao deus da série Guerra nas Estrelas], o qual funciona através das leis espirituais, especialmente pela fé, que os cristãos e até mesmo os pagãos podem aplicar.

Isto tem conduzido à crença de que a fé no íntimo de alguém é o fator determinante de sua condição.

Pensar que tem uma doença é ter um “pensamento negativo”, o qual causa a doença.

Por outro lado, o “pensamento positivo” causa boa saúde e prosperidade.

A humanidade, neste sistema, torna-se a órbita de sua condição pelos seus pensamentos. (Ver mais sobre o assunto no livro “The Secret Seduction of Chistianity).

Somos informados de que esta é a maneira pela qual Deus opera e, portanto, devemos fazer o mesmo, como “deuses abaixo de Deus”.

Além deste ensino ser completamente blasfemo e ser uma forma letal de ocultismo, evitando que as pessoas busquem ajuda médica, o movimento da “cura e prosperidade” gera uma rebelião final, usando o nome Deus.

O sofrimento é uma condição da vida à qual estamos sujeitos.

A maneira de entendê-lo é crucial, no sentido de como iremos lidar com o sofrimento.

No sofrimento, e em tudo o mais que está incluído na Palavra de Deus, precisamos olhar para o Senhor, a fim de conseguir a necessária compreensão.

Provérbios 4:7 nos diz: “A sabedoria é a coisa principal; adquire pois a sabedoria, emprega tudo o que possuis na aquisição de entendimento”.

Que tenhamos segurança apenas no que está escrito na Bíblia.

Deus não eliminou totalmente o sofrimento na vida de pessoa alguma.

Até mesmo Jesus Cristo, que é tanto Deus como Homem sem pecado, sofreu como homem, aqui na Terra.

Todos os patriarcas sofreram; Jó sofreu; todos os apóstolos sofreram; Maria, a mãe de Jesus na carne, sofreu; os discípulos sofreram e Paulo nos conta em detalhes assustadores o que ele mesmo sofreu.

Entendemos a origem e o fato do sofrimento; mas, por que Deus o permite na vida dos que O amam?

Conhecer o que a Escritura ensina sobre o caráter de Deus faz-nos concluir que se não houvesse valor algum no sofrimento da humanidade (especialmente nas vidas dos que Ele ama), Ele não iria permiti-lo.

Mesmo assim, a Escritura estabelece as condições e duração do tempo.

O sofrimento é temporal para todos e eterno para alguns.

Para os crentes, ele termina com a entrada na eternidade (Apocalipse 21:4): “E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas”.

Para os que rejeitam a salvação de Deus através de Jesus Cristo, o sofrimento será eterno
(2 Tessalonicenses 1:8-9):

“Como labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo; os quais, por castigo, padecerão eterna perdição, ante a face do Senhor e a glória do seu poder”.

Então, o que pode significar o sofrimento temporal, tanto para os perdidos como para os salvos, que amam o Senhor?

Para os que ainda não se voltaram para o Senhor em busca se salvação, sua condição de sofrimento muitas vezes pode criar oportunidades que os induzam a clamar a Deus, em busca de ajuda.

Aos que o fazem sinceramente Ele mostra misericórdia pelo seu estado e provê graça para a sua nova vida em Cristo e para o seu destino eterno. (Atos 2:21): “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”.

Quanto ao sofrimento temporal dos que nasceram de novo pelo Espírito e receberam o dom da vida eterna, qual o provável valor do seu sofrimento?

Valendo-nos de alguns versos do apóstolo Paulo em Filipenses 3:7-12... “muito, em todos os sentidos”.

Contudo, o problema algumas vezes diferente dos específicos propósitos de Deus para o sofrimento de um crente, com raras exceções, está além da nossa capacidade de compreensão.

Entretanto, os propósitos gerais, são abundantes nas páginas da Escritura Sagrada.

O propósito de Deus, quando permitiu o sofrimento na vida de Jó, está claro para nós e para ele.

Uma relação mais íntima com o Senhor foi o resultado que lemos em Jó 42:5-6: “Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te veem os meus olhos.

Por isso me abomino no pó e na cinza”.


Durante a sua aflição, Jó descobriu a intensa preocupação consigo mesmo – que o seu conhecimento pessoal de Deus era grandemente comprimido pela sua própria vida.

Mesmo tendo Deus lhe restaurado muito mais do que Satanás havia destruído em sua vida, o lucro material de Jó não pôde ser comparado ao valor temporal e eterno de uma relação mais íntima com o Senhor.

O sofrimento experimentado por Jó nos fala de nossa restrição no conhecimento de Deus e da preocupação com o nosso EU.

A Epístola aos Hebreus foi escrita especialmente para os judeus cristãos, que estavam sendo contestados pelos seus patrícios legalistas sobre o que lhes havia sido ensinado pela Fé. (Hebreus 2:1): “Portanto, convém-nos atentar com mais diligência para as coisas que já temos ouvido, para que em tempo algum nos desviemos delas”.

Aqueles sofredores foram exortados a permanecer firmes, mirando-se no exemplo dos antigos santos, que haviam sofrido muito mais, conforme Hebreus 11:35-39):

“As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição; e outros experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões.

Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados (Dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra.

E todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa...”


Qual o valor que se pode encontrar no que estes santos - mencionados como “heróis da fé” - sofreram?

Numa base pessoal, só podemos imaginar que todos o que são salvos pela obra redentora do nosso Salvador são santos, isto é, no sentido bíblico.

Em minha juventude, como católico romano, eu colecionava cartões de “santos” canonizados.

Em geral ensinava-se que quanto mais tivessem sofrido aqueles “santos”, mais santos seriam.

Muitos deles contribuíram propositadamente para o seu sofrimento, infringindo dores a si mesmos.

Por que? A ICAR ensina que é através do sofrimento pessoal, inclusive no purgatório (onde supostamente os pecados precisam ser purgados, antes que qualquer pessoa entre no céu), que os pecados são espiados.

Tudo isto é uma rejeição ao evangelho e uma perversão do sofrimento bíblico.

A vida inacreditavelmente produtiva e exemplar do apóstolo Paulo, descreve uma litania de sofrimentos, à qual nos referimos como os
“perigos de Paulo”.

Descrever todos eles poderia encher todo o espaço deste artigo; por isso, vamos mostrar apenas alguns exemplos: Paulo foi açoitado, espancado, aprisionado, apedrejado, naufragado, esteve à deriva no mar, em perigos de viagens, em cansaço, dores, insônia, muitas vezes com fome, sede, frio, nudez, (2 Coríntios 11:27).

Ele sofreu angustia mental e aflições físicas e, mesmo assim, pôde declarar: “Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte”. (2 Coríntios 12:10).

Como é possível? A resposta está na 2 Coríntios 12:9: “E [Jesus] disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo”.

Se a atitude de Paulo nos parece estranha e inusitada, pode ser que embora possamos conhecer pessoalmente o Senhor, não O conhecemos o suficiente para termos experimentado as profundezas do Seu poder em nossas vidas, e também pode ser que não entendamos o quanto Paulo desejava, em seu (e em nosso) breve tempo de vida, contribuir com a sua vida em Cristo, no presente e especialmente na eternidade.

Isto soa em suas palavras, conforme Filipenses 3:10: “Para conhecê-lo, e à virtude da sua ressurreição, e à comunicação de suas aflições, sendo feito conforme à sua morte”.

O seu coração, na perspectiva atual e na eterna, também está refletido, quando ele exulta: “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho” (Filipenses 1:21).

Mesmo porque Romanos 14:8 diz: “Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor”.

Isto revela um amor profundo por Jesus, o qual está faltando em nossas vidas.

O grande desejo de Paulo era que todos os crentes o seguissem no íntimo amor pessoal que ele havia experimentado por Jesus.

Paulo estava aguardando experiências maiores através da eternidade (1 Coríntios 2:9): “Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam”.

Quando Paulo escreveu aos Colossenses a respeito do seu ministério, falando de sua alegria;
“Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a igreja”. (Colossenses 1:24), ele certamente não estava dizendo (ao contrário do que me ensinaram no Catolicismo Romano) que o pagamento de Cristo pelos nossos pecados foi, de certo modo, insuficiente, nem que ele poderia expiar os pecados dos Colossenses, sofrendo por eles (outros ensino católico).

As “aflições de Cristo” continuam apenas no sentido de que os crentes Nele, o Seu corpo, estariam experimentando tentações, perseguições e tribulações (2 Timóteo 3:12).

Paulo, os outros apóstolos e os discípulos de Cristo, através da historia, têm completados os Seus sofrimentos, ministrando uns aos outros e também por causa de sua pregação e vida, conforme o evangelho.

Como poderia Paulo “regozijar-se” em seus sofrimentos ao ministrar aos seus companheiros crentes?

Algumas das razões são encontradas no capítulo 1 da 2 Coríntios.

Paulo e eles seriam ministrados pelo “Pai das misericórdias” conforme a 2 Coríntios 1:3-4: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação; que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus”.

Isto significa fortalecendo-os através de tentações, a fim de serem “consolados por Deus”
(Verso 5).

Para o crente em Jesus Cristo experimentar tentações e sofrimento é uma oportunidade de crescimento na fé e de crescimento no Senhor, quando podemos ver Suas obras em nossas vidas, de uma maneira exclusivamente pessoal, a qual demonstra a Sua compaixão, o Seu Conforto, Suas ternas misericórdias, Sua amorosa vontade, Sua graça e o Seu infinito amor.

Somente Deus conhece cada uma de nossas necessidades de experimentar e aprender, a fim de nos tornarmos “conformes à imagem de Seu filho” (Romanos 8:29 e 2 Coríntios 1:4-5).

Que sejamos nós ou aqueles que o Senhor nos tenha colocados no coração, que estejam sofrendo, confiemos na incessante oração de Paulo em nosso favor e em favor dos nossos amados (Colossenses 1:9-11).

Observem que isto resulta em “perseverança em alegria”.

Nenhuma experiência de sofrimento pode nos roubar a alegria em Cristo, quando somos por Ele fortalecidos.

Fonte: TBC Maio - Dave Hunt - The Value of Suffering”

Traduzido por Mary Schultze, em 06/05/2010 - por e-mail de Eduardo Luiz Torres Alves

Jerusalém 2010 - Uma carta para Jerusalém
Uma carta para Jerusalém

Um artigo de um rabino, que mostra a realidade circunstancial de Jerusalém. Uma homenagem do Chabad à Jerusalém.

Shalom a todos

Sandro

UMA CARTA PARA JERUSALÉM.

Por chabad Brasil


Na imaginação de minha alma, viajo 2.700 anos até uma das esquinas da antiga Jerusalém, a esplêndida cidade de ouro branco.

Posso ouvir nosso Profeta Yeshayahu ( Isaías ) enxugando as lágrimas à medida que pronuncia suas palavras comoventes e imortais: “Consola, consola Meu povo,” diz o Eterno. “Fala ao coração de Jerusalém e clama a ela.”

No resto do mundo, as pessoas buscam um significado; em você, Jerusalém, o significado busca as pessoas.

Jerusalém! Hoje eu gostaria de considerar as palavras de Yeshayahu e falar ao seu coração.

Quantos segredos seu coração gigante contém?

Quantas impressões, quantas cicatrizes estão gravadas nas fendas de suas antigas pedras?

Se ao menos eu pudesse, mesmo que por um instante, sentir tudo que você tem absorvido no decorrer dos últimos 4.000 anos.

Você tem estado aqui para aceitar cada lágrima, cada suspiro, cada ferida e cada morte.

Você tem visto seus filhos nascerem e seus filhos serem assassinados, as noivas se casarem e depois serem mutiladas.

Você tem assistido milhões de judeus dançando em suas ruas e então visto milhões deles massacrados nos mesmos caminhos.

Você tem ouvido centenas de melodias de júbilo e emprestado um ouvido para numerosos gemidos de dor.

A história inteira de meu povo é mostrada nas linhas desgastadas e antigas de sua face de pedra silenciosa.

Você tem sido uma testemunha leal do nosso drama coletivo, único entre todos os povos do mundo: nossa glória e nosso horror, nosso desespero e nossa esperança.

Nossa fé inabalável na existência do bem supremo e nosso ceticismo racional causado pelo poder impiedoso do mal neste planeta.

Acima de tudo – você tem servido como o energizador em nossa longa batalha milenar para construir um mundo que reflita o infinito do potencial humano.

Quando entro nas suas muralhas, ó Jerusalém, esqueço meu ego.

Torno-me maior que eu mesmo, parte da melodia eterna de meu povo Israel, reverberando através de cada centímetro de seu solo.

No resto do mundo, as pessoas buscam um significado; em você, Jerusalém, o significado busca as pessoas.

Você tem sido o palco principal de uma luta de 4,000 anos para construir um fragmento do céu aqui na terra.

Este esforço corajoso sempre se sustentou dentro de seu espaço, um lugar no mundo onde céu e terra se beijam.

E você nunca se esqueceu de nós, Jerusalém.

Desde o dia em que o Templo subiu em chamas, você não fechou os olhos para nem sequer uma noite de descanso.

Como uma mãe inquieta esperando a volta de um filho que está faltando, você jamais deixou de antecipar o retorno de seus filhos.

Você jamais aceitou nossa expulsão das suas sagradas fronteiras.

Neste dia, seus filhos estão sofrendo.

Mais uma vez, os poderes do mundo estão tentando expulsar seus filhos do seu solo.

É esta a visão de um futuro Estado Palestino democrático – que os judeus sejam proibidos de morar em certas partes de Jerusalém?

Os árabes podem viver em qualquer parte de Jerusalém; os judeus são proibidos de morar em determinadas partes de sua capital histórica de três mil anos?

O Presidente dos Estados Unidos e sua administração ingenuamente acreditam que o conflito entre judeus e árabes é sobre este ou aquele pedaço de terra, não sobre a própria existência de Israel e do povo judeu.

Durante anos, centenas de filhos seus foram feitos em pedaços pelas mãos de seus vizinhos, somente porque o território foi cedido a eles, território que foi imediatamente transformado em bastiões de terror.

Dentre as vítimas estavam crianças pequenas, adolescentes, pais e avós.

Um grande buraco se formou no coração de Israel.

Nenhuma celebração mais é completa; nenhuma serenidade é genuína.

O riso de muitas pessoas foi roubado neste pequeno país.

Em nome da paz e da santidade da vida humana – tanto do judeu quanto do árabe – não devemos permitir que nossos vizinhos comecem a terceira Intifada.

Jerusalém! Aquilo que nós, o povo judeu, mais precisamos hoje é um grande abraço e uma dose de confiança inabalável para suportar a pressão de ainda provocar mais derramamento de sangue.

Precisamos da coragem para enfrentar o Presidente Americano e todos os caçadores de Israel no mundo e declarar: Não permitam que Jerusalém, o coração de nossos corações, seja usada como um instrumento de propaganda nas mãos de pessoas que infelizmente anseiam pela nossa destruição.

Que D´us abrace você, ó Jerusalém, para que você possa nos abraçar.

Texto enviado por Sandro Cescato, Israelense convertido a Jesus


Comentário do editor do blog:

No Calendário de Israel, 12 de maio [este ano] comemora-se 62 anos da [re] criação do Estado de Israel, em 1948, período de lutas, de sofrimentos, de choro, e também de guerras respondendo aos ataques de seus inimigos.

Hoje apresentamos uma carta de um Rabino endereçada à Cidade de Jerusalém, uma carta em que se percebe o choro; choro igual ao de Isaias como ele menciona; choro como o de Jesus, lembrança nossa.

Ele diz que Obama, ingenuamente, pensa que eles lutam por um pedaço de terra, mas não!

Sua luta é pela existência de Israel como Nação, e de seu povo, que vem sendo sacrificado no decorrer dos anos, no decorrer dos ataques bélicos que sofrem de seus inimigos.

Ele não diz, mas o estudo nos mostra isso, quando Israel reage aos ataques sofridos [ao norte pelo H´ezballah e ao sul pelo Hamas] os Palestinos, dolosamente, usam mulheres e crianças como escudos, fazendo com que a Mídia Internacional se volte contra Israel.

Israel, por mais de uma vez, unilateralmente, entregou terras para os Palestinos como foi o caso de Gaza, entregue a partir do Governo do ex-Primeiro Ministro Ariel Sharon [em coma há quatro anos e 4 meses]; e os inimigos ao invés de usarem o território para plantar, colher, produzir algo, o tem usado como "base" de ataques por bombas e foguetes contra Israel [o Rabino chega a falar sobre isso].

Então, provado está, Israel não quer terras, ele quer paz, ele quer a sobrevivência do País como Nação Soberana, ele quer que o seu povo viva em Paz.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

Afronta em Gibeá


Certo homem vivia no cume de uma montanha muito alta.

Por causa de um velho ferimento de guerra, ele precisava contratar alguém para descer e subir a montanha com sua filhinha todos os dias, para que ela pudesse ir à escola.

Um número razoável de pessoas se candidatou ao emprego, e ele fazia uma única pergunta a cada um:

“A que distância da beira da montanha você consegue chegar sem cair lá embaixo?”

Um rapaz impetuoso respondeu: “Eu consigo chegar até trinta centímetros”.

“Isso não é nada”, disse um outro. “Eu consigo chegar até quinze centímetros da borda do precipício”.

Um terceiro se gabou: “Eu chego até três centímetros!”

Durante esse tempo, um homem simples permanecia de pé, quieto no seu canto.

Quando chegou sua vez, ele respondeu: “Eu não chego perto da borda de jeito nenhum. Vou ficar no caminho seguro, porque tenho amor à vida”.

Ele conseguiu o emprego.

Muitas pessoas acham que podem viver na beira do precipício da corrupção espiritual e cultural.

Mas essa é uma ladeira perigosa e escorregadia para os seguidores de Cristo, pois conduz à apatia, ao pecado e à assimilação pelo mundo.

A história chocante do levita e de sua concubina (Jz 19-21) alerta o povo de Deus contra essa ameaça.

O conselho para o cristão é obedecer à Palavra de Deus e ficar firme no caminho que Ele traçou.

O Panorama da Desgraça

“Porém os filhos de Benjamim não expulsaram os jebuseus que habitavam em Jerusalém; antes, os jebuseus habitam com os filhos de Benjamim em Jerusalém, até ao dia de hoje” (Jz 1.21).

Um levita de Efraim tinha uma concubina de Belém.

As concubinas eram esposas secundárias que, geralmente, tinham um status mais baixo dentro da estrutura conjugal.

O antigo costume foi degenerando, embora houvesse leis para restringi-lo e regulá-lo (Êx 21.7-11; Lv 19.20-22; Dt 21.10-14).

Jesus restaurou o plano original de Deus para o casamento (Mt 19.4-9).

O concubinato, a poligamia e a manutenção de uma amante são pecados (1 Co 7.2).

Aparentemente, a concubina do levita voltou para a casa de seu pai, em Belém.

Quatro meses depois, o levita resolveu buscá-la de volta.

Recebido por seu sogro conforme os típicos costumes orientais, o levita permaneceu ali por cinco dias.

Na tarde do quinto dia, ele e sua concubina partiram de volta para casa, indo em direção a Jebus (a Jerusalém pré-israelita).

Como já era tarde, seu servo sugeriu que eles passassem a noite na cidade dos jebuseus.

Mas o levita não achou seguro pernoitarem num lugar onde não havia israelitas.

Assim, eles percorreram mais oito quilômetros até a cidade benjamita de Gibeá.

Em Gibeá, ninguém lhes deu abrigo para passarem a noite.

Essa foi uma atitude condenável dos gibeonitas, porque Deus ordenou que Seu povo praticasse a hospitalidade (Lv 19.33-34; Lv 25.35; Mt 25.35; Hb 13.2).

Um homem idoso viu os viajantes descansando na praça da cidade e levou-os para sua casa, para que pudessem comer alguma coisa e se alojar até de manhã.

Naquela noite, alguns homens degenerados da cidade cercaram a casa e começaram a esmurrar a porta, gritando:

“Traze cá para fora o homem que entrou na tua casa, para que o conheçamos (abusemos dele)” (Jz 19.22).


Um trípode de Ugarite (usado como apoio pela pitonisa ao proferir os oráculos), decorado com réplicas de romãs, símbolos da fertilidade.

O velho saiu e disse: “Não, irmãos meus, não cometais semelhante maldade; visto que o homem já entrou em minha casa, não façais essa loucura” (v. 23).

Ele chegou até a oferecer sua filha virgem e a concubina para que os homens se satisfizessem.

Mas eles não queriam mulheres. Para livrar a própria pele, o levita empurrou sua concubina para fora.

Durante toda a noite, ela foi brutalmente estuprada.

Ao ser solta pela manhã, ela desmaiou na porta da casa.

Quando seu marido abriu a porta para sair, viu-a caída de bruços, com as mãos na soleira da porta.

Sem qualquer compaixão, ele lhe disse: “Levanta-te, e vamo-nos” (v. 28). Mas não houve resposta. Ela estava morta.

A insensibilidade do levita para com sua concubina ilustra, infelizmente, alguns aspectos da sociedade moderna.

A Bíblia afirma que, nos últimos dias, o afeto natural se tornará escasso (2 Tm 3.1-5).

Lamentavelmente, é isso que acontece em muitos casamentos de hoje. Nem mesmo a família da fé está imune a isso.

Então, o levita amarrou no seu jumento o corpo sem vida da mulher e continuou a viagem.

Chegando em casa, ele cortou o corpo dela em doze pedaços e enviou um a cada tribo de Israel.

Revoltadas com aquela visão, as tribos de Israel exigiram justiça para o crime de Gibeá (v. 30).

Foi convocada uma assembléia em Mispa, no território de Benjamim.

Ali, o levita contou aos líderes o que tinha acontecido, distorcendo um pouco a história em seu próprio benefício.

O que disse era verdade, mas ele não mencionou a crueldade com que empurrou sua concubina para as mãos do bando.

Os anciãos exigiram que os benjamitas entregassem os agressores de Gibeá para que fossem punidos.

Mas os filhos de Benjamim se recusaram. Sua tolerância para com a depravação tinha se transformado numa atitude de autodefesa alimentada pelo orgulho, e essa foi a sua ruína.

“Da soberba só resulta a contenda, mas com os que se aconselham se acha a sabedoria” (Pv 13.10).

Cega de raiva e irredutível em sua teimosia, a tribo se reuniu em Gibeá para lutar contra seus irmãos.

Sessenta e cinco mil homens, incluindo vinte e cinco mil benjamitas, morreram em três grandes batalhas que quase aniquilaram a tribo de Benjamim.

Somente 600 sobreviveram, escondendo-se durante quatro meses no deserto.

Mas agora havia um novo problema.

As outras tribos de Israel tinham jurado em Mispa que nunca deixariam suas filhas se casarem com um benjamita.

Depois, porém, ficaram preocupadas com a possível extinção de toda uma tribo de Israel.

Os israelitas choraram amargamente diante do Senhor (Jz 21.2,6).

Então, elaboraram um plano: eles encontraram uma cidade, Jabes-Gileade, que não tinha participado da guerra e a castigaram, matando todos os seus homens e mulheres, exceto suas 400 virgens, que foram capturadas e entregues como esposas aos homens de Benjamim.

Mas ainda faltavam 200 virgens.

Os anciãos de Israel entraram em conluio e disseram aos benjamitas restantes que se escondessem nas vinhas de Siló.

Quando as filhas de Siló saíssem para dançar na festa anual, cada homem deveria sair de seu esconderijo e raptar uma esposa para si.

Os anciãos prometeram acalmar a ira dos pais e das famílias das moças.

A Bíblia encerra esse triste episódio com estas palavras melancólicas:

“Naqueles dias, não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto” (v. 25).

A Única Solução

Antes de morrer, Josué alertou os israelitas para que obedecessem ao Senhor.

Ele recordou-lhes as vitórias do Senhor sobre seus inimigos (Js 23), recapitulou a fidelidade e a bondade de Deus (Js 24) e advertiu-os para que dessem ouvidos ao Senhor, sempre fossem fiéis a Javé e não se associassem com os pagãos.

Entretanto, “foi também congregada a seus pais toda aquela geração; e outra geração após eles se levantou, que não conhecia o Senhor, nem tampouco as obras que fizera a Israel.

Então, fizeram os filhos de Israel o que era mau perante o Senhor; pois serviram aos baalins.

Deixaram o Senhor, Deus de seus pais, que os tirara da terra do Egito, e foram-se após outros deuses, dentre os deuses das gentes que havia ao redor deles, e os adoraram, e provocaram o Senhor à ira” (Jz 2.10-12).

O levita não achou uma boa idéia passar a noite em Jebus. Por quê?

A cidade pertencia aos cananeus. Ele sentiu que seria melhor ficar em Gibeá. O que ele não sabia é que Gibeá tinha se “canaanizado”.

A assustadora história do levita e de sua concubina é um retrato vívido da degradação.

Israel decaiu espiritualmente porque misturou os ritos idólatras dos cananeus com o culto ao Senhor.

Os israelitas decaíram como nação porque negligenciaram a guerra permanente contra os cananeus.

A cidade dos jebuseus deveria ter sido conquistada.

Sua existência permitiu que a traiçoeira cultura cananéia se espalhasse.

Além disso, tornando-se prisioneiros dessa cultura, Gibeá e os benjamitas perderam a visão de Deus.

A morte de Josué e dos outros líderes daquela época deixou um vazio na liderança espiritual da nação.

É evidente que a falta de líderes tementes a Deus leva a sociedade a fazer o que há de pior.

O rei Davi declarou: “Socorro, Senhor! Porque já não há homens piedosos; desaparecem os fiéis entre os filhos dos homens” (Sl 12.1).

Os crentes deveriam influenciar a sociedade através de sua separação e comportamento santo.

“Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente” (Tt 2.11-12).

O caminho escorregadio que conduz à apatia, ao pecado e à identificação com o mundo é real.

O grau em que as pessoas se deixam escravizar pela cultura mundana pode variar, mas a batalha sem tréguas entre o Evangelho e os valores e comportamentos do mundo é universal.

“Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências” (Rm 13.14). (Peter Colón - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)

Peter Colón é o diretor de The Friends of Israel para os estados do Sudeste dos EUA.

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, dezembro de 2006.

Fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/gibea.html



Comentário do editor do blog:

O texto de hoje é muito importante, ele nos mostra quão perto estamos do precipício ao nos associarmos às coisas deste mundo.

Também estamos vivendo em meio à uma grande degradação dos costumes, da moral, da ética, dos valores espirituais.

Não dá para misturar "valores" de Deus [bíblicos] com os valores mundanos.

Estamos vivendo dias de apatia, de indiferença em relação ao mal; e sorrateiramente ele vai se infiltrando em nossas vidas, através do engano do paganismo, do esoterismo, do ocultismo.

É como se vivessemos sem Deus, seguindo a corrente das águas, na confiança de "que todo mundo faz", o que não justifica a aproximação com o precipício que leva à morte.

Esquecemo-nos que os olhos de Deus passeiam sobre a terra; se Ele está tranquilo quanto aos que lhe seguem com fidelidade, não é esse o mesmo sentimento que Ele tem quanto aos que vivem a vida como se não houvesse um Deus, como se Jesus não tivesse espontaneamente dado a sua vida em nosso lugar.

Se o gozo da felicidade está garantido aos seguidores de Cristo, por sua vez alguns deles se abstraem da observância de um testemunho cristão fiel, entristecendo o Espírito Santo de Deus, e se tornam pessoas de duas faces: uma para estarem junto aos cristãos, e outra para se juntarem aos escarnecedores de Deus.

Temos que estar vigilantes [vigiai e orai para que não entreis em tentação], sempre em atitude de oração silenciosa diante de Deus para não adentrarmos pela estrada larga que leva à perdição.

Mas o que está acontecendo nos nossos dias, os dias do fim, foi profetizado pelo Senhor, há milênios, e que Jesus chamou de "o princípio das dores", o que aponta para a sua cada vez mais próxima vinda para nos buscar.

Maranata! Ora vem, Senhor Jesus!

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

Yom Yerushalaim!
Yom Yerushalaim!

Nesta próxima 4ª feira, dia 12/05/2010 ( 28 Iyar 5770 – 43º dia da Contagem do Omer ), celebra-se o Aniversário de Jerusalém. Segue abaixo, minha homenagem a esta Cidade tão especial !

"Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça a minha mão direita da sua destreza. Apegue-se minha língua ao céu da boca, se não me lembrar de ti, se eu não preferir Jerusalém à minha maior alegria."
(Tehilim - Salmos 137)

Jerusalém é uma cidade milagrosa, maravilhosa.

Não é mencionada por seu nome em todo o Chumash
(Pentateuco ).

Tudo o que está escrito é " O lugar que o Eterno, vosso Deus, escolheu" ( Dvarim ( deuteronômio ) - 12:5 ) - e desde o início, podemos notar que Jerusalém continua sendo uma cidade única, que não é "conquistada" rapidamente, tão facilmente.

Seu nome, a junção de Iyr ( ver alto ) e Shalem ( paz ), significa literalmente "visão da paz".

Yerushalaim fez, faz e eternamente fará parte da vida do Povo Judeu.

Ela é o símbolo máximo da esperança de todo judeu em suas canções, em suas festas, salmos e até mesmo no Hino Nacional de Israel, ela é a protagonista.

No decorrer de gerações o seu fulgor se amorteceu um pouco : ela foi destruída, reduzida a cinzas.

Mas num futuro próximo, esse fulgor voltará a surgir, como em todas as orações, os judeus lembram do verso em Isaías 54:12 :

"E farei que sejam seus baluartes de rubis, e tuas portas de carbúnculos e tuas muralhas de pedras preciosas" ... é dizer que as janelas de Jerusalém, suas portas e muros estarão cheias de pedras preciosas.

Resplandecente como o sol. Adornada de estrelas. Pura e imaculada, como os mais caros diamantes.

Nas escolas de ensino religioso judaico ensina-se que Yerushalaim ( Jerusalém ) não é uma cidade natural : é certo que se encontra em um ponto determinado do planeta Terra, mas também se encontra nos céus.

Existe uma Jerusalém terrena, mas também uma Jerusalém espiritual - esta celestial também aqui embaixo. Depende de como nós a vemos.

Jerusalém está vinculada a outro mundo totalmente distinto " aqui Eu assentarei tuas pedras com turquesas, e farei teus fundamentos com safiras" ( Isaías 54:11 ).

Essa cidade é construída toda ela de safiras - uma das pedras de Chochen Hamishpat ( uma estola ou camisa que se vestia sobre o peito ) do Cohen Gadol ( Sumo Sacerdote ).

Jerusalém está intimamente ligada ao Sacerdócio, ao Serviço, à Adoração e a Santificação dentro do Templo. Essa "edificação" é lenta e paulatina :

Jerusalém volta a ser "reconstruída", consola-se em Ruach Hakodesh ( Espírito do Senhor ), e lentamente se cobre de "turquesas" e "safiras".

Essa "cidade", onde toda ela é Beit Hamikdash ( Casa do Senhor ), cuja Kidushá ( santidade ) depende da Shekiná ( manifestação da presença divina ), que nunca a abandonou.

Para os judeus, Jerusalém é como os rolos da Torá - não é simplesmente natural, é divina.

E esse aspecto divino se revela cada vez mais, em quem "habita" nesta "cidade", e se cobre das suas turquezas e suas safiras.

Nela, entrará finalmente, pela Porta Formosa, pronto para iniciar os Mil Anos, o maravilhoso Melech Mashiach ( Rei Messias ), coroado de Honra e Glória para toda a Eternidade.

Jerusalém precisa ser assim, maravilhosa, adornada, pura, resplandecente, para receber um ser tão Precioso e Esperado.

"Canta alegremente, ó filha de Sião; rejubila, ó Israel; regozija-te, e exulta de todo o coração, ó filha de Jerusalém."
(Sofonias 3 : 14)

Shalom a todos !!! Shalom em Yerushalaim !
Hag Sameach !

Sandro

Fonte: Autor Sandro Cescato - Israelense convertido a Jesus - enviado por e-mail

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