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Sê Fiel
Editor: Edmar Torres Alves
Opinião
Da Insegurança Política à Certeza Profética


O poder mundial é limitado pela impotência humana.

A onipotência é ilimitada em virtude da autoridade divina.

Ou, como diz a Bíblia: “O Senhor frustra os desígnios das nações e anula os intentos dos povos.

O conselho do Senhor dura para sempre; os desígnios do seu coração por todas as gerações.

Feliz a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo que ele escolheu para sua herança” (Sl 33.10-12).

Da insegurança política


A insegurança das nações reflete-se hoje em muitas áreas:

. nas discussões políticas sobre as mudanças climáticas: a única certeza, sempre manifestada por unanimidade, é a concordância em marcar a próxima reunião.

. na economia: há orgulho por causa do progresso, enquanto grandes bancos quebram e perdem bilhões.

. na instabilidade militar: a Guerra Fria volta a tomar forma.

. na mente das pessoas: a espiral de toda sorte de perturbações emocionais aumenta de forma crescente.

Os psicoterapeutas prosperam.

. nas questões religiosas com relação à pergunta sempre relevante: O que é a verdade?

As negociações entre Israel e os palestinos são constantemente apresentadas como perspectivas de se chegar a uma “paz justa” no mundo.

O então presidente George W. Busch afirmou durante a conferência de paz de Annapolis:

“Queremos estabelecer o fundamento de uma nova nação, de um Estado palestino democrático, que possa conviver com Israel em paz e segurança”.[1]

Apesar de todas as declarações positivas, a realidade é outra, e a Bíblia não deixa dúvidas sobre o que virá:

“Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1 Ts 5.3).

Os esforços humanos, por mais bem intencionados que sejam, encontram barreiras praticamente intransponíveis.

Um comentário da revista alemã Stern revela esse desamparo diante das grandes questões da humanidade:

“No Ocidente, hoje mais do que há algumas décadas, vê-se com mais clareza que a política e a ciência estão sendo exigidas além de suas capacidades no esforço para se criar um mundo justo”.[2]

O povo de Israel sempre sofreu decepções quando confiou em homens e na política mundial.

O fato desse povo ainda existir deve-se apenas ao Deus de Abraão, Isaque e Jacó, graças às promessas que Ele lhe fez.

Essas promessas, registradas na Sua Palavra, são o penhor de que o futuro dessa nação tão atacada está assegurado.

Mas Israel não encontrará segurança real enquanto não se voltar de todo o coração para seu Messias, Jesus.

Alguém disse com razão: “Não precisamos de um programa, precisamos de uma pessoa”.

E essa Pessoa é Jesus Cristo, “o qual, depois de ir para o céu, está à destra de Deus, ficando-lhe subordinados anjos, e potestades, e poderes” (1 Pe 3.22).

Mas não é só o mundo como um todo e Israel como nação atacada que se ressentem da falta de segurança.

Essa insegurança está aninhada nos corações dos homens individualmente, e nós, cristãos, temos toda a razão em buscar – e achar – a segurança que a Palavra de Deus nos concede.

Segurança profética


“Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus. Todo vale será aterrado, e nivelados, todos os montes e outeiros; o que é tortuoso será retificado, e os lugares escabrosos, aplanados” (Is 40.3-4).

Estaremos nos baseando no livro de Isaías ao analisarmos o tema desta mensagem.

Isaías é o legítimo “evangelista” dentre os profetas.

Seu livro também costuma ser chamado de Bíblia em formato reduzido:

• O livro de Isaías tem 66 capítulos, e a Bíblia tem 66 livros.

• O livro de Isaías tem duas partes principais, escritas pelo mesmo autor – a Bíblia também tem duas partes, inspiradas pelo Espírito Santo.

• Os primeiros 39 capítulos de Isaías têm como tema central o juízo divino sobre os pecados.

Os 27 capítulos da segunda parte falam mais de graça e restauração; essa parte também é chamada de “grandiosa poesia messiânica”.

A Bíblia, por sua vez, tem 39 livros do Antigo Testamento, muitas vezes falando do juízo.

E ela tem 27 livros do Novo Testamento, cujo tema central é a graça de Deus.

• O livro de Isaías é citado ou mencionado mais de 210 vezes no Novo Testamento – apenas os capítulos 40 a 66 por mais de 100 vezes. [3]

Os 27 capítulos da segunda parte de Isaías harmonizam-se surpreendentemente com os livros do Novo Testamento.

Isso não pode ser mero acaso.

Vejamos alguns exemplos:

• Isaías 40 é o primeiro capítulo da segunda parte do livro; corresponde ao 40º livro da Bíblia, ou seja, ao primeiro livro do Novo Testamento (Evangelho de Mateus).

Está escrito: “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus.

Todo vale será aterrado, e nivelados, todos os montes e outeiros; o que é tortuoso será retificado, e os lugares escabrosos, aplanados.

A glória do Senhor se manifestará e toda a carne a verá, pois a boca do Senhor o disse” (Is 40.3-5).

Em contraposição, lemos no Evangelho de Mateus:

“Porque este é o referido por intermédio do profeta Isaías: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas” (Mt 3.3).

Isso refere-se a João Batista.

E no Evangelho de João está escrito: “...vimos a sua glória...” (Jo 1.14).

• Isaías 44 corresponde ao 44º livro da Bíblia, que é Atos dos Apóstolos:

“Porque derramarei água sobre o sedento e torrentes, sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade e a minha bênção, sobre os teus descendentes; brotarão como a erva, como salgueiros junto às correntes de águas.

Um dirá: Eu sou do Senhor; outro se chamará do nome de Jacó; o outro ainda escreverá na própria mão: Eu sou do Senhor, e por sobrenome tomará o nome de Israel” (Is 44.3-5).

Essa é uma maravilhosa indicação do tema central de Atos dos Apóstolos: o derramamento do Espírito Santo, as primeiras conversões e a mudança de rumo dos gentios, voltando-se para o Deus de Israel.

• Em Isaías 45 prenuncia-se o 45º livro da Bíblia, que á a Carta aos Romanos.

Nesse capítulo do livro de Isaías a palavra “justiça” é salientada de forma especial, pois aparece seis vezes.

Também se menciona que Israel será salvo (v.25).

Isso corresponde com exatidão ao assunto da Carta aos Romanos.

• Na sequência, Isaías 49 corresponde à Carta aos Efésios.

Nesse capítulo vemos a salvação sendo oferecida também aos gentios e a declaração de que o Senhor foi dado como luz para os gentios (vv.1,6).

Este é exatamente o tema da Carta aos Efésios: os gentios sendo incorporados à Igreja dos salvos (Ef 2.16-18; 3.5-6).


O rolo de Isaías com seu texto completo foi encontrado em Qumran em 1947. Esse achado foi datado como sendo do segundo século antes de Cristo, confirmando que essa escritura é inspirada por Deus em sua totalidade.

Outro tema é descrito assim: “Tirar-se-ia a presa ao valente? Acaso, os presos poderiam fugir ao tirano? Mas assim diz o Senhor: Por certo que os presos se tirarão ao valente, e a presa do tirano fugirá, porque eu contenderei com os que contendem contigo e salvarei os teus filhos” (Is 49.24-25).

Comparemos essas palavras com Efésios 4.8: “Por isso, diz: Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens”.

Jesus tomou a presa do valente e tirano, que é o Diabo, e deixou os cativos livres.

Nenhum crente continua sendo uma presa da morte.

• Isaías 66 corresponde ao último livro da Bíblia, que é o Apocalipse. “...porque, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante de mim, diz o Senhor, assim há de estar a vossa posteridade e o vosso nome” (Is 66.22).

O tema do Apocalipse é a introdução no novo céu e na nova terra: “Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra já passaram, e o mar já não existe. Vi também a cidade santa, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo” (Ap 21.1-2).

O rolo de Isaías com seu texto completo foi encontrado em Qumran em 1947.

Esse achado foi datado como sendo do segundo século antes de Cristo, confirmando que essa escritura é inspirada por Deus em sua totalidade.

Os rolos de Qumran foram descobertos justamente na época da fundação do Estado de Israel, o que deixa transparecer uma óbvia direção divina, e o texto de Isaías recebeu muito destaque nesse achado de inestimável valor histórico.

Tudo leva a crer que o Deus de Israel estava querendo estabelecer um sinal.

E o que isso significa para você, pessoalmente?

Significa que você pode contar com esse Deus, que pode entregar sua vida a Ele e olhar para o futuro confiando nEle!

Baseados em Isaías 40 e 41, examinemos a confiança que Deus oferece.

Mas prestemos atenção a um fato: as profecias de Isaías têm um cumprimento duplo, pois retratam juntamente a primeira e a segunda vinda de Jesus.

O duplo sofrimento e o duplo consolo


Depois de Sua volta em poder e glória junto com Sua Igreja, o Messias apascentará Seu povo como Bom Pastor (veja Is 40.11).

“Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus.

Falai ao coração de Jerusalém, bradai-lhe que já é findo o tempo da sua milícia, que a sua iniquidade está perdoada e que já recebeu em dobro das mãos do Senhor por todos os seus pecados” (Is 40.1-2).

Quando a iniquidade de Israel estará perdoada, quando Israel receberá o perdão por seus pecados?

Depois que Jerusalém receber em dobro das mãos do Senhor.

Então o Senhor voltará a Sião para afastar de Israel a sua impiedade (veja Rm 11.25; Ez 36.33).

Jerusalém suportou uma dose dupla: o cativeiro babilônico e o cativeiro romano (em 70 d.C.), a destruição do primeiro Templo e a destruição do segundo Templo.

Duas vezes Jerusalém foi consolada: uma vez por ocasião do retorno do cativeiro babilônico sob Zorobabel e Esdras (veja Zc 4; Ag 2), e pela segunda vez no retorno do cativeiro mundial, da volta da Diáspora (Dispersão) no fim dos dias (em 1948); agora, a Igreja deveria assumir esse consolo.

No passado, tratava-se da primeira vinda de Jesus, que João Batista anunciava no espírito de Elias; hoje trata-se de Sua volta, que a Igreja apregoa (veja Is 40.3-5).

No passado, Jesus veio em humildade; apenas uma única vez Jesus deixou entrever Sua glória, o que aconteceu no monte da Transfiguração (veja Jo 1.14; Mt 17.1,13; 2 Pe 1.16-18).

Ele não voltará em humildade, mas em poder supremo e glória majestosa (veja Mt 24.30).

O caminho para o retorno do Senhor em glória

A volta de Cristo se anuncia em diversas etapas:

1. O contraste entre a insegurança dos povos e a segurança da eterna Palavra de Deus torna-se cada vez mais evidente (veja Is 40.6-8).

Essa Palavra é retomada por Pedro, que a aplica a nosso tempo e à Igreja (veja 1 Pe 1.23-25).

2. O Arrebatamento da Igreja se delineia (veja Is 40.9-11).

De Sião partiu originalmente a boa-nova do Evangelho (v.9).

Ao próprio Israel precisa-se anunciar hoje: “Eis aí está o vosso Deus!” (v.9). Ele não decepciona jamais!

O Arrebatamento está às portas. “Eis que o Senhor virá com poder...” (Is 40.10).

Em outras palavras, Jesus voltará em glória (veja Mt 24.30). “...e o seu braço dominará” (Is 40.10).

Isso significa o domínio do Messias, Ele é o braço de Deus em ação. “...eis que o seu galardão está com ele, e diante dele, a sua recompensa” (v.10).

Que galardão, que recompensa é essa?

É a Igreja de Jesus, já arrebatada, que voltará com Ele em glória, sendo ela o penoso fruto do trabalho de sua alma (veja Is 53.12; 2 Ts 1.7; Ap 19.11ss.).

Depois de Sua volta em poder e glória junto com Sua Igreja, o Messias apascentará Seu povo como Bom Pastor (veja Is 40.11).

3. A Grande Tribulação se anuncia (veja Is 40.15-17).

Ao ler uma passagem assim, muitos acusam a Deus de lidar cruelmente com a humanidade.

Em seu orgulho cego e sua rejeição da vontade de Deus, essas pessoas não percebem que é Deus quem as acusa.

Nações são como um grãozinho de pó para Ele.

O que o homem imagina que é?

Deus deixará as nações consternadas por causa de seu orgulho; não apenas as ilhas, mas até os céus e a terra serão abalados (veja Hb 12.26-27).

A insegurança que se avizinha assumirá proporções nunca vistas.

Catástrofes naturais se multiplicarão, ameaças de guerra aumentarão, a economia experimentará novas e profundas quedas, a paz e a segurança anunciadas para a região de Israel se converterão no contrário.


A insegurança que se avizinha assumirá proporções nunca vistas. Catástrofes naturais se multiplicarão, ameaças de guerra aumentarão, a economia experimentará novas e profundas quedas, a paz e a segurança anunciadas para a região de Israel se converterão no contrário.

A segurança do Deus incomparável

“Com quem comparareis a Deus? Ou que coisa semelhante confrontareis com ele?” (Is 40.18).

Israel busca segurança em muitos e muitos lugares por ter perdido de vista a segurança do incomparável Deus.

Mas apenas no Deus único e verdadeiro, o Deus que escreveu a profecia e se revelou em Jesus, o homem encontra seu alvo.

E precisamos dessa segurança mais do que nunca!

Israel é eleito: “Os países do mar viram isto e temeram, os fins da terra tremeram, aproximaram-se e vieram” (Is 41.5): Insegurança.

“Mas tu, ó Israel, servo meu, tu, Jacó, a quem elegi, descendente de Abraão, meu amigo” (Is 41.8): Segurança.

A eleição de Israel baseia-se na amizade de Deus com Abraão (veja Tg 2.23) e encontra seu ponto máximo no Servo Jesus Cristo.

Por isso, Deus não termina Sua amizade, pois não é como nós, seres humanos, como os políticos do mundo (veja Gl 3.17).

Existe algo melhor do que ter a Deus como amigo?

Se Ele é por você, quem será contra você? Nem mesmo a morte pode separá-lo do Senhor (veja Rm 8.37-39).

Jesus diz: “Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando” (Jo 15.14).

A amizade fiel de Deus ficou provada: “tu, a quem tomei das extremidades da terra, e chamei dos seus cantos mais remotos, e a quem disse: Tu és o meu servo, eu te escolhi e não te rejeitei” (Is 41.9).

Primeiramente, Deus conduziu Seu amigo Abraão das extremidades da terra (de Ur na distante Caldéia) até Canaã e prometeu-lhe a terra por possessão eterna (veja Gn 17.8).

O profeta Isaías não limitou sua declaração a Abraão, Ele a estendeu profeticamente até a volta final da última semente de Abraão, que é o povo judeu.

Esse é o sentido da profecia para Israel e o contexto do livro de Isaías.

Por isso, Isaías fala no plural: “que eu tomei das extremidades da terra, e chamei dos seus cantos mais remotos... eu te escolhi, e não te rejeitei...”.

Abraão, afinal, não veio das extremidades da terra nem dos seus recantos mais remotos – seus descendentes, sim.

É o que vemos acontecendo há algumas décadas (veja Dt 30.4ss.).

Essas gerações que descendem de Abraão não foram rejeitadas; por isso elas existem!

O fato de Israel existir novamente como Estado é uma prova visível da fiel amizade de Deus com Abraão (veja Gl 3.17).

Israel não teria motivos para temer: “não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel” (Is 41.10).

Essa conclamação a não temer é repetida nos versículos 13 e 14.

O profeta antevê que seu povo sentirá medo repetidamente, até nos tempos finais; a história o confirma.

É medo da opressão, do abandono, do isolamento e da insegurança.

Por isso, as repetidas respostas de Deus a esses temores de Seu povo.

Aqui, em Isaías, a segurança que vem de Deus ergue sua voz e fala para a situação de insegurança de Israel.


“tu, a quem tomei das extremidades da terra, e chamei dos seus cantos mais remotos, e a quem disse: Tu és o meu servo, eu te escolhi e não te rejeitei” (Is 41.9)

Existem seis razões porque no futuro o remanescente crente de Israel não precisará temer.

E essas razões são melhores do que o exército israelense, a política, a ONU, os EUA ou a UE:

1. “eu sou contigo”.

2. “eu sou o teu Deus”.

3. “eu te fortaleço”.

4. “e te ajudo”.

5. “e te sustento”.

6. “com a minha destra fiel”.

Essas razões são concretizadas pelo Messias de Israel, que é Jesus Cristo.

Ele é a destra fiel, e por Sua morte e ressurreição trouxe justiça.

Em Sua volta reside a garantia de segurança para Israel.

Podemos tomar essa promessa pessoalmente, aplicando-a à nossa própria vida.

As nações, essas sim, têm motivos para temer.

“Eis que envergonhados e confundidos serão todos os que estão indignados contra ti; serão reduzidos a nada, e os que contendem contigo perecerão.

Aos que pelejam contra ti, buscá-los-ás, porém não os acharás; serão reduzidos a nada e a coisa de nenhum valor os que fazem guerra contra ti.

Porque eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo” (Is 41.11-13).

Leon de Winter escreveu: “Os países islâmicos jamais poderiam aceitar o Israel de hoje como seu igual...

Israel está cercado pelo Irã, pela Síria, pelo Hezb´allah (Partido de Alá) e pelo Hamas, e o porta-voz deles, o presidente Mahmoud Ahmadinejad, expressa com clareza seus desejos mais profundos:

- eliminar Israel,
- castigar a arrogância de Israel e
- degradar os judeus à condição de minoria sob domínio islâmico”.[4]

Mas, apesar das mais infames calúnias, das mais duras perseguições e das mais brutais tentativas de aniquilação durante sua dispersão de quase dois mil anos, o povo judeu não pereceu – pelo contrário!

Os inimigos de Israel de ontem, hoje e amanhã passaram, passam e passarão ainda mais mal.

Durante sua campanha pelo Oriente Médio, há 200 anos, Napoleão disse:

“A História não se decide no Ocidente, mas no Oriente!”[5]

Peter Scholl-Latour cita seu professor de árabe, Jacques Berque: “O destino de Jerusalém não é uma questão política; o destino de Jerusalém é uma sentença de juízo final![6]

E Siegfried Schlieter comenta: “A questão de Jerusalém é politicamente insolúvel. Ela será decidida apenas no dia do juízo final”.[7]

O deserto florido e a existência das cidades israelenses são a prova de que Deus atua nos dias de hoje, e agirá no futuro:

“Os aflitos e necessitados buscam águas, a não as há, e a sua língua se seca de sede; mas eu, o Senhor, os ouvirei, eu, o Deus de Israel, não os desampararei.

Abrirei rios nos altos desnudos e fontes no meio dos vales; tornarei o deserto em açudes de águas e a terra seca, em mananciais.

Plantarei no deserto o cedro, a acácia, a murta e a oliveira; conjuntamente, porei no ermo o cipreste, o olmeiro e o buxo, para que todos vejam e saibam, considerem e juntamente entendam que a mão do Senhor fez isso, e o Santo de Israel o criou” (Is 41.17-20).


Israel está cercado pelo Irã, pela Síria, pelo Hezb´allah (Partido de Alá) e pelo Hamas, e o porta-voz deles, o presidente Mahmoud Ahmadinejad, expressa com clareza seus desejos mais profundos: eliminar Israel...

Podemos confiar na palavra profética de Deus.

“Anunciai-nos as coisas que ainda hão de vir, para que saibamos que sois deuses; fazei bem ou fazei mal, para que nos assombremos, e juntamente o veremos.

Eis que sois menos do que nada, e menos do que nada é o que fazeis; abominação é quem vos escolhe” (Is 41.23-24).

A nulidade de todas as religiões, a falta de autenticidade e credibilidade da política, seus prognósticos inviáveis e seus esforços vacilantes e duvidosos estão em flagrante contraste com a confiabilidade das revelações divinas acerca do futuro.

Lemos acerca da confiança que a profecia bíblica merece:

“Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade; que chamo a ave de rapina desde o Oriente e de uma terra longínqua, o homem do meu conselho.

Eu o disse, eu também o cumprirei; tomei este propósito, também o executarei.

Ouvi-me vós, os que sois de obstinado coração, que estais longe da justiça. Faço chegar a minha justiça, e não está longe; a minha salvação não tardará; mas estabelecerei em Sião o livramento e em Israel, a minha glória” (Is 46.9-13).

Com Jesus, a justiça de Deus, começará um novo capítulo para Israel e o mundo inteiro.

Por isso, todas as promessas serão cumpridas, toda a profecia é inteiramente segura e Israel tem um futuro garantido.

E este Jesus é Aquele que oferece segurança eterna também a você.

Sem Jesus você não tem um chão firme debaixo de seus pés.

A seguinte história ilustra essa realidade:

Quando Henrique VIII da Inglaterra (1491-1547) jazia em seu leito de morte, mandou chamar o bobo da corte...

O rei disse: “Meu amigo, devo partir”.

“Para onde?”, perguntou o bobo.

–“Não sei”.

“Quando voltareis?”

– “Não vou voltar mais”.

“Quem vai convosco?”

– “Ninguém”.

“Vos preparastes para a viagem?”

– “Não”.

Então o bobo da corte pegou seu cetro de bufão e seu barrete, jogou-os sobre a cama do rei e explicou:

“Majestade, vós me ordenastes que eu deveria entregar meu cetro de bobo da corte a alguém que fosse mais bobo do que eu.

Vós sois esse alguém, pois ides embora sem saber para onde e não tendes acompanhante”.[8]

Agarre a justiça de Deus, ela está perto de seu coração.

É o Senhor Jesus.

Ele quer ser seu acompanhante, Ele quer ser sua segurança.

Entre com Ele em uma nova vida! (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)

Notas:


1. Berliner Privat-Infos, anexo de P.-D. 50/07.

2. View, encarte de Stern, 4/2007.

3. ‑A.M. Hodkin, Die Schriften geben Zeugnis von mir, Dillenburg, p. 244.

4. Israelnetz.de, 3/1/2007.

5. ‑Siegfried Schlieter, Am Ende der Zeit, Schwengeler, p. 116.

6. ‑Peter Scholl-Latour, Lügen im Heiligen Land, Goldmann, p. 168.

7. ‑Siegfried Schlieter, Am Ende der Zeit, Schwengeler, p. 121.

8. Idea-Spezial, 7/2007, encarte de IdeaSpektrum 48/07.

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, novembro de 2008.


Norbert Lieth foi um dos preletores do 11º Congresso Internacional Sobre a Palavra Profética -Águas de Lindóia, 21 a 24/10/2009.


Fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/inseguranca_politica.html


Comentário do editor do blog:

De fato, os entendimentos humanos jamais levarão à Paz definitiva e verdadeira; o máximo que se conseguirá é o acordo de "paz" profetizado em Daniel 9. 27, após o qual haverá uma "aparente" paz com segurança.

Israel entrega terra e os palestinos fingem que está tudo bem, mas o anticristo [que fará parte do acordo] na metade do período do acordo de 7 anos, se manifestará.

Começará, então, a Grande Tribulação anunciada, também, por Jesus (Mateus 24. 21-22).

A segunda vinda de Jesus, com os convertidos a Ele [Igreja] marcará o fim do anticristo, derrotado pelo Messias com o sopro de sua boca.

Então reinaremos com Ele, sobre as Nações, a partir de Jerusalém.

Por isso pregamos a Palavra de Deus, por isso falamos sobre a Palavra Profética: porque Deus vem postergando o dia final por não querer Ele que nenhum se perca; e incumbe a nós, os cristãos, ensinar (Mt. 28. 19); pregar (Mc. 16. 15); bem como testemunhar até aos confins da terra (At. 1. 8).

Se não fizermos assim, almas se perderão por não haver quem pregue, e seremos cobrados por Deus na hora da distribuição de galardões aos salvos [idêntico à Parábola dos Talentos], que serão concedidos àqueles que obedeceram a ordem de pregar, ensinar e testemunhar.

Maranata! Ora vem Senhor Jesus.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

2012 Hollywood destroi o mundo


“Em toda a história, nunca uma data foi tão significativa para tantas culturas e religiões, tantos cientistas e governos.

Um cataclisma global ocasiona o fim do mundo”.

O dia é 21 de dezembro de 2012, data em que o calendário maia prediz que ocorrerá o final dos tempos, um evento dramatizado no filme “2012”, feito em Hollywood pelo diretor Roland Emmerich e lançado em novembro.

O filme apresenta efeitos visuais fantásticos do cataclisma abatendo-se sobre a terra, mostrando o desabamento das construções mais destacadas do mundo – a Basílica de São Pedro em Roma, os arranha-céus de Nova Iorque, a estátua do Cristo Redentor no Rio – à medida que meteoros e inundações destroem a terra.

O trailer começa com a pergunta: “Como os governos de nosso planeta conseguiriam preparar seis bilhões de pessoas para o fim do mundo?”

Logo aparece a resposta: “Não conseguiriam”.

De acordo com o filme “2012”, a Terra se fenderá ao meio, cumprindo uma antiga profecia.

A profecia em questão vem da antiga civilização maia na América Central, que produziu o famoso Calendário Maia.

Os maias foram os únicos habitantes nativos das Américas a desenvolverem uma linguagem escrita.

Eles também obtiveram progresso notável nas artes, na arquitetura, na matemática e na astronomia, chegando ao auge de seu desenvolvimento durante o período de 250 d.C. a 900 d.C.

Por volta de 1200 d.C., a sociedade deles sofreu um colapso, por razões que podemos apenas supor.

Quando os conquistadores espanhóis chegaram, os maias ainda ocupavam a região, e ainda falavam a língua maia, mas já não tinham conhecimento de muitas coisas que seus antepassados haviam criado.

Diego de Landa foi um padre católico-romano que visitou o México em 1561 e é tido como infame por ter destruído documentos e artefatos maias de valor incalculável.

Embora Landa estivesse muito interessado na cultura maia, ele abominava determinados aspectos de suas práticas, particularmente os sacrifícios humanos.

Em julho de 1562, quando evidências de sacrifícios humanos foram encontradas em uma caverna que continha estátuas sagradas dos maias, Landa ordenou a destruição de cinco mil ídolos.

Ele decidiu que os livros dos maias também eram obra do Diabo e certificou-se de que fossem queimados, tendo restado apenas três livros.

Consequentemente, foi perdida a maior parte do conhecimento e da história dos maias.

O livro mais importante dentre os que restaram é o chamado Códice de Dresden, que recebeu esse nome devido à cidade na Alemanha onde ficou depositado.

É um livro estranho, escrito em hieróglifos, que ninguém foi capaz de entender até 1880.

Nessa época, Ernst Forstemann, um estudioso alemão que trabalhava na mesma biblioteca em Dresden, conseguiu decifrar o códice do calendário maia.

Ele descobriu que o códice continha tabelas astronômicas detalhadas, com cálculos indicando que o ano tinha 365,242 dias, e usava tabelas para predizer os solstícios e os equinócios, as órbitas dos planetas em nosso sistema solar e outros fenômenos celestiais.

Os maias haviam desenvolvido uma maneira extraordinariamente complexa (e muito precisa) de medir a passagem do tempo, que girava em torno de ciclos de 52 anos.

No final de cada ciclo, eram realizadas cerimônias religiosas nas quais os sacerdotes executavam um sacrifício humano no topo de um vulcão extinto conhecido hoje como a Colina da Estrela, local situado em Iztapalapa, no México.

O propósito era apaziguar os deuses para que eles não destruíssem o mundo com o final do ciclo.

Os maias aguardavam pelo sinal que anunciaria a continuidade do mundo por outros 52 anos, que era a passagem da constelação de Plêiades pelo centro dos céus.

Os maias também possuíam um outro calendário, conhecido como o de “Contagem Longa”.

O funcionamento dele é bastante complexo e vai além do escopo deste artigo.

Na internet há informações em “Contagem Longa” na Wikipedia.

A atual Contagem Longa teve início em 3114 a.C.

Na mitologia maia, cada ciclo de Contagem Longa é uma era mundial na qual os deuses tentam criar criaturas piedosas e subservientes.

A Primeira Era começou com a criação da Terra, que tinha sobre si vegetação e seres vivos.

Infelizmente, como eles não possuíam a habilidade da fala, os pássaros e os animais eram incapazes de prestar honra aos deuses e foram destruídos.

Na Segunda Era e na Terceira Era, os deuses criaram os humanos do barro e depois da madeira, mas estes também fracassaram em agradar os deuses e foram aniquilados.

Estamos atualmente na Quarta Era, que é a Era Final, a era do ser humano moderno, completamente funcional.

A visão popular apresentada no filme de Roland Emmerich é que a presente era termina em 21 de dezembro de 2012.

E o que vem depois?

A interpretação dele é que o mundo acaba em fogo e em inundação.



Susan Milbrath, curadora de Arte e Arqueologia Latinoamericana do Museu de História Natural da Flórida, declarou: “Nós (a comunidade arqueológica) não temos nenhum registro nem conhecimento de que os maias pensassem que o mundo chegaria ao fim em 2012. Na foto, calendário maia.

Os eruditos questionam isso.

Susan Milbrath, curadora de Arte e Arqueologia Latinoamericana do Museu de História Natural da Flórida, declarou:

“Nós (a comunidade arqueológica) não temos nenhum registro nem conhecimento de que os maias pensassem que o mundo chegaria ao fim em 2012.

Interpretar o dia 21 de dezembro de 2012 como o evento do juízo final é uma invencionice completa e uma oportunidade de ganhar dinheiro para muitas pessoas”.

Algumas visões de espiritualidade alternativa baseadas no misticismo da Nova Era e na astrologia vêem a data como sendo um acontecimentos positivo em vez de ser o dia do juízo final: seria a transição da “Era de Peixes, violenta e escura” (i.e., esta era) para a Era de Aquário, “um milênio de amor e luz”.

Para ficar claro: eu não atribuiria nenhum significado à data de 21 de dezembro de 2012.

Contudo, embora aceitando as objeções acadêmicas às interpretações populares sobre a cultura maia e deixando o misticismo da Nova Era de lado, o próprio fato de que o filme está sendo feito já diz algo sobre o mundo em que vivemos.

As pessoas estão conscientes da possibilidade de que calamidades venham a se abater sobre nós – e Hollywood pegou essa deixa com uma série de filmes sobre catástrofes que estão para ser lançados.

The Wall Street Journal, de 31 de julho de 2009, publicou um artigo intitulado “Hollywood Destrói o Mundo”, que dizia:

Uma enxurrada de histórias pós-apocalípticas segue agora em direção às telas de cinemas e de TV.

O diretor Roland Emmerich já quase destruiu o mundo por três vezes.

Desta vez ele tem a intenção de terminar o trabalho.

Em seu filme “2012”, a terra se fende ao meio, cumprindo uma antiga profecia.

O artigo prossegue listando uma série de filmes que estão para ser lançados, sobre uma futura calamidade que destruirá a civilização e como um punhado de pessoas sobram e lutam em um mundo em ruínas buscando sobreviver: The Book of Eli [O Livro de Eli], Day One [O Primeiro Dia], The Colony [A Colônia], e The Road [A Estrada].

Ao apresentar motivos para isso, o artigo diz:

A maioria dos autores dessas histórias diz que está reagindo à ansiedade a respeito de ameaças reais em tempos incertos: os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, duas guerras dos EUA em países estrangeiros, pandemias múltiplas, uma crise financeira global e nova atenção a perigos ambientais.

Roland Emmerich afirma: “Ando realmente muito pessimista atualmente”.

Logicamente que não é apenas em Hollywood que as pessoas estão falando sobre um cataclisma que está por vir, ou para destruir o mundo, ou para reformá-lo de forma a ficar irreconhecível.

Os noticiários sobre Israel têm apresentado referências à Guerra de Gogue e Magogue, a profecia bíblica encontrada em Ezequiel 38-39 sobre a batalha dos últimos dias, na qual Deus resgatará Israel de uma invasão de nações hostis.

Alguns israelenses acreditam que chegou a hora de construírem o Terceiro Templo, profetizado como algo que acontecerá nos “últimos dias” da história.

O aiatolá Khamenei, do Irã, conclamou as nações muçulmanas ao redor do mundo para se unirem militarmente em resposta à iminente vinda do salvador messiânico do islã – o Mahdi.

Os líderes muçulmanos radicais do Irã acreditam que o Mahdi irá surgir no final da era, proporcionando aos muçulmanos a derrota de Israel e do Ocidente, e que ele governará sobre todo o mundo.

Os ambientalistas radicais dizem que o dia do juízo final está chegando rapidamente por causa do aquecimento global.

Cristãos evangélicos, como eu, crêem que os acontecimentos globais estão se alinhando exatamente como Jesus Cristo e os profetas bíblicos disseram que aconteceria nos “últimos dias”.



De acordo com o filme “2012”, a Terra se fenderá ao meio, cumprindo uma antiga profecia.

O perigo das versões de Hollywood sobre o fim do mundo

Elas fazem com que as pessoas fiquem tão temerosas da calamidade vindoura que:

(1) não vêem nenhuma saída, ou

(2) tornam-se céticas com respeito à mensagem verdadeira das profecias bíblicas sobre os últimos dias.

As versões múltiplas dos “cenários do fim do mundo” também significam que as pessoas podem colocar as profecias maias, os escritos de Nostradamus, ou as esperanças islâmicas com respeito ao Mahdi no mesmo nível que as profecias da Bíblia.

Ao mesmo tempo, muitas pessoas estão despertando para o fato de que o mundo está realmente ameaçado de desastres vindos de múltiplas frentes – a propagação de armas de destruição em massa, a ameaça de colapso econômico, a dependência do sistema mundial com relação ao petróleo que se extinguirá, a questão ambiental, o conflito no Oriente Médio, a violência e a ilegalidade que se tornam cada vez mais abundantes, a ruptura da vida familiar e a insegurança que milhões estão enfrentando como resultado de tudo isso.

Esses fatores levam as pessoas a questionarem:

“Será que o mundo assim como o conhecemos está chegando ao fim?”

De acordo com as profecias bíblicas, está!

Todos esses fatos, e outros mais, estão profetizados na Bíblia para acontecerem nos últimos dias desta era.

Jesus disse que nos tempos finais, antes de Sua volta, haveria uma época de tamanha dificuldade que, se Deus não a tivesse abreviado, ninguém sobreviveria:

“Porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais.

Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados” (Mt 24.21-22).


Uma série de profecias do Antigo Testamento enfoca o conflito em torno de Jerusalém (Jl 3; Zc 12-14), e Jesus disse:

“Cairão a fio de espada e serão levados cativos para todas as nações; e, até que os tempos dos gentios se completem, Jerusalém será pisada por eles. Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade [a palavra grega aqui é “aporia”, que significa “sem nenhuma saída”]

por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados.

Então, se verá o Filho do Homem
[i.e., Jesus] vindo numa nuvem, com poder e grande glória” (Lc 21.24-27).

No livro do Apocalipse, lemos sobre uma série de desastres que atingirão a terra, o que se ajusta perfeitamente com os problemas do mundo atual.

Guerras mundiais e fomes causam mortes em massa (Ap 6.1-8).

Árvores e pastagens são queimadas, os peixes do mar morrem como se algo como uma grande montanha fosse atirada ao mar (asteróide?), e águas doces se tornam impróprias para beber (Ap 8.7-11).

Surge um regime ditatorial que força as pessoas a aceitarem uma marca e um número (666), sem os quais nada se pode comprar ou vender (Ap 13).

Rios secam e as pessoas são afligidas com grande calor (Ap 16).

A batalha final do Armagedon reúne os exércitos do mundo em Israel e fecha esta era com o retorno físico do Senhor Jesus Cristo à terra (Ap 16.16; Ap 19.11-21).



As pessoas estão conscientes da possibilidade de que calamidades venham a se abater sobre nós – e Hollywood pegou essa deixa com uma série de filmes sobre catástrofes que estão para ser lançados.

A Bíblia também nos dá grande esperança por causa da Segunda Vinda física do Senhor Jesus Cristo e do livramento de todos os que O recebem como Salvador e Senhor.

O cinema-desastre termina sem nenhum sobrevivente, ou com um punhado de sobreviventes se debatendo em um planeta que está para morrer.

Na Bíblia, os acontecimentos catastróficos dos últimos dias serão seguidos pelo retorno físico do Senhor Jesus com todos aqueles que colocaram sua confiança nEle.

Os sobreviventes da Tribulação que aceitarem Jesus como Salvador viverão em uma terra restaurada durante 1000 anos (o Milênio), em cujo tempo Satanás será amarrado e incapaz de enganar as nações (Ap 20), haverá paz em todo o mundo (Is 2.1-4) e harmonia no mundo natural (Is 11).

Este será o prelúdio para a eternidade, quando Deus criará novos céus e nova terra nos quais a justiça habitará (2 Pe 3.13).

O primeiro estágio nesse processo ocorrerá quando o Senhor vier e levar para estarem com Ele todos aqueles que crêem nEle.

Não podemos saber exatamente quando isso acontecerá, mas precisamos estar prontos.

Jesus disse: “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai” (Mt 24.36).

Paulo escreveu sobre o que acontecerá: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1 Ts 4.16-17).

Esse acontecimento ocorrerá “como um ladrão de noite” (1 Ts 5.2), o que significa que acontecerá inesperadamente, sem aviso.

Portanto, precisamos nos arrepender (afastar-nos) dos nossos pecados e aceitar Jesus como Salvador e Senhor de nossa vida.

Se quiser ser salvo do julgamento de Deus, você deve confiar no Senhor Jesus, que morreu como sacrifício pelos nossos pecados e ressuscitou dentre os mortos para nos dar vida eterna:

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). (Tony Pearce, Light for The Last Days - http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, janeiro de 2010.


Fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/2012.html



Comentário do editor do blog:

O mundo zomba de Deus; o mundo zomba de Sua Palavra, a Bíblia; o mundo faz chacota com os que creem na Palavra Profética de Deus [conto da carochinha dizem eles].

Mas, quando surge um falso profeta, Nostradamus, por exemplo, ou o "calendário Maia", ou a New Age com suas tolices, seu esoterismo, aí o mundo corre atrás, se estressa, crê e "anuncia".

Quando não dá certo culpam a igreja, culpam os cristãos, zombando deles, novamente, por não ter ocorrido; esquecendo-se que tais "profetas" [videntes] não são de Deus, mas sim agentes do mal.

O filme 2012 não o assistimos, ainda, mas o Pr. Haroldo Luís, nosso filho, o assistiu, considerando-o coerente com a Bíblia, mas...

Mas o filme erra, ou os maias erram por marcarem a data de 2012 para a "Grande Tribulação", o fim do mundo.

Não é "história da carochinha" mesmo!

Haverá o fim previsto pelos "especuladores" que se auto-designam "profetas", mas ocorrerá exatamente como a Palavra Profética de Deus.

E a Palavra de Deus [a Bíblia] profetiza alguns outros fatos que deverão ocorrer antes dos dias do fim; e, o ano de 2012 não se encaixa no calendário de Deus; portanto o filme se desmoralizará.

Mas os zombadores dirão que foi Deus quem errou, confundindo previsões de falsos profetas, de enganadores, como se fossem bíblicas.

2012 não se encaixa na História, e o Pr. Haroldo Luís já disse isto no artigo de ontem, quando explicou que para iniciar a Grande Tribulaçao, profetizada também por Jesus (Mateus 24. 21-22), no mínimo, falta ainda o Acordo de Paz de 7 anos (Daniel 9. 27), que se divide em duas partes de 3 anos e meio cada uma:

- a primeira será de aparente, enganosa "paz e segurança", tendo em vista que o anticristo ainda não se manifestou [embora já faça parte do acordo];

- com o arrebatamento dos convertidos em Jesus, para o encontro com Ele nos ares, entre nuvens, deixa de existir, na terra, o que detém a manifestação do anticristo; aí ele se revela, e começa a grande perseguição, os grandes desastres da natureza.

Só então, 7 anos, é que Jesus volta à terra junto com os seus [aqueles que foram arrebatados antes], derrota o anticristo com o sopro de sua boca, e passa a governar sobre as nações, a partir de Jerusalém.

Maranata! Ora vem, Senhor Jesus!

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

O ano 2012 será o começo do fim?
O ano de 2012 será o começo do fim?

As profecias de Nostradamus sempre foram colocadas como presságios do fim, mas que nunca se cumpriram com a exatidão que seus intérpretes querem lhe atribuir.

Mas agora estão em evidência as profecias dos maias referindo o ano de 2012 como o início do fim do mundo.

O que a Bíblia diz a esse respeito?

As profecias de Daniel referem que falta uma semana de 7 anos para a volta do Senhor Jesus para o estabelecimento de seu reino milenar (Daniel 9.27).

Mas nesse texto também há a menção da manifestação do anti-Cristo na metade desse período o que reporta o cumprimento de Apocalipse 6.1 e 2, quando o primeiro cavaleiro que sai vencendo e para vencer assume o trono das nações dominando sobre todos os povos, tribos, línguas e nações (Apocalipse 13.7 e 8).

A partir desse momento, depois da metade dos sete anos da aliança árabe-israelense que determina a troca de territórios pela paz, a divisão de Jerusalém (Obadias 11) e a reconstrução do Templo para adoração israelita (Amós 9.11) e conversão maciça do povo retornando para o seu Deus (Oséias 3.5) é que haverá a abertura dos selos de Apocalipse 6 e os demais eventos que sobrevirão ao mundo com as catástrofes profetizadas na Bíblia, como o próprio Senhor Jesus relata em Lucas 21. 20 a 28, mencionando o abalo catastrófico dos poderes dos céus, tsunamis com homens desmaiando de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo e perseguição implacável ao povo israelita pela ação do anti-Cristo seduzindo todas as nações.

Assim, na entrada de 2010, ainda estamos no mínimo há 3 anos e seis meses da manifestação do anti-Cristo e das manifestações apocalípticas.

E esse tempo será determinado a partir da aliança árabe-israelense determinada por Deus em Daniel 9.27 e Obadias 11, o que não está na iminência de acontecer segundo as negociações no Oriente Médio, apesar dos esforços internacionais.

Dessa forma, os maias também estavam errados, assim como Nostradamus e todos os outros falsos profetas que se levantaram marcando datas para o fim do mundo.

É verdade que estamos já vivendo o “princípio das dores”, com guerras, fomes, terremotos em vários lugares (Mateus 24. 6 a 8), além de epidemias, coisas espantosas e também grandes sinais do céu (Lucas 21.11).

Mas ainda não estamos vivendo a plenitude do cumprimento profético quanto aos tempos do fim.

A Bíblia é a única verdade que traz os fatos como se cumprirão e no tempo e maneira determinados por Deus.

Cabe à Igreja que está presenciando o cumprimento profético desses últimos dias, conhecer os tempos e as épocas pelo entendimento mais claro das palavras ensinadas na Bíblia e assim o fazendo, sair da postura de comodismo e de buscar apenas "as bênçãos" de Deus para levantar-se em obediência à grande comissão dada pelo Senhor Jesus em Mateus 28. 18 a 20, com ousadia e determinação para alcançar essa geração perdida e enganada por tantos profetizadores de mentiras.

Se a Igreja não se levantar com posicionamento firme nesses dias, correremos o risco de Deus levantar as pedras para clamarem, ou ainda sermos repreendidos por "mulas", assim como Deus está levantando incrédulos para anunciar que estamos vivendo nos tempos do fim.

Que Deus nos abençoe com sua misericórdia e graça para cumprirmos os seus propósitos como sua Igreja.

Maranata! Ora, vem Senhor Jesus!

hakel@uol.com.br / www.arevelacao.com.br

Por: Haroldo Luís Ribeiro Tôrres Alves
Curitiba - PR


Fonte: www.ultimato.com.br - link fornecido pelo autor

No Novo Ano tudo vai ser diferente?


"No novo ano tudo vai ser diferente! Vou deixar meus maus hábitos!"

Você também tomou resoluções desse tipo, usando a mudança de ano como data para uma virada em sua vida?

A cada novo ano, muitas pessoas tomam resoluções radicais para suas vidas.

A mudança de ano vem acompanhada de uma certa aura de transformação, levando-nos a crer que nessa data será mais fácil romper com maus hábitos e superar fraquezas de caráter.

O que sobra de todos esses bons propósitos?

O que resta das decisões tomadas em datas aparentemente significativas?

Talvez alguns se lembrem que no dia 9/9/99 foram realizados muitos casamentos em diversas partes do mundo.

E agora certamente os primeiros desses matrimônios já estão desfeitos.

Harmonia rompida e promessas de fidelidade não cumpridas levaram ao fracasso.

Pedro garantiu certa vez a seu Mestre: "Ainda que me seja necessário morrer contigo, de nenhum modo te negarei" (Mt 26.35) – mas ele falhou vergonhosamente.

Será que o comportamento desse discípulo não espelha nossos próprios propósitos vãos?

Será que também nós não falhamos repetidamente?

Paulo escreve: "Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço" (Rm 7.19).

Muitos de nós procuram desculpar e minimizar suas falhas, dizendo: "Paulo também era assim..."

Mas ele, nessa passagem, procura apenas demonstrar a luta entre o bem e o mal dentro de cada um de nós.

Em outras passagens fica muito claro que ele estava empenhado com todas as suas forças em viver uma vida vitoriosa.

Paulo prosseguia em direção ao objetivo, em direção a Cristo: "...prossigo para o alvo..."
(Fp 3.14).

No caso de Daniel, a chave para sua vida vitoriosa estava muito bem definida.

Ele também chegou ao ponto em que tomou uma resolução: "Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia" (Dn 1.8).

Daniel conseguiu colocar sua resolução em prática porque, mesmo sob ameaça de morte, em nenhuma circunstância deixou de orar três vezes por dia ao seu Deus: "três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer" (Dn 6.10b).

Esse hábito era algo natural para ele.

Mas é justamente nesse ponto que todos os nossos bons propósitos falham.

Estamos dispostos, temos o firme propósito de deixar de lado maus hábitos e velhos defeitos.

Dizemos a nós mesmos: "A partir de 1º de janeiro vai ser para valer!"

Mas falharemos vergonhosamente mais uma vez se apenas deixarmos os maus costumes de lado, sem nos habituarmos a levar uma vida realmente voltada para Deus.

Como está nossa relação com Deus?

Tornou-se hábito para nós ler Sua Palavra, orar e servi-lO?

Acerca de Jesus está escrito: "E, saindo, foi, como de costume, para o monte das Oliveiras; e os discípulos o acompanharam.

Chegando ao lugar escolhido, Jesus lhes disse: Orai, para que não entreis em tentação"
(Lc 22.39-40).

É nesse sentido que desejo a todos um ano muito abençoado, um ano em que nossos hábitos e costumes nos levem para mais perto de nosso Senhor e Mestre.

"Orai, para que não entreis em tentação!" (Peter Malgo - http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, janeiro de 2000.


Fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/tudo_diferente.html

Um Novo Ano e ninguém sabe para onde ir!
Um novo ano, e ninguém sabe para onde ir!
Norbert Lieth


Para cada um de nós, o ano novo traz uma pergunta implícita: O que está por vir? O que terei de enfrentar? Como será minha vida neste novo ano?

Através da história de Abraão, Deus nos dá mostras de que podemos confiar nEle.

Lemos no chamado capítulo dos heróis da fé:

“Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia” (Hb 11.8).

O homem de hoje está concentrado em ter garantias e em ter um plano bem organizado.

Ele quer saber por qual caminho seguir e se pergunta no que pode confiar.

Resumindo: ele quer considerar todas as eventualidades para poder calcular de forma exata e com antecedência quais atitudes deve tomar.

Dificilmente alguém estará disposto a ir para algum lugar ou a assumir alguma tarefa sem conhecer os detalhes, sem determinadas premissas e garantias.

A história da vida de Abraão também toca a nossa vida.

No começo havia incerteza, mas no fim ele se transformou em exemplo e até no pai de todos aqueles que crêem (Rm 4.11).

O motivo foi a sua confiança inabalável no Deus vivo e em Suas promessas.

A maior segurança em meio a todas as inseguranças deste mundo é crer na Bíblia.

Abraão não podia fazer nada além de acreditar naquilo que Deus lhe dizia.

Essa atitude de fé é o mais importante que uma pessoa pode ter.

A vida de Abraão foi marcante porque ele obedeceu pela fé e atendeu ao chamado divino.

Sua fé foi colocada em prática.

Fé e ação andam juntas como o violino e o arco, ou como a chave e a fechadura de uma porta.

Se falta uma parte, a outra é inútil, pois não há como tocar uma bela melodia, não há como abrir ou fechar a porta.

Abraão tinha “somente” a palavra de Deus.

O Senhor chamou-o a sair de seu país, a deixar seus relacionamentos e abandonar tudo o que tinha conseguido até então – sem saber para onde iria.

Mas, olhando para o restante da história de sua vida, reconhecemos o maravilhoso objetivo que Deus alcançou com Abraão.

Entramos em um novo ano sem saber para onde ele nos levará.

Talvez o Senhor Jesus tenha colocado em seu coração um certo fardo, um desejo de fazer alguma coisa em Seu Nome, e talvez você tenha de dar um passo ousado.

Também pode ser que você tenha sido chamado por Deus para executar uma tarefa mas não sabe como continuar nem para onde isso o levará.

Abraão simplesmente se pôs a caminho, impelido pelo poder da Palavra de Deus.

No começo deste novo ano é muito importante ter isto diante de nossos olhos: precisamos nos pôr a caminho, juntar forças a cada momento e orientar-nos para o alvo.

E nosso alvo são as coisas de Deus.

É perfeitamente possível que durante o trajeto sejamos assaltados pelo medo, pois a dor, a tristeza, as preocupações e outros sofrimentos podem surgir em nossa vida.

Pode ser que às vezes fiquemos resignados no caminho.

Mas isto não deve impedir-nos de continuar marchando em direção ao desconhecido, ao futuro – confiando nas firmes promessas de Deus.

É exatamente nessa área da nossa vida que a nossa fé no Senhor precisa de um novo impulso.

Depois de listar os heróis da fé (Hebreus 11), a Bíblia nos diz como alcançar o alvo: “...olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.

Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma”
(Hb 12.2-3).

Depois que Abraão chegou à Terra Prometida, ele teve de suportar muitos testes de sua fé.

Enfrentou a tentação de confiar mais em sua própria carne do que no Senhor que havia lhe dado a promessa.

Em algumas situações de crise, tomou as rédeas em suas próprias mãos e foi derrotado.

Mas o Senhor, em quem Abraão tinha depositado sua confiança, não o deixou cair.

No fim, triunfaram a fé de Abraão em Deus e a fidelidade de Deus para com Seu amigo.

O autor da carta aos Hebreus descreve a fé de Abraão com as seguintes palavras:

“Pela fé, peregrinou na terra da promessa como em terra alheia, habitando em tendas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa” (Hb 11.9).

Fé e ação andam juntas como o violino e o arco... Se falta uma parte, a outra é inútil.

Nós também podemos, neste ano recém-iniciado, manter a fé nas promessas de Deus, mesmo quando os outros não nos compreendem e mesmo quando nos vêem como “estrangeiros” em seu meio.

A fé em Jesus Cristo, em quem todas as promessas têm o “Sim” de Deus e por quem é o “Amém” (2 Co 1.20), nos ajudará a superar tudo o que é passageiro nesta terra até chegarmos ao grande alvo final.

O caminho da nossa existência vai da tenda passageira da vida terrena para junto do Deus eterno.

O objetivo de vida de Abraão era o mais elevado que uma pessoa pode almejar.

Ele não somente sonhava com uma cidade melhor, mas a aguardava com expectativa viva e cheia de esperança: “...porque aguardava a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador” (Hb 11.10).

Abraão morreu e não conheceu esse lugar durante sua vida na terra, mas ainda assim ele esperava pela cidade eterna de Deus.

Não sabemos quando Jesus voltará; portanto, seria tolo tentar fazer algum cálculo.

Mas uma coisa é certa: também neste ano podemos esperar pela volta de Jesus e pela Jerusalém eterna.

Quer o Senhor volte neste ano ou não, quer vejamos o Arrebatamento ou tenhamos de morrer antes – o objetivo e a esperança é a vida eterna com o Senhor, que nos comprou por Seu precioso sangue e que voltará para a Sua Igreja.

Um dia isto acontecerá: os mortos em Cristo e aqueles que ainda estiverem vivos serão arrebatados para a presença do Senhor (1 Ts 4.15-17) e terão sua morada na Jerusalém celestial (Ap 21.9-10).

Abraão acreditava nessa cidade. E quando foi convocado a sacrificar seu único filho, Isaque, a respeito de quem o Senhor tinha feito tantas promessas, ele “considerou que Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos” (Hb 11.19).

Sejamos cristãos que esperam pelo seu Senhor, neste novo ano mais do que nunca!

Então valerá também para nós a maravilhosa promessa: “Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra” (Ap 3.10).

Neste sentido, desejamos a todos os nossos leitores um ano novo ricamente abençoado pelo Senhor. Maranata! (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, janeiro de 2009.

Fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/um_novo_ano.html

Natal: a vinda do Pão do Céu
Clicando abaixo você, caro leitor, vai ter acesso ao Culto de Natal na CCBN - Comunidade Cristã das Boas Novas, onde congregam familiares do editor do Blog:

Clique aqui

Fonte: www.ccbn.org.br

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