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Sê Fiel
Editor: Edmar Torres Alves
Opinião
Eis o sinal de Jonas


"Deparou o SENHOR um grande peixe, para que tragasse a Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites no ventre do peixe.

Então, Jonas, do ventre do peixe, orou ao Senhor, seu Deus, e disse:

Na minha angústia clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e tu me ouviste a voz.

Pois me lançaste no profundo do coração dos mares, e a corrente das águas me cercou; todas as tuas ondas e as tuas vagas passaram por cima de mim.

Então, eu disse: lançado estou de diante dos teus olhos; tornarei, porventura, a ver o teu santo templo?

As águas me cercaram até à alma, o abismo me rodeou; e as algas se enrolaram na minha cabeça.

Desci até os fundamentos dos montes, desci até a terra, cujos ferrolhos se correram sobre mim, para sempre; contudo, fizeste subir da sepultura a minha vida, ó SENHOR, meu Deus!

Quando, dentro de mim, desfalecia a minha alma, eu me lembrei do Senhor; e subiu a ti a minha oração, no teu santo templo.

Os que se entregam à idolatria vã abandonam aquele que lhes é misericordioso.

Mas, com a voz do agradecimento, eu te oferecerei sacrifício; o que votei pagarei.

Ao SENHOR pertence a salvação!

Falou, pois, o SENHOR ao peixe, e este vomitou a Jonas na terra" (Jn 1.17-2.10).

Quando os fariseus e escribas pediram um sinal especial ao Senhor Jesus, que O identificasse como Messias, Ele respondeu:

"Uma geração má e adúltera pede um sinal; mas nenhum sinal lhe será dado, senão o do profeta Jonas.

Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra" (Mt 12.39-40).

Em todos os tempos os indivíduos, a ciência e a medicina fizeram a pergunta:

"Como devemos lidar com a morte?"

Alguém conseguiu resolver o problema da morte: Jesus Cristo.

Ele, que é a própria vida, venceu a morte.

Ele diz a toda pessoa: "...porque eu vivo, vós também vivereis" (Jo 14.19).

Uma vista geral da história judaica

Lemos em Jonas 1.17:

"Deparou o SENHOR um grande peixe, para que tragasse Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites no ventre do peixe."

Deus tem a história de Israel em Suas mãos, como outrora cuidou de Jonas.

Esse Seu povo da Antiga Aliança não está entregue ao arbítrio do mar das nações e nem está exposto à morte – embora no passado tenham morrido muitos judeus –, pois o Senhor dirige tudo da maneira como havia determinado de antemão em Sua determinação salvadora.

Ernst Schrupp escreve a respeito:

A palavra profética conduz a história para o seu termo.

Frequentemente Israel torna-se culpado diante do seu Deus e é julgado por Ele devido a isso, mas continua sendo Seu povo, com o qual Deus continua fazendo história.

E assim também é com a Igreja procedente dentre os judeus (Jo 4.22).

Aqueles, no entanto, que lutam contra o povo de Deus, em última análise o fazem contra o Deus dele e Seu Ungido, o Messias Jesus Cristo.

E eles ficam sob o domínio do adversário de Deus, sucumbem ao engano por meio do falso profeta, seguindo o anti-Messias.

As alianças de Deus com Israel (exceto a aliança do Sinai) são indissolúveis e não dependem de condições especiais:

• A Aliança Abrâmica (Gn 12;13;15;17) é indissolúvel.

• A chamada Aliança Palestina (Dt 30 1-10), as promessas de terra válidas para sempre, são indissolúveis.

• A Aliança Davídica (2 Sm 7; 1 Cr 17): Deus promete a Davi uma geração real que não terá fim, até o grande Rei Jesus Cristo.

Esta aliança é indissolúvel.

• Também a "nova aliança" para o Milênio ("Na mente deles imprimirei as minhas leis...", veja Jr 31.31-33), é indissolúvel.

Não se pode exterminar esse povo.

A história de Deus com os judeus continua.

É o que também vemos no caso do profeta judeu Jonas: apesar de todos os empecilhos, Deus o levou ao ponto onde o queria desde o começo.

Jonas esteve "três dias e três noites no ventre do peixe."

Também o povo judeu afundou no mar das nações.

Os judeus mal eram percebidos.

Por assim dizer, eles afundaram até ao nível da morte.

Lembremo-nos apenas da terrível Inquisição, dos inumeráveis
"pogroms" e da "solução final da questão judaica" no Holocausto.

O povo judeu esteve praticamente morto na sepultura das nações.

Apesar de tudo isso, eles foram protegidos de maneira
maravilhosa por Deus.

Justamente a chamada cristandade sempre lançou Israel ao mar e lhe roubou todas as promessas.

Mas a situação tornar-se-á ainda pior!

Quando Jonas esteve no ventre do grande peixe, está escrito:

"Então, Jonas, do ventre do peixe, orou ao Senhor, seu Deus, e disse:

Na minha angústia clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e tu me ouviste a voz.

Pois me lançaste no profundo do coração dos mares, e a corrente das águas me cercou; todas as tuas ondas e as tuas vagas passaram por cima de mim.

Então, eu disse: lançado estou de diante dos teus olhos; tornarei, porventura, a ver o teu santo templo?

As águas me cercaram até à alma, o abismo me rodeou; e as algas se enrolaram na minha cabeça.

Desci até os fundamentos dos montes, desci até a terra, cujos ferrolhos se correram sobre mim, para sempre" (Jn 2.1-6a).

Nessa oração de Jonas já foi descrita a oração de sempre dos judeus na Diáspora (Dispersão), mas que atingirá seu ponto culminante somente "no fim dos dias".

Pois, segundo meu entendimento, esses versículos descrevem – além da Diáspora e depois dela – o tempo ainda muito pior que está por vir para o povo judeu, ou seja, a Grande Tribulação ou angústia.

O Senhor Jesus profetizou a respeito: "porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais.

Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados"
(Mt 24.21-22).

Nessa tribulação o remanescente de Israel orará exatamente da mesma maneira como Jonas outrora:

"Na minha angústia, clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e tu me ouviste a voz."

Na Grande Tribulação ou angústia eles invocarão o Senhor como Redentor e serão salvos:

"Por isso, está longe de nós o juízo, e a justiça não nos alcança; esperamos pela luz, e eis que há só trevas, pelo resplendor, mas andamos na escuridão.

Apalpamos as paredes como cegos, sim, como os que não têm olhos, andamos apalpando; tropeçamos ao meio-dia como nas trevas e entre os robustos somos como mortos...

Porque as nossas transgressões se multiplicam perante ti, e os nossos pecados testificam contra nós; porque as nossas transgressões estão conosco, e conhecemos as nossas iniquidades...

Temerão, pois, o nome do SENHOR desde o poente e a sua glória, desde o nascente do sol; pois virá como torrente impetuosa, impelida pelo Espírito do SENHOR.

Virá o Redentor a Sião e aos de Jacó que se converterem, diz o SENHOR" (Is 59.9-10;12;19-20).

Depois de ter orado, Jonas experimentou salvação maravilhosa:
"fizeste subir da sepultura a minha vida, ó SENHOR, meu Deus!" (Jn 2.6b).

Segundo o meu entendimento, aqui é descrito o começo do restabelecimento de Israel, como já o encontramos em nossos dias: o nascimento de uma nova geração em sua própria terra, que Deus o Senhor tirou da sepultura das nações.

E isso conduzirá mais tarde também para o restabelecimento espiritual de Israel, para o qual aponta o versículo 10:

"Falou, pois, o SENHOR ao peixe, e este vomitou a Jonas na terra."

Saindo do ventre da morte, Jonas encontra a nova vida, para servir ao mundo das nações, como já deveria ter feito antes.

Examinemos a seguir as duas fases da renovação do Estado judeu:

1. O restabelecimento nacional de Israel

Em Ezequiel 37.12-13 lemos a respeito:

"Portanto, profetiza e dize-lhes: Assim diz o SENHOR Deus: Eis que abrirei a vossa sepultura, e vos farei sair dela, ó povo meu, e vos trarei para a terra de Israel. Sabereis que eu sou o SENHOR quando eu abrir a vossa sepultura e vos fizer sair dela, ó povo meu."

Diante da súplica dos judeus, dos quais foram mortos seis milhões no Holocausto, o Senhor intervirá a Seu tempo de maneira maravilhosa.

Isso já nos é mostrado antecipadamente na vida de Jonas:

"Quando, dentro de mim, desfalecia a minha alma, eu me lembrei do SENHOR; e subiu a ti a minha oração, no teu santo templo" (Jn 2.7).

Esse atendimento a partir do "santo templo" simboliza a volta de Jesus para a salvação do Seu povo.

E Jonas representa essa esperança como figura do remanescente de Israel (v. 4).

Malaquias profetiza: "...de repente, virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais.

O Anjo da Aliança, a quem vós desejais; eis que ele vem, diz o SENHOR dos Exércitos" (Ml 3.1).

Jesus sairá do templo celestial de Deus, voltará para o Seu povo e então se assentará no templo em Jerusalém.

Em Apocalipse 11.19 está escrito:

"Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada."

Jesus voltará a fim de concluir a aliança com o Seu povo.

O profeta diz em Jonas 2.8:

"Os que se entregam à idolatria vã, abandonam aquele que lhes é misericordioso."

Por que Jonas teve que intercalar essas palavras na sua oração?

Porque ele era uma figura profética e assim apontou para o antigo povo da aliança de Deus.

No tempo da Grande Tribulação os judeus, ou seja, os israelitas reconhecerão o que negligenciaram e por que tiveram que passar por essa angústia.

Eles abandonaram a misericórdia, porque colocaram os seus mandamentos humanos e acréscimos (Talmude) acima de Jesus, a quem rejeitaram.

Assim eles continuaram presos à lei e perderam a graça.

A aliança sinaítica não os pode conduzir à salvação.

Samuel teve de dizer ao desobediente rei Saul:

"Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como a idolatria e culto aos ídolos do lar" (1 Sm 15.23).

Lemos em Romanos 11.7:

"Que diremos, pois? O que Israel busca, isso não conseguiu; mas a eleição o alcançou; e os mais foram endurecidos."

Isso significa: o remanescente do povo judeu alcançará o que muitos dentre eles perderam ou abandonaram por desobediência ou incredulidade.

Nas palavras: "...a eleição o alcançou", é descrita a volta do remanescente. "...e os mais foram endurecidos", refere-se àqueles que buscaram sua ajuda com as nações, em vez de procurá-la com o Deus vivo.

Esses líderes judeus estenderão os seus braços para o falso cristo e farão aliança com ele (Is 28.14-16; Dn 9.27).

Provavelmente ainda será construído um templo ou algo semelhante, no qual será colocado o "abominável da desolação" [um ídolo] (Dn 9.27; Mt 24.15).

No meu entender essa intercalação (Jn 2.8) está ali para mostrar como na Grande Tribulação muitos de Israel voltarão para o Senhor, mas outros dentre esse povo se afastarão de Deus nessa época (veja Dn 12.1,4,10; Mt 24.9-11).

Em relação a esse tempo do fim a Bíblia sempre nos apresenta os dois aspectos.

Por um lado, ela diz:

"Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira" (Ap 22.15).

Por outro lado, ela fala da volta dos pecadores e filhos de Deus desobedientes.

Isso transparece profeticamente em Jonas 2.9-10:

"Mas, com a voz do agradecimento, eu te oferecerei sacrifício; o que votei pagarei.

Ao SENHOR pertence a salvação!

Falou, pois, o SENHOR ao peixe, e este vomitou a Jonas na terra."

Assim como Jonas, pelo arrependimento, encontrou o caminho de volta para cumprir a missão que Deus lhe dera, um grande remanescente de Israel encontrará o caminho de volta para o sacrifício verdadeiro, o sacrifício na cruz do Calvário, ao Homem que morreu nela.

Eles encontrarão sua salvação no Senhor e O louvarão por isso.

Eles encontrarão o caminho de volta à fé dos seus pais e renascerão espiritualmente.

Assim eles voltarão para a vocação inicial, de se tornarem uma bênção para as nações.

No segundo capítulo de Jonas a Bíblia nos dá uma visão profética antecipada sobre os dois restabelecimentos de Israel.

Aqui vemos o milagre da profecia e dos atos de salvação de Deus.

Pois primeiro, quando ainda estava no ventre do peixe, Jonas disse:

"...contudo, fizeste subir da sepultura a minha vida. ó Senhor, meu Deus" (Jn 2.6)., o que tornou-se realidade visível somente mais tarde:

"Mas, com a voz do agradecimento, eu te oferecerei sacrifício; o que votei pagarei.

Ao SENHOR pertence a salvação! Falou, pois, o SENHOR ao peixe, e este vomitou a Jonas na terra" (vv. 9-10).

No versículo 6 é descrito de maneira profética o começo do restabelecimento de Israel (restabelecimento nacional), que presenciamos hoje em dia, e os versículos 9-10 falam do restabelecimento espiritual definitivo de Israel, que veremos a seguir.

2. O restabelecimento espiritual de Israel

Sobre o restabelecimento espiritual que seguirá ao restabelecimento nacional, está escrito:

"Sabereis que eu sou o SENHOR, quando eu abrir a vossa sepultura e vos fizer sair dela, ó povo meu.

Porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos estabelecerei na vossa própria terra.

Então, sabereis que eu, o SENHOR, disse isto e o fiz, diz o SENHOR" (Ez 37.13-14).

Para este restabelecimento final todos os judeus de todas as nações serão trazidos de volta:

"...e os tornarei a ajuntar para voltarem à sua terra, e que lá não deixarei a nenhum deles" (Ez 39.28).

Somente então, quando o Senhor Jesus tiver voltado em grande poder e glória, cumprir-se-á a palavra de Mateus 24.31:

"E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus" (veja Is 11.11-12; Jr 23.3-8; Ez 39.25-29).

Jonas esteve três dias no ventre do peixe até ser definitivamente restabelecido.

É muito interessante que – antes de chegar a louvar a Deus (Jn 2.9-10) – ele já confessou:

"...contudo, fizeste subir da sepultura a minha vida, ó SENHOR, meu Deus" (Jn 2.6).

Constatamos que o versículo 6 representa a atual situação de Israel, o ser retirado da sepultura das nações, a fim de tornar-se novamente uma nação própria e viva: o restabelecimento nacional; e depois, nos versículos 9-10, o restabelecimento espiritual.

O restabelecimento de Israel ocorreu no fim de "dois dias".

Será que o restabelecimento espiritual acontecerá no terceiro dia?

De qualquer forma, a palavra profética diz:

"Depois de dois dias, nos revigorará; ao terceiro dia, nos levantará, e viveremos diante dele.

Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR; como a alva, a sua vinda é certa; e ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra" (Os 6.2-3).

Depois de dois dias, Deus o Senhor levou os judeus ao restabelecimento nacional.

E no terceiro dia eles viverão diante da Sua face, assim como Jonas saiu das trevas do peixe e voltou novamente à luz diante da face do Senhor.

Aqui devemos deixar bem claro, e na verdade não se pode salientar o suficiente: a volta dos israelitas para a Terra Prometida, que presenciamos em nossos dias, é da maior importância!

Por quê?

Porque por meio dela se cumpre a primeira fase das promessas de Deus a Israel, e assim é preparado o terreno para a última fase do tempo do fim.

Jesus na história de Jonas

A base ou a condição para a futura salvação de Israel consiste na morte e na ressurreição de Jesus.

Cristo é o consumador de tudo para o qual Jonas foi apenas uma fraca imagem.

O próprio Jesus é o "sinal de Jonas", do qual Ele falou:

"...mas nenhum sinal lhe será dado, senão o do profeta Jonas. Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra" (Mt 12.39-40).

O Senhor relacionou Sua morte e Sua ressurreição à história de Jonas.

Portanto, não existe nenhuma dúvida de que Jonas 2 fala com profundeza profética sobre Jesus, o Filho de Deus sem pecado.

Além disso, a Bíblia Anotada por Scofield diz sobre essa passagem:

O fato de que, nesta passagem-chave em que nosso Senhor usa a experiência de Jonas para predizer o Seu sepultamento, as quatro outras referências – isto é, aos homens de Nínive, à rainha de Sabá, a Salomão e ao próprio Cristo ("maior do que Salomão") – são claramente históricas, confirma a historicidade de Jonas.

Pois é altamente improvável que o Senhor incluísse uma figura mitológica, como alguns chamam Jonas, no mesmo contexto com estas quatro referências históricas.

Assim como a primeira vinda de Jesus há 2000 anos e sua morte na cruz dividem a história de Israel – 2000 anos a.C. e 2000 anos d.C. –, Jonas 2 divide a história desse profeta em duas partes.

Em Jonas 2.2-6a vemos profeticamente a profunda dor da alma de Jesus na Sua separação do Pai.

Ele, o Imortal, entregou-se à morte, foi derramado na garganta da morte por nós.

Ele, o Criador, foi devorado pela criatura.

Assim também as palavras de Jonas estão cheias de declarações dos Salmos que se referem ao Messias:

• "Na minha angústia clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e tu me ouviste a voz" (Jn 2.2).

De Jesus está escrito profeticamente no Salmo 22:

"Deus meu, clamo de dia, e não me respondes; também de noite, porém não tenho sossego.

Não te distancies de mim, porque a tribulação está próxima, e não há quem me acuda.

Tu, porém, SENHOR, não te afastes de mim; força minha, apressa-te em socorrer-me.

Salva-me das fauces do leão e dos chifres dos búfalos; sim, tu me respondes.

Pois não desprezou, nem abominou a dor do aflito, nem ocultou dele o rosto, mas o ouviu, quando lhe gritou por socorro" (vv. 2,11,19,21,24).

• Jonas disse: "Pois me lançaste no profundo, no coração dos mares, e a corrente das águas me cercou; todas as tuas ondas e as tuas vagas passaram por cima de mim" (Jn 2.3).

O Salmo 22.14 diz sobre o Filho de Deus:

"Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim."

O juízo de Deus que era destinado para nós, derramou-se sobre Jesus; Ele o suportou por amor, por livre vontade.

• "Lançado estou de diante dos teus olhos; tornarei, porventura, a ver o teu santo templo" (Jn 2.4).

Que horas mais terríveis o Senhor Jesus passou, até que afinal clamou em alta voz: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Sl 22.1; Mt 27.46).

Não obstante, vemos em tudo a confiança de Jesus firme como uma rocha no seu Pai.

• "As águas me cercaram até a alma, o abismo me rodeou; e as algas se enrolaram na minha cabeça" (Jn 2.5).

Paralelamente está escrito no Salmo 22.14:

"Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim" (veja também o versículo 21).

• Jonas disse: "Desci até aos fundamentos dos montes, desci até à terra, cujos ferrolhos se correram sobre mim" (Jn 2.6a).

O Salmo 22.15 diz sobre Jesus:

"Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte."

• Jonas 2.6b e os versículos 8-10 indicam a ressurreição de Jesus e a Sua vitória:

"fizeste subir da sepultura a minha vida, ó SENHOR, meu Deus...

Falou, pois, o SENHOR ao peixe, e este vomitou a Jonas na terra" (Jn 2.6b e 10), o que também está expresso profeticamente no Salmo 22.

A sepultura teve que devolver Jesus.

Ele ressuscitou!

O Salmo 22.22 diz:

"A meus irmãos declararei o teu nome; cantar-te-ei louvores no meio da congregação."

Sobre o sepulcro selado e a ressurreição de Jesus é relatado em Mateus 28.2,5-6:

"E eis que houve um grande terremoto; porque um anjo do Senhor desceu do céu, chegou-se, removeu a pedra e assentou-se sobre ela...

Mas o anjo, dirigindo-se às mulheres, disse: Não temais; porque sei que buscais Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Vinde ver onde ele jazia."

À morte de Jesus seguiu a manhã da Páscoa.

A pedra foi arrancada da Sua sepultura.

A única coisa que restou aos soldados romanos que estavam guardando o sepulcro foi a impotência.

Jesus saiu da sepultura, procurou Seus discípulos e a mensagem se propagou muito rapidamente:

"Ele ressuscitou! Ele é o Príncipe da vida, o Vencedor sobre a morte!"

E o Novo Testamento diz: "Jesus venceu o poder da morte!"

• Lemos em Jonas 2.8: "Os que se entregam à idolatria vã abandonam aquele que lhes é misericordioso".

Na morte de Jesus irrompe a graça.

Aquele que deixa os ídolos e se volta para Jesus experimenta a graça de Deus.

No Salmo 22.26 está escrito: "Os sofredores hão de comer e fartar-se; louvarão o SENHOR os que o buscam.

Viva para sempre o vosso coração."

• Jonas disse: "Mas, com a voz do agradecimento, eu te oferecerei sacrifício; o que votei pagarei. Ao SENHOR pertence a salvação" (Jn 2.9).

Jonas é um maravilhoso tipo de Jesus Cristo, o Enviado de Deus, Aquele que ressuscitou dentre os mortos para trazer a salvação às nações.

Tudo isso resultará na gloriosa volta de Jesus, que é aludida no Salmo 22.28:

"Pois do SENHOR é o reino, é ele quem governa as nações."

A mensagem de Deus à humanidade

Falamos sobre o restabelecimento de Israel e sobre a morte e ressurreição de Jesus Cristo.

Mas sem demora o Senhor virá para o arrebatamento da Sua Igreja.

Pois se atualmente vemos o restabelecimento nacional de Israel, sabemos que também o seu restabelecimento espiritual está por acontecer.

Antes, porém, o Senhor virá para a Sua Igreja, a fim de levá-la para a casa do Pai.

Deus não nos transmitiu a história de Jonas apenas como uma narrativa bonita.

Não, pelo contrário, por meio dela o Senhor dirige de maneira profética uma mensagem inequívoca à humanidade, isto é: Jesus vive!

Ele quer nos dizer que a cabeça da serpente foi pisada, o pecado está vencido e foi tirado o poder da morte (2 Tm 1.10).

Jesus Cristo é o sinal de salvação para todo aquele que nEle crê.

Eis o sinal de Jonas!

Na morte e na ressurreição de Jesus está contida toda a graça de Deus para nós.

Deus manda dizer-nos: afastem-se de tudo que nega a Jesus! Afastem-se dos gurus dos homens, e voltem-se para a graça de Jesus!

Os homens sempre nos decepcionarão, mas Jesus jamais!

Antes da crucificação, apontando para Ele, Pilatos disse: "Eis o homem!" (Jo 19.5).

Mas Jesus foi e é incomparável, Ele é verdadeiro Deus e verdadeiro homem ao mesmo tempo.

Por que será que o Senhor fez que ficasse intercalada na oração de Jonas a frase:

"Os que se entregam à idolatria vã abandonam aquele que lhes é misericordioso" Jn 2.9)?

Porque Ele quer mostrar o que é graça e o que nos impede de desfrutar a graça.

Vamos repetir: a graça está contida única e exclusivamente na morte e na ressurreição de Jesus.

Mas o empecilho para o recebimento da salvação consiste em não estar disposto a abandonar tudo e entregar nossa vida totalmente a Ele.

Quem não faz isso, fatalmente fracassará.

A futilidade deste mundo passa, aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente (veja 1 Jo 2.17).

O que você não quer abandonar?

Onde está a sua Nínive?

Não existe nada pior do que recusar a graça de Deus oferecida em Jesus Cristo.

Isso é pior do que perder um filho ou uma filha.

É o que se vê claramente na reação do sumo sacerdote Eli, quando um mensageiro lhe disse:

"Israel fugiu de diante dos filisteus, houve grande morticínio entre o povo, e também os teus dois filhos, Hofni e Finéias, foram mortos, e a arca de Deus foi tomada.

Ao fazer ele menção da arca de Deus" (= a glória de Israel) "caiu Eli da cadeira para trás, junto ao portão, e quebrou-se-lhe o pescoço, e morreu" (1 Sm 4.17-18; veja também os vv. 20-21).

Se é verdade que Jesus vive – então cada um de nós precisa dEle para viver.

Portanto, venha à graça, agora!

Uma pessoa antes perdida, que experimentou essa graça de Jesus, escreveu estes versos comoventes:

Eu queria encontrar a paz, procurei-a por toda parte.

Na verdade encontrei muitos pecados, mas nenhum coração reconciliado.

Então segui em silêncio até o madeiro da cruz.

Ele saciou o meu desejo, o santo Cordeiro de Deus.
(tradução literal do alemão)

(Norbert Lieth - www.chamada.com.br)

Extraído do livro Jonas - Mensagem Profética Para as Nações, Israel e a Igreja.



Norbert Lieth será um dos preletores do 11º Congresso Internacional Sobre a Palavra Profética -Águas de Lindóia, 21 a 24/10/2009.


Fonte: www.chamada.com.br

Por que só a Bíblia?

Por que só a Bíblia?

Pergunta:
"Por que devemos crer exclusivamente na Bíblia, desconsiderando as demais revelações?

Deus não é um Deus que se cala, mas um Deus que fala ainda hoje!"

Resposta: Por que cremos única e exclusivamente na Bíblia?

Porque direta e indiretamente a própria Bíblia nos exorta a isso.

Por favor, leia primeiro o Salmo 119, onde podemos ver a singularidade da Palavra de Deus.

Depois disso, peço-lhe que reflita em espírito de oração nas passagens bíblicas abaixo:

Paulo escreve, por exemplo, a Timóteo:

"E que desde a infância sabes as sagradas letras que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus.

Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça" (2 Tm 3.15-16).

Segunda Pedro 1.19-21 nos revela em que consiste a diferença entre a Bíblia e outras fontes:

"Temos assim tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vossos corações; sabendo, primeiramente, isto, que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana, entretanto homens [santos] falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo."

O próprio Senhor aponta para a segurança e infalibilidade da Palavra de Deus:

"Porque em verdade vos digo: Até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra" (Mt 5.18).

E Ele diz, ainda:

"Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim" (Jo 5.39).

Em sua primeira carta aos tessalonicenses, Paulo enfatiza que a Bíblia não é palavra humana, mas Palavra de Deus:

"Outra razão ainda temos nós para
incessantemente dar graças a Deus: é que, tendo vós recebido a palavra que de nós ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e, sim, como, em verdade é, a palavra de Deus, a qual, com efeito, está operando eficazmente em vós, os que credes" (1 Ts 2.13).

Finalizando, lembremos o conteúdo extremamente importante de João 1.1-4:

"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.

Ele estava no princípio com Deus.

Todas as cousas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez.

A vida estava nele..."

E o versículo 14:

"E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai."

Quem menospreza a Palavra de Deus e a coloca no mesmo nível de outras "fontes de revelação" mostra que despreza a Palavra (o Verbo) que se fez carne: Jesus Cristo! (Elsbeth Vetsch)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, maio de 1997.

Fonte: www.chamada.com.br

Comentário do editor do blog

Hoje postamos um artigo de opinião, que responde a muitas indagações não somente sobre o nosso Ministério, mas também sobre o "Cristianismo".

Havia um tempo em que os cristãos portavam um Bíblia quando iam à igreja, o que lhes deu um "nome" um tanto quanto
"debochado": "Os homens do livro de capa preta", ou algo semelhante.

O certo é que éramos identificados pelo simples ato de carregar uma Bíblia.

A Bíblia foi [ainda o é em alguns casos] o meio de identificação dos "crentes".

Aliás, já é hora da palavra "crentes" deixar de identificar apenas algumas denominações do Cristianismo, pois "crente" é o que crê, e todos os cristãos, independente da denominação cristã que eles sigam, creem em Deus, Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, o Deus triuno.

Mas o que importa não é carregar o "livro de capa preta" nas mãos, mas guardá-lo no coração, como diz a Escritura, para não pecarmos contra Deus.

E, se somente cremos na Bíblia, apenas ela adotamos como o "livro de fé", e como verdade única e exclusiva pois é a Palavra de Deus.

Cremos nas promessas feitas por Deus, feitas por Jesus, e a maior delas [para a nossa época] diz respeito à sua segunda vinda, o que breve ocorrerá, como temos mostrado em diversos artigos já publicados.

Maranata! Ora vem Senhor Jesus
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel - www.sefiel.com.br

Lições de 3 décadas de paz - Israel 61 anos
Lições de três décadas de paz

Por: Giora Becher, Embaixador de Israel no Brasil
publicado na "Folha de São Paulo" em 26/03/2009

HOJE, 26 de março, comemoramos o 30º aniversário da assinatura do primeiro acordo já assinado entre Israel e um país árabe.

Em 1979, os líderes de Israel, Begin, do Egito, Sadat, e dos Estados Unidos, Carter, deram um aperto de mão que prometia mudar o Oriente Médio.

Apesar de essa promessa ainda necessitar ser totalmente cumprida, a data apresenta uma oportunidade de honrar essa realização histórica e examinar alguns princípios que levaram ao sucesso daquele processo de paz.

Hoje, quando a paz parece um objetivo difícil de ser alcançado, é importante lembrar o passado.

Os esforços de Israel para obter a paz precederam o próprio estabelecimento de Israel, que, desde seus primeiros dias, sonha em viver em paz com seus vizinhos.

Com a visita de Sadat a Jerusalém (1977), essa visão finalmente teve uma chance de se tornar realidade.

Para alcançar a paz com o Egito, Israel tomou medidas sem precedentes e devolveu o Sinai, correspondente a 91% da área ganha na Guerra dos Seis Dias, território três vezes maior que sua área atual.

Naquele local, Israel havia construído cidades e aldeias agrícolas com mais de 7.000 habitantes, hotéis, instalações militares e um campo petrolífero, cuja entrega significou o abandono da única chance de se tornar independente no campo da energia.

Na era cínica da atualidade, é difícil imaginar a euforia com que Israel saudou a visita de Sadat.

Mesmo durante os meses de difíceis negociações, nós nunca perdemos o foco de nosso tão ansiado sonho.

Hoje, a mesma esperança existe, mas experiências amargas têm nos tornado mais cautelosos.

Em 2000, nas negociações de Camp David, os palestinos tiveram a chance de finalmente terminar o conflito, mas Arafat rejeitou as propostas e lançou a segunda Intifada, que custou milhares de vidas israelenses e palestinas.

Naquele mesmo ano, Israel saiu completamente do Líbano para ser recompensado, em 2006, com 4.000 mísseis do Hizbollah lançados contra suas cidades no Norte.

Em 2005, fez o desengajamento unilateral de Gaza, mais uma vez retirando famílias israelenses de seus lares.

Nós tínhamos a esperança de que esse passo daria aos palestinos uma oportunidade de pacificamente plantar as fundações de seu Estado.

Em vez disso, testemunhamos o crescimento do extremismo do Hamas e de disparos de foguetes contra o Sul de Israel.

Apesar desses acontecimentos, o governo de Israel sempre terá o apoio da população para fazer a paz, desde que os israelenses acreditem que o resultado será a paz genuína.

Sadat, por ser o primeiro líder árabe a reconhecer Israel, perdeu sua vida.

Anos depois, o primeiro-ministro de Israel Rabin deu sua vida pela causa da paz iniciando o processo de Oslo.

Esses líderes sabiam que sua responsabilidade em relação ao futuro de seus povos era o mais importante.

Israel sempre fará a paz quando o outro lado decidir abandonar o caminho da violência e seguir o caminho das negociações.

Durante o processo de Oslo, apesar de suas promessas, Arafat nunca abandonou a violência.

Esse foi o motivo principal pelo qual o processo de paz com os palestinos falhou durante sua liderança e a verdadeira explicação de sua recusa em aceitar as propostas feitas por Israel.

Da mesma forma que Sadat foi assassinado por fundamentalistas islâmicos por fazer a paz com Israel, hoje em dia os radicais estão tentando acabar com qualquer chance de paz com os palestinos.

O Hamas, apoiado pelo Irã, rejeita todas as negociações de paz por uma questão de princípios e continua comprometido com seu objetivo de destruir Israel, sendo assim uma barreira para qualquer chance de paz, condenando os palestinos a um futuro de conflito constante e o domínio do fundamentalismo.

As negociações diretas têm provado ser a garantia para o progresso.

Os tratados de paz com o Egito e a Jordânia são a prova de que os líderes árabes desejam conversar diretamente com Israel.

A paz é possível.

A pressão externa não influencia as políticas de Israel em relação à paz.

Ainda assim, quando existe uma chance para a paz, a pressão interna é mais do que suficiente.

Para uma democracia como Israel, a confiança pública nas negociações de paz é crucial.

Os israelenses acreditam que a paz verdadeira pode ser obtida com os palestinos e outros vizinhos.

Apesar das presentes dificuldades, os israelenses sonham que logo outro líder israelense se levantará ante o mundo e repetirá as palavras de Begin na cerimônia de assinatura há 30 anos:

"Não mais guerra, não mais derramamento de sangue, não mais luto, paz sobre vocês, "shalom",
"salaam", para sempre".

Fonte: www.folha.com.br enviado por e-mail por Sandro Cescato, israelense convertido a Jesus

ISRAEL 61 ANOS !

Hoje, ao por do sol, Israel comemora mais um ano de aniversário.

Segue abaixo, mensagem do novo Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netaniahu, a todas as Comunidades Judias da Diáspora, por ocasião dessa celebração.

Shalom a todos
L" chaim Israel ! Chag Sameach !
abraço
Sandro

Mensagem do Primeiro Ministro de Israel Benjamin Netanyahu

Hoje, Israel celebra seu 61º. Aniversário.

Todos os anos em que celebramos o renascimento do Estado Judaico, após longos anos de exílio, é motivo de grande celebração.

Após séculos sem nada poder fazer, o povo judeu retornou ao seu lugar na história e de direito entre as nações.

Com o renascimento de Israel, mais uma vez fomos capazes de mapear nosso próprio destino e determinar nosso próprio futuro.

Os últimos 61 anos mostram o quanto uma nação livre e independente pode realizar.

Com parcos recursos, nós fizemos uma terra estéril retornar à vida, e absorvemos milhões de imigrantes.

Através da inovação e determinação, a genialidade de nosso povo nos tornou líder na agricultura, medicina e ciência, enquanto nossa criatividade gerou uma indústria de alta tecnologia que continuou a assombrar o mundo.

Conseguimos paz com o Egito e a Jordânia, e continuaremos a buscar a paz com nossos vizinhos.

Tudo isto foi conseguido mesmo com Israel ter vivido sob constante ameaça nos últimos 61 anos.

Infelizmente, Israel continua sob ameaça.

Um regime iraniano que está perseguindo ardorosamente o objetivo de obter armas nucleares, audaciosamente pede nossa destruição.

Organizações terroristas em nossas fronteiras sul e norte se fortalecem a cada dia.

E uma onda crescente de anti-semitismo está varrendo o mundo civilizado.

Para encarar estes desafios nos anos vindouros, a unidade entre nosso povo, tanto dentro como fora de Israel será mais importante do que nunca.

Este é o motivo pelo qual é vital continuar a fortalecer os laços entre Israel e os judeus da Diáspora.

Estes laços são fonte de força mútua e uma lembrança poderosa do papel único que Israel desempenha no mundo e na história de nosso povo.

Neste Dia da Independência, vamos nos orgulhar de tudo o que conseguimos e vamos olhar adiante para um tempo de segurança, prosperidade e paz.

Se ficarmos unidos como irmãos e irmãs, se tivermos coragem e determinação, este tempo com certeza chegará.

Chag Sameach!

Atenciosamente,

Benjamin Netanyahu
Primeiro Ministro - Medinat Israel
Jerusalém, Israel


Fonte: recebido por e-mail de Sandro Cescato, israelense convertido a Jesus

Israel: Entre a Vida e a Esperança
Israel : Entre a VIDA e a ESPERANÇA

Na próxima 4ª feira ( 29/04 ), Israel completa 61 anos de existência.

Desde o dia em que este país nasceu, ele vem sendo atacado em todas as frentes, seja fisicamente ou verbalmente, por seus vizinhos e por muitas nações do Mundo inteiro.

E assim tem sido, de uma maneira ou de outra, por todos esses anos.

O seu direito de existir tem sido repetidamente desafiado e negado, mas mesmo assim, a busca pela PAZ verdadeira prossegue.

Esta é a maior batalha que Israel vem enfrentando desde 1948.

Esperamos que não seja por muito tempo.

Que a Era Messiânica chegue em breve !

Se vocês tiverem um tempinho, orem por Israel e pela paz em Jerusalém.

abraço a todos e shalom
Sandro

Israel : Entre a VIDA e a ESPERANÇA

Por N. Steiner - Semanário Judaico de Buenos Aires

Os 61 anos do Estado de Israel são um feito único e eterno na História Judaica.

Não se conhece outra nação que, desaparecida do mapa das nações, muito mais tarde ressurgiu das cinzas.

A restauração de Israel como nação, foi algo diferente de qualquer coisas que o Mundo havia visto.

Os judeus haviam sido privados de sua pátria durante quase 1900 anos, desde a devastação romana da Judéia entre os anos 60 d.C e a revolta de Bar Kochba.

Quando a luta terminou em 135, a metade da população judia da Judéia estava morta.

Daqueles que sobreviveram, milhares foram vendidos como escravos ou expulsos da região.

Através de todas as gerações da dispersão que se seguiram, os judeus nunca perderam sua percepção como nação e a sua conexão com a Terra de Israel, graças a sua religião.

Expressaram sua esperança nas orações diárias e se orientam por elas até os dias de hoje.

Muitos donativos foram pedidos para apoiar uma minoria de judeus que nunca haviam saído de Israel, mas que sempre viveram em dificuldades; e com o passar dos anos outros judeus começaram a fazer o caminho de volta, com frequência em resposta ás perseguições cristãs e muçulmanas.

No ano 61 do Século XIX, a maioria da população de Jerusalém era judia, uma vez mais.

O Sionismo - um movimento político organizado para reavivar a independência judia em sua própria pátria, surgiria em decorrência dos progroms ( perseguições programadas pelos russos ortodoxos ) e a assimilação ( conversão dos judeus a outras religiões ).

Cinco décadas mais tarde, tendo em conta grandes obstáculos e contra todo um precedente histórico, ISRAEL retornava à vida.

Foi um feito incrível, e é ainda mais inacreditável por ser um feito que teve lugar imediatamente após um genocídio ( o Holocausto ) que havia eliminado da terra um terço de todo o povo judeu.

Em questão de horas após ter declarado sua independência ( 14 de maio de 1948 ), o recém nascido Estado de Israel, com uma população de 600.000 habitantes judeus, era invadido por cinco exércitos árabes.

Tinham a intenção, nas palavras do Secretário Geral da Liga Árabe, Azzam Pasha, de empreender
"uma guerra de extermínio e um massacre transcedental".

A ameaça do Holocausto pairava novamente sobre o povo judeu.

A aniquilação era uma potencial realidade para Israel.

Mas, miraculosamente, o Estado Judeu sobreviveu e prosperou, um triunfo da vida e da esperança, sobre as forças do ódio e da morte que continuam se acercando de nós, hoje, com novas táticas.

Sitiado desde o dia de seu nascimento, Israel nunca conheceu um só dia de verdadeira paz.

É a única nação do Mundo cuja legitimidade é questionada rotineiramente.

Ainda tem inimigos que querem riscá-la do mapa.

De maneira única, o Estado Judeu nasceu com o selo tanto da ONU e da Liga das Nações.

Mas uma e outra vez se diz que Israel não tem direito de existir.

Poucas nações podem mostrar um certificado de nascimento tão avalizado como o de Israel dos tempos bíblicos.

Entretanto, o direito fundamental de Israel a existir não deriva somente de votações da ONU ou de promessas bíblicas.

Em última instância, o direito de autodeterminação surge exclusivamente daqueles que podem formar e sustentar uma nação.

A Terra de Israel pertence aos judeus porque os judeus a conceberam e a levantaram mesmo quando os árabes somente levantavam suas espadas de destruição.

O Estado palestino que devia surgir ao lado de Israel não se levantou não porque os israelenses não o desejavam mas somente porque os árabes apostaram na construção de uma nação em cima da destruição do estado Hebreu.

Hoje, aos 61 anos, se levantam cada vez mais vozes que deslegitimam a existência de Israel.

Mesmo entre os judeus.

É chegada a hora de alguns dos membros do Povo do Livro buscarem nos seus livros sagrados e nos livros de História a lembrança de que Israel é uma verdade e o será para sempre.

Fonte: Sandro Cescato [Israelense convertido a Jesus] por e-mail

A visão judaica do Messias
A visão judaica do Messias

Para os que me perguntaram ( vários questionamentos ) como é a visão do Messias para os judeus :

1 - O "Messias" não é uma idéia cristã?

A idéia do Messias tem origem na Lei e nos Profetas judeus.

É um conceito profundamente enraizado no judaísmo.

O Cristianismo e o Islamismo herdaram essas idéias e princípios da Lei.

2 - Qual a importância do Messias para o Judaísmo?

Muito grande.

É um dos Treze Princípios Fundamentais do Judaísmo.

"Eu creio na vinda do Mashiach todos os dias, e mesmo se ele tardar, espero por Ele, com todo fervor."

Essa é a oração feita todos os dias pelos judeus ortodoxos.

O Messias é uma profunda realidade para essas pessoas.

3 - A crença no Messias não é uma fuga da realidade?

Para os judeus não.

O Judaísmo planeja à frente normalmente ( como o
Cristianismo ), mesmo sabendo que a situação atual ( e normal ) é esperar pela vinda iminente do Messias.

Gerações e gerações de judeus morreram crendo na vinda iminente do seu Redentor, mas mesmo assim, cada judeu seguiu vivendo sua vida, planejando, estudando, trabalhando, etc.

4 - O "Messias" não é apenas um eufemismo para uma paz utópica na Terra?

Não se trata de um desejo esperançoso ou fantasia, mas uma promessa Divina frequentemente repetida de que uma PESSOA e eventos especificos mudarão o mundo radicalmente.

Isso é o que os judeus creem.

Não se pode ser verdadeiramente judeu sem crer no Messias.

Para eles, a Palavra é literal e objetiva, e não mero eufemismo.

5 - Quem é o Messias para os judeus ?

Um ser humano descendente do Rei David, comprometido com toda a Palavra de Deus, e que reunirá todos os judeus em Israel, reconstruirá o Templo e trará a paz universal.

Esse é um resumo da visão judaica sobre esse SER messiânico.

6 - Os judeus esperam ansiosos a vinda de Messias ?

Sim, muito.

Porque além de trazer paz a Israel e eliminar o sofrimento em todo o mundo, eles creem que toda a criação será levada à realização e à perfeição.

Por mais confortável que o Mundo possa se sentir atualmente, ele, para os judeus, continua incompleto sem o Messias.

Qualquer ser humano, sem o Messias, é um ser incompleto e ainda vive na escravidão.

7 - Os judeus acreditam que nosso mundo mudará drasticamente?

Inicialmente, o mundo continuará seu curso natural, pois os judeus creem que irão viver nessa Terra de Paz durante séculos e séculos, e Jerusalém será o centro de tudo, com o Messias reinando sobre todos os povos.

Mais tarde haverá uma ascensão a um estado sobrenatural, incluindo aqui a Ressurreição dos Mortos e o reino celestial.

8 - Para os judeus a hora é agora?

Eles também creem no cumprimento das profecias e já sabem que quase todas foram cumpridas.

Então por isso, eles creem que seja a hora certa para que a "última semana" aconteça.

Para os judeus, isso pode acontecer a qualquer momento, porém quanto antes melhor.

Os eventos mundiais indicam que o tempo é propício, e para eles, deve-se fazer de tudo para tentar concretizar o potencial.

9 - O que eles fazem para concretizar ?

Eles tentam ao máximo cumprir os mandamentos -eles creem que cada mandamento cumprido aproxima a Redenção.

Estudar a Palavra para ter uma maior conscientização sobre o Messias também é um mandamento ( e um meio para a santificação ) - e para que a Redenção seja um apelo popular entre os judeus.

Atualmente, muitos rabinos famosos já anunciam a vinda de seu Mashiach e o fim desse "Mundo" como o conhecemos.

10 - Eles tem medo do Messias ?

Pelo contrário, eles o desejam.

Pois sabem que só com esse ser humano tão especial, eles poderão realmente alcançar a paz e realmente dizer que são livres para viver a plenitude de suas vidas.

Como eu já disse, muitas gerações O esperaram.

Em suas orações, em suas canções, em suas festas, e até mesmo na morte, a figura do Messias é constante e motivo de toda esperança entre os judeus.

Falta-lhes apenas um item :

VER, na pessoa do nosso AMADO JESUS CRISTO, O MASCHIAH !

abraço a todos e shalom
Sandro

A religião na futura civilização gobal
A religião na futura civilização global


Uma visão de mundo comum entre as religiões asiáticas e as originárias do Oriente Médio, que poderia servir como fundamento para trazer maior paz à aldeia global pluralista, ainda não existe.


Arno Froese

Li na revista "The Futurist":

O centro de qualquer civilização é sua cultura, e o cerne da cultura é a religião.

Mais do que qualquer outro fator, a religião infunde na cultura um senso de percepção da realidade no mais amplo sentido da palavra, oferecendo explicações sobre as origens do Universo e dando significado à história e ao lugar que a humanidade ocupa nela.

A religião define a natureza do bem e do mal e cria imagens de recompensa e punição na vida após a morte.

Não há uma religião dominante entre as 6,5 bilhões de pessoas que vivem atualmente na terra.

No presente, a população global é dividida numa variedade de culturas originárias de múltiplas raízes religiosas.

Apesar das centenas de religiões que existem em todo o mundo, aproximadamente 75% da população do planeta segue somente cinco das mais influentes religiões em termos de impacto global:

- cristianismo (2,1 bilhões),

- islã (1,3 bilhões),

- hinduísmo (900 milhões),

- budismo (360-376 milhões) e

- judaísmo (14-20 milhões).

O cristianismo e o islã são encontrados em mais regiões do que todas as demais religiões.

Juntos, eles englobam mais da metade da população mundial.

Acrescente o hinduísmo, e duas dentre cada três pessoas no mundo pertencem a apenas três grandes tradições espirituais.

Claramente, a religião é uma das maiores forças a impulsionar o futuro.

Isso significa que o processo de globalização, movido por forças tecnológicas, econômicas e políticas, tem que se integrar e enraizar nas diversas culturas do mundo.

Como a religião se encontra no coração da cultura, isso sugere que o mundo fragmentado de religiões diversas, que permaneceu latente mas reemergiu no final da Guerra Fria, produzirá uma aldeia global fragmentada durante o século XXI, a não ser que as comunidades religiosas encontrem um caminho para avançar além dos seus antagonismos históricos.

Como isso poderá ser feito?

Qualquer um que pesquisar as religiões mundiais em busca de uma base comum encontrará, cedo ou tarde, visões de mundo praticamente irreconciliáveis.

As suposições contrastantes que as religiões asiáticas e abraâmicas fazem a respeito da realidade final

– que Deus e o Universo são um (hinduísmo) ou

- que Deus e o Universo são separados (cristianismo e islã),

- que há múltiplos deuses (hinduísmo e xintoísmo),

- que Deus não existe (budismo) – impedem a possibilidade de uma síntese conceitual.

Resumindo, uma visão de mundo comum entre as religiões asiáticas e as originárias do Oriente Médio, que poderia servir como fundamento para trazer maior paz à aldeia global pluralista, ainda não existe.

Se bem que tal visão de mundo comum poderá emergir em algum momento futuro, essa possibilidade continua tendo baixa probabilidade de realização. (The Futurist, 10/2006, p. 30)

Reproduzimos apenas uma parte desse artigo que foi publicado na revista The Futurist para mostrar que a religião é divisiva.

Fundamentalmente, as religiões têm conceitos e visões de mundo.

Percebemos que esses estudos indicam o claro desejo de reconciliação em nível terreno por parte do ser humano.

Portanto, o autor do artigo pergunta com razão:

“ Como isso poderá ser feito?”

De acordo com as profecias bíblicas, a unidade mundial, particularmente religiosa, será alcançada em nível econômico.

A respeito, temos de ler Apocalipse 18.3: “Pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria”.

Esse versículo refere-se ao engano religioso, revelado nas palavras “vinho” e “prostituição”, e a economia global, “os mercadores da terra [que] se enriqueceram à custa da sua luxúria”.

Em outras palavras: a economia global forçará a união das religiões. Sem dúvida, o “igrejismo” (o cristianismo nominal), a maior religião e fatia populacional mais próspera, será o fator dominante.

O budismo e o hinduísmo já penetraram efetivamente no “igrejismo” através da yoga, das artes marciais e de várias formas de meditação.

Neste momento, o maior obstáculo parece ser o islã, apesar dessa religião, aparentemente, apresentar pontos comuns com o cristianismo e o judaísmo.

O autor do artigo citado prossegue em seu texto:

“Até 2025, o exclusivismo aumentará. Entre 2025 e 2050, o pluralismo o substituirá gradualmente”.

É claro que o período indicado é puramente especulativo, mas o pluralismo está definitivamente na moda e, no final, vai alcançar todo o globo, levando ao cumprimento de Apocalipse 13.8:

“e adorá-la-ão [a besta] todos os que habitam sobre a terra...” (Arno Froese http://www.chamada.com.br)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, março de 2008.


Arno Froese será um dos preletores do 11º Congresso Internacional Sobre a Palavra Profética -Águas de Lindóia, 21 a 24/10/2009.

Fonte: www.chamada.com.br

"Comentário do editor do blog:

Haverá uma religião global,as coisas caminham nesse sentido, assim como haverá um governante mundial único, o anticristo, e também haverá uma economia mundial única.

É o que se depreende do estudo das profecias bíblicas, tanto no Velho Testamento, quanto no Novo Testamento.

Por força disso há os que reagem à unidade das religiões atuais, sob o argumento de que isso caminhará para o cumprimento das profecias bíblicas, que apontam para a "religião do anticristo", na qual uma marca na testa ou na mão direita determinará quem pode e quem não pode comprar, entre outras consequências.

Na verdade, a cada minuto, os fatos políticos, econômicos (a crise mundial), a New Age [Nova era], movimento precursor do anticristo, vai tomando conta de tudo: educação, cultura, economia, política, religião, com a introdução em tudo isso de novos costumes, novos conceitos chamados de "politicamente corretos", mas que contrariam em gênero, número e grau as Escrituras (a Bíblia).

Vez em quando os dirigentes dessas diversas "religiões" existentes se reunem para "orar" juntos.

Fica a questão: para quem [qual "deus"] estariam eles "orando"?

O assunto é bastante delicado, bastante abrangente em seu estudo, e não pode ser definido em poucas linhas (mas os diversos artigos que temos publicado mostram em detalhes toda essa hipótese de "religião única" à luz da Palavra de Deus).

E esta é bem clara, tudo isso que está acontecendo é "o princípio das dores", que culminará com a revelação do anticristo, que será derrotado por Jesus, que em breve voltará [após esses acontecimentos].

Maranata! (Ora vem, Senhor Jesus).
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel - www.sefiel.com.br

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