Onde a Bíblia ensina que Jesus voltará ao Monte das Oliveiras?
No primeiro capítulo de Atos lemos sobre a ascensão de Jesus do Monte das Oliveiras, depois da ressurreição e de ter passado 40 dias com os discípulos.
Enquanto os discípulos observavam a ascensão, dois anjos lhes apareceram dizendo que Jesus voltaria para o mesmo lugar:
"e lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas?
Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir" (Atos 1.11).
O retorno de Cristo, ou a Segunda Vinda (não o Arrebatamento), foi profetizado por Zacarias quase 600 anos antes da Sua primeira vinda, ou seja há 2600 anos atrás, em Zacarias 14.4:
"Naquele dia, estarão os seus pés sobre o Monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; o Monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade para o sul."
Pelo fato de Cristo ter feito no Monte das Oliveiras o Seu grande discurso profético sobre Sua Segunda Vinda, conclui-se que Sua volta será no mesmo local (Mateus 24-25).
Sessenta anos depois da ascensão, o apóstolo João também escreveu sobre a Segunda Vinda de Cristo à terra em Apocalipse 19.11-16, apesar de não mencionar especificamente o Monte das Oliveiras.
A Segunda Vinda não deve ser confundida com o Arrebatamento, que acontece sete anos (*) antes e é registrado em 1 Tessalonicenses 4.14-17.
Essas duas vindas são eventos bem separados e distintos.[1]
A Segunda Vinda é diferente do Arrebatamento?
É depois do Arrebatamento que a Tribulação de sete anos começa. (*)
Portanto, a Segunda Vinda de Cristo acontece no fim da Tribulação.
Há muitas passagens que diferenciam os dois eventos e os numerosos contrastes.
No Arrebatamento, Jesus não volta a Jerusalém nem à Terra, mas encontra a Igreja nos ares.
Na Segunda Vinda, Cristo volta com os santos à Terra e a Jerusalém, como previsto em Zacarias 14.4-5 e Mateus 24.27-31.[2]
Por que Cristo volta a Jerusalém e não a uma outra cidade?
Cristo voltará a Jerusalém para julgar o mundo e estabelecer Seu reino milenar.
Ele também reinará no trono de Davi para cumprir as profecias do Antigo Testamento que prometiam um Rei Messias da linhagem de Davi a Israel.
Embora seja um reino universal, ele será centrado em Jerusalém por causa do trono de Davi e da restauração de Israel.
O Dr. Walvoord escreve:
Seu reinado sobre a casa de Israel será a partir de Jerusalém (Isaías 2.1-4), e do mesmo local reinará como Rei dos Reis e Senhor dos Senhores sobre toda a terra (Salmos 72.8-11, 17-19)...
O Milênio será a hora da restauração final de Israel.
No começo do reino milenar Israel terá seu ajuntamento final e permanente (Ezequiel 39.25-29; Amós 9.15).
O reinado de Cristo sobre Israel será glorioso e um cumprimento completo e literal de tudo que Deus prometeu a Davi (Jeremias 23.5-8).[3]
Nenhuma outra cidade permitiria o cumprimento da profecia ou admitiria o domínio e a restauração de Israel.
A importância bíblica, profética e mundial de Jerusalém continuará e aumentará com a Segunda Vinda de Cristo. (Thomas Ice & Timothy Demy - http://www.chamada.com.br)
Notas:
1. Thomas Ice e Timothy Demy, A Verdade Sobre o Arrebatamento (Porto Alegre: Actual Edições, 2001).
2. Ibid.
3. John F. Walvoord, Major Bible Prophecies: 37 Crucial Prophecies that Affect You Today (Grand Rapids: Zondervan Publishing House, 1991), pp. 390-91.
Extraído do livro A Verdade Sobre Jerusalém na Profecia Bíblica.
Fonte: www.chamada.com.br
(*) Ressalva do blog:
Conforme já esclarecemos, em outros artigos, estamos de pleno acordo com as explicações, fielmente bíblicas, dos autores, exceto quanto à tribulação de 7 anos, pois a Bíblia não faz essa referência, e em todos os textos referentes à tribulação encontramos:
- 3 anos e meio;
- um tempo, dois tempos e metade de um tempo;
- 1.260 dias; etc. Comentário do editor do blog:
Conforme temos comentado, quase que diariamente, nos artigos que temos postado, a segunda vinda de Jesus não se confunde com o "arrebatamento", tendo em vista diferenças muito claras a respeito, o que vem confirmado, literalmente, no artigo acima:
- no arrebatamento, os convertidos a Jesus, seremos levados para o encontro com Jesus, nos ares, entre nuvens, e Jesus não pisará na terra;
- na segunda vinda, Jesus vem com os salvos, antes arrebatados, e pisa na terra, mais especificamente no Monte das Oliveiras.
Quanto ao arrebatamento, serão levados, em primeiro lugar "os mortos em Cristo", que serão ressuscitados e transformados em corpos incorruptíveis, antecedendo os que estão vivos, que também serão arrebatados com corpos incorruptíveis.
Os sinais, previstos na Palavra Profética já estão evidentes, o que nos dá a esperança de que já estamos vivendo os últimos dias que antecedem a volta de Jesus para reinar sobre as Nações, a partir de Jerusalém.
Maranata! [Ora vem, Senhor Jesus}
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br
Quem acompanhou os noticiários [sobre Gaza] poderia ser levado a acreditar que Israel cometeu crimes de guerra durante a Operação Chumbo Moldado.
Isso não é verdade!
Trata-se de um libelo de sangue, simplesmente de uma acusação sem fundamento.
Isso não significa que não foram cometidos erros aqui e ali, que não houve equívocos, que uma certa unidade pode ter usado munição não-apropriada, e que houve incidentes com soldados que agiram de forma errada.
Presumivelmente, tais coisas ocorreram.
Mas, daí até a acusação de que Israel é culpado de crimes de guerra e que as Forças de Defesa de Israel (FDI) usaram práticas de combate imorais vai um longo caminho.
Mencionar conceitos como “crimes de guerra” ou
“crimes contra a humanidade” com referência a essa operação militar nada mais é do que puro disparate.
Os líderes nazistas foram considerados “criminosos de guerra” pelo assassinato de milhões de pessoas a sangue frio.
Adolf Eichmann foi julgado culpado de “crimes contra a humanidade” por ter enviado milhões para as câmaras de gás.
O uso desses termos em relação a uma ação bélica de auto-defesa, contra uma organização terrorista que age a partir de uma área repleta de civis, não é apenas uma distorção da verdade, mesmo que centenas de civis tenham sido mortos.
Trata-se, realmente, de uma perversão moral de primeira ordem, marcada por uma dose superabundante de maldade e hipocrisia.
Não acredite naqueles que dizem que as leis internacionais foram violadas durante a operação militar em Gaza.
Eles são os que usam a legislação internacional de forma cínica, com objetivos que nada têm a ver com preocupações a respeito da moralidade da guerra.
Os melhores juristas e acadêmicos em Israel e no mundo têm rejeitado essas acusações.
O Professor Alan Dershowitz, da Universidade de Harvard, um grande especialista em Direito, dissecou as acusações contra a operação das FDI com bisturi afiado, e rejeitou-as inteiramente.
O Professor Yoram Dinstein, um dos maiores especialistas israelenses em Direito Internacional, deixou claro em uma palestra no Instituto de Estudos de Segurança Nacional, que as acusações contra as FDI são arraigadas em preconceitos.
Na Europa, trata-se de uma questão de anti-semitismo clássico e, em Israel, de auto-ódio patético – ou de ignorância e interpretação equivocada dos pricípios legais, especialmente do espírito da lei internacional. As acusações contra as Forças de Defesa de Israel são arraigadas em preconceitos. Na Europa, trata-se de uma questão de anti-semitismo clássico.
Nesse caso tem acontecido algo estranho.
A pergunta principal costumava ser: quem é o agressor e quem exerceu seu direito de auto-defesa?
Essa é a verdadeira questão moral.
Atualmente, não se distingue entre aqueles que se levantam contra o Estado para destruí-lo e aqueles que lutam para defender sua vida.
Só interessa ao mundo se houve e quantas foram as vítimas civis, ignorando completamente a identidade dos responsáveis pela guerra e pela matança, um resultado inevitável de qualquer batalha, principalmente quando travada contra uma cruel organização terrorista.
Quando era presidente dos EUA, Harry Truman ordenou o lançamento de duas bombas atômicas sobre o Japão para evitar a morte de soldados americanos – a justificativa foi baseada no fato do Japão ser o responsável pela guerra.
Naturalmente é lamentável que mulheres e crianças foram mortas.
Não fico satisfeito nem mesmo com a morte de integrantes do Hamas...
Mas a responsabilidade de toda a matança e do sofrimento é exclusivamente do agressor, o Hamas.
Nenhum civil atingido – mesmo que tenha sido por engano – está pesando na consciência de Israel.
Essa é a verdade que nos permite andar de cabeça erguida.
Não há necessidade de ficarmos alarmados por [alegações de] pessoas cujos princípios são a hipocrisia e a falsidade.
Seu padrão moral está muito distante do nosso. (Yehuda Ben Meir, extraído de www.haaretz.com)
O autor é pesquisador-sênior no Institudo de Estudos de Segurança Nacional em Israel.
Já o rei Salomão disse: “...nada há, pois, novo debaixo do sol” (Ec 1.9).
Mais uma vez se confirma essa afirmação bíblica: na Idade Média, os judeus foram acusados de envenenar os poços e de contaminar as pessoas com a peste.
As atuais afirmações procedem do mesmo inimigo, apesar de serem apresentadas em outra embalagem: os judeus seriam criminosos de guerra e estariam atacando deliberadamente a população civil.
Quase não pode haver mentira mais grosseira do que essa.
Se outros exércitos tivessem de realizar essa operação, não há dúvida de que muito mais pessoas teriam sido vitimadas.
Realmente, é preocupante ver como o ódio a Israel aumenta e como os fatos sobre Israel são distorcidos.
Mas o salmista diz: “Com efeito, Deus é bom para com Israel...” (Sl 73.1).
E no Salmo 118.6 lemos as palavras consoladoras:
“O Senhor está comigo; não temerei. Que me poderá fazer o homem?”
O mesmo vale para a Igreja de Jesus:
“Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm 8.31). (Conno Malgo - http://www.beth-shalom.com.br)
Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, março de 2009.
Fonte: www.chamada.com.br Comentário do editor do blog:
Não estamos fazendo apologia de guerras, os que nos conhecem sabem que somos radicalmente contra guerras, mas estamos tratando de uma realidade insofismável: grupos terroristas têm atacado Israel no correr dos anos, e, ultimamente, isso tem acontecido pelo Norte, da parte do Hezbollah; e pelo Sul, da parte do Hamas.
Chega um momento em que o "ofendido" toma a decisão de exercer o seu Direito de defesa, e quando o faz, isso não ocorreu em guerra nenhuma no transcorrer da História dos Povos, o "agredido" paraliza a sua defensiva para contar as vítimas do outro lado até que o inimigo promova novas baixas, "empate a questão" para aí sim voltar a se defender.
Isso é ridículo, mas é o que estão cobrando de Israel:
"proporcionalidade"!!!...
Agora, como artigo que publicamos no dia 25, Israel é condenado pela ONU por "crimes de guerra"!
Chega a ser até hilário, tendo em vista que durante todos esses anos, desde que Israel voltou para a sua terra, sofreu ataques de seus inimigos, e a ONU nunca se pronunciou contra eles.
A ONU só julga Israel!
Está dentro do previsível, as profecias vão se cumprindo, e chegará o dia da volta de Jesus, para governar sobre as Nações, a partir de Israel.
Maranata! [Ora vem, Senhor Jesus]
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br
O relatório das Nações Unidas, divulgado recentemente, de autoria de Richard Goldstone, afirma que as Forças de Defesa de Israel (FDI) cometeram crimes de guerra ao buscarem defender Israel dos ataques violentos com mísseis e foguetes lançados de Gaza pelo Hamas.
Encontrei por acaso o vídeo colado abaixo e me ocorreu que, na verdade, o povo de Israel não se importa com Goldstone ou com as Nações Unidas, nem com todos os libelos deles contra nossos filhos e filhas, nossos irmãos e irmãs, maridos e esposas que estão nas FDI.
Não estamos buscando a aprovação ou a permissão deles.
Sabemos quem somos e sabemos quem são os nossos soldados.
Creio que esse vídeo resume tudo muito bem.
A canção ao fundo é o Salmo 121.
Foi escrito pelo Rei Davi.
Os amigos da Art Scroll/Mesorah Publications foram muito gentis em me enviar sua tradução do Salmo para aqueles dentre vocês que não estivererm familiarizados com o texto.
A song of ascent.
I will raise my eyes upon the mountains;
Whence will come my help.
My help is from Hashem;
Maker of heaven and earth.
He will not allow your foot to falter;
Your Guardian will not slumber.
Behold he neither slumbers nor sleeps -- the Guardian of Israel.
Hashem is your Guardian;
Hashem is your shade at your right hand.
By day the sun will not harm you,
Nor the moon by night.
Hashem will protect you from every evil;
He will guard your soul.
Hashem will guard your going out and your coming in.
From this time and forever.
Cântico de Peregrinação.
Levantarei meus olhos para os montes;
De onde me virá o socorro.
Meu socorro vem de Hashem (*);
Criador dos céus e da terra.
Ele não permitirá que teus pés tropecem.
Teu Guardião não dormitará.
Eis que Ele não cochila nem dorme -- o Guardião de Israel.
Hashem é nosso Guardião;
Hashem é tua sombra à tua mão direita.
De dia, o Sol não te causará dano,
Nem a Lua durante a noite.
Hashem vai proteger-te de todo mal.
Ele guardará tua alma.
Hashem guardará a tua saída e tua entrada.
Desde agora e para sempre. (tradução livre do inglês)
Tomem isso 'juiz" Goldstone, ONU, Barack Obama e todos os demais.
Shaná Tová (Feliz Ano Novo) para Am Yisrael (o povo de Israel) e todos os nossos amigos.
Caroline Glick é vice-editora do jornal The Jerusalem Post - seu site é www.CarolineGlick.com. (http://www.beth-shalom.com.br)
(*)Hashem significa Senhor.
Comentário do editor do blog:
Em nossos comentários, ontem, dizíamos sobre as guerras que Israel lutou, tem lutado, quando, na maioria delas, seus efetivos estavam inferiorizados em número e poder de defesa, mas Israel entrou para se defender, eis que foi atacado, desde sempre, por seus inimigos. E sempre venceu!
Suas vitórias sempre foram inexplicáveis aos olhos humanos, e lembramo-nos da travessia do Mar Vermelho: o mar à frente, ameaçador; e por trás os exércitos egipcios, não menos ameaçadores, e Israel passou a pés enxutos, e os inimigos quando foram persegui-los, o mar se fechou sobre eles...
O Deus de Israel, o Deus de Abraão, de Isaque, e de Jacó abriu o mar para que Israel passasse, e fechou-o imediatamente sobre os egípcios, proporcionando livramento aos israelenses, mas derrota ao exército do Egito.
Tantas outras lutas descritas na Bíblia, a Palavra de Deus, e Israel sempre vencendo de maneira sobrenatural; melhor dizendo, Deus lhes levando o socorro diuturnamente.
Contemporaneamente, após o regresso do povo ao seu território, e à resolução 181 da ONU que lhe reconheceu como Nação, e lhe entregou as terras que Deus lhe dera no passado, os inimigos não se conformaram, continuaram a guerrear contra o povo de Deus, e Israel sempre vencendo, mesmo nos tempos de inferioridade bélica!
Novamente, Israel vem sendo vítima, há alguns anos, de ataques diários com bombas e foguetes, ora, ao sul, por obra do Hamas, e ora, ao norte, por iniciativa do Hezbollah, e, quando no seu legítimo direito de defesa, responde aos ataques duas coisas acontecem, e têm sido exploradas pela parcialidade da mídia, e, via de consequência pela opinião pública internacional, que foi alimentada por notícias distorcidas:
- população civil, principalmente muheres e crianças são vitimizadas inocentemente; isto porque a estratégia do inimigo é firmar suas bases em locais de aglomeração de civis, como hospitais, escolas, etc.
- o número de baixas "não é proporcional" (sic); obviamente porque em uma guerra, quem ataca ou se defende não fica fazendo contas para ver se os números estão iguais aos das baixas que sofreu, situação agravada pelo ítem primeiro.
Então, o pronunciamento acima, de Caroline Glick, vice-editora do jornal The Jerusalem Post, se justifica, tendo em vista que não é procedente a sentença de Goldstone da ONU.
Ela então evoca o Salmo 121, quando o salmista em situação de desespero, de lutas, de injustiças, exclama:
"De onde me virá o socorro?", e ele mesmo responde:
"O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra"
Essa é a explicação para as constantes e eternas vitórias de Israel: "o socorro vem do Senhor!"
Estamos diante de "sinais" claros de que a segunda vinda de Jesus se aproxima, com a realização literal da Palavra Profética, a cada dia, a cada momento.
Maranata! [Ora vem, Senhor Jesus]
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
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Quando as Nações Unidas realizaram a votação histórica que sancionou o ressurgimento do Estado de Israel, em 29 de novembro de 1947, milhões de judeus e cristãos sinceros o viram como um genuíno milagre divino.
Uma nação que parecia extinta há séculos voltava a existir.
Era um novo começo que surpreendia o mundo.
O povo judeu é o Povo do Livro, Israel é sua Terra Prometida e Jerusalém é a Cidade do Rei. E, um dia, disseram os profetas, haveria uma grande reunião dos exilados judeus espalhados por todo o mundo. Israel retornaria à sua terra – e assim aconteceu. Na foto: Festa dos Tabernáculos diante do Muro das Lamentações.
Na verdade, porém, não se tratava de nenhum recomeço, mas da realização de um sonho que os judeus do mundo inteiro acalentavam desde sua dispersão, após a destruição de Jerusalém pelos romanos, no ano 70 de nossa era.
A cada novo ano, quando os judeus realizavam a ceia da páscoa nas mesas espalhadas pelas nações gentias, as vozes se elevavam para entoar as palavras sagradas:
No próximo ano em Jerusalém!
O sonho não era uma fantasia vã, mas uma esperança firmemente arraigada nas Escrituras.
O povo judeu é o Povo do Livro, Israel é sua Terra Prometida e Jerusalém é a Cidade do Rei.
E, um dia, disseram os profetas, haveria uma grande reunião dos exilados judeus espalhados por todo o mundo.
Israel retornaria à sua terra – e assim aconteceu.
Os pára-quedistas judeus, ao avistarem, com os olhos cheios de lágrimas, o Muro Ocidental (das Lamentações), na Cidade Velha de Jerusalém, em 7 de junho de 1967, entenderam o significado profundo dessa volta ao lar.
O general israelense Moshe Dayan expressou em palavras aquela profunda emoção.
Em pé diante do muro, ele disse:
“Voltamos para o nosso lugar mais sagrado, para nunca mais partir... Estendemos as mãos para nossos irmãos árabes, no desejo sincero de viver em paz, porém voltamos para Jerusalém e nunca mais sairemos dela.”
Quando o rabino Shlomo Goren, capelão-chefe do exército, tocou a trombeta de chifre de carneiro que tinha trazido consigo até o muro, aquele gesto teve dois significados monumentais:
(1) Jerusalém voltara a ser unificada.
Depois de quase 2000 anos, ela estava novamente com seu povo.
(2) A trombeta, como nos tempos antigos, conclamava os judeus de todo o mundo a voltarem para casa.
Todos esses acontecimentos foram verdadeiros milagres.
A estrada longa e deserta
Dizer apenas que os judeus “sonhavam” com seu retorno não reflete nem de longe a intensidade desse anseio.
Há milênios, os filhos e filhas de Abraão têm sido um povo marcado para o extermínio.
Eles sofreram nas mãos dos cruzados, inquisidores, perseguidores e defensores das expulsões dos países em que viviam.
Eles foram forçados a usar símbolos degradantes que os identificavam como judeus, e passaram pela aflição de serem metidos em guetos abarrotados, onde até mesmo os direitos mais simples lhes eram negados. Quando o rabino Shlomo Goren, capelão-chefe do exército, tocou a trombeta de chifre de carneiro que tinha trazido consigo até o muro, aquele gesto teve dois significados monumentais:
(1) Jerusalém voltara a ser unificada. Depois de quase 2000 anos, ela estava novamente com seu povo.
(2) A trombeta, como nos tempos antigos, conclamava os judeus de todo o mundo a voltarem para casa.
Vivendo em ambientes gentios tão hostis, a assimilação teria sido a escolha mais razoável.
Mesmo sem um país, uma capital, um templo ou qualquer perspectiva concreta de um futuro nacional, eles resistiram.
O sonho continuou vivo – um sonho baseado na esperança de dias melhores para esse povo sitiado.
Então, no século XIX, o impossível começou a acontecer.
Embora houvesse judeus em Jerusalém desde a Dispersão, algo quase imperceptível passou a ocorrer.
Pequenos grupos de pioneiros judeus começaram a se dirigir para o Oriente Médio.
Filantropos, como o barão Edmond James de Rothschild, começaram a comprar terras pantanosas infestadas de malária, que os turcos otomanos consideravam sem valor algum.
Após o infame julgamento do caso Dreyfus em Paris, em 1894 (Alfred Dreyfus, um oficial do exército francês, de origem judaica, foi falsamente acusado, condenado e enviado para a Ilha do Diabo), o movimento começou a tomar forma e corpo.
Theodor Herzl, um jornalista judeu assimilado, percebeu os maus presságios para os judeus da Europa.
O tapete de boas-vindas estava sendo retirado e tempos difíceis se aproximavam.
Assim, Herzl patrocinou o Primeiro Congresso Sionista, em Basiléia, na Suíça, em 1897.
A respeito desse primeiro encontro, Herzl declarou:
“Em Basiléia eu fundei o Estado judeu”.
O sionismo político declarou seu propósito de estabelecer um Estado judeu na Palestina, inteiramente sancionado pelas leis internacionais.
Embora alguns compartilhassem a paixão de Herzl em voltar para o Oriente Médio, a maioria, como os judeus da antiga Babilônia, preferiu ficar onde estava, declarando-se muito feliz com seu estilo de vida e seu status de judeus europeus.
Então veio Adolf Hitler com suas hordas de camisas marrons marchando a passo de ganso.
Seis milhões de judeus pagaram o mais alto preço por seu pueril erro de cálculo.
Entre as vítimas estava a filha de Herzl, Trude Margarethe, que morreu em 1943 no campo de concentração nazista de Theresienstadt.
Enquanto os judeus europeus do pós-guerra juntavam o que restara de suas vidas estraçalhadas para enfrentar o futuro sem seus entes queridos e amigos, eles começaram a olhar para sua terra ancestral – Israel.
Às 4,30 horas da tarde de 14 de maio de 1948, David Ben-Gurion – que viria a ser o primeiro premiê de Israel – levantou-se no saguão do Museu de Tel-Aviv e declarou:
“O Estado de Israel acaba de nascer”.
O tão sonhado milagre tornara-se uma realidade nacional. Às 4,30 horas da tarde de 14 de maio de 1948, David Ben-Gurion – que viria a ser o primeiro premiê de Israel – levantou-se no saguão do Museu de Tel-Aviv e declarou: “O Estado de Israel acaba de nascer”.
Uma questão de sobrevivência
Mais de meio século se passou desde aqueles dias esfuziantes, cheios de sonhos, esperanças e lutas para a construção da nação.
Imigrantes judeus vindos de mais de uma centena de países encheram aquela terra com mais gente do que na época de Jesus.
Mas, ao longo desses sessenta e tantos anos, um mundo completamente diferente passou a se desenvolver em torno do pequeno Israel.
Os grandes impérios coloniais que constituíram os mandatos para a criação da pátria judaica já não existem mais.
A independência das nações árabes fez surgir regimes tirânicos, governados por homens que, assim como Hitler, têm uma obsessão insana de ver o Estado judeu e seu povo completamente eliminados da face da terra.
Até mesmo no “civilizado” Ocidente, essas pessoas estão alimentando uma apavorante exibição internacional de ódio, caos e radicalismo.
Quem são esses indivíduos beligerantes?
O que os motiva e por que agem de forma tão brutal em sua determinação de atingir pessoas inocentes?
A falta de respostas tem deixado muita gente frustrada, desinformada e extremamente confusa.
Por essa razão, tentamos esclarecer as questões relacionadas ao Oriente Médio.
Em nossas publicações, buscamos responder algumas dessas perguntas desconcertantes.
Esperamos que os leitores tenham uma nova percepção do milagre extraordinário representado pela existência de Israel – milagre que muitos parecem ter esquecido.
Existe realmente um plano por trás de tudo o que aconteceu, está acontecendo e irá acontecer no futuro.
Deus, que é soberano, está nos conduzindo a uma inevitável consumação.
Enquanto esquadrinhava os eventos que assolam o mundo de hoje, um amigo meu comentou:
“Gostaria que tudo isso já tivesse acabado.
Quem dera o Senhor voltasse hoje!”
Bem, somos compelidos a acreditar que tudo isso chegará ao fim, talvez muito mais cedo do que imaginamos.
O certo é que o último capítulo já foi escrito e nós, juntamente com o remanescente de Israel, estamos do lado vencedor.
É o que está escrito na Bíblia. (Elwood McQuaid - Israel My Glory - http://www.beth-shalom.com.br)
Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, julho de 2003.
Fonte: www.chamada.com.br Comentário do editor do blog:
Infelizmente duas fotos iniciais não foram aceitas pelo sistema, talvez por serem de tamanho superior ao desta página.
O título desta matéria leva-nos a refletir nas várias lutas enfrentadas por Israel, nas quais não tinha as mínimas condições sequer de lutar [eram numericamente menores em contingente e em armamentos], mas Deus os levou à vitória, é só ler a Bíblia para enumerá-las.
Uma nação que se dispersara há séculos, que parecia não existir mais, volta à terra que Deus lhe dera como propriedade perpétua, com a sua presença autenticada, homologada pelo mundo inteiro, através da ONU; e o que é mais fantástico, volta com a sua língua original!
Jamais, na História da humanidade, se ouviu falar de coisa semelhante, um povo voltar a se constituir como Nação, no seu próprio território, com a sua própria lingua, e ao enfrentar os seus inimigos em guerras que não provocou [foi vítima de ataques], mas apenas entrou para se defender, repetimos, com equipamentos e contingentes humanos bem menores, e, milagrasoamente, alcança a vitória em todas as ocasiões.
Onde está o milagre?
Na poderosa mão de Deus abrindo mares, rios, territórios, para que Seu povo passe e os inimigos sejam detidos por quaisquer circunstâncias entre os muito poderes de Deus.
Estamos, ainda, em um grande impasse para que Binyamin Netanyahu, premiê de Israel; Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina; e Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, reunidos ontem, cheguem a uma proposta de paz aceitável para todas as partes.
De uma coisa estamos certos, a vontade de Deus, expressa nas profecias bíblicas, há de ser cumprida: todos os israelenses [remanescentes] irão se converter a Jesus, e serão salvos para honra e glória de Deus (Romanos cap. 11), cuja Palavra será cumprida literalmente.
Está chegando o grande momento da segunda vinda de Jesus para reinar sobre as Nações, a partir de Israel.
Maranata! [Ora vem, Senhor Jesus]
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br
Foto de Magno Aquino como Missionário da Missão Vida, hoje cuidando de um abrigado: "Recuperar mendigos, é possível, nós cremos, eu sou uma prova!" - www.mvida.org.br
"Voltar para Deus, voltar-se para Deus, uma angustiante rota de dor e dúvidas." Parte final da carta de Magno Aquino ao rev. Edson Alves.
Ainda me sinto interno, foi uma experiência sem precedentes: ser um interno de um centro de recuperação de mendigos.
Agora é voltar, pra onde, e como voltar pastor?
Insisto que ser crente deveria ser fácil, já que é fácil pra quem nasce crente; penso nisso o tempo todo; nascendo crente poderia estar em qualquer lugar que quisesse e seria um homem feliz, não aqui à cata duma fé construída a ferro e fogo; e perdi como se perde um jogo de pôquer, sem perceber.
Não herdei a minha fé.
E comunhão é coisa que deve existir só na minha cabeça; queria falar muita coisa pra Deus, se falasse eu melhoraria muito.
Sararia até.
Não entendo de comunhão, leio a Bíblia e concluo, objetivamente concluo; permanecer longe das armas, e das drogas, e do roubo e da violência e do passado, essa, pastor é a religião que aprendi na Bíblia; têm mais coisas, eu sei, mas quando lembro o que Deus já fez de bom, contento-me com o que tenho e me calo, pedir mais alguma coisa pode piorar a situação.
Olho aquele dia pastor Edson, quando levantei a mão e me lembro das seis paradas por overdose de “artani” moído e PCP e penso que só fui lá à frente por puro desespero, só por não ter mais a quem recorrer, só por entender que eu “já era”, por estar cansado demais daquela vida toda, cansado pra continuar fugindo e me jogando por aí, na esperança de que uma hora qualquer alguma coisa acontecesse, nem precisava ser boa de verdade, não tão ruim com de costume já seria lucro.
Não havia um sentimento bom ou nobre em minha decisão de ser crente; igual às pessoas que decidem nobremente seguir o Evangelho; só desespero, só cansaço pra apresentar lá na frente, nada que prestasse ou chamasse a atenção de Deus; mãos sujas e um coração pesado, oferta de Caim.
Quem quer isso? Deus não haveria de querer.
Tem um versículo que diz: “Quero trazer à memória aquilo que me pode dar esperança.”
A dimensão desse desejo é enorme, amplia-me, sinto certa alegria pensando.
Esperança é uma palavra que tento evitar, há um peso, uma ilusão nessa palavra, mas termino por “tropeçar” nela todo o tempo: versículo, música, artigos, textos devocionais, até na pregação o pr. Arnaldo destaca a esperança, além da sua carta pastor; “receitando” o salmo 40.
Ainda agorinha eu parei de escrever esta carta, hora do culto e adivinha o texto do sermão?
Salmo 40... Irritou-me a princípio, mas depois me concentrei e sem motivo aparente me alegrei ouvindo sobre confiança; não foi assim me alegrar sobremaneira, me senti bem.
Leio o salmo repetidamente, mudo de versão e sempre a mesma coisa, parece ter vida própria (é só um jeito de falar), pois cada parte me toca, é esse o termo, me toca, incomoda, perturba; é desconfortável e conforta (viiiich!).
Penso, quando leio, que uma hora será minha hora de ser o protagonista do salmo 40 (to pirando né?),
Ele vai se inclinar pra mim e finalmente vai me ouvir o clamor, e olha que eu tenho clamado pra dedéu; ouvir é sinônimo de atender.
A outra parte já foi, a que fala do poço de lama e perdição, Ele já me tirou desse poço maldito, então, Ele é fiel pra terminar o que começou, não é assim?
Ou eu me agarro nisso ou morro.
Tô tentando praticar a esperança.
Se der errado deu.
Aí fica a parte de firmar os meus pés sobre a Rocha, me firmar os passos; pra depois chegar à parte visceral:
“Me pôs nos lábios uma nova canção!”, nessa parte sem Ele não vai dar, cântico novo vem do coração, mas vem antes do coração d´Ele.
Canção do céu, aloprei de vez.
Mas é assim que as coisas estão nesse momento na minha cabeça, é um processo, pois a boca fala do que o coração está cheio; nova canção só pode sair de coração novo, mas não posso me reconverter.
Mas posso pedir arrego, posso dizer que se pra Ele tiver tudo bem que eu quero tentar de novo.
Do jeito d´Ele.
Ta entendendo pastor?
A resposta pode vir pela palavra, novo coração; a partir daí as coisas podem se encaixar; Deus entra com a boa vontade de resolver as coisas, Ele tem boa vontade, Ele não vai me deixar com esperança pra depois me largar na mão, vai?
Fica faltando resolver o problema da fé, mas não é falta total de fé não, é só fé pequena, fé sem prática, mas deve servir pra começar, precisa servir, é o que tenho.
Meio que do nada eu me vejo animado, esperançoso até, como se uma coisa boa estivesse a ponto de acontecer pastor.
Eu não vou me animar demais pra não parecer falta de reverência, mas Ele olhou na minha direção, tenho certeza que olhou.
Obs: O restante da carta é entre o autor e Deus, o artigo foi baseado no manuscrito, mas o pastor tem a carta original com data de postagem; "quase" completa.
(Ex-interno do centro de recuperação de mendigos - Missão Vida)
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www.sola-scriptura.com O prazer da leitura bíblica!
Por: Alexandre Magno Aquino Duarte
Sobradinho - DF
Fonte: link recebido por e-mail do autor Comentário do editor do blog:
Este é o término "doloroso" de um testemunho, um testemunho de vida, um testemunho de mudança de vida.
Antes um abrigado da Missão Vida, hoje um Missionário da Missão Vida.
E ainda há gente que diz, "com boca cheia", que não tem jeito, que uma pessoa uma vez caída será sempre caída.
Mas não é assim!
Não é assim, pelo menos para Deus, o Deus Fiel, que se inclina para nós, para ouvir quando clamamos por socorro (Salmo 40. 1).
Que alegria ver o irmão Magno Aquino a serviço de Deus, a serviço dos que, como ele um dia, estão nas ruas, carentes, necessitados, abandonados, quiçá drogados, agarrando-se ao vício como uma última tentativa de não sentir a dor...
Mas tem jeito; tem jeito sim, pois Deus que é Pai, que é Fiel, que é bom, que é misericordioso, que é Amor, está olhando, está esperando a volta do filho pródigo ao seu regaço.
Na maioria das vezes, esse retorno não é fácil, é doloroso, é demorado, é dependente de uma mão amiga para levantar o necessitado, e, pelo menos, indicar o "Caminho", e o único Caminho é Jesus.
Aleluia!
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br
Deus não é apenas o Criador do espaço que abriga toda matéria e toda energia.
João teve a candura de proclamar que “Deus é amor” (1Jo 4.8, 16).
J. I. Packer acrescenta que essa declaração “é uma das mais tremendas encontradas na Bíblia -- e também uma das menos compreendidas”.
Uma coisa dá importância à outra.
Apesar de ser o criador de todas as coisas visíveis e invisíveis, Deus é amor.
Apesar de ser capaz de amar, Deus é o desenhista, o executor e o sustentador de todo o universo conhecido e desconhecido.
Uma coisa fala da majestade; outra, do sentimento.
Deus cria e se relaciona.
Se Deus criasse e não se relacionasse, a criação seria órfã.
Seria como um bebê saudável, perfeito e bonito sem mãe e sem pai.
Uma das evidências do amor de Deus pela criatura é a ordem da criação.
Ele só criou o ser humano no sexto “dia”, depois de ter criado tudo para sua sobrevivência, para seu conforto e para sua realização, inclusive sua capacidade de amar e de ter companhia.
Todavia, a maior propaganda do amor de Deus é a cruz:
“Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8). (negrito acrescentado pelo blog)
Packer explica que o amor de Deus não é causado, mas
voluntário e espontâneo.
Ele ama os não-amados e os não-amáveis.
O tratamento que ele dispensa às criaturas e aos pecadores está cheio de amor por dentro e por fora.
Ele os trata com misericórdia do princípio ao fim.
Embebecido pelo amor divino, Paulo se põe de joelhos diante do Pai e faz uso da oração para que os crentes de Éfeso sejam capazes de sentir e compreender “quão extenso, quão largo, quão profundo e quão alto é, na realidade, o seu amor” (Ef 3.18, BV).
Porém, o próprio Paulo sabe de antemão que nem eles nem ninguém conseguirá plenamente tal façanha.
Assim como ninguém consegue medir a água do mar com as conchas das mãos ou o céu palmo a palmo (Is 40.12), é também impossível medir ou pesar o amor de Deus.
A mais famosa e confiável declaração de amor é também o versículo mais conhecido da Bíblia:
“Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16, NTLH). - negrito acrescentado pelo blog -
À essa passagem deve-se juntar o comprovante dela:
Deus “nem mesmo deixou de entregar o próprio Filho, mas o ofereceu por todos nós!” (Rm 8.32, NTLH). - negrito acrescentado pelo blog -
Packer está certíssimo quando diz que “a cruz é a prova extrema da realidade e da imensidão do amor de Deus”!
Fonte: www.ultimato.com.br Comentário do editor do blog:
Não há muito a acrescentar ao belo texto acima que expõe, com clareza, o amor de Deus; amor espontâneo, Ele nos amou primeiro, o seu amor não depende de uma atitude anterior nossa.
Como diz o texto, Deus não deixou de entregar Seu próprio Filho por nós.
É, pois, um amor não só de palavra, não só de língua, não é um amor de boca para fora; Ele entregou e provou o grande Amor para conosco, deixando a cruz vazia.
Não só a cruz está vazia, mas também o túmulo.
Fosse Ele mais um, como os outros [deuses], que morresse e morto ficasse, como um "mortal" comum, e vã seria a nossa fé, conforme afirmam as Escrituras.
Mas nós temos uma prova, entre tantas outras: a cruz vazia!
Aleluia!
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br