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Sê Fiel
Editor: Edmar Torres Alves
Opinião
Israel e a Europa


Voltei recentemente de uma viagem à Alemanha onde atuei como conferencista num congresso profético. Muitos participantes daquele encontro demonstraram interesse em conhecer o papel desempenhado pela Europa na profecia bíblica, bem como queriam saber se a União Européia poderia ter alguma relação com o futuro reino do Anticristo.

Eu lhes respondi que há a possibilidade de que a União Européia seja uma espécie de preparação para o reino do Anticristo durante a Tribulação.

Suponho que, no fim, os Estados Unidos se envolverão cada vez menos na tentativa de solucionar o problema de Israel no Oriente Médio e que a União Européia se envolverá cada vez mais nesse processo.

Um ou dois dias depois de chegar em casa, li a seguinte manchete na internet:

“A União Européia espera exercer um papel na segurança de Israel”.[1]

<>A União Européia envolve-se em Israel

No artigo citado, Aaron Klein relata que fontes de informação lhe revelaram a existência de negociações secretas em andamento entre autoridades do governo israelense de Olmert, representantes palestinos do governo do presidente Abbas, o Egito na qualidade de mediador e a União Européia, com a contribuição dos Estados Unidos.

Klein faz a seguinte observação: “Ao falar sob a condição de que seu nome não fosse revelado, um assistente de Javier Solana, chefe de política externa da União Europeia, declarou que haverá uma evolução e mudanças políticas históricas nas negociações, num prazo de algumas semanas ou poucos meses, algo que não se via desde as conversações de paz de Camp David em 2000”.[2]

(Nunca se esqueçam de que o Tratado de Oslo também foi negociado em sigilo para, depois, vigorar sobre o povo israelense praticamente como uma imposição).

“Segundo fontes diplomáticas, Israel teria concordado em entregar a Cisjordânia aos palestinos num acordo com o presidente Abbas”.[3]

Voltamos de novo ao mesmo ponto, à fracassada política de ceder terras em troca de paz, que sempre tem trazido mais morte do que paz para Israel.



Cartaz da União Européia: “Europa - muitas línguas, uma voz” - uma clara referência a Babel.

De acordo com essas informações, a maior parte da Cisjordânia passaria ao controle palestino numa transição durante a qual a Cisjordânia, a princípio, sairia do controle israelense para o mando da União Europeia e, por fim, seria entregue ao governo palestino.

Com a União Europeia que, pelo que parece, encontra-se no limiar de substituir os Estados Unidos na qualidade de principal influência externa no Oriente Médio (pelo menos em Israel), as coisas podem se encaminhar para uma realidade muito mais próxima daquela que a Bíblia prevê para os personagens que estarão envolvidos na aliança que marcará o início do período da Tribulação.

Os personagens envolvidos são Israel e o revivificado Império Romano, do qual a União Europeia parece ser a precursora nessa montagem do palco.

Klein nos conta o seguinte:

“Fontes da União Europeia em Israel informaram ao WorldNetDaily que seus gabinetes aqui [i.e., em Israel] estão contratando novos funcionários a fim de lidarem com questões de segurança, relações públicas, diplomacia e coordenação regional.

Elas afirmam que a expectativa é de que haja um aumento na carga de trabalho em virtude das iniciativas diplomáticas sigilosas que, segundo dizem, podem resultar numa retirada israelense da Cisjordânia”.[4]

A aliança de Israel com a morte

O texto de Daniel 9.27 declara:

“Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele”.

O pronome “ele”, mencionado no início do versículo, refere-se ao vindouro Anticristo.

Por quê?

Porque o antecedente mais próximo é uma nítida referência dele, conforme se lê: “e povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário” (Dn 9.26).

Tal predição diz respeito à destruição de Jerusalém e do templo no ano 70 d.C.

Portanto, o pronome “ele” faz alusão a alguém que viria depois daqueles que destruíram a cidade de Jerusalém e seu templo em 70 d.C.

Esse alguém é o Anticristo, o qual, na qualidade de representante do ressurgido Império Romano, cumprirá os eventos descritos em Daniel 9.27 na metade da septuagésima semana de Daniel, conhecida como a Tribulação, que ainda está por vir.

Mais informações detalhadas sobre esse ressurgimento do Império Romano podem ser encontradas nos capítulos 2 e 7 do livro de Daniel.


Uma versão da moeda de 2 euros (aquela que representa a Grécia) ostenta a figura da mulher montada na besta.

O profeta Isaías enuncia a razão pela qual o povo de Israel concordará em fazer tal aliança com o Anticristo (Is 28.14-22).

Como sempre ocorreu em sua história pregressa, a nação de Israel aceitará a aliança com o Anticristo na tentativa de obter segurança e proteção contra os inimigos que a acossarão de todos os lados.

O versículo 15 afirma: “Porquanto dizeis: Fizemos aliança com a morte e com o além fizemos acordo; quando passar o dilúvio do açoite, não chegará a nós, porque, por nosso refúgio, temos a mentira e debaixo da falsidade nos temos escondido”.

Ao invés de firmar uma aliança de vida, como os líderes de Israel pensarão ter feito, a nação terá nesse pacto o marco inicial da Tribulação, o qual, na realidade, se constituirá numa “aliança com a morte” (Is 28.15,18).

Em vez de ganhar proteção com a supervisão européia, Israel sofrerá o “dilúvio do açoite” (Is 28.15,18), uma metáfora que descreve a invasão militar.

O versículo 18 diz: “A vossa aliança com a morte será anulada, e o vosso acordo com o além não subsistirá; e, quando o dilúvio do açoite passar, sereis esmagados por ele”.

Mais tarde, por ocasião da metade do período da Tribulação, esse Anticristo romano, que no início da Tribulação dará garantia de proteção à nação de Israel, voltar-se-á contra o povo judeu e começará uma era de perseguição como nunca se viu (cf. Mt 24.15-22; Ap 12.1-7).

Entretanto, será exatamente em meio a esse “açoite”, ao passarem pela experiência de serem “esmagados”, que os judeus, por fim, constatarão o fato de que Jesus de Nazaré era o seu Messias e O invocarão em busca de livramento.

O mundo inteiro parece mover-se rapidamente em direção a esse momento, o tempo da Tribulação.

A União Européia e os símbolos satânicos

Também é interessante observar que a União Europeia parece ser atraída por símbolos bíblicos que são utilizados para representar os oponentes de Deus.

É fato que a bandeira da União Europeia possui doze estrelas, as quais são uma idéia originária do inegável símbolo da mulher mencionada em Apocalipse 12.1; porém, o sentido contextual da colocação daquelas doze estrelas é diferente do sentido das Escrituras Sagradas.

No contexto da União Européia, eles se aproveitaram de um símbolo divino e o perverteram para identificá-lo como o principal símbolo de sua união.






A Torre de Babel (pintura de Brueghel) e o prédio do Parlamento Europeu em Estrasburgo (França) - observe o formato de torre inacabada.

Outro importante símbolo da União Européia é o da Europa – uma mulher montada numa besta.

Isso tem nítida relação com o texto de Apocalipse 17, onde a mulher é identificada como uma prostituta montada na besta, uma simbologia que retrata o Anticristo e seu reino.

Uma versão da moeda de 2 euros (aquela que representa a Grécia) ostenta a figura da mulher montada na besta.

Por que há um fascínio tão forte por essa simbologia claramente satânica?

Os governantes da União Européia são homens inteligentes, de boa formação educacional.

A realidade é que tais líderes devem conhecer muito bem o significado bíblico dos símbolos que utilizam para representar a UE.

Eu creio que eles, deliberada e intencionalmente, escolheram esses símbolos porque aspiram uma posição muito elevada para a União Europeia.

No conjunto de suas ambições encontra-se o governo mundial.

O edifício-sede do Parlamento Europeu em Estrasburgo

Durante nossa recente viagem à Alemanha, tomamos a decisão de ir à França para ver com nossos próprios olhos o novo prédio do Parlamento Europeu em Estrasburgo.

Eu já tinha ouvido falar a respeito dele, mas queria vê-lo pessoalmente, enquanto estava de viagem naquela região.

Exatamente como outros disseram, seu projeto arquitetônico assemelha-se a uma Torre de Babel inacabada.

A implicação aludida nessa semelhança é a de que a União Europeia está a caminho de, finalmente, unir o mundo inteiro.

Esse, naturalmente, será o desejo e o objetivo do Anticristo...

Eu estava lá exatamente no momento em que se abria uma nova sessão do Parlamento; havia um burburinho de vozes oriundo dos membros em atividade e do pessoal da segurança.

Foi realmente impressionante ver esse lugar.

Conclusão

Percebemos em nossos dias o crescente isolamento de Israel no cenário mundial, o que leva o povo judeu a realizar esforços para fazer alianças humanas que lhe proporcionem segurança, em vez de buscar a estabilidade no Senhor.

Virá o dia no qual surgirá um líder europeu que, aparentemente, solucionará a crise no Oriente Médio pela instrumentalidade de uma aliança.

Enquanto isso, Deus, através dos acontecimentos atuais, prepara o ressurgimento do Império Romano, que será a etapa final do reino humano, caracterizada pelos mais desmedidos esforços na luta contra o Deus Todo-Poderoso.

Por toda parte ao nosso redor, há indícios precisos de uma efetiva montagem do cenário mundial.

Para percebê-los, basta que saibamos olhar na direção certa e da maneira correta.

Essa sequência de acontecimentos abre caminho para os eventos maiores que se desenrolarão durante a Tribulação.

Enquanto Deus prepara o mundo em que vivemos para o juízo, o crente em Cristo deve estar continuamente pronto para o serviço do Senhor; numa espera vigilante da iminente volta de nosso Senhor nas nuvens, para arrebatar a Sua noiva.

Maranata! (Thomas Ice - Pre-Trib Perspectives - http://www.beth-shalom.com.br)

Thomas Ice é diretor-executivo do Pre-Trib Research Center em Lynchburg, VA (EUA). Ele é autor de muitos livros e um dos editores da Bíblia de Estudo Profética.

Notas:

1. Aaron Klein, “EU expecting role in Israel s security”, publicado no WorldNetDaily, edição de 24 de janeiro de 2007.

2. Idem.

3. Ibidem.

4. Ibidem.

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, julho de 2008.

Fonte: www.chamada.com.br

Comentário do editor do blog:

Note-se que o artigo acima é de julho de 2008 (data da publicação), bem anterior, pois, à eleição de Barack Obama como presidente dos EUA, o que aparentemente não mudou muita coisa.

Embora esteja se destacando agora, início do seu mandato, quando pretende forçar Israel a ceder terras e a admitir a criação da Nação Palestina, na verdade [quase que sigilosamente] o representante da União Europeia para assuntos do Oriente Médio, Tony Blair, tem feito movimentos muito importantes para alcançar a Paz mediante acordo entre Israel e a Autoridade Palestina.

Há que se lembrar, ainda, que pelo contexto bíblico, será o Império Romano restaurado a peça mais importante nesses momentos finais; não podemos esquecer, também, que Blair, ex-Primeiro Ministro da Inglaterra, é de origem judia.

Poderá ser ele o lider europeu que instrumentalizará a aliança [nos termos bíblicos].

O que se nos apresenta é o "palco" montado para os dias finais, quando Jesus voltará para reinar sobre as Nações a partir de Israel.

Maranata! [ora vem Senhor Jesus]

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

O futuro governo mundial

Dentro de pouco tempo, um governo cruel, perverso e totalitário, mas com um discurso impecável de paz, amor e fraternidade, tomará conta do planeta Terra.

Nada pode impedir que isso aconteça.

Os Estados Unidos, depois de um colapso repentino e misterioso, serão impotentes, um mero peão no desenrolar dos acontecimentos.

Mas será que essa transformação será provocada pelos lendários Trilateralistas?

Não!

A conspiração é muito maior do que isso e poderosa demais para ser controlada pelos Trilateralistas.

Há muitos rumores alarmistas de que importantes líderes políticos de Washington estariam envolvidos numa conspiração para trair os interesses nacionais dos Estados Unidos.

Esses homens, todos membros ou ex-membros da Comissão Trilateral e/ou do Conselho de Relações Exteriores (CFR, em inglês), estariam trabalhando lado a lado com certos líderes comunistas importantes numa conspiração internacional para estabelecer um governo mundial [...].

Não há dúvida de que esses relatos têm um fundo de verdade.

Mas as pessoas invariavelmente exageram quando se referem aos Trilateralistas e ao pessoal do CFR, parecendo atribuir onisciência e onipotência aos “internacionalistas”.

De fato, membros de várias organizações políticas importantes, tanto nos EUA como no exterior, fazem parte de uma conspiração internacional para estabelecer um governo mundial.

Mas será que isso é tão ruim assim?

De que outra forma pode haver uma paz mundial justa e duradoura?

Com certeza, um governo mundial não seria considerado algo ruim, mas sim a maior esperança de se evitar um holocausto nuclear.

Porém, muitos argumentam que esse governo só poderia ser estabelecido através do sacrifício de liberdades preciosas para o Ocidente [...].

Em vários de seus livros, H. G. Wells parece ter previsto com precisão assustadora os passos que levarão ao surgimento do futuro governo mundial.

Embora defendesse um socialismo internacional benevolente, ele não tinha ilusões com relação ao Comunismo, que rejeitou com estas palavras:

Na prática, vemos que o Marxismo [...] recorre a atividades perniciosamente destrutivas e [...] é praticamente impotente diante de dificuldades materiais.

Na Rússia, onde [...] o Marxismo foi testado [...] a cada ano fica mais claro que o Marxismo e o Comunismo são desvios que se afastam do caminho do progresso humano [...].

O principal erro dessa teoria é a suposição simplista de que pessoas em situação de desvantagem se sentirão compelidas a fazer algo mais do que a mera manifestação caótica e destrutiva de seu ressentimento [...].

Nós rejeitamos [...] a fé ilusória nesse gigante mágico, o Proletariado, que irá ditar, organizar, restaurar e criar [...].

Em vez disso, Wells previu que a nova ordem mundial estaria nas mãos de “uma elite de pessoas inteligentes e com um pensamento religioso”.

A religião desses conspiradores sinceros, que Wells explicou e confessou seguir, é exatamente o que a Bíblia descreve como a religião do futuro Anticristo!

Mas poucas pessoas perceberão isso, pois todos estarão muito empenhados em salvar o mundo do holocausto nuclear.

Seus objetivos serão tão sinceros e parecerão tão lógicos: uma paz genuína e duradoura só pode ser obtida através do controle mundial sobre os interesses nacionalistas que, de outra forma, geram disputas por territórios, recursos, riqueza e poder, provocando guerras para atingir seus objetivos [...].

Criado pela mãe para ser evangélico, Wells tornou-se um apóstata inimigo de Cristo.

Amigo íntimo de T. H. Huxley, Wells era ateu e ávido evolucionista.

Porém, tinha uma religião, uma crença de que uma elite de homens-deuses evoluiria no tempo oportuno, “tomaria o mundo em suas mãos e criaria uma ordem racional”.

O mundo seria transformado através dessa religião apóstata.

Duvido que Wells soubesse que estava profetizando o cumprimento de uma profecia bíblica:

“Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição”.

Entretanto, Wells parecia saber que isso não aconteceria em sua geração, mas ocorreria provavelmente na seguinte:


Alguma coisa importante está tomando forma – um imenso e crescente movimento popular cujo caráter é mais religioso do que político, embora não no sentido comum da palavra.

Para a minha geração, desempenhar o papel de João Batista deve ser a maior ambição.

Podemos proclamar e revelar o advento de uma nova fase da fé e do esforço humano.

Podemos indicar o caminho cuja descoberta tem sido o trabalho de nossa vida [...].

Aqui – dizemos – está a base para um mundo novo.

A idéia de um governo mundial está em circulação há muito tempo.

A novidade hoje é o fato de que quase todo mundo está chegando à mesma conclusão e, no desespero do momento, milhões de pessoas estão fazendo algo a respeito [...].

Como H. G. Wells previu, a “conspiração” agora se tornou um movimento evidente que envolve centenas de milhões de
“crentes”.

A maioria desses “conspiradores declarados”, como Wells profetizou, tem em mente uma unidade mundial baseada mais no relacionamento interpessoal do que propriamente num governo, como querem os internacionalistas.

A maior demonstração de que isso já é totalmente possível são as redes formadas por milhares de grupos de cidadãos comuns trabalhando em conjunto, no mundo inteiro, no novo e poderoso movimento pela paz.

Isso também parece ter sido previsto por Wells, que escreveu:

“O que estamos procurando alcançar é a síntese, e esse esforço comunal é a aventura da humanidade”.

Alguma coisa importante está tomando forma – um imenso e crescente movimento popular cujo caráter é mais religioso do que político, embora não no sentido comum da palavra.

É uma nova espiritualidade, um misticismo grande demais para ser confinado nos limites estreitos de qualquer religião.

O Dr. Fritjov Capra, brilhante físico-pesquisador da Universidade da Califórnia em Berkeley, declarou:

Vivemos hoje num mundo interconectado globalmente [...] que requer uma perspectiva ecológica [...] uma nova visão da realidade, uma transformação fundamental das nossas idéias, percepções e valores [...].

É interessante o que H. G. Wells declarou, ao escrever sobre a “conspiração declarada” que acabaria por estabelecer a nova ordem mundial:

“Esta é a minha religião [...] a verdade e o caminho da salvação [...].

Ela já está se desenvolvendo em muitas mentes [...] uma imensa e esperançosa revolução na vida humana [...]”.

Existem evidências suficientes de que o que Wells previu está finalmente acontecendo.

Isso não é obra do acaso e já está grande demais para ser controlado pelos Trilateralistas [...].

Estamos diante não só de um futuro governo mundial, mas também de uma futura religião mundial.

Na era espacial, ela precisará ter o aval da ciência.

Mas que religião seria essa?

Não é preciso ser nenhum gênio para perceber que, se a Bíblia chama seu líder de Anticristo, então ela tem que ser anticristã.

Entretanto, o próprio Senhor Jesus avisou que esse homem fingiria ser o Cristo e que seu disfarce seria tão astuto e convincente que enganaria “se possível, os próprios eleitos”.
(Dave Hunt, The Berean Call - http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, abril de 2009.

Fonte: www.chamada.com.br

Comentário do editor do Sê Fiel
Nova Ordem Mundial


Esta expressão já é repetida por governantes mundiais, no mínimo, desde a década de sessenta.

Também vem da mesma época o fato de que a New Age [Nova Era] vem "fazendo a cabeça" da humanidade para isso, incrustada que está em todos os segmentos da sociedade: social, educacional, cultural, econômico, espiritual, etc.

Mas a New Age não tem planos apenas no campo político, no sentido de implantar um Governo Mundial Único, ela espera o "novo Avatar", o senhor Maytréa, o Cristo da Nova Era; ou seja, ela espera o anticristo que há de governar o mundo nos dias do fim, como já temos comentado em artigos anteriores, e será também o "messias" da nova religião mundial [a Nova Era].

A humanidade já está tão habituada com o vocabulário da Nova Era, com os "costumes" que ela vem introduzindo nas diversas camadas sociais, inclusive, e principalmente, nas religiões, que já se torna difícil saber quem é ou não é um dos seus.

Na questão "religiosa" ela admite qualquer credo, qualquer religião, qualquer doutrina, desde que não seja parte da "cultura judaica ou cristã".

Ela prega a falsa doutrina que todos os caminhos conduzem a Deus, o que é radicalmente contrário ao que crê o cristianismo, que ensina o que Jesus disse:

"Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14. 6), e também não encontra respaldo no judaismo, tendo em vista que o Deus é o mesmo dos cristãos, o qual disse que é o único Deus (Deuteronômio 6. 4 - Marcos 12. 29), e que fora dele não há salvação (Atos 4. 12).

Há indagações da razão pela qual falar em "arrebatamento",
"tribulação", "manifestação do anti-cristo", "segunda vinda de Jesus", etc.

Por que não só falar que "Deus é amor"; que "Deus nos ama tanto que deu seu filho Unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna"; que "a salvação é pela graça, e não por obras para que ninguém se glorie"?

Seria excelente limitar a pregação somente a essas verdades bíbicas, mas o mundo está tão conturbado, tão avesso a ouvir falar em salvação, e, simultaneamente, ouvir tantas falsas doutrinas que pregam uma salvação "fácil", pois baseada no "engano" proposto por Satanás, que não podemos e nem devemos deixar de alertá-la.

Pregar, ensinar, testemunhar sobre as profecias, principalmente as do tempo do fim é bíblico (Apocalipse 1. 3) sendo necessário estudar, ensinar, falar sobre elas, sobre o dia do fim que se aproxima:

"Bem-aventurados aqueles que leem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as cousas nela escritas, pois o tempo está próximo".

É importante que a humanidade saiba que quem não estiver em Cristo será deixado para trás, passará pela tribulação, será perseguido e morto pelo anticristo, e na segunda vinda de Jesus será separado à esquerda, como "cabritos", pois do outro lado ficam as "ovelhas" [os cristãos] que adentrarão ao Reino (Mateus 25. 31 a 46).

A Nova Era, movimento não institucional, ainda não é uma religião, mas assim se tornará, quando o anticristo se manifestar, e os sinais presentes estão mostrando que cada vez estamos mais próximos dos acontecimentos finais, anunciados nas profecias, o que culminará com a volta de Jesus para reinar sobre as nações, a partir de Israel.

Maranata! (Ora vem Senhor Jesus)
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
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ANIVERSÁRIO DE JERUSALÉM
Hoje, ao por-do-sol ( de 21 para 22 de maio - 27/28 Iyar 5769 ), comemora-se o ANIVERSÁRIO DE JERUSALÉM ( Yom Yerushalaim ) !

Este email é minha homenagem a esta cidade tão especial !

"Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça a minha mão direita da sua destreza. Apegue-se minha língua ao céu da boca, se não me lembrar de ti, se eu não preferir Jerusalém à minha maior alegria." (Tehilim - Salmos 137)

Jerusalém é uma cidade milagrosa, maravilhosa. Não é mencionada por seu nome em todo o Chumash ( Pentateuco ). Tudo o que está escrito é " O lugar que o Eterno, vosso Deus, escolheu" ( Dvarim ( deuteronômio ) - 12:5 ) - e desde o início, podemos notar que Jerusalém continua sendo uma cidade única, que não é "conquistada" rapidamente, tão facilmente.

Seu nome, a junção de Iyr ( ver alto ) e Shalem ( paz ), significa literalmente "visão da paz". Yerushalaim fez, faz e eternamente fará parte da vida do Povo Judeu. Ela é o símbolo máximo da esperança de todo judeu em suas canções, em suas festas, salmos e até mesmo no Hino Nacional de Israel, ela é a protagonista.

No decorrer de gerações o seu fulgor se amorteceu um pouco : ela foi destruída, reduzida a cinzas. Mas num futuro próximo, esse fulgor voltará a surgir, como em todas as orações, os judeus lembram do verso em Isaías 54:12 : "E farei que sejam seus baluartes de rubis, e tuas portas de carbúnculos e tuas muralhas de pedras preciosas" ... é dizer que as janelas de Jerusalém, suas portas e muros estarão cheias de pedras preciosas. Resplandecente como o sol. Adornada de estrelas. Pura e imaculada, como os mais caros diamantes.

Nas escolas de ensino religioso judaico ensina-se que Yerushalaim ( Jerusalém ) não é uma cidade natural : é certo que se encontra em um ponto determinado do planeta Terra, mas também se encontra nos céus. Existe uma Jerusalém terrena, mas também uma Jerusalém espiritual - esta celestial também aqui embaixo. Depende de como nós a vemos. Jerusalém está vinculada a outro mundo totalmente distinto " aqui Eu assentarei tuas pedras com turquesas, e farei teus fundamentos com safiras" ( Isaías 54:11 ). Essa cidade é construída toda ela de safiras - uma das pedras de Chochen Hamishpat ( uma estola ou camisa que se vestia sobre o peito ) do Cohen Gadol ( Sumo Sacerdote ). Jerusalém está intimamente ligada ao Sacerdócio, ao Serviço, à Adoração e a Santificação dentro do Templo. Essa "edificação" é lenta e paulatina : Jerusalém volta a ser "reconstruída", consola-se em Ruach Hakodesh ( Espírito do Senhor ), e lentamente se cobre de "turquesas" e "safiras". Essa "cidade", onde toda ela é Beit Hamikdash ( Casa do Senhor ), cuja Kidushá ( santidade ) depende da Shekiná ( manifestação da presença divina ), que nunca a abandonou. Para os judeus, Jerusalém é como os rolos da Torá - não é simplesmente natural, é divina. E esse aspecto divino se revela cada vez mais, em quem "habita" nesta "cidade", e se cobre das suas turquezas e suas safiras.

Nela, entrará finalmente, pela Porta Formosa, pronto para iniciar os Mil Anos, o maravilhoso Melech Mashiach ( Rei Messias ), coroado de Honra e Glória para toda a Eternidade.

Jerusalém precisa ser assim, maravilhosa, adornada, pura, resplandecente, para receber um ser tão Precioso e Esperado.

"Canta alegremente, ó filha de Sião; rejubila, ó Israel; regozija-te, e exulta de todo o coração, ó filha de Jerusalém." (Sofonias 3 : 14)

Shalom a todos !!! Shalom em Yerushalaim !
Hag Sameach !
Sandro

Fonte: recebido por e-mail de Sandro Cescato.
Comentário do editor do blog:

Nesta data festiva para Jerusalém queremos apenas deixar essa mensagem do irmão Sandro Cescato, israelense convertido a Jesus, em homenagem à terra que Deus escolheu para ser a pátria do seu povo, o povo judeu.

Gostaríamos apenas de acrescentar dois acontecimentos históricos e divinos em relação a Jerusalém:

1. Deus disse a Abrão [depois denominado Abraão], a respeito de Israel:

"De ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção: abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra" (Gênesis 12. 2-3)

2. Jesus chorou ao aproximar-se de Jerusalém, e disse:

Ah! se conheceras por ti mesma ainda hoje o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos. Pois sobre ti virão dias em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras e, por todos os lados, te apertarão o cerco; e te arrasarão e aos teus filhos dentro de ti; não deixarão em ti pedra sobre pedra porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação" (Lucas 19. 42-44)

Está muito claro em todo o contexto da Palavra de Deus que Ele ama o seu povo, Ele também tem castigado esse povo por sua cegueira, por sua desobediência, mas também foi Ele quem disse que Israel jamais será destruida, conforme versículos já transcritos aqui em outra oportunidade (Jeremias 31. 35 e seguintes):

"Assim diz o Senhor, que dá o sol para a luz do dia, e as leis fixas à lua e às estrelas para a luz da noite, que agita o mar e faz bramir as suas ondas; o Senhor dos Exércitos é o seu nome. Se falharem estas leis fixas diante de mim, diz o Senhor, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre. Assim diz o Senhor: Se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados os fundamentos da terra cá em baixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o Senhor. Eis que veem dias, diz o Senhor, em que esta cidade será reedificada para o Senhor, desde a torre de Hamaneel até à Porta da Esquina (...) Esta Jerusalém jamais será desarraigada ou destruida" (Jeremias, 31. 35 a 38, e 40b).

E a Palavra de Deus, referindo-se a esse povo, diz que no final dos tempos, quando Jesus voltar, salvará todo o Israel (Romanos 11, todo o capítulo, destacando o versículo 26).

Oremos por Jerusalém, conforme Deus determinou através do Salmo 122.6.

Maranata! (Ora vem Senhor Jesus)

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

Notícias de Israel

Destaco as seguintes passagens do texto publicado semana passada no JP :
"os EUA estão planejando formar uma coalizão anti-israelense com os árabes e a Europa, para compelir Israel a ceder a Judéia (Iehuda), Samaria (Shomron) e Jerusalém aos palestinos".
"Tony Blair anunciou que em seis semanas os EUA, a União Européia, a ONU e a Rússia estabelecerão um novo enquadre para criar um estado palestino."
"Aceitando milhões de assim chamados "refugiados palestinos", Israel deixaria efetivamente de ser um estado judeu. Encolhendo suas fronteiras para as linhas do armistício de 1949, Israel seria incapaz de defender-se contra a invasão estrangeira."
O Cerco se aperta para o lado de Israel.
fiquem atentos
abraço
Sandro

A LUZ VERDE DE OBAMA PARA ATACAR O IRÃ
Por Jerusalem Post - 07/05/2009

Ventos árticos, vindos de Washington, estão soprando em Jerusalém neste dias. Enquanto o momento da visita do primeiro ministro Binyamin Netanyahu em 18 de maio a Washington se aproxima velozmente, o governo Obama está intensificando sua retórica anti-israelense e trabalhando febrilmente para encostar Israel na parede.

Servindo-se da conferencia anual da AIPAC (Comitê de Atividade Política América-Israel) como cenário, nesta semana o governo Obama lançou o seu mais forte ataque contra Israel desde que foi empossado.

Tudo começou com os relatos da mídia sobre o comentário feito por James Jones, Assessor de Segurança Nacional, a um primeiro ministro europeu, de que os EUA estão planejando formar uma coalizão anti-israelense com os árabes e a Europa, para compelir Israel a ceder a Judéia (Iehuda), Samaria (Shomron) e
Jerusalém aos palestinos.

De acordo com o Haaretz, Jones teria dito em um telegrama secreto ao seu interlocutor europeu: "O novo governo convencerá Israel a ceder na questão palestina. Nós não colocaremos Israel sob as rodas de um ônibus, mas seremos
mais impositivos em relação a Israel do que fomos sob o governo Bush".

Na seqüência ele explicou que os EUA, a União Européia e os estados árabes moderados deverão determinar a forma que será assumida por "uma solução definitiva satisfatória".

Se depender de Jones, Israel ficará de fora dessas discussões e será simplesmente comunicada acerca do fato consumado que não terá outra alternativa senão aceitar.

Os acontecimentos desta semana mostram que a declaração de Jones representa uma descrição adequada da política do seu governo.

Primeiramente, o mediador do Quarteto, Tony Blair, anunciou que em seis semanas os EUA, a União Européia, a ONU e a Rússia estabelecerão um novo enquadre para criar um estado palestino.

Falando com repórteres palestinos na quarta-feira, Blair disse que este novo enquadre será uma iniciativa séria porque "está sendo formulado no nível mais alto do govêrno americano".

Além disso, nesta semana soubemos que o governo está tentando fazer com que os árabes participem da redação do plano do Quarteto.

O jornal pan-árabe Al-Quds, de Londres, informou terça-feira que, a instâncias de Obama, o rei da Jordânia Abdullah insistiu para que a Liga Árabe atualizasse o assim chamado plano árabe de paz de 2002. Esse plano, que propõe a retirada de Israel de Jerusalém, da Judéia, de Samaria e do Golan, bem como a aceitação de milhões de árabes estrangeiros como cidadãos, enquanto parte do denominado "direito de retorno", em troca de relações "naturais" com o mundo árabe, foi rejeitado por sucessivos governos israelenses que o descreveram como um subterfúgio diplomático cuja finalidade é a destruição do país.

Aceitando milhões de assim chamados "refugiados palestinos", Israel deixaria efetivamente de ser um estado judeu. Encolhendo suas fronteiras para as linhas do armistício de 1949, Israel seria incapaz de defender-se contra a invasão estrangeira. E desde que "relações naturais" é um termo sem qualquer sentido, tanto no discurso legal internacional como na terminologia diplomática, Israel teria cometido suicídio nacional em troca de nada.

Para fazer esse plano menos aversivo para Israel, Abdullah declaramente pediu a seus correligionários árabes para eliminar as referências aos assim chamados "refugiados árabes" e concordar com relações "normais" em vez de "naturais" com o estado judeu.

Mas os árabes negaram os dois pedidos. Na quarta-feira, tanto o secretário geral da Liga Árabe, Amr Moussa, como o líder do Fatah, Mahmoud Abbas, anunciaram que eles se opõem a essa iniciativa.

Na quinta feira a Síria rejeitou qualquer modificação no documento.

O governo americano não poderia ter sido mais indiferente ao fato. Os palestinos e árabes não são senão uma parte insignificante de sua política no Oriente Médio. No que se refere à administração Obama, Israel é o único obstáculo à paz.

Para certificar-se de que Israel entende esse ponto central, o
vice-presidente Joseph Biden valeu-se de sua apresentação na conferência do AIPAC para entregar a mensagem a domicílio.

Como Biden deixou claro, os EUA não respeitam ou reconhecem o direito de Israel, como estado soberano, de determinar uma política própria para garantir seus interesses nacionais. Nas
palavras de Biden, "Israel tem que trabalhar na direção da solução dos dois estados. Vocês não gostarão do que vou dizer, mas não construam mais assentamentos, desmantelem os postos avançados existentes e permitam liberdade de movimento para os palestinos".

Para Israel, o principal evento da semana deveria ser o encontro do presidente Shimon Peres com Obama, na terça-feira. Peres tinha a função de acalmar as águas antes da visita de Netanyahu.

Esperava-se que ele pudesse introduzir um tom mais cooperativo nas relações EUA-Israel.

O que Israel não esperava era a humilhante recepção que Peres recebeu de Obama. Impedindo que qualquer veículo da mídia cobrisse o evento, Obama transformou o que deveria ser uma visita amistosa com um respeitável e amigável chefe de estado num encontro às escondidas com um convidado indesejável que foi admitido e expelido da Casa Branca sem alarde.

A tentativa nua e crua da Casa Branca sob Obama para forçar Israel a assumir plena responsabilidade pela hostilidade do mundo árabe contra si não é a única maneira de considerar Israel o bode expiatório dos males da região.

Para favorecer sua intenção de estabelecer relações diplomáticas diretas com o Irã, Obama e seus assessores estão também culpando Israel pelo programa nuclear do Irã. Estão fazendo isso tanto direta como indiretamente.

Como o chefe de gabinete de Obama deixou claro em seu relatório reservado aos diretores do AIPAC nesta semana, seu governo está considerando Israel indiretamente responsável pelo programa nuclear do Irã. O argumento é que, na medida em que Israel recusa-se a ceder sua terra para os palestinos, está
impossibilitando o mundo árabe de apoiar o esforço para impedir o Irã de adquirir armas nucleares.

Entretanto, de forma algo inconveniente para o governo americano, os árabes propriamente ditos estão rejeitando essa idéia. Nesta semana o secretário de defesa norte-americano Robert Gates visitou o Golfo Pérsico e o Egito para dissipar os temores árabes de que os esforços desesperados dos EUA para
apaziguar os mullahs prejudicarão sua segurança. Ele tentou igualmente obter apoio para formular um novo plano de paz destinado a isolar e pressionar Israel.

Depois de encontrar-se com Gates, Amr Moussa - que tem-se destacado como um dos mais agudos críticos de Israel - declarou enfaticamente: "A questão do Irã deve ser separada do conflito árabe-israelense".

Visto que o governo americano não dá a mínima importância às evidências insofismáveis que expõem a insensatez de sua obcecada adesão à idéia de que Israel é responsável pela ausência de paz no Oriente Médio, a rejeição árabe acerca da idéia de que Israel é responsável pelo programa nuclear iraniano
resultou numa escalada de seus ataques contra Israel. Nesta semana teve início uma nova campanha para culpar Israel diretamente - a partir de seu suposto arsenal nuclear - pelas ambições nucleares do Irã.

Falando no Fórum da ONU, a Secretária assistente de Estado dos EUA, Rose Gottemoeller, disse: "A adesão universal ao Pacto de Não-Proliferação Nuclear propriamente dito, inclusive por parte da Índia, de Israel, do Paquistão e da Coréia do Norte... permanece um objetivo fundamental dos Estados Unidos".

Como Eli Lake, do The Washington Times, demonstrou convincentemente, ao fazer essas declarações Gottemoeller efetivamente revogou um entendimento de 40 anos entre os EUA e Israel segundo o qual os EUA não mencionariam o programa nuclear de Israel porque sabem que ele é defensivo, e não
beligerante, por natureza. Agindo dessa maneira, Gottemoeller legitimou o pleito iraniano de que não se pode esperar que o Irã suspenda seu esforço para adquirir armas nucleares enquanto Israel possuí-las. Ela também apagou qualquer distinção entre armas nucleares nas mãos de aliados dos EUA e de estados democráticos, e armas nucleares nas mãos dos inimigos dos EUA e de estados patrocinadores do terror.

A mídia israelense está tendendo a enquadrar a situação de um crescente e já sem precedente antagonismo dos EUA em relação a Israel como um desafio diplomático que Netanyahu deverá enfrentar. Para enfrentar esse desafio argumenta-se que Netanyahu deverá comparecer a Washington daqui a dez dias
com um plano de paz atraente com o qual tentará obter o apoio da Casa Branca. Trata-se de uma interpretação falsa do que está acontecendo.

Mesmo Ethan Bronner do The New York Times assinalou esta semana que a política de Obama para o Oriente Médio não se baseia em fatos. Se fosse o caso, a assim chamada "solução de dois estados", que tem falhado repetidamente desde 1993, não seria sua peça central. A política de Obama para o Oriente Médio baseia-se em ideologia, não realidade.

Consequentemente, é imune a argumentos racionais.

O fato de que se o Irã adquirir armas nucleares, toda e qualquer chance de paz entre Israel e os palestinos e Israel e o mundo árabe desaparecerá por completo, não é levado em conta por Obama e seus assessores. Eles não se importam com o fato de que um dia depois de que o dirigente terrorista do Hamas, Khaled Mashaal, declarou ao The New York Times que o Hamas está
suspendendo seus ataques contra Israel desde Gaza, o regime terrorista controlado pelo Irã se responsabilizou por vários disparos de foguetes feitos desde Gaza contra alvos civis israelenses. O governo americano ainda pretende doar a Gaza 900 milhões de dólares dos contribuintes norte-americanos, e ainda requer que Israel dê sua terra a um governo conjunto Fatah-Hamas.

Independentemente da força dos seus argumentos e
irrespectivamente da plausibilidade de qualquer iniciativa diplomática que apresentar a Obama, Netanyahu não deve esperar qualquer simpatia ou apoio da Casa Branca.

Em decorrência, a significação operacional das posições do governo americano contra Israel é a de que Israel não obterá qualquer benefício por adotar uma posição mais apaziguadora em relação aos palestinos e ao Irã. Na verdade, e perversamente, o que o tratamento que o governo Obama tem dado a Israel
deveria ter deixado claro para Netanyahu que Israel não mais deve levar em conta as idéias de Washington, se é que pretende defender os interesses relacionados à segurança nacional. E isto é particularmente verdadeiro com relação ao programa de armas nucleares do Irã.

Falando racionalmente, a única maneira pela qual aadministração Obama pode esperar razoavelmente impedir que Israel ataque as instalações nucleares iranianas seria tornar as conseqüências desse ataque mais graves do que se ele não acontecesse. Mas o que o comportamento do governo Obama está demonstrando é que não há diferença significativa em relação às conseqüências das duas opões.

Ao culpar Israel pela ausência de paz no Oriente Médio enquanto ignora a recusa dos palestinos de aceitar a existência de Israel; ao buscar construir uma coalizão internacional com a Europa e os árabes contra Israel enquanto pretende ignorar o fato de que pelo menos os árabes compartilham das preocupações israelenses em relação ao Irã; ao expor o arsenal nuclear de
Israel e pressionar Israel a desarmar-se enquanto corteja os aiatolás como um noivo apaixonado, o governo Obama está dizendo a Israel que, independentemente do que faça e de qual for a realidade objetiva, no que diz respeito à Casa Branca, Israel sempre será considerada culpada.

Isso, obviamente, não significa que Netanyahu não deva defender seu ponto de vista perante Obama, quando eles se encontrarem, ou que não deva apresentá-lo ao povo americano durante a sua visita. O que sim significa é que Netanyahu não deve alimentar qualquer expectativa de que a boa vontade
israelense possa dissuadir Obama de prosseguir na direção que escolheu. E, novamente, essa situação nos leva a duas conclusões: as relações de Israel com os EUA durante o exercício Obama serão desagradáveis e difíceis bem como os prejuízos causados a esse relacionamento pela decisão de impedir o Irã de
adquirir os meios para destruir Israel são negligenciáveis.

Fonte: Jerusalém Post - recebido por e-mail do irmão Sandro Cecato, israelense convertido a Jesus

2. Experts em Expressão corporal dão indícios do que aconteceu no Encontro entre Obama e Netanyahu
por Jerusalem Post

Experts em expressão corporal israelenses foram citados pelo Canal 2 da Televisão Israelense e deram sua opinião do que se podia interpretar da Conferência de Imprensa realizada entre o Presidente Norte Americano Barack Obama e o Primeiro Ministro Israelense Benjamim Netanyahu.

Segundo esses experts, o clima entre ambos era tenso e havia uma sensação de luta entre ambos. Obama deixou claro sua posição de que deve existir um Estado Israelense e outro Palestino vivendo em paz.

Por outro lado se pode ver um Netanyahu cansado, olhando para o chão e com expressão triste. Netanyahu olhava para outro lado e poucas vezes olhava diretamente ao seu interlocutor,mostrando o que os experts interpretaram que estaria decepcionado com o encontro. Apesar de dizer que agradece a Obama por sua amizade com Israel e ao processo diplomático de paz, não se sente próximo ao presidente americano.

Os constantes movimentos corporais e algumas das palavras de Netanyahu foram constantemente analisadas. Se utilizou demasiadamente de movimentos de mãos, o que demonstra um auto-controle mas também um sentimento de desconforto e luta.

Os experts asseguram que do encontro e do que se pode ver pela Televisão, se pode entrever que a reunião não foi positiva senão que uma mostra de posições de duas personalidades com fortes pontos de vista. Ambos não saíram debilitados do encontro.

3. - A proposta será apresentada no próximo dia 04 de junho, no Egito.
fiquem atentos.
Shalom
Sandro

Obama apresentará nova proposta de Paz para o Oriente Médio
pelas agências internacionais

O Governo do novo Presidente Americano, Barack Obama, apresentará uma nova proposta para o Plano de Paz para o Oriente Médio, segundo se informou na Casa Branca.

Esta informação se deu a conhecer após a reunião entre o Primeiro Ministro Benjamim Netanyahu e o Presidente Obama, em que se assegura, tenha havido grandes diferenças entre ambas as posições.

A nova proposta Norte Americana será apresentada em 4 de junho, em sua próxima viagem ao Cairo, Egito.

Na reunião que mantiveram, Netanyahu também pediu que os Estados Unidos levem em conta a ameaça iraniana e o presidente Americano assegurou que as intenções de se negociar pacificamente com o Irã não serão eternas.

Alguns meios de imprensa israelenses disseram hoje que o governo de Obama dará prioridade às negociações com o Irã até o fim desse ano.

Comentário do editor do blog:

Como já vínhamos dizendo, em artigos anteriores, o que vai se confirmando no tempo, Israel será levado a assinar um Acordo de Paz, com os Palestinos, cedendo terras em troca de paz. Tudo indica que voltaria às fronteiras de 1949, pouco tempo após ter sido formada a Nação de Israel, por Resolução da ONU, com o que as nações árabes jamais se conformaram, tendo travado
diversas guerras contra Israel, o qual, exercendo o seu direito de defesa, teve que ir à guerra, tendo vencido todas elas, em que pese, à época, ser numericamente inferior, o mesmo ocorrendo no que diz respeito a armamentos.

Milagrosamente [ninguém pode negar] venceu-as todas. Nesses 61 anos, todavia, equipou-se fortemente, sendo hoje considerado o país que tem o melhor exército do mundo, preparado para continuar enfrentando os ataques de bombas e foguetes vindos de toda parte, como vem ocorrendo nodecorrer dos anos, dia a dia, sem parar, na tentativa de banir a Nação do Mapa, conforme
consta dos Estatutos dos seus inimigos mais ferrenhos, o que vem sendo declarado, também, abertamente por Amahdinejad, presidente do Irã, que contrariamente a tudo e a todos vem se armando nuclearmente, embora alegue que a sua exploração de urânio seja pacífica (sic).

Agora, tudo aponta para isso, o Presidente Barack Obama vai endurecer o jogo, e juntamente com a ONU, a UE e a Rússia vai impor a Israel duras ações para fazê-lo ceder. Embora Byniamin Netanyahu, premiê de Israel, linha dura, de direita, não aceite a formação da Naçao Palestina, nem ceder terras, terá que fazê-lo diante das forças mundiais se unindo contra Israel.

Mais uma vezas profecias veem se cumprindo literalmente, e podemos continuar afirmando que já estamos mui próximos dos "dias do fim".

E, uma vez cumprido o calendário profético, muitas vezes enumerado neste espaço, Jesus Cristo, nosso único e suficiente Senhor e Salvador voltará com a Igreja, derrotará o anticristo com o sopro de sua boca, e reinará as Nações, a partir de Israel.

Maranata! [Ora vem Senhor Jesus]

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

A hora da Meia-Noite


"Então o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo.

Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes.

As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo; no entanto, as prudentes, além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas.

E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram.

Mas, à meia-noite ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro!

Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam as suas lâmpadas.

E as néscias disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando.

Mas as prudentes responderam: Não, para que nãos nos falte a nós e a vós outras!

Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o.

E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta.

Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta!

Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço" (Mateus 25.1-13).

Três Épocas da História da Igreja

Primeira época: a era dos apóstolos e os tempos pós-apostólicos (de Pentecostes até o início do século 3 d. C.)

Esse foi o tempo do primeiro amor, caracterizado por uma espera diária e viva pela volta de Jesus Cristo, que o Senhor descreve da seguinte maneira:

"Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo" (Mt 25.1).

Na época dos apóstolos e nos primórdios da Igreja, a Palavra ainda era tão viva e eficaz entre os crentes, que eles esperavam constante e intensamente pelo Senhor e por Sua volta.

Era costume na época, por exemplo, cumprimentar-se com a saudação "Maranata", que significa "Vem, nosso Senhor!"

Havia nesse tempo um movimento evangelístico, orientado pelo Senhor, indo em Sua direção como que com tochas acesas e brilhantes.

Em quase todas as suas cartas, os apóstolos escreviam sobre a esperança viva da volta de Jesus, apresentando-a às igrejas como sendo possível a qualquer momento.

Paulo, por exemplo, alegrou-se com a igreja de Tessalônica e confirmou para os cristãos dali:

"pois eles mesmos, no tocante a nós, proclamam que repercussão teve o nosso ingresso no vosso meio, e como, deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro e para aguardardes dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira vindoura" (1 Ts 1.9-10).

E a Timóteo ele fez saber:

"já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda" (2 Tm 4.8).

Os quase 270 capítulos do Novo Testamento mencionam aproximadamente 300 vezes a volta do Senhor Jesus.

Um comentário bíblico diz o seguinte:

Só alcançaremos o nível espiritual e a vida santificada que o Novo Testamento ensina, quando a espera pelo Senhor receber tanto espaço em nossos corações como o tinha nas igrejas dos tempos apostólicos.

O Dr. Kaftan disse: "O maravilhoso poder da Igreja primitiva residia única e exclusivamente em sua esperança viva pela volta visível e pessoal de Cristo".

Uma afirmação de Pedro, que se ajusta muito bem à parábola das dez virgens, mostra quanto o tempo dos apóstolos ainda era impregnado pela expectativa da volta de Jesus:

"Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração" (2 Pe 1.19).

De que modo as dez virgens foram ao encontro do Senhor?

Com suas candeias acesas.

Isso simboliza a palavra profética, que deve ser colocada no velador.

A exortação do Senhor Jesus é:

"Cingido esteja o vosso corpo, e acesas, as vossas candeias. Sede vós semelhantes a homens que esperam pelo seu senhor, ao voltar ele das festas de casamento; para que, quando vier e bater à porta, logo lha abram" (Lc 12.35-37).

De fato, a era da igreja primitiva era fortemente caracterizada pela espera pelo Senhor, como Jesus disse na parábola: "

Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram e encontrar-se com o noivo".

Segunda época: Perda do primeiro amor e sono espiritual


Rapidamente o primeiro amor ao Senhor Jesus e à Sua Palavra foi se extinguindo.

Assim, houve um bloqueio na espera por Sua volta, que adormeceu.

Esse período é descrito em Mateus 25.5:

"E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram".

Já nas cartas às igrejas transcritas no Apocalipse, o Senhor teve de dizer:

"Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor.

Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas" (Ap 2.4-5).

Logo após a morte dos apóstolos, a luz em relação à volta de Jesus começou a se extinguir nas igrejas.

Certamente ainda havia muita atividade, mas a espera ardente, o primeiro amor de uma noiva por seu noivo, começou a diminuir.

A espera adormeceu.

As virgens prudentes tinham suas lâmpadas bem acesas e brilhantes – elas serviam para iluminar a chegada do noivo.

Elas fizeram aquilo que Jesus havia exigido: deixaram suas luzes brilhar e esperavam por Ele.

Elas firmaram-se na palavra profética e deram-lhe atenção
"como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração".

Nesse contexto, creio que o Senhor estava tentando dizer à igreja de Éfeso aproximadamente o seguinte:

"Você não é mais como uma virgem ou uma noiva, que vai ao encontro de seu noivo com a lâmpada acesa.

Você abandonou o primeiro amor, mesmo possuindo a palavra profética.

Mas de que ela serve, se você não a utiliza para iluminar seus passos para vir ao meu encontro?

Por isso, arrependa-se, pois se você não o fizer, eu virei e tomarei de você o candelabro da palavra profética."

E foi justamente isso que aconteceu: a luz da palavra profética quase perdeu-se completamente nos séculos subsequentes.

"E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram."

Na história da Igreja, as coisas desenrolaram-se exatamente como está descrito aqui de maneira figurada.

O Senhor Jesus tardou em vir.

Ele demorou para voltar.

E aí o cristianismo foi tomado de sono espiritual, que fez adormecer todas as esperanças pela volta do Senhor.

Os cristãos deixaram de vigiar, exatamente o que deveriam ter feito seguindo as repetidas e claras ordens de Jesus.

E por saber dessa situação, Ele exortou Sua Igreja:

• "Cingido esteja o vosso corpo, e acesas, as vossas candeias" (Lc 12.35).

• "Sede vós semelhantes a homens que esperam pelo seu senhor, ao voltar ele das festas de casamento; para que, quando vier e bater à porta, logo lha abram" (v. 36).

• "Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã; para que, vindo ele inesperadamente, não vos ache dormindo" (Mc 13.35-36).

Com o desaparecimento da espera pela volta de Jesus, foi minguando também o conhecimento sobre o assunto.

É assustador observar que aproximadamente a partir do ano 300 d. C. não se acham mais menções da volta de Jesus na literatura cristã da época.

Praticamente nenhum hino daquele tempo e nenhum comentário bíblico, do ano 300 d. C. até o século 18, fala da espera pela volta de Jesus para buscar Sua Igreja, para arrebatar Sua noiva.

Mesmo nos tempos da Reforma existem poucos registros de referências ao arrebatamento da Igreja.

O retorno à Palavra de Deus nesse tempo foi maravilhoso e havia a crença na volta de Jesus, mas apenas para o fim dos dias, no dia do Juízo Final.

Todo o restante a respeito da volta do Senhor desapareceu do cristianismo.

A espera pela volta de Jesus foi como que encoberta, soterrada.

Gerhard Herbst escreveu:

Nas igrejas e denominações, inclusive na hinologia, a diferença entre o arrebatamento e a volta de Jesus praticamente inexiste ou é desconsiderada.

Quando se chega a falar sobre a volta de Jesus, pensa-se sempre na volta visível do Senhor sobre o monte das Oliveiras.

Mas essa é a esperança de Israel e não da Igreja de Jesus...

O arrebatamento da Igreja de Jesus é o próximo acontecimento para a Igreja, o próximo evento pelo qual ela deve esperar.

E essa volta não está condicionada a sinais prévios.

Terceira época: Despertamento espiritual

Essa última fase tem mais ou menos 150 a 200 anos.

Ela coincide praticamente com a volta dos primeiros imigrantes judeus para sua pátria.

Por quê?

Essa terceira época situa-se no final do tempo da graça e é o chamado "tempo do fim".

Na parábola das dez virgens esse período é descrito da seguinte maneira:

"Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro! Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam suas lâmpadas" (Mt 25.6-7).

A partir do início do século 19 (e mesmo um pouco antes) o cristianismo vivenciou uma forte ação do Espírito Santo.

Surgiram movimentos avivalistas, sociedades missionárias floresceram.

Novos hinos foram compostos, e a volta de Jesus para o arrebatamento da Sua Igreja passou a ser novamente proclamada.

Um dos pregadores dessa época foi o inglês John Nelson Darby (1800 – 1882), fundador das Igrejas dos Irmãos.

A luz voltou a brilhar e resplandeceu claramente, ao ser anunciada novamente a vinda de Jesus para buscar Sua Igreja – a candeia voltou a ser colocada no velador.

Mas esse movimento não se restringiu apenas à Inglaterra.

Também nos Estados Unidos muitos se levantaram e começaram a publicar material falando da volta de Jesus para a Igreja e tornando esse o tema central de suas pregações.

Darby era de opinião que a Igreja tinha entrado em decadência desde o tempo dos apóstolos.

Ele pretendia contribuir para um renascimento dos tempos apostólicos.

Uma enciclopédia teológica diz de Darby:

"Extensas viagens pela Europa ocidental, à América do Norte e à Austrália contribuíram para o ajuntamento espiritual da igreja de Filadélfia nos tempos finais, preparando-a para a volta de Jesus".

No século 19 descobriu-se novamente a diferença entre o
"arrebatamento" e o "Dia do Senhor".

Paralelamente surgiram muitas igrejas independentes, pois havia homens e mulheres corajosos que romperam com os sistemas eclesiásticos vigentes na época, passando a pregar a mensagem clara da iminente volta do Senhor.

Como aconteceu esse despertamento, como foi redescoberta a verdade sobre o arrebatamento?

Foi como se, de repente, as pessoas acordassem de um longo e profundo sono!

Certamente esse foi um chamado do Espírito Santo de Deus, que repentinamente despertou a muitos por estarmos nos
aproximando da volta de Jesus!

Sim, realmente nos encontramos na hora da meia-noite, quando soará o chamado do Espírito:

"Eis o noivo! Saí ao seu encontro!"

Certamente não foi por acaso que, paralelamente com esse reavivamento espiritual da Igreja de Jesus, tenha se iniciado também a restauração de Israel e o repentino despertar dos judeus para retornarem à sua pátria.

Esses dois movimentos são dirigidos pelo Espírito Santo.

Maranata! Vem, nosso Senhor! (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, novembro de 2000.


Norbert Lieth será um dos preletores do 11º Congresso Internacional Sobre a Palavra Profética -Águas de Lindóia, 21 a 24/10/2009.


Fonte: www.chamada.com.br

Comentário do editor do blog:

Estamos tendo a oportunidade, hoje, de esclarecer a dúvida de muitos dos nossos leitores sobre as citações que fazemos à "chamada da meia noite".

O autor do artigo, diretor da Obra Missionária Chamada da Meia Noite na Suíça, explica em detalhes a que se refere a expressão.

Trata-se de uma parábola contada por Jesus profetizando o momento da sua volta, conforme diversos artigos que temos publicado em edições anteriores.

A Palavra de Deus nos ensina não só a estudarmos as profecias, como a estar preparados para o grande momento do tempo do fim:

"Bem-aventurados aqueles que leem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as cousas nela escritas, pois o tempo está próximo" (Apocalipse 1. 3).

Temos falado também sobre a missão que Jesus deixou para seus seguidores do "ide" [melhor "indo"] ensinar, pregar e testemunhar a sua Palavra, tendo em vista que é vontade de Deus que nenhum se perca.

A ênfase ao nos designar para esse Ministério é tão importante que na carta a Timóteo é usada a expressão "quer seja oportuno, quer não" (II Timóteo 4. 2).

De fato não é fácil cumprir essa ordem de Deus numa época tão conturbada, com a sociedade tão descrente das coisas de Deus, tão deslumbrada com os prazeres deste mundo, e, pior, sendo enganada por falsas doutrinas, por esoterismo, por ocultismo, por "sinais" , na maioria das vezes ilusórios, "mascarados de
"bem", quando na verdade são males que conduzem à perdição eterna.

Tudo isso foi profetizado, muito do que foi profetizado já aconteceu literalmente, outras profecias veem acontecendo com exatidão; motivo pelo qual não há porque duvidar que aquelas que se referem aos últimos dias não venham a se concretizar "ao pé da letra".

"Deus não é homem para mentir" (Nm. 23. 19) e tudo o que Ele disse, através dos Profetas, vai acontecer literalmente.

Falta pouco para o tempo do fim, e alguns acontecimentos ainda hão de se cumprir:

- celebração do acordo de Paz (Dn. 9. 27);

- três anos e meio de aparente paz;

- quando estiverem falando em "Paz e Segurança" [já é uma realidade] virá a Grande Tribulação (Mateus 21. 24);

Antecedendo a Tribulação ocorrerão fatos importantes conforme as profecias:

- arrebatamento da Igreja [convertidos a Jesus];

- uma vez afastado o que detém o anticristo, ele se manifestará e assentar-se-á no trono como se fosse o próprio Deus, dando início à Tribulação de 3 anos e meio.

- volta de Jesus, com a igreja antes arrebatada, para reinar sobre as nações, a partir de Israel.

Maranata! [Ora vem Senhor Jesus]
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

Uma pandemia com 100 milhões de mortos?



Com relação ao tempo anterior à Sua volta, Jesus falou do aumento de guerras e terremotos e também de epidemias e fomes (Lc 21.11; Mt 24.7).

Esses sinais dos tempos foram descritos por Ele como dores iniciais que atingirão nosso mundo antes dEle trazer nova vida à terra através da Sua volta.

Há algum tempo os cientistas vislumbram um novo cenário de horror, uma possível onda de gripe aviária com consequências nunca vistas para a população mundial:

Uma nova epidemia ameaça a humanidade – um horror com 100 milhões de mortos?

Completamente ignorada pela opinião pública [até recentemente], uma grande epidemia ameaça a humanidade.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu a respeito de uma catastrófica epidemia de influenza (gripe).

Segundo o jargão dos especialistas em epidemias, há 37 anos a humanidade encontra-se numa “fase interpandêmica”, no intervalo entre duas ondas de gripe de extensão mundial.

As últimas duas – em 1957 e 1968 – causaram um milhão de mortos cada uma!

A maioria das pessoas já não se lembra delas, o que não é de admirar: apesar de terem provocado tantas mortes, os especialistas as consideram
“relativamente leves”.

Segundo técnicos do governo alemão, o resumo do cenário é:

“As consequências poderiam ser desastrosas, com até 100 milhões de mortos...

Para os especialistas, uma coisa está clara: nenhum outro fator levaria a tantas mortes em tão pouco tempo.

Além disso, em contraste com outras doenças infecciosas, não há proteção, pois o vírus da gripe sofre mutações constantes”.

Klaus Stöhr, coordenador do departamento especial da OMS que cuida da influenza, diz:

“Ninguém poderá impedir a próxima epidemia mundial de gripe, quando quer que aconteça!”

Suas projeções máximas indicam, apenas para a Alemanha: caso o vírus atinja a sociedade despreparada e a metade da população alemã seja contaminada, o que é bem possível, 600.000 pessoas teriam que ser internadas, das quais 160.000 morreriam.

“Há muito tempo”, adverte Stöhr, “a probabilidade de uma pandemia se propagar não era tão alta”.

Desde a última, em 1968, a população aumentou muito, desloca-se mais e, principalmente na Ásia, vive em contato com aves e suínos suscetíveis à gripe.

Desde 1977, por diversas vezes o vírus da gripe do frango contaminou seres humanos.

Até agora, tem sido possível interromper rapidamente seu avanço.

Se, porém, esse vírus se juntar a uma cepa humana de fácil propagação, ele poderia varrer o mundo como uma arma biológica de destruição em massa.

A OMS – sem alarmar a opinião pública mundial – já declarou o pré-alerta máximo.

Em novembro de 2004, ela convocou virólogos, especialistas em saúde e diretores de laboratórios de todo o mundo para avaliar a crise.

As conclusões foram preocupantes:

“Infelizmente, estamos despreparados”, diz a ata.

No caso de uma pandemia, haverá uma luta mundial para se obter medicamentos e vacinas para combater o vírus.

Atualmente, leva-se cinco meses para desenvolver uma vacina apropriada para uma nova cepa de vírus.

Então, a proteção será oferecida conforme as prioridades nacionais.

O governo terá de decidir quem vai sobreviver e quem deve morrer!

Caso se queira reduzir o número de mortes, as crianças e os jovens terão de ser vacinados primeiro.

Se a intenção for garantir o funcionamento do Estado, policiais, soldados, políticos e administradores teriam de ser protegidos antes.

A única certeza é que os médicos e enfermeiros teriam absoluta prioridade.

Eles não poderão ser contaminados de forma nenhuma.

A capacidade mundial de produção desse tipo de vacina é atualmente de 300 milhões de unidades.

Entretanto, seriam necessárias “bilhões” delas.

Os locais de produção estão concentrados em nove países: Austrália, Canadá, Japão, EUA, França, Grã-Bretanha, Países Baixos e Alemanha.

Outros países têm papel insignificante.

É claro que os produtores cuidariam primeiro de si mesmos.

Foi o que se mostrou quando ocorreu pela primeira vez a gripe suína nos EUA, em 1976.

Os americanos proibiram imediatamente a exportação de vacinas e, assim, colocaram em risco os vizinhos canadenses.

Em virtude disso, o Canadá logo se estruturou para começar uma produção própria.

“Esse foi um caso de pouca gravidade em comparação com o que poderia ocorrer no futuro” (P.-D.)

O número dos infectados pela AIDS aumenta, os causadores de epidemias tornam-se cada vez mais resistentes e as novas descobertas são extremamente preocupantes.

Calcula-se que apenas na Alemanha há em torno de 800.000 infectados pela hepatite C.

Outras doenças e epidemias avançam e as advertências dos cientistas sobre possíveis pandemias se assemelham a romances de ficção científica.

Não se trata de alarmismo, mas da realidade.

O que Deus nos revelou na Bíblia a respeito dos juízos dos tempos finais torna-se cada vez mais provável e aproxima-se constantemente.

Jesus referiu-se a eles como sinais da Sua volta, e o Apocalipse fala detalhadamente sobre eles.

No que se refere à ameaça de uma epidemia de gripe, chama a atenção a seguinte afirmação:

“Atualmente, leva-se cinco meses para desenvolver uma vacina apropriada para uma nova cepa de vírus”.

O livro do Apocalipse fala duas vezes de um período de cinco meses quando trata da quinta trombeta:

“O quinto anjo tocou a trombeta, e vi uma estrela caída do céu na terra.

E foi-lhe dada a chave do poço do abismo.

Ela abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço como fumaça de grande fornalha, e, com a fumaceira saída do poço, escureceu-se o sol e o ar.

Também da fumaça saíram gafanhotos para a terra; e foi-lhes dado poder como o que têm os escorpiões da terra, e foi-lhes dito que não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão-somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte.

Foi-lhes também dado, não que os matassem, e sim que os atormentassem durante cinco meses.

E o seu tormento era como tormento de escorpião quando fere alguém.

Naqueles dias, os homens buscarão a morte e não a acharão; também terão ardente desejo de morrer, mas a morte fugirá deles.

O aspecto dos gafanhotos era semelhante a cavalos preparados para a peleja; na sua cabeça havia como que coroas parecendo de ouro; e o seu rosto era como rosto de homem; tinham também cabelos, como cabelos de mulher; os seus dentes, como dentes de leão; tinham couraças, como couraças de ferro; o barulho que as suas asas faziam era como o barulho de carros de muitos cavalos, quando correm à peleja; tinham ainda cauda, como escorpiões, e ferrão; na cauda tinham poder para causar dano aos homens, por cinco meses; e tinham sobre eles, como seu rei, o anjo do abismo, cujo nome em hebraico é Abadom, e em grego, Apoliom” (Ap 9.1-11).


Será que essa descrição, além de outros significados, também poderia referir-se a uma epidemia de influenza?

Sem dúvida, a fumaça que sobe e traz consigo uma espécie de gafanhotos, faz lembrar uma epidemia viral, que poderia levar muitas pessoas à morte.

A duração de cinco meses poderia indicar a desesperadora busca por uma vacina.

Naturalmente sabemos, pelo contexto, que a quinta trombeta refere-se a uma invasão de demônios que atormentarão a humanidade.

Eles certamente usarão de diversos recursos para isso, inclusive enfermidades e epidemias.

Sem dúvida essa mensagem não agrada aos homens que não têm mais interesse pela Bíblia.

Apesar disso, ela é verdadeira.

Deus virá para o juízo, e ai dos que forem Seus inimigos.

Adversários de Deus são todos aqueles que ainda não são propriedade integral do Senhor Jesus.

Por outro lado, através de Jesus Deus torna-se amigo dos que O aceitam.

Diante dos cenários apocalípticos, muitas pessoas entram em pânico, ficam amedrontadas e deprimidas.

Outras simplesmente escondem a cabeça na areia e não querem saber do que acontece à sua volta, fecham-se e não se deixam abalar.

Já outras são indiferentes, argumentando:

“A volta de Jesus ainda pode demorar muito. Há séculos já se dizia as mesmas coisas”.

Sem dúvida, todas as gerações passadas usaram esse argumento e o mesmo será dito pela geração que efetivamente viverá nos tempos finais.

Outro grupo se rebela e luta contra a verdade bíblica, combatendo qualquer argumento cristão com zombarias ou evasivas “intelectuais”, rejeitando os alertas como sendo tentativas de criar pânico ou conversa de sectários.

Deus “deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Tm 2.4).

O único caminho para escapar do desastre do nosso tempo é Jesus Cristo.

Quem se converte a Ele encontra consolo eterno em meio à inquietação que nos aflige.

Para os que creem em Jesus Cristo há uma boa-nova da parte de Deus: podemos aguardar “dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira vindoura” (1 Ts 1.10). “...porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Ts 5.9).

A ira de Deus começará com a abertura dos juízos apocalípticos anunciados – mas aqueles que estão em Jesus serão guardados.

Isso não significa, entretanto, que tais pessoas não poderão adoecer, mas que, em meio à aflição, serão sustentadas por Cristo através de uma esperança viva.

Por isso, ninguém deveria entrar em pânico, nem esconder-se atrás de desculpas e da indiferença, mas aceitar a esperança oferecida em Jesus Cristo. (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, julho de 2005.


Norbert Lieth será um dos preletores do 11º Congresso Internacional Sobre a Palavra Profética - Águas de Lindóia, 21 a 24/10/2009.


Fonte: www.chamada.com.br

Comentário do editor do blog:

Estamos diante de uma nova ameaça de uma pandemia, tendo em vista que os casos detectados já se espalham por quase todo o mundo?

Seria o "fato" o "princípio das dores" a que Jesus se referiu, ou seria mais um "factoide" [boato arranjado pelos políticos) para desviar a atenção da população da "crise mundial", como já circula na Internet o depoimento de um suposto "mexicano" a respeito de uma reunião secreta de dois presidentes (Felipe Calderón do México e Barack Obama do EUA) nos dias 16 e 17 de abril, durante a reunião do G7, após o que, dia 23, o Ministro da Saúde do México, José Ángel Córdoba Villalobos, reuniu a imprensa para divulgar a descoberta da chamada gripe suina -gripe A- (H1N1)?

E, finalmente, segunda-feira, dia 27 de abril, a empresa farmacêutica Sanofi Aventis anuncia que injetaria 100 milhões de euros em uma nova planta de vacinas e doaria 236.000 doses ao México como apoio ao controle da influenza.

O que estaria havendo: factoide desviando a preocupação da população ou o "princípio das dores" que Jesus advertiu?

Uma coisa é certa, factoide ou não, de fato, as demais evidências de cumprimento literal de profecias aponta para o alerta de Jesus.

Maranata! [Ora vem Senhor Jesus]
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

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