Home  | Administração   
Sê Fiel
Editor: Edmar Torres Alves
Opinião
Estado Palestino: combustível para um Oriente Médi
Estado Palestino: combustível para um Oriente Médio em chamas

Aqueles que traçam as políticas de Israel e os formadores de opinião no país têm a tendência de aceitar o governo dos Estados Unidos como a mais alta autoridade no Oriente Médio.

Às vezes, eles escolhem se afastar repentinamente de sua própria ideologia/estratégia – sob a pressão do governo americano – a despeito das asneiras sistemáticas e dramáticas das políticas americanas, que têm enfraquecido os interesses dos EUA no Oriente Médio e posto em risco a existência de Israel.

Por exemplo, em 1948, o Departamento de Estado, o Pentágono e a CIA estavam convencidos de que o estabelecimento do Estado Judeu iria desencadear uma guerra, produzindo um segundo Holocausto dos judeus em menos de uma década, que um Estado Judeu seria um peso estratégico sobre os EUA, que os produtores de petróleo árabes iriam boicotar os EUA e que Israel se juntaria ao Bloco Comunista.

Com a finalidade de dissuadir Ben Gurion de proclamar a independência, eles impuseram um embargo militar sobre a região (enquanto a Grã-Bretanha fornecia armamentos aos árabes) e ameaçaram Ben Gurion com sanções econômicas.


Mahmoud Abbas, o “Bonzinho” – formado pela KGB e pela Universidade de Moscou, e arquiteto da educação através do ódio – foi expulso de vários países árabes por causa de subversão.

Durante a década de 1950, o presidente Eisenhower aproximou-se de Nasser, o ditador egípcio, numa tentativa de afastá-lo da influência soviética.

Entretanto, aceitar Nasser como o líder árabe e como um estadista-chave dos [países] não-alinhados, oferecendo-lhe ajuda financeira para construir a represa de Assuã, insistindo com Israel para “terminar a ocupação do Neguev”, para evacuar toda a Península do Sinai e para internacionalizar partes de Jerusalém, não impediram que continuasse com a subversão dos regimes árabes pró-EUA, o apoio ao terrorismo palestino, o reconhecimento da China Comunista, ou sua aproximação de Moscou.

Durante as décadas de 1970 e 1980 até o dia da invasão do Kuwait, o governo dos EUA apoiou Saddam Hussein.

Os americanos firmaram um acordo de compartilhamento de informações com Bagdá, autorizaram a transferência de tecnologia dual sensível [instrumentos e equipamentos geralmente usados para propósitos militares] para Saddam e aprovaram cinco bilhões de dólares em garantias de empréstimos ao “Açougueiro de Bagdá”.

O presidente Bush – e seu Assessor de Segurança Nacional, Brent Scowcroft, que é um modelo imitado por Jim Jones, assessor de Segurança Nacional, e por Robert Gates, secretário de Defesa, e que goza da atenção do presidente Obama – pressupôs que “o inimigo de meu inimigo (Iraque x Irã) é meu amigo”.

Entretanto, o “inimigo de meu inimigo” provou ser “meu inimigo”.

Em 1977, o presidente Carter – que é admirado pelo presidente Obama – se opôs à iniciativa de paz de Begin e Sadat.

Ele fez o lobby para uma conferência internacional e concentrou-se na questão Palestina e em Jerusalém.

Contudo, a determinação de Begin e de Sadat forçou Carter a se unir ao comboio da paz, que atingiu seu destino ao deixar de lado as questões da Palestina e de Jerusalém.

Em 1979, o presidente Carter abandonou o xá do Irã, o baluarte dos interesses americanos no Golfo Pérsico.

Carter e seu assessor de Segurança Nacional, Zbigniew Brzezinski – um assessor informal de Obama – facilitaram a elevação do aiatolá Khomeini ao poder, desencadeando dessa forma a erupção de um vulcão estratégico, que até agora está prejudicando os interesses vitais dos EUA no Oriente Médio.

Durante os anos de 1993 a 2000, o presidente Clinton e seu assessor, Rahm Emanuel – atual chefe de Gabinete do presidente Obama – adotou o Processo de Oslo e Arafat como arautos da paz e da democracia.

Eles ungiram Arafat como o “Visitante Mais Frequente” à Casa Branca.

Todavia, nunca um processo de paz produziu tanto derramamento de sangue, terrorismo, incitação ao ódio e falta de cumprimento quanto o Processo de Oslo.

Clinton – exatamente como Obama – sustentava que a luta contra o terrorismo deve ser travada, principalmente, através de meios diplomáticos e legais.

Consequentemente, tivemos sua resposta dócil a uma série de ataques efetuados pelo terrorismo islâmico desde 1993 (o primeiro atentado ao World Trade Center) até 2000 (o bombardeio ao navio USS Cole), fatos que levaram ao 11 de setembro.

A “Visão de Dois Estados” do presidente Bush, que tem sido adotada por Obama, constitui uma extensão do histórico de ação extremamente equivocado da Casa Branca no Oriente Médio.

Pode-se deduzir a natureza da liderança do Estado Palestino proposto a partir do perfil de seus líderes potenciais, que se tornaram modelos de traição, subversão e terrorismo entre os árabes.

Abu Mazen (Mahmoud Abbas), o “Bonzinho” – formado pela KGB e pela Universidade de Moscou, e arquiteto da educação através do ódio – foi expulso do Egito (1955), da Síria (1966) e da Jordânia (1970) por causa de subversão.

Ele teve um papel-chave nos atentados violentos da OLP para derrubar o governo de Beirute e na colaboração da OLP na invasão do Kuwait por Saddam.

Um Estado Palestino iria condenar o regime hashemita (Jordânia) ao aniquilamento, seria um incentivador dos terroristas pró-Saddam no Iraque e dos terroristas islâmicos no Egito, no Líbano e no Golfo Pérsico, e iria proporcionar uma base de operações no flanco oriental do Mediterrâneo ao Irã, à Rússia e à Coréia do Norte.

A substancial emigração anual de palestinos moderados, que estão abandonando a região, revela as expectativas dos próprios palestinos com respeito ao Estado Palestino proposto.

O Estado Palestino, por um lado, e, por outro lado, a estabilidade do Oriente Médio, a segurança nacional dos EUA e de Israel, constituem um oxímoro clássico [i.e., uma contradição de termos].

Um Estado Palestino iria adicionar combustível – e não água – ao fogo do terrorismo e à turbulência do Oriente Médio.

A promoção da “Solução dos Dois Estados” prova que aqueles que traçam as políticas dos EUA e de Israel estão determinados a aprenderem por meio da história ao repetirem – em vez de evitarem – os erros dramáticos do passado. (Yoram Ettinger – www.frontpagemag.com - http://www.beth-shalom.com.br)

O Embaixador Yoram Ettinger serviu como ministro de Assuntos Parlamentares da Embaixada de Israel em Washington e como diretor do Escritório de Imprensa do Governo de Israel, além de outros cargos.

Ele fala frequentemente em campi de universidades dos Estados Unidos sobre o conflito no Oriente Médio.

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, dezembro de 2009.

Fonte: www.chamada.com.br


Comentário do editor do blog:

Não é que queiramos ver o "circo pegar fogo", mas é exatamente isto o que vai acontecer, após a assinatura do "Acordo de Paz" entre Israel e Autoridade Palestina.

A assinatura de um acordo pressupõe, obrigatoriamente, que a chamada Palestina seja recohecida como Nação, e passe a ter a posse do território que ocupa [ou, quem sabe, até mais!].

Ocorre que o Governo atual de Israel, representado pelo seu Primeiro Ministro Binyamin Netanyahu, prevê, e com razão, que, uma vez admitida a permanência dos Palestinos, eles farão como já têm feito [quando Israel voluntária e unilateralmente entrega terras a troco de paz], ou seja passam a atacar Israel com bombas e foguetes.

Esse procedimento, já costumeiro, do H´ezbollah pelo norte, e do Hamas pelo sul, desencadeará novas guerras, e, de fato, o circo vai pegar fogo.

Não bastasse a realidade atual, o que mais pesa, para pensarmos assim, é a Palavra Profética de Deus a respeito do assunto.

Será selado, com aperto de mãos, um Acordo de Paz por sete anos (Daniel 9. 27).

Nos tres anos e meio primeiros haverá aparente "paz e segurança".

No meio do período [3 anos e meio] os salvos em Jesus serão arrebatados para o encontro com Ele nos ares, entre nuvens.

Afastado "o que detém o anticristo" [o Corpo de Cristo - chamado de "a Igreja"] o anticristo, que já estava presente na aliança, mas sem ser conhecido como tal, se revela, assenta-se no trono como se fosse o próprio Deus, e dá início a uma tremenda perseguição aos remanescentes de Israel, o que Jesus chama de "A Grande Tribulação" (Mateus 24. 21).

Essa tribulação só terá o seu término, quando, no prazo final do "acordo", Jesus volta [2ª vinda] e destroi o anticristo com o sopro de sua boca, e passa a governar as Nações, a partir de Jerusalém.

Maranata! [Ora vem, Senhor Jesus]
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

O mito que atiça o conflito no Oriente Médio
O mito que atiça o conflito no Oriente Médio

Desde que Israel declarou sua independência em 1948, tem sido difundido um perigoso mito sobre o Oriente Médio, que enfraquece quaisquer esperanças de paz.

Os inimigos de Israel afirmam que o Estado Judeu foi criado às custas dos árabes da Palestina, a fim de aliviar a consciência do mundo com respeito à tragédia do Holocausto nazista.


Ahmadinejad crê que, se uma pessoa negar o Holocausto, poderá negar a Israel seu direito legítimo de existir.

Hoje, o principal porta-voz desse mito não é outro senão Mahmoud Ahmadinejad, o presidente do Irã.

Ahmadinejad acrescenta uma perversa deturpação a isso tudo: ele afirma que o Holocausto nunca aconteceu.

Através de sua lógica perversa, Ahmadinejad crê que, se uma pessoa negar o Holocausto, poderá negar a Israel seu direito legítimo de existir e estará trabalhando para a destruição de Israel.

É esse mito – o de que o nascimento de Israel provocou uma injustiça – que continua a abastecer as fogueiras do conflito entre árabes e israelenses.

Para alcançarmos a paz, precisamos recontar a história do sionismo com a finalidade de reafirmar o legítimo direito que Israel tem de existir.

Depois da II Guerra Mundial, os britânicos haviam se cansado do papel de governantes da Palestina.

Em 1947, eles decidiram entregar a questão da Palestina à Organização das Nações Unidas (ONU), que havia sido formada há pouco tempo.

O comitê criado pelas Nações Unidas para investigar a questão foi denominado UNSCOP, Comitê Especial das Nações Unidas Sobre a Palestina, no qual havia representantes de 11 países.

Embora não haja nenhuma dúvida de que a tragédia do Holocausto tenha tido influência sobre os membros do UNSCOP, o que eles viram durante sua visita à Palestina em 1947 teve um efeito muito mais profundo sobre a decisão final a que chegaram, recomendando a divisão da terra: uma comunidade judaica bem organizada que já havia criado as instituições necessárias para um Estado independente.

Como escreveu o Professor Kenneth Stein da Universidade de Emory:

“...as Nações Unidas decidiram dividir a Palestina em um Estado árabe e um Estado judeu por causa das realidades daquele território, não por causa de sentimentos de culpa coletivos”.

Quais eram essas realidades, e como elas foram criadas?

Durante os 50 anos de intensa atividade sionista que antecederam 1947, a comunidade judaica da Palestina criou escolas de língua hebraica, jornais em hebraico, teatro falado em hebraico, agricultura, indústria e sistema de saúde hebraicos, além da Universidade Hebraica em Jerusalém.

Todas essas realizações não foram concluídas da noite para o dia.

O difícil processo de construção da nação começou com a criação da Organização Sionista em 1897, por Theodor Herzl.

Seu objetivo era criar um Estado judaico na Palestina, a antiga terra natal do povo judeu.

As terras que foram compradas legalmente dos proprietários árabes pelo Fundo Nacional Judeu – uma criação da Organização Sionista – possibilitaram a construção de fazendas e cidades judaicas.

De fato, foi neste ano que celebramos o centésimo aniversário da fundação da cidade de Tel Aviv.

Outras cidades judaicas, como Rishon L`Zion, fundada em 1822, são anteriores ao movimento sionista.

Os inimigos de Israel precisam ser relembrados de que, antes do início da II Guerra Mundial, e do Holocausto nazista, a população judaica da Palestina já era composta por 450 mil pessoas.

Em 1947, quando os membros do UNSCOP tomaram a decisão de recomendar a divisão da Palestina em dois Estados, um judeu e outro árabe, eles estavam simplesmente validando uma realidade que já existia.

Em novembro de 1947, a Assembléia Geral da ONU votou a favor da divisão da Palestina.

Logo depois do voto histórico, ninguém menos que o jornal Times de Londres publicou um editorial extraordinário em 1º de dezembro, que dava apoio à decisão da ONU, com esse curto, porém poderoso, argumento:

“Fica difícil imaginar como o mundo árabe, e muito menos os árabes da Palestina, sofrerá por causa do mero reconhecimento de um fato que já estava consumado – a presença na Palestina de uma comunidade judaica compacta, bem organizada e virtualmente autônoma”.

Não há dúvida de que, quando as Nações Unidas votaram pela divisão em 1947, elas o fizeram com pleno conhecimento de que o povo judeu havia obtido o direito de ter um Estado por meio do trabalho árduo e do suor dos pioneiros judeus.

O reconhecimento dessa verdade fundamental abriria as portas à paz...

Quando o presidente do Irã não atacar mais a legitimidade de Israel, e quando o governo do Irã não se empenhar mais por armas nucleares e deixar de sustentar o Hamas e o Hezb´allah (Partido de Alá), que buscam destruir Israel, então poderá haver paz. (Bob Feferman – www.realclearworld.com - http://www.beth-shalom.com.br)

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, dezembro de 2009.

Fonte: www.chamada.com.br



Comentário do editor do blog:

Cremos que qualquer pessoa inteligente, de boa fé, que conhece a História, ou que venha a estudá-la, agora, chegará à conclusão a que chegou o artigo hoje publicado.

Temos dito, toda vez que comentamos os artigos a respeito de Israel, que os israelenses têm triplo direito sobre a terra, a saber:

* - Deus, com minúcias de detalhes na descrição da terra de Canaã, a terra prometida a Israel, deu-lhes a
propriedade em carater perpétuo.

* - Depois de quase 2.000 anos da dispersão, tempo em que os israelenses estiveram espalhados pelo mundo, eles retornaram para a sua terra, e construiram ali tudo o que necessitavam para se "reconstituirem" como Nação [vide comentários acima].

* - Diante disso a ONU (Organização das Nações Unidas)reconheceu-lhes o direito à terra, e através da Resolução 181,
"autenticou" [legitimou] a posse das terras que já estavam ocupando, isto após terem-na estruturado.

* - Diante da reação das nações árabes, que não se conformaram com a decisão da ONU, e passaram a fazer guerras sucessivas contra Israel, os israelenses, embora minoritários em homens e em armamentos, nunca perderam uma guerra para os árabes, e pelo Direito de Guerra, conquistaram porções outras das terras, nas quais obtiveram as vitórias.

Abstraindo-nos do item que trata do trabalho feito por Israel para estruturarem-se na terra que, de Direito, era deles, temos três fatos concretos e inegáveis de que a terra é de Israel, embora tenha trocado de nome [de Canaã para Palestina], mas é o mesmo espaço físico que Deus antes determinara como propriedade perpétua dos israelenses.

Hoje, tudo isso é esquecido pelo mundo todo, e julgam Israel um intruso em sua própria terra, querendo subtraí-la a título de a devolverem aos Palestinos.

Israel acolheu os seus, quando expulsos de terras pertencentes a árabes/palestinos, mas os países árabes de onde originaram os habitantes da hoje chamada Palestina se negam a receber os seus, insuflando os conflitos.

Reconhecemos as dificuldades dos atuais palestinos, se tiverem que migrar para os seus países de origem, por isto concordamos que se chegue a um acordo [Israelenses e Palestinos] no sentido de cada um ocupar uma porção dessas terras, sendo reconhecidos como Nações [até porque a Palavra de Deus profetiza o referido acordo - Daniel 9. 27 - motivo pelo qual não podemos, enquanto cristãos, discordar com o que Deus determina em Sua Palavra].

Mas sabemos também que, tão logo ocorra esse Acordo, o chamado "dia final" já poderá ser vislumbrado no horizonte, tendo em vista que as profecias anunciam um acordo de 7 anos, dividido em dois períodos de 3 anos e meio, sendo que em sua metade [no nosso entendimento quanto à primeira ocorrência abaixo]:

- os salvos em Jesus Cristo serão arrebatados para o encontro com Ele nos ares, entre nuvens, ocasionando assim que "o que detém o anticristo", a Igreja de Cristo, deixe de obstaculizá-lo;

- o anticristo se revela como tal, dando início ao que Jesus chamou de "a grande tribulação" (Mateus 24. 21), que nunca houve igual, nem jamais haverá outra [os teólogos, em sua maioria, entendem que a tribulação será de 7 anos, e não de 3 anos e meio, conforme entendemos];

- no final do segundo período de 3 anos e meio do acordo, o Senhor Jesus volta com os seus (2ª vinda), destroi o anticristo com o sopro de sua boca, e passa a governar sobre todas as nações, a partir de Israel.

Este é o motivo pelo qual satanás quer destruir Israel, e homens, como o Presidente do Irã, fazem coro com ele, porque sabem que se não houver Israel, Jesus não poderá retornar.

Maranata! Ora vem, Senhor Jesus.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

Oprah Winfrey - Apresentadora de TV ou enganadora


A primeira declaração de Jesus, depois que Seus discípulos Lhe perguntaram: “...que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século”, foi:

“Vede que ninguém vos engane” (Mateus 24.3-4).

Tal advertência é relevante quando se faz uma análise acerca de quem é, de fato, Oprah Winfrey.

Ela é a mulher mais influente dos EUA [e, através da sua apresentação pela TV a cabo e via satélite, essa influência está se expandindo pelo mundo].

A revista americana Christianity Today [i.e., Cristianismo Hoje] chegou a chamá-la de “uma das líderes espirituais de maior influência nos Estados Unidos”.

Assisti a um programa de TV no qual ela contou que cresceu no convívio de uma igreja batista, mas quando o pastor daquela igreja mencionou que o “Senhor é Zeloso; sim, Deus zeloso é ele” (Êxodo 34.13-15), ela deu a entender que não queria um Deus assim e O rejeitou.

Infelizmente, Oprah não chegou a ler o restante desse texto.

O desejo de Deus era abençoar Israel e,enciumado [i.e.,“zeloso”]
de amor por Seu povo, não queria que ele adorasse falsos deuses, mas O adorasse de modo que Ele pudesse abençoá-lo.

Na realidade, o testemunho de Oprah revela uma fé duvidosa que rejeita Jesus Cristo como o único caminho para Deus e o único caminho para a vida eterna.

A declaração dela de que “há muitos caminhos para se chegar àquilo que vocês chamam de Deus”, enquadra-se com o que eu a ouvi dizer num programa de TV gravado, no qual ela se referiu a Eckhart Tolle, o novo guru espiritual do qual faz propaganda:

“Deus não criou o homem, o homem é que criou Deus” (eu suponho que ela quisesse dizer que não há nenhum Deus como Aquele que a Bíblia apresenta).

Mas, em vez disso, ela aceitaria um deus concebido pela mente do ser humano.

Desse modo, ela se torna vulnerável à concepção de que, se existem muitas religiões, devem existir muitos caminhos que levam a Deus.

Essa, naturalmente, é uma objeção frontal à declaração específica feita por nosso Senhor Jesus de que Ele é o ÚNICO caminho que leva a Deus (João 14.1-6).


Oprah declarou que “há muitos caminhos para se chegar àquilo que vocês chamam de Deus”.

Ambos não podem estar certos.

Ou Oprah e Tolle estão errados – ou Jesus, o divino Filho de Deus, está errado.

É obvio que nós, na qualidade de cristãos que creem na Bíblia, aceitamos a afirmação de Jesus Cristo como a verdade sobre Deus.

A decisão de uma pessoa a esse respeito depende da sua convicção acerca de quem é Jesus.

Ou Jesus é o Filho de Deus, como Ele e Seus discípulos atestaram, ou Ele é um farsante e impostor.

Por ser o Filho de Deus, Jesus é a única pessoa que, tendo vivido neste mundo, poderia morrer pelos pecados dos demais 13 bilhões de seres humanos que vivem ou que já viveram na Terra e morreram antes de nós.

Além disso, sem Ele não há salvação para ninguém.

Por que é tão difícil que alguém creia que Jesus foi o único homem que nasceu de uma virgem (de modo que não tivesse pecado em seu sangue); o único que cumpriu pelo menos 109 profecias referentes ao Messias prometido por Deus (ao passo que nenhuma outra pessoa conseguiu cumprir mais do que 8 profecias ou, na melhor das hipóteses, 10 profecias); o único que realizou mais milagres do que qualquer outra pessoa ou que anunciou mais profecias do que qualquer outro, das quais metade já se cumpriram (a outra metade das profecias refere-se a acontecimentos ainda futuros); o único que foi crucificado e, três dias depois, ressuscitou dos mortos; e o único que influenciou este mundo mais do que qualquer outro ser humano em toda a história?

Nenhum líder religioso, filósofo ou grande pensador exerceu uma influência tão benigna sobre este mundo como Jesus Cristo.

Contudo, milhões de pessoas se recusam a crer nEle! Por quê?

Porque é uma questão inerente à vontade do ser humano.

Cada um de nós foi dotado por Deus de um livre-arbítrio que é capaz de recusar Jesus ou de recebê-lO e de obedecer-Lhe pela fé.

A escolha é nossa.

O próprio Senhor Jesus buscava esse mesmo fator de escolha, após confrontar os judeus de Sua época com Seu testemunho pessoal sobre Sua identidade, com o testemunho de João Batista que O conhecia muito bem, com todos os Seus milagres por eles testemunhados, com a voz do Pai ecoada dos céus por três vezes, e com as Escrituras do Antigo Testamento (João 5.17-40).

Porém, a resposta que Jesus obteve deles se encontra nas seguintes palavras que Ele proferiu:

“Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida” (cf. v. 40).

Apesar de tamanhas e convincentes provas, eles escolheram não crer em Jesus.

Essa escolha se apresenta a cada pessoa que ouve o Evangelho e examina as evidências.


Com Eckhart Tolle, seu novo guru espiritual.

Como todos nós, Oprah Winfrey e seu guru espiritual, Eckhart Tolle, estão diante da mesma escolha.

Todavia, eles não apenas escolhem por si mesmos, mas por milhões de fãs daquela que é a mais querida e influente personalidade da TV.

O impacto de sua influência ficou provado quando ela recebeu em seu programa de TV o então candidato à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, e, no ar, Oprah publicamente manifestou seu apoio a ele, recomendando-o aos eleitores partidários dos Democratas.

Quase que imediatamente, pelo peso do apoio dela, Obama assumiu a liderança nas pesquisas.

[Portanto,] ela merece o crédito dessa vitória.

Entretanto, isso só afeta nossas vidas pelos próximos quatro ou oito anos.

Porém, se os mesmos milhões de espectadores, que seguem os conselhos políticos de Oprah, derem ouvido aos seus conselhos espirituais quando ela insinua que “há muitos caminhos” para Deus, as consequências serão eternamente fatais.

Esse é o principal problema dessa mulher tremendamente encantadora, com uma personalidade cativante, que ascendeu da pobreza e da obscuridade para se tornar uma pessoa de enorme influência no mundo atual.

Em março de 2008, o site www.YouTube.com referiu-se aos 5,2 milhões de telespectadores de Oprah Winfrey como “a maior igreja do mundo”.

Contando com os veículos de comunicação mais eficazes para influenciar a mente humana, a TV e o cinema, ela consegue inculcar nos seus fãs os conceitos da Nova Era e de outras doutrinas heréticas.

O mínimo que se pode dizer, é que as crenças dela não parecem defender em nada a “...fé que uma vez por todas foi entregue aos santos”, a qual Deus nos mandou ensinar (cf. Judas 3).

O apóstolo Pedro afirmou: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4.12).

Este é o momento de orarmos a Deus por essa mulher encantadora, talentosa e competente, que foi apresentada ao verdadeiro Caminho de Deus nos dias de sua juventude, a fim de que ela perceba que não deve permitir que Satanás e suas hostes demoníacas continuem a usá-la como um canal de engano espiritual para milhões de pessoas que a admiram.


Na eleição para a presidência dos EUA, Oprah publicamente manifestou seu apoio a Barack Obama, recomendando-o aos eleitores partidários dos Democratas.

É hora de prestarmos atenção à advertência de Jesus sobre o fato de que os enganadores já estão por aí.

Eles seriam “falsos mestres”, “falsos profetas” e, até mesmo,
“falsos cristos” muito sutis.

Jesus chegou ao ponto de predizer o seguinte:

“...virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos” (Mateus 24.5). Chegará o tempo em que “...por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mateus 24.12).

Muitos parecem estar cegos para a realidade de que hoje em dia a “iniquidade” sobeja devastadoramente em nossa sociedade, desde os programadores de TV e cinema, até os deturpadores da internet, os imorais dedicados à pornografia, os diretores de escola e educadores que defendem a idéia de fornecer preservativos e anticoncepcionais para alunos de doze anos em diante, e adeptos da “nova moralidade”.

Os Estados Unidos [e muitos outros países do mundo] estão chegando às raias da loucura, à semelhança da antiga cidade de Nínive, que chegou a ser poupada do juízo de Deus por cem anos, em virtude do arrependimento de seu povo e dos seus governantes diante da pregação do profeta Jonas.

Precisamos de uma estirpe de profetas, pastores e líderes cristãos corajosos; que clamem ao Espírito Santo para que os capacite a permanecer firmes contra o pecado e a corrupção que vogam em nossa terra, e contra as falsas doutrinas que inundam nossa sociedade como um dilúvio.

Esse estado de coisas é exatamente o que predisseram as Escrituras quando se referiram aos últimos dias.

O momento da volta de Cristo pode estar mais próximo do que muita gente pensa.

De uma coisa estou certo, a saber, que Jesus está prestes a voltar e de que isso pode acontecer muito em breve. (Tim LaHaye - Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, março de 2009.

Fonte: www.chamada.com.br



Comentário do editor do blog:

Fomos alertados por Jesus que, no final dos tempos, surgiriam falsos profetas, falsos Cristos, e que, por se multiplicar a iniquidade [e vivemos hoje essa multiplicação], o amor se esfriaria...

Estamos assistindo o mundo cair no engodo, nas heresias dos falsos mestres, dos falsos profetas, dos falsos cristos, e temos ficado inertes, como que anestesiados...

Obedecer ao "Ide" de Jesus [ensinar (Mateus 28. 19); pregar (Marcos 16. 15); testemunhar (Atos 1. 8)] já virou motivo de vergonha para tantos, pois os zombeteiros aí estão a fazer pilhérias com os que ainda obedecem a Cristo e à sua Palavra.

Mas Jesus também alertou que se nos envergonharmos dEle, Ele também se envergonharia de nós, diante do Pai. Mas nem isso intimida ninguém!...

No nosso modesto entendimento, já estamos vivendo em plena apostasia, o mundo, seus sábios, seus "doutores", seus "mestres" seus "PhD", "inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos" (Romanos 1. 22).

E, em suas loucuras, adoram a "criação", mas não creem em Deus que a formou; adoram objetos que não falam, não ouvem, não andam, não escutam, mas se negam a adorar o próprio Deus, o criador do universo e de tudo o que nele há.

Como Oprah Winfrey, citada e comentada por Tim Lahaye, há muitos outros falsos profetas mundo afora ensinando heresias, ministrando o "engano", que é hoje presente em todas as conversas, em todos os segmentos da Sociedade.

Oito a nove, em cada dez pessoas, "estão receitando" (sic) soluções "mágicas" para os problemas, para os males, para as doenças que atingem cada um; e a "medicina alternativa" [da New Age] vem substituindo a confiança na ciência médica, e até a fé no Deus único, verdadeiro e criador de todas as coisas.

É hora, portanto, de ensinar, de pregar, de testemunhar a única e verdadeira Palavra de Deus, a Bíblia, tirando quantos nos forem possíveis tirar das garras do inferno, para onde caminham celeremente os seguidores desses falsos profetas.

E, paralelamente, orar a todo o tempo para que Jesus, quando nos vier buscar [arrebatamento] nos encontrar fazendo assim, isto é, fazendo apenas o que Ele nos ensinou, e nos recomendou que fizéssemos.

Maranata! [Ora vem, Senhor Jesus]

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

A aliança entre a Rússia e o Irã


Quando a União Soviética desmoronou, em 1991, muitos disseram: “O urso está morto!”

Mas o urso russo não morreu; ele simplesmente hibernou e hoje está acordando com grande fúria, uma vez que o primeiro-ministro Vladimir Putin tenta restaurar à nação moderna a glória anterior da Mãe Rússia.

O “urso” russo tem estado ocupado fazendo novos amigos.

Os mais significativos são os países islâmicos dedicados à destruição de Israel, com os quais a Rússia está formando alianças.

O mais notável de todos eles é a Pérsia, ou seja, o Irã dos dias modernos.

Olhando milhares de anos à frente, através das lentes da história profética (a profecia é simplesmente a história antecipada), o profeta Ezequiel viu vários eventos surpreendentes (Ez 36-39), alguns dos quais nos avisam para mantermos os olhos voltados para o urso.

Primeiro, Ezequiel disse que o povo de Israel, espalhado por todo o mundo, retornaria à terra de Israel, sua antiga pátria, dada a ele por Deus.

E os judeus já retornaram.

Vieram da Europa, da Rússia, da Etiópia, da América, de nações da antiga União Soviética, e de um grande número de outros países para os quais haviam sido espalhados.

E, segundo, em 14 de maio de 1948, aconteceu um milagre que tanto os eruditos quanto os céticos haviam dito que era
impossível: Israel renasceu como nação.

A invasão vindoura

Entretanto, Ezequiel escreveu sobre uma ainda futura guerra na qual a Rússia(chamada “Magogue”, Ez 38.1-4) e uma coalizão de nações (todas atualmente islâmicas) virão contra Israel em uma tentativa de destruí-lo:

“a Pérsia, a Etiópia e a Líbia estão com eles, todos com escudo e capacete” (v.5).

A primeira nação que as Escrituras mencionam na coalizão é a Pérsia, agora chamada de Irã.

O estudioso da Bíblia David Jeremiah escreveu o seguinte:

As muitas alianças de Vladimir Putin da Rússia:



Putin aplaude enquanto o chefe da corporação nuclear estatal da Rússia troca documentos com o ministro do Exterior do Japão
.



Putin com o príncipe-herdeiro dos Emirados Árabes Unidos, xeique Mohamed bin Zayued Al Nahyan.

O próximo país que Ezequiel cita é a Pérsia, nome que aparece trinta e cinco vezes no Antigo Testamento.

Para nós é fácil identificar a Pérsia, porque ela reteve o nome que tinha nos tempos da Antiguidade até o ano de 1935, quando se tornou a nação do Irã.

Aproximadamente quatro décadas e meia mais tarde, o Irã trocou seu nome oficial para República Islâmica do Irã.

Hoje, com sua população de 70 milhões de habitantes, o Irã tornou-se o viveiro para o desenvolvimento rápido do islamismo militante e do ódio anti-semita.[1]

A realidade do aquecimento das relações do urso russo com o Irã é evidente a partir das manchetes na mídia:

“A Rússia Planeja Mais Cinco Usinas Nucleares no Irã” – por Peter Baker, The Washington Post, 27 de julho de 2002.

“Em Israel, Putin Defende Negócios com a Síria e o Irã” – por Molly Moore, Washington Post Foreign Service, 29 de abril de 2005.

“O Kremlin Está Pronto Para Defender o Irã” – por Mikhail Zyar e Dmitri Sidorov, Mosnews.com, 13 de setembro de 2005.

Os autores dizem que o Irã quer “aliados confiáveis como a Rússia e a China”.

“A Rússia Faz Acordo de um Bilhão de Dólares em Armas Com o Irã” – Associated Press, 2 de dezembro de 2005.

Esse artigo, publicado pelo site da FOX News, chama a Rússia de “o aliado-chave do Irã”.

Durante anos, a Rússia não ficou feliz por ter de sentar-se nos bancos de trás do ônibus, por assim dizer.

No ano passado, depois dela ter invadido a Geórgia, Robert Baer escreveu na revista Time que a Rússia quer um império:

A invasão da Geórgia pela Rússia tem menos a ver com a Ossétia do Sul do que com uma Rússia que nunca se perdoou por perder um império – ou por ser tratada como uma potência de segunda categoria durante todos esses anos.

O ressentimento da Rússia apenas cresceu à medida que os preços do petróleo aumentaram.

(...) Ao invadir seu país vizinho, a Rússia cruzou o Rubicão. (...)

A questão agora é: o que mais ela está tramando por causa daqueles 17 anos de humilhação?

Uma coisa deveríamos aguardar com certeza: agora mesmo Moscou está lançando olhares para o Irã, a rota mais direta para a restauração de sua influência no Oriente Médio.[2]

Resgate e redenção

Que chances o pequenino Israel teria contra o urso russo e seus muitos filhotes islâmicos?

A resposta está em Ezequiel 38.18: “Naquele dia, quando vier Gogue contra a terra de Israel, diz o Senhor Deus, a minha indignação será mui grande”.

Deus ficará enfurecido, Se levantará em defesa de Israel e finalmente destroçará a coalizão (Ez 38.18-39.10).

O resultado do resgate divino será a redenção de Israel:

“Saberão que eu sou o Senhor, seu Deus, quando virem que eu os fiz ir para o cativeiro entre as nações, e os tornei a ajuntar para voltarem à sua terra, e que lá não deixarei a nenhum deles.

Já não esconderei deles o meu rosto, pois derramarei o meu Espírito sobre a casa de Israel, diz o Senhor Deus”
(Ez 39.28-29).

Deus não esquecerá as promessas de Sua aliança; Ele não abandonará o povo de Sua aliança.

A Rússia e o Irã estão em marcha, e têm más intenções com relação a Israel.

Mas o Deus que fez os judeus retornar será o Deus do resgate e da redenção de Israel. (Patrick Neff - Israel My Glory - http://www.beth-shalom.com.br)

Patrick Neff é o diretor dos ministérios eclesiásticos de The Friends of Israel.

Notas:


1. David Jeremiah, What in the World is Going On? Nashville, TN: Thomas Nelson, 2008). 167.

2. Robert Baer, “The Russian Empire Strikes Back” [O Império Russo Revida], revista Time, 12 de agosto de 2008, www.time.com/time/world/article/ 0,8599,1831857,00.html.

Participe
da campanha »




Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, novembro de 2009.

Fonte: www.chamada.com.br

Pessoas extraordinárias


Se viver o suficiente, você provavelmente descobrirá que a vida nos leva a estágios determinados para produzir a maturidade a que precisamos chegar como cristãos.

No centro desse processo estão as pessoas que encontramos pelo caminho.

Algumas se tornam exemplos de encorajamento, deixando-nos a permanente admiração que aumenta com o tempo e a experiência.

Há aquelas que devem ser classificadas como amigos, conhecidos ou pessoas que você preferiria esquecer.

Sim, até mesmo alguns dos nossos irmãos e irmãs em Cristo contribuem para o nosso crescimento com suas disputas e controvérsias; e aí se aprende que o crescimento espiritual ocorre com a descoberta de que ninguém é perfeito.

Assim é a vida.

No entanto, algumas vezes somos tocados por alguns santos cuja amizade estimamos.

Eles exemplificam no melhor sentido o que é ser um cristão.

Eles podem ser poucos em número, mas existem.

Olhando para o passado, vi que fui privilegiado ao encontrar algumas pessoas sumamente extraordinárias que enriqueceram minha vida e influenciaram imensuravelmente o sentido do meu ministério pessoal.

A maioria delas não esteve sob os holofotes da popularidade ou da fama.

De fato, você provavelmente nunca ouviu os nomes de muitos deles. Mas eles existem, apesar de tudo.

O primeiro que quero lembrar é Zvi (pai de Meno Kalisher, palestrante dos nossos Congressos Proféticos).

Muitos de vocês certamente já leram na revista Notícias de Israel os artigos em que Zvi relata suas experiências, como o que publicamos a partir da página 21. Sua biografia, Zvi: The Miraculous Story of Triumph Over the Holocaust (Zvi: A História Miraculosa do Triunfo Sobre o Holocausto), está disponível em língua inglesa.

Desde a infância durante a guerra na Europa de Hitler a um procedimento exemplar nas ruas de Jerusalém, a vida dele foi tão extraordinária que alguns questionam a veracidade da sua história.

Entretanto, a realidade é frequentemente mais estranha que a ficção.

Eu acompanhei a vida de Zvi e confirmei os fatos através dos testemunhos de indivíduos, passando pelo Knesset (Parlamento) e pelo exército israelense, até voltar às ruas de Jerusalém.

A consequência é que um homem desprovido de status e credenciais acadêmicas realmente exerceu grande influência, por sua vida e seu exemplo, sobre milhares de pessoas.

E, felizmente, sua história ainda não foi completamente escrita.


Marek Edelman, o último líder sobrevivente do levante do Gueto de Varsóvia.

Outras pessoas extraordinárias foram Victor e Lydia Buksbazen, que me apresentaram a história de Zvi e de sua família.

Por 33 anos, os Buksbazen dirigiram The Friends of Israel (FOI) – Os Amigos de Israel, um ministério bíblico que manifesta compaixão e ajuda, estendendo a mão igualmente a judeus e a gentios.

Através do sacrifício pessoal altruísta desse casal, hoje The Friends of Israel alcança milhões de pessoas pelo mundo.

Toda vez que eu caminho pela Alameda dos Justos Dentre as Nações no Yad Vashem (Instituto do Holocausto) em Jerusalém, estou bem ciente de estar passando por um verdadeiro memorial de pessoas incomuns e extraordinárias.

Os nomes nas placas abaixo da sombra das alfarrobeiras são todos praticamente desconhecidos para mim – nomes estranhos com um ajuntamento de consoantes confusas.

Porém, dois são familiares, e nunca deixei de parar um pouco diante deles e pensar em tudo o que representam.

Buquês de flores frescas sempre adornam a pequena placa em memória a Oscar Schindler.

O industrial alemão foi popularizado em filme e livro, porque ele literalmente comprou dos nazistas 1.200 homens, mulheres e crianças judeus durante o Holocausto.

Mais distante está o tributo gravado a Corrie ten Boom que, juntamente com sua família, de bom grado arriscou tudo o que tinha para resgatar judeus de serem perseguidos pelos agentes do megalomaníaco Adolf Hitler.

Um nome que, muito provavelmente, nunca será contado entre aqueles do Yad Vashem pertence a uma mulher que é, em todos os sentidos da palavra, extraordinária.

Seu nome é Halina, conhecida por nós há anos como Alice, por causa da ameaça comunista aos cristãos na Polônia durante a ocupação russa após a Segunda Guerra Mundial.

Ela ainda prefere que não usemos seu nome completo.

Halina viveu durante o terror turbulento de Hitler, de 1939 a 1945, com duas missões em mente:
(1) libertar sua Polônia amada dos alemães e
(2) ajudar os judeus a sobreviver à campanha nazista de aniquilação.

Durante a guerra ela serviu como enfermeira, ajudou um grande número de judeus a escapar dos alemães, foi membro da resistência clandestina polonesa, serviu na insurreição polonesa contra os nazistas e foi detida como prisioneira de guerra depois do colapso da resistência.

Em seu heroísmo, durante os fatigantes anos de fome, privações pessoais e perigo diário de morte, Halina permaneceu como um modelo de firmeza cristã e compromisso com a verdade, enquanto tudo à sua volta parecia ser dominado por Satanás.

Ela nunca poderia ser acusada de esquecer o povo polonês (seu irmão foi morto pelos nazistas), seu país ou o sofrimento do povo judeu.

Halina relata sobre o contato com organizações judaicas de muitos países, que vieram à Polônia anos depois da guerra, para comemorar o levante do Gueto de Varsóvia em 1943.

O famoso escultor judeu Nathan Rappaport esculpiu um monumento que foi exposto em 1948 no antigo gueto judeu.

Ele foi feito das pedras originalmente lavradas para um monumento de vitória nazista.

Cada bloco celebra um indivíduo ou um evento no gueto.

Halina observa:

Oscar Schindler, o industrial alemão que literalmente comprou dos nazistas 1.200 homens, mulheres e crianças judeus durante o Holocausto, diante da sua árvore na Alameda dos Justos.

As pessoas que não conhecem a Bíblia olham para o monumento e não entendem o significado.

Para mim, é muito claro.

O monumento representa uma fornalha gigante.

No meio da fornalha, podemos ver uma abertura.

E na abertura podemos ver chamas da pedra, e dentro das chamas vemos uma jovem mulher com uma criança nos braços.

Podemos ver também dois jovens, bravos guerreiros olhando para cima, sem medo, com coragem em seus semblantes.

Enquanto eu examinava seus rostos, vendo que eles olhavam para cima, lembrei do Salmo 121:

“Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro?”. A resposta é: “De cima”.

E me pareceu que esses jovens guerreiros estavam olhando para o Deus de Israel.

Somente dEle pode vir a ajuda para as nações.

Esse monumento extraordinário mostra o espírito destemido do povo judeu e a sua esperança, que nada pode extinguir.

Para mim, esse memorial foi o mais significativo e bonito de todos que vi depois da guerra.

Enquanto permaneci em frente à escultura, aguardando a celebração do levante judeu, um pensamento me veio à mente:

Por que esse sangue do povo judeu foi derramado e as cinzas foram deixadas nos crematórios, onde milhões foram carbonizados em vão?

E para que isso foi necessário?

Por que Deus permitiria esse terrível massacre de pessoas inocentes?

Então, enquanto colocávamos nossa coroa de flores, como amigos gentios de Israel, ao lado de pessoas de organizações judaicas, vislumbrei a resposta:

Porque a consciência do mundo é muito dura. E eu entendi.

Não foi Deus, mas o mal inerente nos corações dos homens corruptos que ocasionou todo o massacre.

A mensagem de Halina é a lição para todos nós.

O anti-semitismo maligno e persistente é uma manifestação da obsessão satânica em destruir o povo escolhido de Deus.

As faces dos perpetradores são muitas, mas cada um deles é guiado pelo mesmo senhor e são devotos da mesma causa.

Deus, porém, levantou pessoas extraordinárias, algumas cujos nomes nunca conheceremos.

Aqueles que testemunharam suas ações, entretanto, revelam um legado de coragem e determinação que parece não existir mais no pântano moral do atual Ocidente opulento, em sua ânsia de esquecer o que aconteceu.

Houve o homem de Praga que conseguiu um trabalho no gueto judeu de Varsóvia.

Sua recompensa pelos esforços era o sustento através de uma tigela de sopa.

Um dia, movido por um ato de compaixão irrefletido, ele ficou com um bebê recém-nascido de uma mãe cuja vida estava marcada para acabar na câmara de gás.

Ele resolveu o problema de passar com a criança pelos guardas do gueto colocando-a em uma grande mala que carregava em seu trabalho.

Felizmente, o bebê dormiu e foi levado à sua casa.

O homem realizou sua perigosa missão repetidamente, e hoje os beneficiários da sua coragem reverenciam a sua memória.


Centenas de gentios, muitos dos quais eram cristãos, corajosamente enfrentaram a morte por salvar judeus. Na foto, bunker no Gueto de Varsóvia em 1943.

Outro caso é o de uma menina judia de 14 anos que ficou escondida em um curral de porcos enquanto seus pais conseguiram refúgio em outra cidade.

Um dia, ela teve desejo tão grande de ver seus pais que se arriscou a encontrá-los.

No seu caminho de volta, foi descoberta por um grupo de meninos poloneses que imediatamente começaram a gritar: “Jude, Jude!” (judeu, judeu!), o que significaria sua morte rápida e dolorosa caso as autoridades chegassem.

A garota horrorizada sabia que correr de volta até seus benfeitores poderia significar a descoberta e prisão deles.

Felizmente, junto ao caminho fora da cidade havia uma grande cruz.

Sem entender a importância total da sua atitude, a menina gritou: “Jesus, Jesus, me ajuda!”.

Quando os meninos ouviram-na chamar pela ajuda de Jesus, deixaram-na em paz.

Assim, ela retornou ao curral e viveu lá até o fim da guerra.

Em outro caso, um corajoso casal polonês cavou um espaço abaixo do piso da sua cozinha como um esconderijo para famílias de judeus.

Quando a Gestapo estava na área, os judeus podiam escapar para dentro do abrigo e esperar até o perigo passar.

Um dia, agentes entraram na casa acompanhados por um enorme pastor alemão.

O animal era treinado para farejar lugares secretos em que poderia haver judeus escondidos.

Felizmente, o casal tinha um pequeno cachorro que tirou a atenção do pastor alemão.

Quando o cão da Gestapo aproximou-se do cachorrinho, este escapuliu e correu para fora da casa, perseguido pelo cão policial.

Os agentes encerraram a busca, e tanto a família polonesa quanto os fugitivos judeus foram salvos.

Há inúmeras histórias desse tipo. Pessoas foram escondidas em caixas construídas embaixo de depósitos de carvão, atrás de paredes falsas que encobriam refúgios e outros lugares engenhosamente projetados para servir de esconderijo.

Centenas de gentios, muitos dos quais eram cristãos, corajosamente enfrentaram a morte por salvar judeus.

Essa é a face do extraordinário, revelando-nos exemplos de bravura, fazendo a coisa certa no momento certo.


A holandesa Corrie ten Boom que, juntamente com sua família, de bom grado arriscou tudo o que tinha para resgatar judeus de serem perseguidos pelos agentes do megalomaníaco Adolf Hitler. À direita, foto da falsa parede em seu quarto onde escondia os judeus.

Por que eles o fizeram?

Uma corajosa enfermeira foi assim questionada quando alguém observou que ela não havia sido premiada com uma medalha pelo Memorial Yad Vashem.

“Nós não salvamos vidas por um prêmio”, ela respondeu. “Nós não queríamos nenhuma recompensa. Era muito perigoso fazê-lo por um prêmio. Queríamos salvar vidas, e Deus nos ajudou a fazê-lo”.

Sua resposta foi tão “simples” assim.

Há alguns anos entrevistei um destacado senador judeu nos EUA.

Quando lhe perguntei como ele se sentia sobre uma possível perseguição na América, este foi o seu comentário:

“Elwood, eu creio que, de tempos em tempos, cada judeu olha para seu círculo de amigos e companheiros e pergunta a si mesmo: se um Adolf Hitler surgisse nos EUA, quem dentre essas pessoas me esconderia em algum lugar?”.

Agora, deixe-me apresentar-lhe uma questão:

Como cristão em um mundo onde o surgimento da militância anti-evangélica pode logo ameaçar a sua segurança, quem em seu círculo de amigos lhe daria um lugar para esconder-se?

Talvez seja tempo de pedir a Deus para levantar pessoas extraordinárias. (Elwood McQuaid - Israel My Glory - http://www.beth-shalom.com.br)

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, agosto de 2008.


Fonte: www.chamada.com.br

O Rei dos Judeus




Multidões, que pouco ou nada pensam sobre Deus ou Cristo, aceitam que há mais de 2000 anos Jesus nasceu em Belém e "que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém. E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus?" (Mt 2.1-2). Estranhamente, muitos cristãos que crêem que Jesus nasceu "Rei dos judeus" não atribuem a esse título um significado literal, especialmente que ele tenha algo a ver com judeus. Profecias que falam de Cristo reinando sobre o mundo a partir do trono de Davi, em Jerusalém, são interpretadas como metáforas que se referem ao Seu presente reinado a partir do céu.

A cidade de Davi

Jerusalém foi fundada pelo rei Davi há 3000 anos atrás. A Bíblia se refere a Jerusalém como "cidade de Davi" por mais de 40 vezes. Lá Deus estabeleceu o trono de Davi para sempre, e desse trono o Messias, o Rei dos judeus, descendente de Davi, deve reinar sobre Israel e sobre o mundo (2 Cr 6.6; 33.7; 2 Sm 7.16; Sl 89.3,4,20,21,29-36, etc.). Na Bíblia, Jerusalém é citada mais de 800 vezes e é peça central nos planos de Deus. Lá Ele colocou Seu nome para sempre.

O que há por trás do anti-semitismo?

Satanás tem inspirado 3000 anos de anti-semitismo sabendo que somente o Messias, descendente de Abraão, Isaque e Jacó, pode derrotá-lo. Destruindo todos os judeus, ele teria evitado o nascimento do Messias. Satanás perdeu esse "round". Mas se todos os judeus fossem destruídos hoje, Deus não poderia cumprir Suas promessas de que Cristo reinará como Rei dos judeus, no trono de Davi, em Sua Segunda Vinda. Deus seria, então, um mentiroso e Satanás, o vencedor. A integridade e os propósitos eternos de Deus estão ligados à sobrevivência de Israel!

A quem pertence Jerusalém?

Yasser Arafat afirma [Vide, abaixo, nota do editor do blog] que Israel sempre pertenceu aos árabes e que Jerusalém tem sido uma cidade árabe por milhares de anos. Na realidade, Jerusalém não é sequer mencionada no Corão. Em 15 de julho de 1889, o jornal Pittsburgh Dispatch declarou que, dos 40.000 residentes de Jerusalém, 30.000 eram judeus e a maioria dos outros eram cristãos. Em 1948, quando Israel declarou sua independência, somente 3 por cento da "Palestina" pertencia aos árabes.

Israel tem seu Knesset (Parlamento) em Jerusalém. Mas o mundo não aceita isso e as embaixadas estrangeiras se localizam em Tel Aviv. Desafiando a Deus e Seu Rei (leia o Salmo 2), o mundo tem seus próprios planos para Jerusalém.

Aqui confrontamos os aspectos mais amplos da guerra anti-semítica contra Deus e o Rei dos judeus: a tentativa de controlar Jerusalém e a terra de Deus (Lv 25.23). Inacreditavelmente, o Conselho de Segurança das Nações Unidas aplicou quase um terço de suas deliberações e resoluções a Israel, um país com menos de um milésimo da população do mundo! As Nações Unidas jamais condenaram os árabes pelo seu terrorismo, mas Israel já foi condenado mais de 370 vezes por se defender. Em março de 1999, Israel foi novamente notificado pela União Européia de que esta "não reconhece a soberania de Israel sobre Jerusalém". Numa bula papal, no Jubileu do Ano 2000, o papa João Paulo II mais uma vez rejeitou a soberania de Israel sobre Jerusalém.

Jerusalém pisada pelos gentios

Estamos vendo o cumprimento contínuo da notável profecia de Cristo: "Jerusalém será pisada por eles, até que os tempos dos gentios se completem" (Lc 21.24). A retomada de Jerusalém Oriental pelos israelenses em 1967 parecia marcar o fim dos "tempos dos gentios". No entanto, num lance surpreendente, Israel devolveu o monte do Templo aos cuidados do rei Hussein, da Jordânia, deixando o próprio coração de Jerusalém nas mãos dos gentios. Mais tarde [através do "Wagf", a entidade muçulmana que passou a administrar o local], Yasser Arafat e sua OLP assumiram o controle do monte do Templo.

Evangélicos com doutrina católica

A doutrina católica romana de que a nação de Israel foi substituída por aquela Igreja tem se espalhado progressivamente também entre evangélicos. Essa substituição de Israel é uma forma sutil de anti-semitismo. Ao invés de mandar os judeus para as fornalhas, nega-se sua importância e até mesmo sua existência: por alguma distorção na História, os comumente chamados judeus não seriam realmente judeus – os verdadeiros judeus seriam os mórmons, os "israelitas britânicos", os católicos ou os cristãos.

Parceiros de Satanás

O vergonhoso horror do anti-semitismo ao longo da História revela o coração humano. Satanás achou milhares de parceiros (muitos dos quais se diziam cristãos), ávidos por amaldiçoar, perseguir e até mesmo matar o povo escolhido de Deus. Roosevelt, Churchill e outros líderes aliados conheciam a "solução final do problema judeu" de Hitler e nada fizeram. Mesmo as nações neutras, como a Suíça e a Suécia, devolveram judeus refugiados às fornalhas de Hitler.

O objetivo do islamismo

Incrivelmente, um típico livro escolar da Jordânia iguala sionismo com nazismo. Entretanto, os árabes aplaudiram e ajudaram Hitler – e o islamismo busca colocar em prática a "solução final" de Hitler até hoje. Líderes políticos e religiosos muçulmanos estão continuamente fazendo ameaças hitlerianas na TV e nas rádios, pelos alto-falantes nas mesquitas ou nas ruas. A batalha entre Javé, o Deus de Israel, que ama os judeus como povo escolhido, e Alá, o deus do islamismo, que os odeia com furor, está alcançando um clímax apavorante.

Exterminar os judeus é dever de todo muçulmano religioso. Os muçulmanos sonham em destruir Israel. Os assassinos de inocentes cidadãos israelenses são exaltados em todo o mundo árabe e seus nomes são dados a feriados e ruas. Também são feitas comemorações em homenagem a terroristas. Os líderes islâmicos têm invocado um reavivamento espiritual como chave para a destruição de Israel – e o fundamentalismo islâmico, que descaradamente emprega o terrorismo, está agora se espalhando pelo mundo.

Todos os estudiosos islâmicos concordam que é dever sagrado de todo muçulmano, em qualquer idade, promover a jihad (guerra santa) sempre que possível, a fim de submeter o mundo inteiro ao islamismo. Há mais de 100 versos no Corão que falam em lutar e matar em nome da jihad. Um ministro do Gabinete líbio declarou: "A violência é a mais positiva forma de oração dos muçulmanos".

Saddam Hussein, apesar de ter invadido o Kuwait, é [Vide, abaixo, nota do editor do blog] idolatrado por milhões de árabes porque seus mísseis "Scud" atingiram pesadamente alvos civis israelenses e ele, repetidamente, faz convocações para que se destrua Israel. Quando Kaddafi esbraveja que "a batalha contra Israel será tamanha que... Israel deixará de existir!", ele fala em nome de cada muçulmano. Maomé, o profeta fundador do islamismo, declarou que "a última hora não chegará antes que os muçulmanos lutem e matem os judeus".

O desejo islâmico de exterminar Israel é ensinado desde a infância. Um ministro da Educação da Síria escreveu: "o ódio que inculcamos nas mentes das nossas crianças desde o berço é sagrado". Um livro de ensino médio do Egito atesta: "Israel não sobreviverá se os árabes se mantiverem firmes no seu ódio". E um livro de quinta série declara: "os árabes não param de agir em direção ao extermínio de Israel". É um ato suicida de Israel trocar terra estratégica pela "paz" se é ameaçado por tamanhos inimigos – mas o mundo o tem forçado a fazê-lo.

O que o islã entende por "paz"?

Maomé mostrou aos muçulmanos como fazer "paz". Em 628 d.C. ele fez um tratado de paz com sua própria tribo kuraish. Dois anos depois, repentinamente ele atacou Meca e massacrou todos os homens. Arafat declarou publicamente: "em nome de Alá... eu o estou considerando (o acordo de paz entre Israel e OLP) tanto quanto nosso profeta Maomé considerou o acordo com a tribo kuraish... Paz, para nós, significa a destruição de Israel..." Não há lugar para o Rei dos judeus! Assim é o islamismo – preste bem atenção!

Armas de aniquilação

As nações muçulmanas estão se armando com mísseis, armas químicas, biológicas e nucleares. A Síria tem fabricado milhares de ogivas químicas, tem enormes estoques de armas biológicas e triplicou seu poderio aéreo e militar desde a guerra de Yom Kippur em 1973. O mundo inteiro sabe que essas armas têm apenas um propósito: destruir Israel. Mas Israel também possui armas nucleares (em novos e eficientes submarinos) e, se necessário, as usará. Então, quem promoverá a paz?

Cristo advertiu a respeito dessa incrível destruição e que ninguém seria salvo na terra se Ele não interviesse para fazê-la cessar (Mt 24.21-22). Essa impressionante profecia anunciava as modernas armas de hoje. Não é de se admirar que o Deus da Bíblia, que por doze vezes chama a si mesmo de "o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó", prometa repetidamente proteger Israel e Jerusalém nos últimos dias! Tendo feito Israel renascer em 1948, Deus completará o Seu propósito. Ele declara: "Pode, acaso, nascer uma terra num só dia? Acaso, eu que faço nascer... diz o Senhor... fecharei a madre?" (Is 66.8-9).

O mundo rebelde

Em sua louca rebelião contra Deus, o mundo faz seus próprios planos e rejeita o "Rei dos judeus" e Sua promessa de paz internacional reinando do trono de Davi em Jerusalém. Um governo mundial humanístico é um ideal que tem sido buscado desde Babel. Em 1921 foi estabelecido o Council on Foreign Relations – CFR (Conselho de Relações Exteriores). No ano seguinte, sua publicação Foreign Affairs (Relações Exteriores) afirmou que não haveria "paz ou prosperidade para a humanidade... até que fosse criado algum tipo de sistema internacional...". Em 1934, H.G. Wells declarou: "é preciso que se estabeleça uma fé e uma lei comum para a humanidade... A principal batalha é uma batalha educacional". As crianças estão sendo educadas para rejeitar a Deus e aceitar o Anticristo. Em 1973, no Saturday Review of Education, Gloria Steinem, líder feminista, afirmou que, por volta do ano 2000, "nós iremos, espero eu, criar nossos filhos para acreditarem no potencial humano, e não em Deus".

Em maio de 1947, Winston Churchill declarou: "A menos que se estabeleça e comece a dominar um eficaz supergoverno mundial..., as perspectivas de paz e progresso humano são obscuras e duvidosas...". Em 1948, no artigo UNESCO: Its Purpose and its Philosophy (UNESCO: Seu Propósito e Sua Filosofia), Sir Julian Huxley, o primeiro diretor-geral daquele organismo, explicou que "a filosofia geral da UNESCO deveria ser um humanismo científico mundial, global em sua extensão e evolutivo na sua prática... para ajudar no surgimento de uma cultura mundial única..." O Secretário-Geral das Nações Unidas, Kofi Annan [Vide, abaixo, nota do editor do blog], declarou que "o conceito de soberania nacional" está sendo redefinido e deverá ser colocado de lado. Num avanço rumo a uma religião mundial, "as Nações Unidas estenderam seu papel de manutenção da paz para o território espiritual" e convocaram "sua primeira cúpula de líderes religiosos mundiais".

Decepção com governos humanos

Independentemente do tipo de governo, os governantes são egoístas e opressores. Esse fato tem sido demonstrado repetidas vezes em muitas partes do mundo. A África se livrou do domínio colonial dos brancos. No entanto, ao invés da liberdade prometida, houve nova servidão sob déspotas negros. No lugar de paz e prosperidade, o caos, a pobreza, a intranquilidade, as guerras étnicas e tribais são crescentes, com negros matando negros e a repetição de golpes e revoluções com que nada se ganha.

O comunismo também já foi uma grande esperança. A revolução comunista na Rússia foi financiada em grande parte por alguns dos homens mais ricos e poderosos da América. Em 1928, John Dewey escreveu no The New Republic que o comunismo, cujo ateísmo obrigatório exaltava, iria "neutralizar e transformar... a influência da família e da Igreja" e, finalmente, atingiria os objetivos estabelecidos no Manifesto Humanista.

Tudo soava tão bem: igualdade para todos. Mas aqueles que impuseram essa "igualdade" eram déspotas em busca dos seus próprios interesses egoístas, oprimindo e roubando quem estava abaixo deles. A corrupção prosperou na Rússia e na China e continua prosperando em cada nação comunista.

A trajetória cruel do islamismo

O mesmo também é verdade em relação ao islamismo. Maomé impôs o islamismo com a espada. Assim que ele morreu, muitos árabes tentaram abandonar o islamismo mas foram forçados a voltar à submissão nas Guerras de Apostasia, em que dezenas de milhares foram mortos. Isso também não trouxe paz. Os companheiros e parentes mais próximos de Maomé lutaram, barbaramente, para conquistarem a liderança, matando uns aos outros em nome de Alá e de seu profeta morto. Milhares de seguidores de Maomé foram massacrados por alguma facção rival.

O islamismo não mudou. Entre 1948 e 1973 houve 80 revoluções no mundo árabe, 30 das quais foram bem sucedidas, incluindo o assassinato de 22 chefes de Estado. Os sunitas, a maior seita islâmica, e os xiitas, a segunda maior, ainda lutam uns contra os outros. Na guerra de oito anos entre o Irã e o Iraque foram usadas 1.000 toneladas de gases venenosos e houve mais mortes do que na Primeira Guerra Mundial. O islamismo não consegue obter paz nem mesmo entre os muçulmanos. No entanto, o primeiro-ministro britânico Tony Blair [ex-primeiro ministro - idem] disse que o islamismo é sinônimo de "paz, tolerância e uma força para o bem". Incrivelmente, nos EUA a Catedral de Cristal (de Robert Schuller) mantém o "Instituto Cristão e Muçulmano Conjunto Pela Paz". Paz? Que paz seria essa?

Ditaduras islâmicas e democracia israelense

Os países islâmicos são ditaduras dominadas por assassinos inescrupulosos e terroristas internacionais como Saddam Hussein do Iraque, Kaddafi da Líbia e Assad da Síria. Em nome de Alá eles prendem, torturam e matam dezenas de milhares dos seus próprios cidadãos e treinam e financiam o terrorismo mundial. Nos territórios da OLP, entregues por Israel, assim como em todos os países muçulmanos, não há liberdade de consciência, de expressão, de religião, de voto ou de imprensa.

Israel é a única democracia do Oriente Médio e ali existem os problemas típicos de uma democracia. A "Terra Santa" está contaminada por drogas, pornografia, prostituição, rebeldia juvenil, estupro, roubos e crimes. Israelenses são jogados uns contra os outros pelo egoísmo. A violência doméstica atinge mais de 200.000 mulheres israelenses por ano. A selvageria nas escolas israelenses se iguala à dos Estados Unidos. Os crimes violentos entre jovens israelenses mais do que duplicaram de 1993 até 1998. Há hostilidade entre israelenses religiosos e seculares e a desilusão com o judaísmo é crescente, especialmente entre a juventude.

Sacrifício pelo pecado

Se Jeremias estivesse vivo hoje em dia, mais uma vez advertiria Israel sobre o julgamento que virá por seu pecado. Israel precisa arrepender-se diante do Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Mas, e se isso viesse a acontecer? Os rabinos não têm como oferecer perdão para pecadores arrependidos. Há mais de 1900 anos eles não têm Templo nem sacrifícios pelo pecado – exatamente como foi previsto (Os 3.4; Lc 21.20-24).

Por que Deus profetizaria e permitiria essa condição? A única resposta lógica é ter enviado Jesus, o Messias: como Cordeiro de Deus, Ele morreu pelos pecados dos judeus e dos gentios. Se a Sua morte na cruz foi o sacrifício maior, então os sacrifícios do Antigo Testamento tornaram-se desnecessários. Essa é a única explicação para Deus ter deixado Israel sem Templo ou sacrifícios por todos esses anos.

As Escrituras hebraicas contêm mais de 300 profecias contando quando e onde o Rei dos judeus nasceria, falando tudo sobre Ele, inclusive de Sua rejeição, crucificação e ressurreição. Todas essas profecias se cumpriram ao pé da letra em Jesus Cristo. Se Ele não é o Messias, então não há Messias. No dia exato revelado pelo anjo Gabriel a Daniel (Dn 9.25), Jesus entrou em Jerusalém e foi aclamado como o Messias, como Zacarias havia profetizado (Zc 9.9). A seguir, Ele foi crucificado pelos nossos pecados e ressuscitou, como os profetas de Israel tinham previsto. Na cruz, sobre a Sua cabeça, Pilatos escreveu a acusação: "Este é Jesus, o Rei dos Judeus" (Mt 27.37).

A volta do Messias

De acordo com os fatos históricos incontestáveis e os próprios profetas de Israel, os que esperam a primeira vinda do Messias estão 2000 anos atrasados. A única esperança para Israel é Sua segunda vinda. Tragicamente, será preciso que a batalha de Armagedom aconteça para que Israel reconheça o seu Messias. Quando Javé aparecer pessoalmente para salvar Israel da destruição, todos os judeus vivos verão que Ele é o Homem que foi traspassado e morto pelos seus pecados e ressuscitou, o próprio Messias prometido por seus profetas, a quem eles rejeitaram. Então todo o Israel ainda vivo virá a crer (veja Rm 11.26-27). E o Rei dos judeus finalmente "reinará para todo o sempre"! Por enquanto, Ele oferece perdão, paz, vida eterna e um reinado benevolente no trono de todo coração que se abrir para Ele. (Dave Hunt - TBC 12/99 - http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, agosto de 2001

[Nota do editor do blog: Mantivemos as referências a Arafat, Saddam, e Kofi Annan, porém é sabido que os 3 não são mais os personagens citados em 2001, quanto este artigo foi publicado originalmente, tendo os dois primeiros falecido e o terceiro já substituido]

Fonte: www.chamada.com.br


Comentário do editor do blog:

Estamos publicando/destacando hoje este excelente artigo de Dave Hunt, um profundo conhecedor da Escatologia, da Palavra de Deus, do Islamismo, do esoterismo, entre outros assuntos importantes ao nosso estudo neste "tempo do fim".

Ele aborda com bastante sinceridade [coragem] todo o contexto a respeito de Jesus, o Rei dos Judeus, que está para voltar, conforme as Escrituras.

E aborda, sem meios termos, a responsabilidade de cada um de nós, nos erros que cometemos na História, nesses 2.000 anos.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

ANTERIOR  1  2  3  4  5  6  7  8  9  10  11  12  13  14  15  16  17  18  19  20  21  22  23  24  25  26  27  28  29  30  31  32  33  34  35  36  37  38  39  40  41  42  43  44  45  46  47  48  49  50  51  52  53  54  55  56  57  58  59  60  61  62  63  64  65  66  67  68  69  70  71  72  73  74  75  76  77  78  79  80  81  82  83  84  85  86  87  88  89  90  91  92  93  94  95  96  97  98  99  100  PRÓXIMA