Home  | Administração   
Sê Fiel
Editor: Edmar Torres Alves
Opinião
As marcas de uma vida ressuscitada ( 5 a 7 )
As Marcas de Uma Vida ressuscitada - 5 -



Vejam como tudo acontece no entendimento, na consciência que vos renoveis no espírito do vosso entendimento. Que vos revistais assim do novo homem, criado segundo Deus em justiça e retidão, procedentes da verdade. Esse novo homem não é modo de vestir, esse novo homem não tem nada a ver com tamanho de cabelo, esse novo homem não tem a ver com estereótipos, esse novo homem não tem a ver com maquiagens, esse novo homem não tem a ver com exterioridades, esse novo homem tem a ver com o entendimento que se renova na verdade e na justiça...

As Marcas de Uma Vida ressuscitada - 6 -



E quando o dia mau chegou eu não fui destruído porque Fiel é o que me guarda e o que me ama; e eu sei que Ele me ama, eu sei que a gente tem um borogodó muito especial. Durante toda a minha vida eu só recebi testemunho do Amor de Deus por mim, uma paixão dEle, um caso... mas aí eu vi assim na pele quê que é o dia mau? Eu vi que no dia mau um abismo chama outro abismo...

As Marcas de Uma Vida ressuscitada - 7 -



"Paz seja com os irmãos, e amor com fé da parte de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo; a graça seja com todos os que amam, sinceramente, o nosso Senhor Jesus Cristo". Essa coisa toda termina com o amar sinceramente o nosso Senhor Jesus Cristo. Todas as bênçãos nas regiões celestes são minhas em Cristo Jesus, todas as armas contra as hostilidades dos poderes celestiais, também são minhas em Cristo Jesus. Estive morto...

Comentários do editor do Sê Fiel:

A mensagem apresentada em sete vídeos é uma palavra sincera, forte, às vezes entrecortada por "voz embargada" por lágrimas no coração, e até nos olhos, não só do pregador, mas também dos assistentes; precisa ser ouvida nos sentido de podermos aprender, na Palavra de Deus, como passar pelo Calvário [dificuldades, dissabores, dores] e sair do outro lado ressuscitados, fortalecidos pelo Senhor nosso Deus e Pai, pelo Deus Filho Jesus Cristo, e pelo Deus Espírito Santo que habita em nós.

Oramos para que o Amor de Deus alcance você, caro leitor, e pela Graça, mediante a Fé em Jesus, você encontre a salvação, a paz, a felicidade, a realização permanente de sua vida em Cristo, e com o Espírito Santo fazendo morada em seu coração.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel

As marcas de uma vida ressuscitada ( 3 e 4 )
Caio Fábio - As Marcas de uma vida ressuscitada ( 3 )



Efésios no capítulo 2 no verso 2 diz isso, repetindo: olha isso tem a ver com o seguir o curso desse mundo, que é movimento econômico, financeiro, cultural, que é a moda, que são os transformadores de opinião, que é se deixar impressionar pela mídia por um espírito antagônico evangélico, mas se transformou num valor universal para alma de todo mundo, que virou moda, que virou "Da Vinci" por exemplo...

Caio Fábio - As Marcas de uma vida ressuscitada ( 4 )



Estamos falando de algo que tirou o cara da morte, da brutalidade, da burrice cósmica, do entendimento fechado, das inimizades, daquele atrelamento desgraçado à sua própria natureza "eu nasci assim, eu vou viver assim, papai é assim, vovô era assim, macho é assim, paraibano é assim..."

Comentário do editor do blog:

A Palavra de Deus nos garante que os que estão em Cristo são novas criaturas, as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo (II Coríntios 5. 17).

Embora gentios (não judeus) todos os povos têm a promessa de Deus de uma nova vida, a partir da conversão a Jesus, quando passamos a ter o direito de sermos chamados filhos de Deus (João 1. 12):

“Mas a todos quantos o receberam [no coração] deu-lhes o direito de SEREM FEITOS filhos de Deus, a saber, aos que creem em seu nome”.

Já tivemos oportunidade, há tempos, de esclarecer que o fato de nos convertermos a Cristo não nos impõe proibições de uma série de coisas, que antes fazíamos.

O abandono das coisas antigas pelas boas novas do Evangelho é uma consequência lógica, normal e espontânea da conversão (da mudança de rumo).

Apegamos-nos a novos valores, que são melhores dos que os "valores" da vida passada, da vida distante de Deus, da vida de pecado.

Então não é porque "nasci assim, que vou viver assim, que vou morrer assim" conforme diz a música de Jorge Amado.

Uma vez convertidos a Jesus, uma vez salvos pela graça, mediante a fé, nascemos de novo, como Jesus disse a Nicodemos (João 3), somos nova criatura e de fato as coisas velhas ficam para trás: adquirimos novos conceitos, novos modos de vida, novos princípios: materiais, sociais, morais, éticos e espirituais.

O abandonar as velhas práticas não é uma "lei" que nos é imposta; pelo contrário, aderimos aos valores mais dignos por deixar de habitar em nosso coração o que é mal [e mau], dando lugar a um espírito novo [O espírito Santo de Deus].

O nosso prazer passa a ser a Lei do Senhor [a Bíblia], e na sua lei meditamos de dia e de noite (Salmo 1), sendo, por isso, chamados por Deus de "bem-aventurados".

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel

As marcas de uma vida ressuscitada (1 e 2)
Caio Fábio - As marcas de uma vida ressuscitada I

O primeiro texto que lemos nos diz que recebemos toda sorte de bênçãos espirituais da regiões celestes, em Cristo Jesus.

O segundo diz que é também das regiões celestes que vem o dia mau, que vem a tribulação perpétua, supracontingencial, carregada de intencionalidade maligna; porque nossa luta não é contra carne e sangue, não é contra materialidades, contra inimigos vísíveis ...




Caio Fábio - As marcas de uma vida ressuscitada II



Fonte: You Tube


Comentário do editor do blog:

A Palavra de Deus nos diz que a nossa luta, neste mundo, não é contra o sangue e a carne [pessoas], mas é contra as potestades do mal na regiões celestiais, o que de fato ocorre.

As pessoas são tentadas, atribuladas, atacadas não tão somente por coisas materiais, por pessoas, mas [muito mais] por espíritos da maldade provenientes das regiões celestes.

O diabo, conforme Jesus disse: "vem para matar, roubar e destruir" e as ações contra os indivíduos, aparentemente normais, na verdade têm o grande inimigo de Deus por detrás, planejando, comandando, no sentido de afastar-nos do Caminho, da Verdade e da Vida, que é Jesus.

A Bíblia nos orienta "resisti ao diabo e ele fugirá de vós"; e o meio adequado de resistir a ele é a submissão a Deus, orientada no mesmo texto que nos instrui a resistir.

Então há uma luta entre os anjos de Deus, que nos querem proteger e conduzir; contra os "anjos" do mal [demônios] que estão por toda parte, advindos das regiões celestiais para nos tentar, nos derrubar, nos amordaçar, enfim "matar, roubar e destruir", no sentido de nos impedir de conquistar o Reino dos Céus, através da nossa aceitação de Jesus, como único e suficiente Salvador e Senhor.

É importante assistir estes vídeos [é uma série de sete] cuja mensagem é muito esclarecedora.

E quanto mais o dia do fim se aproxima mais satanás tenta acelerar suas ações no sentido de ganhar a sua luta milenar contra Deus, mas a Palavra de Deus nos dá convicção de que o inimigo já está derrotado.

O Dia da segunda vinda de Jesus se aproxima e satã será, finalmente, derrotado em suas intenções e irá habitar no seu devido lugar: o inferno.

Maranata! Ora vem, Senhor Jesus!

Edmar Torres Alves - editor so sê Fiel

Quem é o Israel de Deus?


O aumento do anti-semitismo: os primeiros sinais de alerta


Pode-se dizer que o outono está se aproximando quando as folhas começam a fazer barulho ao vento frio.

Há um vento teológico gelado que está soprando na forma de uma atitude que nega o direito de Israel à Terra Santa, conforme estabelece a Aliança de Deus com Abraão.

Essa negação está, aos poucos, tornando-se bem visível entre os dispensacionalistas progressistas (DP).

Embora rejeitem essa acusação, os fatos indicam que eles estão cada vez mais desinteressados em apoiar o direito dos atuais judeus de viverem em sua antiga terra.

Por um lado, eles afirmam ter sempre sustentado o cumprimento profético da volta física de Cristo e da conversão e restauração do povo judeu a suas raízes territoriais.

Na melhor das hipóteses, essa crença parece fraca.

Por outro lado, a voz de apoio dos DPs está agora mudando de posição.

Essa mudança vem na forma de críticas contra o povo israelense e sua atual defesa de sua própria existência.

Essas críticas procedem atualmente de alguns líderes evangélicos de grandes seminários, que costumavam ser firmemente dispensacionalistas, mas que estão perdendo seu amor e diminuindo seu apoio tácito ao povo judeu!

A outra fonte de negação não é nova.

Os amilenistas sempre negaram ou ignoraram as reivindicações literais da Aliança Abraâmica a uma volta histórica literal do povo judeu à sua terra.

Recentemente, porém, parece que essa voz está encontrando oportunidades de se fortalecer.

Um exemplo é a publicação de O Israel de Deus, escrito por O. Palmer Robertson.

O livro apresenta o amilenismo requentado com seus costumeiros argumentos fracos, mas com uma estratégia nova de censurar a atual geração de judeus por sua reivindicação à terra [de Israel].

Essa crítica é logo seguida por [uma espécie de] apoio à reivindicação do povo palestino à Terra Santa.

Em sua análise, Robertson frequentemente faz uso de artimanhas ilusórias!

No mesmo parágrafo (1), ele parece confundir propositalmente sua discussão da Antiga Aliança (a Lei) e as promessas proféticas da Aliança Abraâmica, que dá a terra perpetuamente aos descendentes de Abraão (é da Aliança Abraâmica que vem a expressão “terra prometida”.)

Além disso (2), ele parece não dar atenção ao fato de que foi um Deus soberano que fez promessas firmes e literais de restaurar Seu povo terreno à terra.

Na maior parte, ele simplesmente argumenta contra a reivindicação dos judeus à terra a partir da atual crise política.

Abaixo está um exemplo claro de como Robertson mistura os pactos bíblicos do Antigo Testamento.

Ele faz isso de propósito ou por ignorância.

Robertson escreve que há aqueles que hoje reivindicam um relacionamento de aliança com Deus com base na
administração da antiga aliança.

Eles ainda consideram válida a aliança que Deus fez com Abraão na forma pela qual foi originariamente administrada.

Teriam eles o direito legítimo sobre a terra da Bíblia?
(p. 55, destaque meu).


Enquanto um grande número de árabes está tentando matar todos os judeus ou expulsá-los completamente, milhares de árabes vivem pacificamente, sem sofrer nenhum perigo, sob o governo israelense. Na foto: atentado árabe em Israel.

Eis como Robertson responde a sua própria pergunta:

Um grande problema dessa posição é que há outros povos nesse território que também o reivindicam, especialmente porque ele pertencia às suas famílias havia várias gerações (p.55, destaque meu).

Na primeira citação, Robertson parece confuso.

A “administração da antiga aliança” seria uma referência à Aliança Mosaica – a Lei – não à Aliança Abraâmica.

Os judeus receberam a promessa da terra através da Aliança Abraâmica, não da Mosaica, embora fossem inicialmente expulsos da terra por não obedecerem à Lei de Moisés, à qual ninguém jamais pôde obedecer!

Na segunda citação, Robertson não parece estar ciente da história do Oriente Médio.

Nunca houve uma nação “palestina” naquela terra.

Durante séculos aquele território ficou sob o controle de governantes muçulmanos e, depois, dos turcos, que governaram a região com mão de ferro.

Os povos árabes viveram ali em pequenas vilas, como invasores e nômades.

Pelo fato dos turcos cobrarem impostos das pessoas com base no número de árvores em sua propriedade, os árabes as cortaram totalmente e deixaram a terra nua, tornando-a árida, com pântanos e terrenos secos e poeirentos.

Repito: Nunca houve uma nação “palestina” na Terra Santa.


Robertson prossegue:

Uma segunda atitude daqueles que declaram que a terra pertence eternamente aos judeus, em relação ao povo que já habitava o território, simplesmente defende que as pessoas já presentes devem ser deslocadas.

A terra deve ser desocupada, a qualquer custo, para que os judeus possam tomar posse dela (p. 56, destaque meu).

Os pré-milenistas jamais propuseram que os árabes que vivem naquela terra sofressem atos de crueldade.

Muito pelo contrário. Enquanto um grande número de árabes está tentando matar todos os judeus ou expulsá-los completamente, milhares de árabes vivem pacificamente, sem sofrer nenhum perigo, sob o governo israelense.

Robertson vai além com seu amilenismo e mostra como está confuso com as questões. Ele escreve:

se a terra da Bíblia pertence aos participantes da nova aliança, como alguns afirmariam, deveria pertencer a todos os que são descendentes de Abraão pela fé, judeus ou gentios, israelitas ou palestinos (Gl 3.26-29) (p. 57).

Na Aliança Abraâmica (Gênesis 12.1-3), Deus prometeu a terra exclusivamente à descendência de Abraão.

Ele prometeu que através de Abraão “serão benditas todas as famílias da terra” (v. 3).

Essa “bênção” viria mediante a Nova Aliança.

Os cristãos estão hoje recebendo os benefícios da salvação através de Cristo, que a ratificou por Seu sangue e Sua morte (Lucas 22.20).

Algum dia, no futuro, os judeus reconhecerão e aceitarão Jesus como Messias e Salvador, quando Ele voltar triunfante.

Eles O aceitarão baseados na Nova Aliança.

Também naquele tempo eles herdarão as promessas relativas à terra e habitarão ali no reinado de mil anos do Senhor.

A dispensação atual da Igreja é, realmente, composta de judeus e gentios, que aceitaram Jesus como Salvador.

Juntos, no tempo presente, os crentes judeus e gentios são abençoados pela Nova Aliança, que é uma extensão do aspecto da “bênção” da Aliança Abraâmica!

Com uma interpretação inteiramente errada das alianças, e das Escrituras em geral, Robertson declara ainda:

Reconhecer a validade da reivindicação à “promessa da terra” redentora (seja como for que essa promessa seja entendida) por um grupo de pessoas identificado de alguma forma que não seja pela fé em Jesus como o Cristo inevitavelmente implica um retorno ao plano de sombras (ou tipos) das provisões de redenção da antiga aliança.

A aceitação desse tipo de reivindicação significaria uma regressão às antigas formas tipológicas da obra redentora de Deus (p. 57).

Continuando, ele escreve:

O reconhecimento de um povo distinto que é recebedor das bênçãos redentoras de Deus e, no entanto, tem uma existência à parte separada da igreja de Jesus Cristo cria problemas teológicos insuperáveis.

Jesus Cristo tem somente um corpo e uma única noiva, um povo que ele chama como seu, que é o verdadeiro Israel de Deus.

Esse povo é composto de judeus e gentios que acreditam que Jesus é o Messias prometido (p. 57, destaque meu).

Essas declarações mostram uma profunda ignorância das diferentes questões proféticas e escatológicas na Escritura.

O problema de Robertson é que ele não conhece a Bíblia tão bem quanto afirma!


A oração de Davi, de validade permanente, é: “Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam” (Salmo 122.6).


As promessas relativas à terra para Israel vêm através das promessas proféticas da Aliança Abraâmica, e são eternas.

Essas promessas não mudam, nem foram revogadas!

A escritura da terra pertence ao povo judeu para sempre mediante Jacó.

Embora seus olhos estejam cegos no tempo presente, algum dia os judeus serão redimidos, e realmente têm uma existência separada da Igreja.

Esses eventos ocorrerão para Israel quando a Igreja tiver sido arrebatada!

Nesta atual dispensação, há apenas um corpo, e esse corpo é a Igreja!

Entretanto, foram feitas promessas ao povo judeu, isto é, promessas nacionais.

É claro que a redenção dos judeus inclui promessas relativas à terra e o reconhecimento do Senhor Jesus como seu rei terreno e Messias!

A Bíblia nos diz:

“...toda esta terra que vês, eu ta darei, a ti [a Abraão] e à tua descendência, para sempre” (Gênesis 13.15).

“Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua, para ser o teu Deus e da tua descendência.

Dar-te-ei e à tua descendência a terra das tuas peregrinações, toda a terra de Canaã, em possessão perpétua, e serei o seu Deus” (Gênesis 17.7-8).

“Se falharem estas leis físicas [da lua e das estrelas] diante de mim, diz o Senhor, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre” (Jeremias 31.36).

O resto do livro de Robertson continua a rejeitar o direito atual dos judeus de estarem naquela terra.

Os dispensacionalistas nunca apoiaram Israel quando Israel esteve errado, e sabem que judeus se converterão antes e enquanto estiverem entrando na terra.

O Espírito Santo os persuadirá: “Porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos estabelecerei na vossa própria terra” (Ezequiel 37.14), e eles “olharão para aquele a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito” (Zacarias 12.10).

Mas o apoio a Israel em nossos dias não deve ser abalado!

A oração de Davi, de validade permanente, é:

“Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam” (Salmo 122.6).

E mesmo hoje, enquanto os judeus se opõem ao Evangelho, Deus ainda os ama.

Paulo escreve: “Quanto ao evangelho, são eles [os judeus] inimigos por vossa causa; quanto, porém, à eleição, amados por causa dos patriarcas [judeus]; porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis” (Romanos 11.28-29).

As promessas irrevogáveis de Deus

O Senhor atualmente ama o povo judeu porque Ele lhe fez promessas irreversíveis de bênçãos.

Em outras palavras, o Senhor atualmente ama o povo judeu porque Ele lhe fez promessas irreversíveis de bênçãos.

Portanto, temos um mandato de também cuidar dele atualmente, apesar do fato dos judeus não conhecerem Jesus como seu Salvador e Messias!

Poucos dias antes de escrever este artigo, ficamos chocados quando o presidente de um grande e famoso seminário voltou atrás em seu apoio ao Israel moderno.

Embora reconhecesse que os judeus têm promessas futuras sobre aquela terra e que estas se cumprirão, ele argumentou que o povo judeu precisa tratar “os estrangeiros” [os palestinos] como se fossem israelitas.

Ele citou Ezequiel 47.21-22: “Repartireis, pois, esta terra entre vós, segundo as tribos de Israel. Será, porém, que a sorteareis para vossa herança e para a dos estrangeiros que moram no meio de vós, que geraram filhos no meio de vós; e vos serão como naturais entre os filhos de Israel; convosco entrarão em herança, no meio das tribos de Israel” (Ezequiel 47.21-22).

Embora esse professor tenha comentado, com razão, que essa é uma passagem sobre o reino (Milênio), ainda assim ele a aplicou à atual situação de “guerra” na Terra Santa entre Israel e os maus palestinos que desejam destruir a nação judaica.

Ele disse, supostamente citando Cristo: “`Tratem os outros como vocês quiserem ser tratados´.

Isso soa como o que disse Jesus, não é mesmo?

De acordo com Ele, se tratarmos os outros como quisermos ser tratados, cumpriremos a lei e os profetas”.

A seguir, ele teve a ousadia de perguntar:

“Vocês sabem o que está faltando em Israel?

Apenas o cumprimento de um pequeno item no programa de Deus: trate os outros como você quiser ser tratado”.

O povo judeu vem reivindicando a terra que o Senhor lhe prometeu.

Sim, ele retornou em estado de incredulidade, porém Deus, em Seu próprio tempo e pelo Seu Espírito Santo, corrigirá isso.

Sabemos que os judeus ainda sofrerão na Tribulação, mas devemos nos lembrar de que, no tempo presente, o Senhor os chama “amados” por causa de Suas promessas no passado.

Os cristãos evangélicos devem ter a mesma atitude neste tempo.

Esse professor da Bíblia que escreveu as palavras acima sugere que Israel está tratando os palestinos com crueldade.

Quero testificar que, tendo feito vinte e três viagens a Israel, nunca os vi sendo tratados de modo cruel.

Muitos palestinos vivem com os israelenses e são profundamente abençoados.

Israel é a única democracia no Oriente Médio e a justiça faz parte de suas políticas, mesmo sob a horrível pressão dos que desejam matar os judeus.

Esse mesmo professor deixa de mostrar que os noticiários sobre o Oriente Médio e Israel parecem ter um só lado – contra o povo judeu.

Quase todos os árabes desejam ver os judeus entregando parte da “terra prometida” ou sendo expulsos completamente pela violência.

São a teologia e o ódio dos árabes que mantêm a ferida sangrando.

O Israel de Deus

Voltemos às declarações de Robertson. Ele comete o mesmo erro horrendo a respeito da afirmação de Paulo, “o Israel de Deus” (Gl 6.15-16).

Nessa passagem, Paulo escreve: “Pois nem a circuncisão é coisa alguma, nem a incircuncisão, mas o ser nova criatura. E, a todos quantos andarem de conformidade com esta regra, paz e misericórdia sejam sobre eles e sobre o Israel de Deus”.

Embora nem todos os estudiosos concordem, alguns dos gramáticos mais respeitados crêem que Paulo está se referindo a israelitas salvos e não aplicando “o Israel de Deus” como uma nova designação para a Igreja, conforme dizem os amilenistas.

Dunn escreve:

A referência... seria ao povo judeu como um todo... em outras passagens Paulo jamais chama os “cristãos” de Israel.

Mas, à luz de seu argumento inicial, a expressão deve significar o povo judeu precisamente em sua identidade na Aliança [Abraâmica], como “Israel” em vez de “os judeus”.[1]

Bruce acrescenta:

Mas a referência ao Israel de Deus não precisa ser uma mudança de idéia.

[Paulo] teria se sentido à vontade com uma oração que pedisse a Deus “paz e misericórdia sobre nós e sobre todo o Israel, teu povo”.

Sendo assim, as palavras “e sobre o Israel de Deus” teriam saído prontamente de seus lábios.

Paulo tinha muita esperança na bênção final sobre Israel... o fato de que alguns israelitas estavam fazendo isso [aceitando Cristo] era, aos seus olhos, uma garantia de que esse remanescente aumentaria até que,com a reunião de todos os gentio [plenitude],
“todo o Israel será salvo” (veja Romanos 11.25-26 – N.R.).

Essa invocação de bênção sobre o Israel de Deus provavelmente tem uma perspectiva escatológica.[2]

O Israel de Deus é Israel! Não é a Igreja.

Paulo nunca rotula a Igreja, na qual realmente há judeus e gentios crentes, como o “Israel de Deus”.

Conclusão

Os evangélicos devem apoiar os judeus que agora se reuniram na Terra Santa vindo de todos os lugares do mundo.

Embora alguns demonstrem resistência para confessar que essa volta que está ocorrendo hoje é parte das profecias, não pode haver dúvida de que, no mínimo, é o começo do começo. (Mal Couch - www.scofieldprophecystudies.org - http://www.beth-shalom.com.br)

Mal Couch, Th. D., Ph.D., é fundador e reitor do Seminário Teológico Tyndale e do Instituto Bíblico Tyndale em Fort Worth/TX (EUA).

Notas:


1. James Dunn, The Epistle to the Galatians (London: A & C Black, 1993), 345.

2. F. F. Bruce, Commentary on Galatians (Grand Rapids: Eerdmans, 1992), 274-75.

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, maio de 2004.

Fonte:
http://www.beth-shalom.com.br/artigos/israel_de_deus.html



Comentário do editor do blog:

Primeiramente a Igreja não é o "Israel de Deus"; a Bíblia é muito clara quando ela se refere a Israel, e quando ela se refere à Igreja; são duas "personalidades" distintas, inequivocamente distintas.

Cada uma tem o seu papel nos planos de Deus.

O capítulo 11 de Romanos é bastante esclarecedor, quanto ao assunto, e, especificamente, deixa muito claro que todo Israel [remanescente] será salvo, sendo reenxertado na Videira, que é Cristo.

Em segundo lugar, a Igreja [convertidos a Jesus, Corpo de Cristo, independente da denominação cristã a que se filiam] será arrebatada para o encontro de Jeswus nos ares, entre nuvens.

Só então Israel terá o seu momento [reenxertando-se à videira] e se tornará beneficiária da Salvação em Cristo Jesus, como Nação.

Sim, porque, individualmente, já há israelenses que receberam Jesus no coração, como seu único e suficiente Salvador e Senhor, e nessa nova condiçao adquiriram o direito de serem feitos filhos de Deus (João 1. 12).

Somente após o arrebatamento dos salvos é que o anticristo se manifestará, iniciando uma grande perseguição contra os judeus, mas aquele que perseverar até o fim, este será salvo, é o que nos garante a Escritura.

Jesus volta e, ao final da tribulação, derrota o anticristo, passando a reinar sobre as Nações a partir de Israel.

Maranata! Ora vem, Senhor Jesus!

Edmar Torres Alves -editor do Sê Fiel

Sobre a religiosidade ( 1 e 2) - Pr. Caio Fábio
Sobre a religiosidade ( 1 ) - Pr. Caio Fábio -

Cada um de nós, sejamos tão somente discípulos de Jesus, gente que não tenha na mente nenhum outro valor, significado, importância que não sejam aquelas do evangelho.

O que não for parecido com Jesus não tem nada a ver com a gente.

O que não for conforme o modo de Jesus dizer, tratar, incluir, se relacionar, ser amigo, perdoar, silenciar, sair, entrar, acolher pessoas não tem nada a ver com gente.




Sobre a religiosidade ( 2 ) - Pr. Caio Fábio -



Fonte: You Tube - recebido por e-mail de Marcelo Barros Torres Alves

Deus próximo
Deus próximo

JAVIER ECHEVARRÍA
------------------------------------------------------------
Dentre os motivos de agradecimento a Bento 16, gostaria de ressaltar a sua constante ação por dar a conhecer o Deus próximo

------------------------------------------------------------

COMPLETAM-SE hoje cinco anos da eleição do cardeal Joseph Ratzinger como sucessor de são Pedro à frente da Igreja Católica.

Dentre os motivos de agradecimento a Bento 16, gostaria de ressaltar a sua constante ação por dar a conhecer o Deus próximo.

Essa expressão -extraída do título de um livro seu sobre a eucaristia- é um modo afetuoso de falar do Criador, que a fé nos mostra amoroso e próximo, interessado pelas suas criaturas, como afirmava um santo dos nossos dias.

De fato, são Josemaria recordava com frequência que, em meio à agitação cotidiana, às vezes "vivemos como se o Senhor estivesse lá longe, onde brilham as estrelas, e não consideramos que também está sempre ao nosso lado.

E está como um pai amoroso -quer mais a cada um de nós do que todas as mães do mundo podem querer a seus filhos-, ajudando-nos, inspirando-nos, abençoando... e perdoando" ("Caminho", 267).

Deus, que não está sujeito ao tempo, assume o tempo em Jesus Cristo e entrega-se à humanidade.

Como relembra frequentemente o papa, Deus fez-se homem para que pudéssemos mais facilmente acolhê-lo e amá-lo.

E, ao longo desses anos, mostrou, de modo incisivo, incansavelmente, que Deus é amor e que ninguém começa a ser cristão em razão de uma decisão ética ou de uma grande ideia, mas pelo encontro com uma pessoa -Jesus de Nazaré- que abre um horizonte novo à vida ("Deus Caritas Est", 1).

Jesus percorre os caminhos da Palestina e nota a dor dos seus contemporâneos.

Por isso, quando se conhece e se ama ao "Deus próximo", o cristão não fica indiferente à sorte dos demais.

É o "círculo virtuoso" da caridade: a proximidade com Deus alimenta a proximidade com os homens, provoca a
"disponibilidade para os irmãos e para uma vida entendida como tarefa solidária e jubilosa" ("Caritas in Veritate", 78).

Como Bento 16 entende a sua missão de cabeça da Igreja universal?

Na missa do início do pontificado, explicava que a missão do pastor poderia parecer pesada, mas na verdade apresentava-se como uma tarefa "bela e grande, porque é um serviço à alegria, à alegria de Deus que quer entrar no mundo".

Naquela mesma ocasião, afirmava que "não há nada mais belo do que ser alcançados, surpreendidos, pelo Evangelho, por Cristo", e que "não há nada de mais belo do que conhecê-Lo e comunicar com os outros a Sua amizade" (Homilia, 24/4/2005).

Assim vê o papa a sua missão: comunicar aos demais a alegria que procede de Deus.

Despertar no mundo um novo dinamismo de compromisso na resposta humana ao amor de Deus.

Nesses cinco anos de pontificado, não faltaram ao papa ataques promovidos por quem está empenhado em arrancar o Criador do horizonte da sociedade civil; também não estiveram ausentes os sofrimentos diante da incoerência e dos pecados de algumas pessoas chamadas a ser "sal da terra" e "luz do mundo" (Mt 5, 14-16).

Nada disso nos deve assustar, pois as dificuldades fazem parte do itinerário normal do cristão, já que não é o discípulo maior que o mestre, como afirmou Jesus Cristo:

"Se me perseguiram, também vos perseguirão"" (Jo 15, 20).

Ao mesmo tempo, não esqueçamos que o Senhor acrescentou:
"Se guardaram a minha doutrina, também guardarão a vossa" (ibidem).

Aqui reside o otimismo indestrutível do cristão, sustentado pelo Espírito Santo, que nunca desampara a Igreja.

"Historia docet": quantas vezes, ao longo de 20 séculos, levantaram-se vozes agoureiras, anunciando o fim da Igreja!

No entanto, sob o impulso do Paráclito, tão logo se superaram as dificuldades, ela se mostrou mais jovem e mais bela, mais cheia de energias para conduzir os homens pelos caminhos da salvação.

Constatamo-lo nesses anos: a autoridade moral e intelectual do papa, a sua proximidade e o seu interesse por aqueles que sofrem, a sua perseverança na defesa da verdade e do bem, sempre com caridade, fortaleceu homens e mulheres de todas as crenças.

O romano pontífice continua sendo um foco que ilumina as complexas vicissitudes terrenas.

No exercício da minha tarefa episcopal, milhares de pessoas -católicos, não católicos e também numerosos não cristãos- testemunharam-me que as respostas sólidas e cheias de esperança de Bento 16 diante dos diversos dramas da humanidade significaram para eles confirmação no Evangelho ou motivo para aproximarem-se da Igreja e, sobretudo, um renovado interesse por descobrir o "Deus próximo" que o papa proclama.

Somos muitos os que nos sentimos diariamente enriquecidos por esse anúncio alegre de Bento 16, enriquecido pela luz da fé, exposto com todos os recursos da inteligência, com uma linguagem clara e com o testemunho da sua relação pessoal com Jesus Cristo.

Que o Senhor o conserve por muitos anos como guia da Igreja, para o bem da humanidade inteira.
------------------------------------------------------------
DOM JAVIER ECHEVARRÍA , 77, doutor em direito civil e em direito canônico, membro da Congregação para as Causas dos Santos, é o bispo prelado do Opus Dei.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1904201008.htm

ANTERIOR  1  2  3  4  5  6  7  8  9  10  11  12  13  14  15  16  17  18  19  20  21  22  23  24  25  26  27  28  29  30  31  32  33  34  35  36  37  38  39  40  41  42  43  44  45  46  47  48  49  50  51  52  53  54  55  56  57  58  59  60  61  62  63  64  65  66  67  68  69  70  71  72  73  74  75  76  77  78  79  80  81  82  83  84  85  86  87  88  89  90  91  92  93  94  95  96  97  98  99  100  PRÓXIMA