Israel foi rejeitado por Deus?

Israel foi rejeitado por Deus?
Pergunta: "O pastor da minha igreja pregou que não há promessas na Bíblia para o Estado de Israel e que ele desaparecerá da Palestina da mesma maneira como os cruzados."
Resposta: Por quase dois mil anos ensinou-se em muitas igrejas que os judeus não tinham mais futuro, a não ser que se convertessem a Cristo.
É certo que no decurso dos séculos judeus se converteram a Cristo.
Mas isso não significa que Deus deixará de cumprir as promessas dadas a Seu povo Israel.
Uma coisa não exclui a outra.
O apóstolo Paulo já foi confrontado com essa questão, pois ele escreveu aos romanos:
"Pergunto, pois: terá Deus, porventura, rejeitado o seu povo? De modo nenhum!" (Rm 11.1).
"...veio endurecimento em parte a Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios.
E, assim, todo o Israel será salvo..." (Rm 11.25-26).
Com o retorno dos judeus a Sião, Deus começa a voltar-se novamente para Israel:
"Assim diz o Senhor Deus: No dia em que eu vos purificar de todas as vossas iniquidades, então, farei que sejam habitadas as cidades e sejam edificados os lugares desertos.
Lavrar-se-á a terra deserta, em vez de estar desolada aos olhos de todos os que passam.
Dir-se-á: Esta terra desolada ficou como o jardim do Éden; as cidades desertas, desoladas e em ruínas estão fortificadas e habitadas...
Então, aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei" (Ez 36.33-35,25).
"Plantá-los-ei na sua terra, e, dessa terra que lhes dei, já não serão arrancados, diz o Senhor, teu Deus" (Am 9.15).
E justamente isso acontece diante dos nossos olhos.
Agora não se trata mais de algo em que devemos crer, mas de fatos que não podem ser ignorados.
O retorno dos judeus de todo o mundo e o deserto que já está florescendo rebatem todas as pregações que rejeitam Israel. (israel heute)
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, dezembro de 1999.
Fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/rejeitado.html
postado por Edmar Torres Alves - Fonte: www.chamada.com.br, , em 01-02-2010
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O Poder da Escolha
O poder da escolha
1) A escolha traz liberdade;
2) A escolha traz responsabilidade;
3) Com a escolha podemos semear...
Clique no link abaixo, depois clique no título da mensagem, e ouça-a na palavra do Pr. Pio Carvalho - Comunhão Cristã ABBA.(Curitiba - PR)
Após ouvi-la, você é convidado a tomar uma decisão.
Clique aqui
postado por Edmar Torres Alves - link enviado por Nahor A. Car, , em 31-01-2010
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A Bíblia e a reencarnação
A Segurança da Bíblia: Consideremos essas palavras de Allan Kardec:
"No cristianismo encontram-se todas as verdades" (O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. VI, item 5).
A Bíblia sempre foi a única base doutrinária e regra de fé e conduta dos verdadeiros cristãos.
Em 2ª Timóteo 3.16 está escrito: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça".
Jesus Cristo, tido pelo Kardecismo como a segunda revelação de Deus aos homens (Moisés seria a primeira), afirmou a solidez e a inspiração plenária da Bíblia.
Em João 17.17, orando ao Pai, Ele diz: "A tua palavra é a verdade" (cf. Salmo 119.160).
Quando tentado, sempre usando a expressão "está escrito", Ele respondeu citando o texto de Deuteronômio 8.3: "Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus" (Mateus 4.4).
Em Mateus 24.35 diz: "Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão".
Ele sempre usou a Bíblia para ensinar, redargüir, corrigir ou instruir em justiça.
Aos saduceus, que não criam na ressurreição, Jesus respondeu:
"Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus" (Mateus 22.29).
Jesus ainda nos manda examinar as Escrituras, pois são elas que testificam da Sua obra redentora:
"Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim.
Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida" (João 5.39-40).
Na parábola do rico e de Lázaro (Lucas 16.19-31), Jesus mais uma vez demonstra a Sua convicção nas Escrituras ao narrar a resposta dada pelo patriarca Abraão ao rico, quando este, no Sheol-Hades (inferno), lhe pedira que enviasse Lázaro aos seus irmãos:
"Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos" (versículo 29).
Jesus reporta-se a Moisés e aos Profetas para nos informar que nenhuma outra forma de revelação poderia ser apresentada aos homens (inclusive a mediúnica), pois, por meio de ambos, foi-nos dada a verdadeira revelação – a Bíblia.
O Que a Bíblia diz Sobre Reencarnação?
O Minidicionário Aurélio conceitua o verbo Reencarnar da seguinte forma:
"1. Reassumir (o espírito) a forma material.
2. Tornar a encarnar". Ao contrário da ressurreição, que é a volta do espírito ao mesmo corpo, a reencarnação significa o retorno do espírito a um novo corpo, sucessivamente, até alcançar a evolução.
Na verdade, a não ser por meio de uma exegese forçada, não há na Bíblia qualquer referência direta ou indireta à reencarnação.
Ao contrário, as Escrituras ensinam que, da mesma maneira como Jesus veio ao mundo uma só vez, também ao homem está ordenado morrer uma única vez:
"E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação" (Hebreus 9.27).
O sacrifício único de Jesus, ao morrer na cruz, é mais que suficiente para nos libertar dos pecados e nos conduzir a Deus:
"Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito" (1 Pedro 3.18).
Todo o ensinamento bíblico é no sentido de que só poderemos morrer uma única vez até o juízo final de Deus.
Jesus não somente ressuscitou três dias após Sua morte, como também incluiu a ressurreição entre os Seus milagres (João 11.11-44).
Diversas outras passagens da Bíblia demonstram a realidade da ressurreição (Daniel 12.2; Isaías 26.19; Oséias 6.2; 1 Coríntios 15.21-22; João 5.28-29; Atos 24.15; Apocalipse 20.6).
Em todos esses textos, ressuscitar significa o retorno do espírito ao seu próprio corpo (ver também 1 Coríntios 15.12-22).
Então, se não Existe Reencarnação, o que Faço Para ser Salvo?
A resposta está em Atos 16.31: "...Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e tua casa".
Somente através da nossa fé, pura e incondicional, é que obteremos a salvação, mediante Jesus Cristo.
Ele mesmo disse: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá" (João 11.25).
Não há outro caminho e nenhuma outra verdade além desta (veja João 14.6).
Não adianta esperar uma outra existência, pois esta é a única oportunidade.
Jesus, somente Ele, é quem nos dá a vida eterna:
"Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão" (João 10.28).
Então, busque hoje mesmo a Jesus Cristo, entregue-Lhe seu coração e Ele o ouvirá:
"Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (Romanos 10.13). (M. Martins - http://www.chamada.com.br)
Extraído do Folheto A Bíblia e a Reencarnação (pacote com 100).
Fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/reencarnacao.html
postado por Edmar Torres Alves - Fonte: www.chamada.com.br, , em 29-01-2010
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A grande mentira e o Armagedom
Armagedom é uma das obras da minha série de ficção profética escrita em co-autoria com Jerry B. Jenkins.
Toda a série “Deixados Para Trás” baseia-se em muitas profecias referentes àquele espaço de tempo, assombrosamente importante, conhecido como o período dos sete anos de Tribulação, que culminam com a Segunda Vinda de Jesus Cristo.
Embora haja pelo menos 49 referências a esse período no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento, baseamo-nos principalmente em Apocalipse 4-20.
A maioria das pessoas não percebe que a Bíblia reserva mais espaço para esses sete anos do que para qualquer outro período comparável, à exceção do terceiro ano de ministério do nosso Senhor Jesus.
Nesse ano, afinal de contas, está contida a principal mensagem da Bíblia.

Por que o nosso Deus revelador utilizaria tanto espaço em Sua Santa Palavra para falar sobre o curto período da Tribulação?
Por que o nosso Deus revelador utilizaria tanto espaço em Sua Santa Palavra para falar sobre esse curto período?
A resposta poderia apenas residir no fato de que seria a última oportunidade para que o homem receba a Cristo e participe do maravilhoso plano providenciado por Deus para a humanidade – o Reino Milenar de Cristo seguido por uma eternidade no céu.
Sempre que tentamos entender as ações de Deus, um fator essencial em Sua natureza é que, embora Ele, de fato, seja o “Deus Todo-Poderoso” e o Soberano do universo, Ele também
é “misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em benignidade” (Joel 2.13), conforme declararam os profetas.
Além disso, o apóstolo Pedro descreveu a intenção básica de Deus para a humanidade em 2 Pedro 3.9:
“...ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento”.
É obvio, então, que a vontade básica de Deus para o ser humano é que este seja salvo.
Portanto, partindo dessa compreensão, é possível discernir o Seu propósito em advertir tantas vezes o homem quanto ao que acontecerá “logo em seguida à tribulação daqueles dias” (Mateus 24.29) – a aparição gloriosa de Jesus.
O principal objetivo do período de tribulação é abalar a terra e invadir o pensamento humano com todo tipo de juízos e atos de misericórdia, de modo que todos que estiverem vivos durante aquele período de desfecho da história possam perceber a necessidade de invocar o nome do Senhor.
Por isso, Deus, em Sua misericórdia, concede à humanidade sete anos, depois do Arrebatamento da Igreja e da assinatura da aliança entre Israel e o Anticristo, para que seja salva da condenação eterna.
E é assim que uma “grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Apocalipse 7.9) será salva.
Infelizmente, uma multidão muito maior não terá o mesmo destino.
Porém, tal como hoje, o ser humano faz a sua própria escolha.
Deus não força ninguém a se tornar um crente, seja nos dias de hoje, ou naquele futuro período de tribulação.
A salvação é uma questão de escolha, e é o homem que faz a escolha – não Deus.
Essa é a razão pela qual as Escrituras podem dizer: “cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus” (Romanos 14.12).
O principal objetivo do período de tribulação é abalar a terra e invadir o pensamento humano com todo tipo de juízos e atos de misericórdia, de modo que todos que estiverem vivos durante aquele período de desfecho da história possam perceber a necessidade de invocar o nome do Senhor.
Sendo assim, o propósito do período de tribulação é o de trazer o maior número possível de almas ao Salvador, imediatamente antes que Ele venha, para que uma quantidade máxima de pessoas possa desfrutá-lO para sempre.
Em nossos romances, eu e Jerry Jenkins tentamos deixar isso bem claro naquilo que denominamos “uma conversão plausível que seja reproduzível no coração do leitor”.
Para mim, um romance cristão que não tem essa mensagem redentora não é digno do tempo dedicado à sua leitura.
A evidência de que Deus nos orientou para este objetivo está nas milhares de pessoas que receberam a Cristo e nos enviaram uma resposta sobre sua decisão.
Podemos apenas presumir que dezenas de milhares tenham tomado a mesma decisão e nem ficamos sabendo a respeito.
Agora, retornemos ao meu assunto “a grande mentira e o Armagedom”.
Escrever o livro Armagedom me deu a oportunidade de revisar um tema que, há muito, me intriga – a mentira que é contada aos reis da terra pelos três demônios “semelhantes a rãs” enviados por Satanás, pelo Anticristo, e pelo Falso Profeta, perto do fim da Tribulação.
Note a predição das Escrituras em Apocalipse 16.13-16: “Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs; porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso.
(Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha).
Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom”.
Em meu comentário sobre o livro de Apocalipse, escrevi a seguinte explicação dessa passagem:
A segunda parte da sexta taça de julgamento revela os três espíritos imundos semelhantes a rãs que sairão da boca do Diabo, do Anticristo, e do Falso Profeta.
Estes espíritos enganadores, por meio de milagres operados diante dos “reis do mundo inteiro”, enganarão os mesmos ajuntando-os para a “peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso”.
Após os cinco julgamentos anteriores de Deus, a terra estará numa desordem econômica, social e política tão caótica que os reis da terra não estarão preparados para guerrear com ninguém.
Somente pela influência desse espírito sobrenatural do engano, procedente de Satanás, do Anticristo, e do Falso Profeta, será possível convocar o ajuntamento dos reis e exércitos do mundo para o conflito final contra Deus e Seu Cristo.
O momento oportuno desse evento deve ser nos últimos dias da Tribulação, já que a próxima taça da cólera de Deus encerra a Tribulação com a destruição da Babilônia.[1]
Ninguém pode negar que a elite “educrata”, que domina atualmente a educação no mundo ocidental, já engoliu a “grande mentira” formulada por Darwin e é dominada por ela.
Mesmo tendo escrito o texto acima há muito tempo, venho pensando que esse acontecimento futuro envolve muito mais do que eu havia descoberto, até então.
Que ilusão mentirosa poderia enganar os reis da terra a ponto de dirigirem seus exércitos dizimados para o vale de Megido a fim de lutar contra Cristo?
Enquanto eu orava e pesquisava o assunto na elaboração do texto preliminar do livro Armagedom, antes de enviá-lo a Jerry Jenkins para que redigisse a ficção, tive a oportunidade de ler o livro de Dr. Henry Morris intitulado The Long War Against God (“A Longa Guerra Contra Deus”), que considero um dos cinco melhores livros que já li em toda a minha vida.
Uma parte da argumentação desse brilhante cientista e estudioso da Bíblia propõe que Satanás foi o primeiro evolucionista.
O Diabo se considera uma criatura que evoluiu, ele acha que Deus evoluiu e que Jesus Cristo também evoluiu.
Consequentemente, Satanás pensa que é igual a Deus e a Jesus.
Isso, certamente, explica a sua conduta em rebelar-se contra Deus, lutando contra Ele durante todos esses séculos e chegando ao cúmulo de oferecer a Cristo “todos os reinos do mundo”, se Jesus se prostrasse perante ele e o adorasse.
Ainda que a possibilidade de que isso ocorra é inexistente, há fortes indícios bíblicos de que Satanás acredita nisso.
Por certo, isso explica o seu comportamento esquisito ao longo dos séculos.
Eu chamo essa especulação de “a grande mentira”.
Ninguém pode negar que a elite “educrata”, que domina atualmente a educação no mundo ocidental, já engoliu essa “grande mentira” e é dominada por ela.
A evolução forma a base da moderna filosofia de educação, desde a pré-escola à pós-graduação, e é defendida com o mesmo fervor religioso com que nós crentes em Cristo defendemos a criação de Deus.
Apesar de não haver sequer um resquício de prova científica em favor da teoria da evolução, ainda assim eles aceitam essa grande mentira pela fé, cegamente, como se fosse verdade.
Um dos mais renomados evolucionistas da atualidade, que outrora dirigiu o Departamento de Biologia da universidade mais liberal dos Estados Unidos e foi vencedor do Prêmio Nobel por suas contribuições à Ciência, provou a sua aceitação da grande mentira.
Ele foi citado na revista Time ao afirmar que há somente duas explicações para as origens: “ou foi por geração espontânea (evolução) ou por criação divina.
Como sabemos que Deus não existe, reconhecemos, então, que a evolução é um fato”.
Se os homens brilhantes de nosso mundo atual sucumbem a essa grande mentira com tão pouca evidência, como os reis do futuro poderão resistir quando a maior mentira da história for espalhada no mundo pelos três espíritos semelhantes a rãs (o que significa que eles pulam por toda a terra) encarregados de contá-la?
Principalmente, quando Satanás, o Anticristo, e o Falso Profeta lhe acrescentarem uma deturpação especial.
Satanás entende de profecia. Ele sabe que Jesus está para voltar a esta terra em poder e grande glória.
O problema dele é que crê na grande mentira e pensa que suas ações podem alterar o cumprimento inevitável dessa profecia.
Satanás só precisa convencer os reis perversos da terra de que, se eles dirigirem todos os seus exércitos a Jerusalém para destruírem a Cristo na Sua Vinda, poderiam livrar-se dEle e de Deus para sempre. Assim, ele e os dez reis poderiam governar o mundo.
Pensando que todo mundo é produto da evolução, Satanás crê que, se puder destruir Jesus quando vier, ele mesmo poderá governar o mundo.
Portanto ele só precisa convencer os reis perversos da terra de que, se eles dirigirem todos os seus exércitos a Jerusalém para destruírem a Cristo na Sua Vinda, poderiam livrar-se dEle e de Deus para sempre.
Assim, ele e os dez reis poderiam governar o mundo.
Esse é o mal derradeiro inspirado pela grande mentira para a qual os estudiosos da Bíblia encontrarão paralelos no conselho de Lúcifer a Eva, quando a tentava para que comesse do fruto proibido: “vá em frente, coma e você se tornará um deus, conhecendo o bem e o mal”.
O enganador-mestre utilizará os seus poderes da mentira para atrair o maior exército da história mundial rumo ao lugar que Napoleão chamou de o mais propício campo de batalha natural na face da terra, o Vale de Megido.
É claro que Satanás e seus comparsas fracassarão, tal como ele fracassou na tentativa de fazer Jesus adorá-lo.
Ao invés disso, Jesus o destruirá, exatamente como as profecias da Bíblia predizem.
A narrativa fictícia desses detalhes aparece no livro O Glorioso Aparecimento, o décimo-segundo volume da série “Deixados para Trás”.
A “grande mentira” que, hoje em dia, é o alicerce de todo pensamento e educação seculares, não é aceita na base da evidência, mas, pelo contrário, por uma fé cega.
A outra alternativa é a crença em Deus e no encontro final com Ele por ocasião do juízo.
Isso leva os homens a perceberem que são eternamente responsáveis por seus atos.
O apóstolo Pedro explica a razão pela qual pessoas inteligentes que até estudaram a complexidade da ação de Deus na criação, mesmo assim se recusam a crer naquilo que seus olhos lhes dizem, ou seja, que há um Criador invisível por trás de todas as coisas.
Pedro declarou: “Porque, deliberadamente, esquecem” (2 Pedro 3.5).
Isto é, eles não vão crer na verdade, ainda que a evidência seja tremendamente forte.
Isso explica a determinação perniciosa de pessoas cultas que se recusam a crer.
É a obstinação ou a rebelião contra Deus que as impedem de contemplar o projeto do nosso universo e de admitir que “no princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gênesis 1.1).
A Bíblia ensina que há somente um caminho de salvação (João 14.6). Ou, dito de outra maneira: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4.12).
Enquanto visitava, recentemente, o Institute for Creation Research (Instituto de Pesquisa da Criação), em El Cajon, na Califórnia, encontrei um jovem cientista recém-chegado após minha visita anterior.
Ele fez um comentário interessante: “Eu era um evolucionista”.
Não pude deixar passar a oportunidade de perguntar como se tornara um criacionista.
Ele simplesmente respondeu: “Um amigo meu compartilhou o Evangelho comigo e eu orei recebendo a Cristo como meu Salvador.
Depois disso, a Criação se encaixou no seu lugar para mim”.
Este é um exemplo perfeito do que Pedro estava dizendo naquele texto – os que deliberadamente esquecem são aqueles cuja rebelião contra Deus os deixa cegos para os fatos da ciência que apontam para a Sua mão criadora.
A rebelião contra Deus torna as pessoas vulneráveis à grande mentira de Satanás, não interessando quão ridícula tal mentira possa ser.
No instante em que elas dobram seus joelhos diante da cruz de Cristo e O recebem como Senhor de suas vidas, torna-se simples o passo seguinte: deixar de lado a grande mentira e aceitar a verdade de Deus.
A verdade é que existe um Deus que criou todos os homens, que deu por nós o Seu Filho unigênito, através de quem Ele deseja que todos os homens sejam salvos, por meio da fé em Jesus Cristo.
Não é de se admirar que a Bíblia ensine que há somente um caminho de salvação (João 14.6).
Ou, dito de outra maneira: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4.12). (Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)
Nota:
1. LaHaye, Tim, Revelation Unveiled, (“O Apocalipse Desvendado”), Grand Rapids, Michigan: Zondervan Publishers, 1999), página 256.
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, maio de 2005.
Fonte:
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postado por Edmar Torres Alves - Fonte: www.chamada.com.br, , em 27-01-2010
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O homenzinho da Rua George
Alguma vez você já se perguntou o que resulta da distribuição de folhetos? O relato abaixo, do pastor Dave Smethurst, de Londres, responde essa pergunta:
“É uma história extraordinária a que eu vou contar.
Tudo começou há alguns anos em uma Igreja Batista que se reúne no Palácio de Cristal ao Sul de Londres.
Estávamos chegando ao final do culto dominical quando um homem se levantou em uma das últimas fileiras de bancos, ergueu sua mão e perguntou:
“Pastor, desculpe-me, mas será que eu poderia dar um rápido testemunho?”
Olhei para meu relógio e concordei, dizendo:
“Você tem três minutos!”
O homem logo começou com sua história:
“Mudei-me para cá há pouco tempo. Eu vivia em Sydney, na Austrália.
Há alguns meses estive lá visitando alguns parentes e fui passear na rua George.
Ela se estende do bairro comercial de Sydney até a área residencial chamada Rock.
Um homem baixinho, de aparência um pouco estranha, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja, entregou-me um folheto e perguntou: `Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje à noite, o senhor irá para o céu?´
– Fiquei perplexo com essas palavras, pois jamais alguém havia me perguntado uma coisa dessas.
Agradeci polidamente pelo folheto, mas na viagem de volta para Londres eu me sentia bastante confuso com o episódio.
Entrei em contato com um amigo que, graças a Deus, é cristão, e ele me conduziu a Cristo”.
Todos aplaudiram suas palavras e deram-lhe as boas-vindas, pois os batistas gostam de testemunhos desse tipo.
Uma semana depois, voei para Adelaide, no Sul da Austrália.
Durante meus três dias de palestras em uma igreja batista local, uma mulher veio se aconselhar comigo.
A primeira coisa que fiz foi perguntar sobre sua posição em relação a Jesus Cristo. Ela respondeu:
A rua George, em Sydney.
“Morei em Sydney por algum tempo, e há alguns meses voltei lá para visitar amigos.
Estava na rua George fazendo compras quando um homenzinho de aparência curiosa, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja e veio em minha direção, ofereceu-me um folheto e disse:
`Desculpe, mas a senhora já é salva? Se morrer hoje, vai para o céu?´
– Essas palavras me deixaram inquieta.
De volta a Adelaide, procurei por um pastor de uma igreja batista que ficava perto de minha casa.
Depois de conversarmos, ele me conduziu a Cristo.
Assim, posso lhe dizer que agora sou crente”.
Eu estava ficando muito admirado.
Duas vezes, no prazo de apenas duas semanas, e em lugares tão distantes, eu ouvira o mesmo testemunho.
Viajei para mais uma série de palestras na Mount Pleasant Church em Perth, no Oeste da Austrália.
Quando concluí meu trabalho na cidade, um ancião da igreja me convidou para almoçar.
Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele tinha se tornado cristão. Ele explicou:
“Aos quinze anos vim a esta igreja, mas não tinha um relacionamento real com Jesus.
Eu simplesmente participava das atividades, como todo mundo.
Devido à minha capacidade para negócios e meu sucesso financeiro, minha influência na igreja foi aumentando.
Há três anos fiz uma viagem de negócios a Sydney.
Um homem pequeno, de aparência estranha, saiu da entrada de uma loja e me entregou um panfleto religioso – propaganda barata – e me fez a pergunta:
`Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, o senhor vai para o céu?´
– Tentei explicar-lhe que eu era ancião de uma igreja batista, mas ele nem quis me ouvir.
Durante todo o caminho de volta para casa, de Sydney a Perth, eu fervia de raiva.
Esperando contar com a simpatia do meu pastor, contei-lhe a estranha história.
Mas ele não concordou comigo de forma alguma.
Há anos ele vinha me incomodando e dizendo que eu não tinha um relacionamento pessoal com Jesus, e tinha razão.
Foi assim que, há três anos, meu pastor me conduziu a Cristo”.
Voei de volta para Londres e logo depois falei na Assembléia Keswick no Lake-District.
Lá relatei esses três testemunhos singulares.
No final da série de conferências, quatro pastores idosos vieram à frente e contaram que eles também foram salvos, há 25-30 anos atrás, pela mesma pergunta e por um folheto entregue na rua George em Sydney, na Austrália.
Na semana seguinte viajei para uma igreja semelhante à de Keswick e falei a missionários no Caribe.
Também lá contei os mesmos testemunhos.
No final da minha palestra, três missionários vieram à frente e explicaram que há 15-25 anos atrás eles igualmente haviam sido salvos pela pergunta e pelo folheto do homenzinho da rua George na distante Austrália.
Minha próxima série de palestras me conduziu a Atlanta, na Geórgia (EUA).
Fui até lá para falar num encontro de capelães da Marinha.
Por três dias fiz palestras a mais de mil capelães de navios.
No final, o capelão-mor me convidou para uma refeição.
Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele havia se tornado cristão.
“Foi um milagre. Eu era marinheiro em um navio de guerra no Pacífico Sul e vivia uma vida desprezível.
Fazíamos manobras de treinamento naquela região e renovávamos nossos estoques de suprimentos no porto de Sydney. Ficamos totalmente largados.
Em certa ocasião eu estava completamente embriagado e peguei o ônibus errado.
Desci na rua George. Ao saltar do ônibus pensei que estava vendo um fantasma quando um homem apareceu na minha frente com um folheto na mão e perguntando:
`Marinheiro, você está salvo? Se morrer hoje à noite, você vai para o céu?´
– O temor de Deus tomou conta de mim imediatamente.
Fiquei sóbrio de repente, corri de volta para o navio e fui procurar o capelão.
Ele me levou a Cristo.
Com sua orientação, logo comecei a me preparar para o ministério.
Hoje tenho a responsabilidade sobre mais de mil capelães da Marinha, que procuram ganhar almas para Cristo”.
“Desculpe, mas você é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?”
Seis meses depois, viajei a uma conferência reunindo mais de cinco mil missionários no Nordeste da Índia.
No final, o diretor da missão me levou para comer uma refeição simples em sua humilde e pequena casa.
Também perguntei a ele como tinha deixado de ser hindu para tornar-se cristão.
“Cresci numa posição muito privilegiada.
Viajei pelo mundo como representante diplomático da Índia.
Sou muito feliz pelo perdão dos meus pecados, lavados pelo sangue de Cristo.
Ficaria muito envergonhado se descobrissem tudo o que aprontei naquela época.
Por um tempo, o serviço diplomático me conduziu a Sydney.
Lá fiz algumas compras e estava levando pacotes com brinquedos e roupas para meus filhos.
Eu descia a rua George quando um senhor bem-educado, grisalho e baixinho chegou perto de mim, entregou-me um folheto e me fez uma pergunta muito pessoal:
`Desculpe-me, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?´
– Agradeci na hora, mas fiquei remoendo esse assunto dentro de mim.
De volta a minha cidade, fui procurar um sacerdote hindu.
Ele não conseguiu me ajudar mas me aconselhou a satisfazer minha curiosidade junto a um missionário na Missão que ficava no fim da rua.
Foi um bom conselho, pois nesse dia o missionário me conduziu a Cristo.
Larguei o hinduísmo imediatamente e comecei a me preparar para o trabalho missionário.
Saí do serviço diplomático e hoje, pela graça de Deus, tenho responsabilidade sobre todos esses missionários, que juntos já conduziram mais de 100.000 pessoas a Cristo”.
Oito meses depois, fui pregar em Sydney.
Perguntei ao pastor batista que me convidara se ele conhecia um homem pequeno, de cabelos brancos, que costumava distribuir folhetos na rua George.
Ele confirmou: “Sim, eu o conheço, seu nome é Mr. Genor, mas não creio que ele ainda faça esse trabalho, pois já está bem velho e fraco”.
Dois dias depois fomos procurar por ele em sua pequena moradia.
Batemos na porta, e um homenzinho pequeno, frágil e muito idoso nos saudou.
Mr. Genor pediu que entrássemos e preparou um chá para nós.
Ele estava tão debilitado e suas mãos tremiam tanto que continuamente derramava chá no pires.
Contei-lhe todos os testemunhos que ouvira a seu respeito nos últimos três anos.
As lágrimas começaram a rolar pela sua face, e então ele nos relatou sua história:
“Eu era marinheiro em um navio de guerra australiano.
Vivia uma vida condenável. Durante uma crise entrei em colapso.
Um dos meus colegas marinheiros, que eu havia incomodado muito, não me deixou sozinho nessa hora e ajudou a me levantar.
Conduziu-me a Cristo, e minha vida mudou radicalmente de um dia para outro.
Fiquei tão grato a Deus que prometi dar um testemunho simples de Jesus a pelo menos dez pessoas por dia.
Quando Deus restaurou minhas forças, comecei a colocar meu plano em prática.
Muitas vezes ficava doente e não conseguia cumprir minha promessa, mas assim que eu melhorava recuperava o tempo perdido.
Depois que me aposentei, escolhi para meu propósito um lugar na rua George, onde centenas de pessoas cruzavam meu caminho diariamente.
Algumas vezes as pessoas rejeitavam minha oferta, mas também havia as que recebiam meus folhetos com educação.
Há quarenta anos faço isso, mas até o dia de hoje não tinha ouvido falar de ninguém que tivesse se voltado para Jesus através do meu trabalho”.
Aqui vemos o que é verdadeira dedicação: demonstrar amor e gratidão a Jesus por quarenta anos sem saber de qualquer resultado positivo.
Esse homem simples, pequeno e sem dons especiais deu testemunho de sua fé para mais de 150.000 pessoas.
Penso que os frutos do trabalho de Mr. Genor que Deus mostrou ao pastor londrino sejam apenas uma fração da ponta do iceberg.
O céu conhece Mr. Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepção que ele teve quando entrou por suas portas.
Só Deus sabe quantas pessoas mais foram ganhas para Cristo através desses folhetos e das palavras desse homem.
Mr. Genor, que realizou um enorme trabalho nos campos missionários, faleceu duas semanas depois de nossa visita.
Você pode imaginar o galardão que o esperava no céu?
Duvido que sua foto tenha aparecido alguma vez em alguma revista cristã.
Também duvido que alguém tenha visto uma reportagem ilustrada a seu respeito.
Ninguém, a não ser um pequeno grupo de batistas de Sydney, conhecia Mr. Genor, mas eu asseguro que no céu seu nome é muito conhecido.
O céu conhece Mr. Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepção que ele teve quando entrou por suas portas. (extraído de Worldmissions – redação final: Werner Gitt)
Vale a Pena!
“Disse-lhe o Senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt 25.21).
Existem muitas organizações que trabalham com literatura cristã.
Inúmeros irmãos fazem uso de folhetos, livros, fitas e revistas para divulgar o Evangelho, mas geralmente não veem o resultado de suas atividades missionárias.
Isso pode causar desânimo, e certamente muitos distribuidores de folhetos já se perguntaram:
“Será que vale a pena?” (Destaque do blog).
Com frequência ficamos sabendo de pessoas que se converteram através de um folheto ou de um livro, ou que foram fortalecidas na fé por meio da literatura.
Mesmo que jamais saibamos dos resultados de nossa semeadura, eles são prometidos pelo Senhor (veja Is 55.11).
Além disso, um obreiro na “seara do Senhor” não é avaliado pelo número de pessoas que se convertem pelo seu trabalho mas por sua fidelidade no trabalho cristão.
Também devemos ter sempre em mente que nós não convertemos ninguém.
Só Deus é que pode tocar os corações, despertar as consciências e, pelo Espírito Santo, conduzir uma pessoa à fé em Jesus Cristo.
O exemplo citado mostra que Ele faz isso em nossos dias e que pode agir através de muito ou de pouco.
Que este testemunho anime os distribuidores de folhetos a continuarem semeando com perseverança a boa semente, que certamente dará frutos a seu tempo. (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br).
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, abril de 2005.

Norbert Lieth foi um dos preletores do 11º Congresso Internacional Sobre a Palavra Profética - Águas de Lindóia, 21 a 24/10/2009.
Fonte: Clique aqui
postado por Edmar Torres Alves - Fonte: www.chamada.com.br, , em 26-01-2010
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Israel no Haiti - A resposta desproporcional
Israel no Haiti - a resposta desproporcional
Missão israelense no Haiti é a que mais atende feridos graves

O hospital de campanha montado pela equipe humanitária israelense no Haiti está sendo chamado pelas demais equipes internacionais de socorristas de "Hospital Rolls Royce", por conta do número e da qualidade de recursos disponíveis.
A capacidade de atendimentos prevista para o hospital é de 500 pacientes por dia, mas é comum que esta quantidade seja ultrapassada, por conta do enorme número de pessoas feridas.
Desde o último dia 13 de janeiro, quando diversas missões internacionais começaram a se instalar na capital haitiana para prestar socorro às vítimas do terremoto que devastou o país, a base dos israelenses tem atendido aos casos mais urgentes.
Com um longo histórico de missões humanitárias ao redor do mundo, os mais de 200 homens e mulheres israelenses conseguiram instalar em Porto Príncipe um centro com uma farmácia completa; uma ala pediátrica; um departamento de radiologia de alta tecnologia; uma Unidade de Terapia Intensiva completa, e ainda uma sala de emergência; duas salas de cirurgia; uma maternidade e um departamento de medicina interna.
Mais da metade do contingente de Israel no Haiti é composto de militares especializados em busca e resgate sobre ruínas e identificação de corpos.
O restante da missão possui 40 médicos, 44 enfermeiras e 20 paramédicos, todos pertencentes à Magen David Adom, organização equivalente à Cruz Vermelha de Israel.
Por ser o mais equipado, o hospital de campanha israelense tem recebido os casos mais graves, cujas demais unidades internacionais não têm capacidade de atender.
Um destes casos foi o de uma mulher grávida ferida num desabamento e em avançado trabalho de parto.
O menino foi batizado de "Israel", em homenagem aos paramédicos. A equipe da rede ABC filmou o procedimento.
Uma mulher haitiana grávida de oito meses chegou ao hospital de campanha das Forças de Defesa de Israel no país.
Ela deu à luz um menino saudável, que recebeu o nome de Israel (acesse aqui)
. Israel tem uma ampla experiência na atuação em eventos desta natureza, como demonstram os exemplos abaixo:
. Terremoto na Armênia (dezembro de 1988) – as equipes de resgate operaram durante 12 dias auxiliando a salvar as pessoas presas nas ruínas;
. Terremoto no México (setembro de 1985) – as equipes de resgate operaram durante 16 dias, salvando 55 pessoas das ruínas;
. Terremoto na Grécia em 1999 – as equipes de resgate auxiliaram a resgatar diversos sobreviventes;
. Ajuda às vítimas de um terremoto na Turquia em 1999 – Foram enviadas duas equipes de resgate e construído um hospital de campanha.
A delegação resgatou 12 sobreviventes e 140 vítimas.
O hospital atendeu 1.200 pacientes, efetuou 40 cirurgias e a equipe ajudou 15 mães a dar à luz;
. Após a explosão de um carro bomba perto da Embaixada Americana do Quênia, em 1998, a equipe de resgate trabalhou para localizar e resgatar 96 vítimas.
Esta equipe foi a primeira a chegar ao local do atentado;
. Ajuda às vítimas de uma explosão de um carro bomba no Sinai Hilton Hotel em 2004, a equipe de resgate de Israel chegou à cena da explosão e ajudou a resgatar diversas pessoas presas nas ruínas do hotel;
. Atentado à AMIA (comunidade judaica) de Buenos Aires, Argentina, em junho de 1994.
As equipes trabalharam durante nove dias para resgatar os feridos, dentre eles, 81 mortos.
Matérias publicadas pela imprensa brasileira e internacional sobre a atuação de Israel no Haiti:
. Veja um vídeo da CNN sobre a atuação de Israel no Haiti: acesse aqui.
. Veja a reportagem especial “Israel envia equipes de salvamento para o Haiti” feita pela correspondente da GloboNews em Tel-Aviv, Daniela Kresch:acesse aqui.
. Veja a reportagem exibida no programa "Fantástico", da Rede Globo, com imagens do salvamento de uma pessoa pela equipe israelense no Haiti:acesse aqui.
. Veja o vídeo com a chegada e montagem do hospital de campanha de Israel no Haiti: acesse aqui.
. O jornal O Globo destacou, em sua capa, uma criança haitiana sendo atendida por médicos israelenses. Acesse aqui.
. Veja uma reportagem feita pelo canal americano Fox News sobre os médicos israelenses no Haiti: acesse aqui.
. A rede de TV americana “ABC” produziu uma matéria especial sobre o nascimento de uma menina no hospital de campanha israelense: acesse aqui.
. Veja uma reportagem da CBS News que mostra as dificuldades das equipes médicas nos salvamentos no Haiti: acesse aqui.
Clique aqui
Nota do editor: como não foi possível postar cada link, este último dá acesso a várias outras matérias.
Colaboração: Embaixada de Israel no Brasil, Victor Grinbaum e Sergio Rosenboim
Israel: resposta desproporcional
Muitos líderes e países do mundo acusam Israel de responder desproporcionalmente às agressões do Hezbollah no Líbano e do Hamas em Gaza.
Entretanto, é tempo que a mídia internacional fale de outra resposta desproporcional de Israel.
O terrível terremoto que devastou o Haiti tem gerado respostas de muitas nações.
Os Estados Unidos mandaram suprimentos e pessoal.
A Inglaterra mandou 64 bombeiros e 8 voluntários.
A França mandou tropas para ajudar na “procura e salvamento”.
Muitos países mandaram dinheiro.
Já o mundo muçulmano e árabe mandou... nada!
Israel, uma nação de 7,6 milhões de pessoas mandou um time de 220 pessoas que inclui pessoal médico e um hospital no Haiti, que tratará de 500 pessoas por dia, com um grupo de “procura e salvamento” especializado e suprimentos médicos.
Isto foi feito da mesma maneira como agiu em outros terremotos, como em Gujarat na Índia, em 2001, e na Turquia.
Israel tem sido dos mais generosos em auxílio e assistência.
A Turquia parece ter esquecido isso, e está se aconchegando ao Irã.
O juiz Goldstone, que apresentou um trabalho condenando Israel na operação contra o Hamas em Gaza, onde está você agora?
A ocupação favorita da ONU parece ser demonizar Israel.
Resoluções condenando Israel continuam sendo feitas, enquanto Sudão, China, Rússia e outros continuam com seus crimes contra as minorias.
Penso que já é tempo para o mundo saber da resposta desproporcional de Israel (David Roizenblit, de Israel - tradução: Jayme Gudel - Extraído de http://www.jornalalef.com.br/ - http://www.beth-shalom.com.br).
Fonte: http://www.beth-shalom.com.br/artigos/haiti.html
postado por Edmar Torres Alves - Fonte: http://www.beth-shalom, , em 25-01-2010
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