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Sê Fiel
Editor: Edmar Torres Alves
Opinião
Cristãos na folia? Com Deus não se "brinca"!
Cristão na folia? Com Deus não se "brinca"!

Há quem diga existir cristão evangélico que tire pequenas férias da igreja no período de Carnaval.

E não pensem que é para participar de algum retiro espiritual.

Nestas pequenas férias a que me referi, ele aproveita para cair na folia.

Entretanto, do meu círculo de irmãos na fé, até agora, não conheço quem já tenha aderido a esta prática reprovável.

Aqui em Recife, fico a imaginar a degradante situação de um crente em Jesus que porventura esteja planejando seguir, como folião, o bloco carnavalesco Galo da Madrugada; um verdadeiro ídolo, certamente centena ou milhares de vezes maior que o bezerro de ouro que fora esculpido pelas mãos "hábeis" de Arão (veja o texto intitulado Desculpas Esfarrapadas, postado neste site: Ultimato).

Sei de irmãos que saem para evangelizar nos redutos de folia, mas este não é o assunto a ser tratado aqui, até pelo pouco espaço disponível.

O que pode levar uma pessoa que se diz crente a sair para se divertir num lugar de folia carnavalesca ?

Arrisco-me a expor apenas 3 – três possíveis razões:

1 - Seria esta pessoa realmente regenerada?

2 - Falta de um bom discipulado na Igreja

3 - Ausência de disciplina em algumas Igrejas, já que tem gente que repete a mesma façanha, ano após ano, e os líderes não tomam qualquer atitude.

Antes da minha conversão ocorrida em 1994, o Galo da Madrugada era o meu programa carnavalesco predileto, por ser o mais importante e que abria as festividades da Festa de Momo, no Sábado de Zé Pereira.

Lá, já fui roubado e estive bem próximo de uma pessoa que foi esfaqueada (e só Deus sabe se sobreviveu !)

Aquele lugar, hoje entendo, é um pedacinho do inferno aqui na terra, pois deixa às pessoas vulneráveis à prática do pecado, nem que seja ao olhar cobiçoso.

Lembro aqui das seguintes Palavras proferidas por Jesus:

“Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela” (Mateus 5:28).

O rastro de destruição (físico e espiritual) deixado por este bloco é muito grande, pois há pessoas que ali se iniciam em terríveis práticas pecaminosas.

Nessa festa, como já é se esperar, há a ala vip, nos camarotes, com ar-condicionado (além de muita bebida e comida), protegendo uma minoria da algazarra que rola solta pelas ruas, onde a multidão se espreme e acotovela, parecendo um grande formigueiro humano através das imagens capturadas por repórteres que sobrevoam em helicópteros o centro da cidade.

Embora ainda esteja no processo de santificação, alegro-me no Senhor que arrancou do meu coração o desejo de seguir aquele ídolo e aquela multidão em 1995, no carnaval seguinte à minha conversão.

Reconheço que as aulas de discipulado a mim ministradas na época foram suficientes para entender a seguinte passagem bíblica:

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:27).

A Bíblia ainda nos exorta:

“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas ?” (2 Coríntios 6:14)

Quem segue de perto o Galo da Madrugada, ainda que seja à luz do dia, encontra-se na verdade ao menos consentindo (mesmo sem praticar) com as obras carnais e diabólicas que lá se praticam: bebedeiras, licenciosidades, vícios...

Este “Galo”, como já afirma o nome do bloco, é “da madrugada” !

“A noite é passada, e o dia é chegado. Rejeitemos, pois, as obras das trevas, e vistamo-nos das armas da luz” (Romanos 13:12)

E você, meu irmão, é também da madrugada ?

“E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as” (Efésios 5:11)

“Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda” (Apocalipse 22:11).

Tenho certeza que os servos de Deus do passado (Mateus, Marcos, Lucas, João, Felipe, Maria, Isaias, Ezequiel, Jô, Débora ...), se fossem nossos contemporâneos, não sairiam como foliões nestas festas profanas.

Uma prática como esta é inconcebível com os princípios de pureza e santidade que a Palavra de Deus exige para cada um de nós.

Para quem diz ser cristão evangélico, e tenta oferecer alguma justificativa para sair como folião no Carnaval (incluindo o Galo da Madrugada), cuide refletir profundamente na seguinte passagem bíblica:

“Há uma geração que é pura aos seus próprios olhos, mas que nunca foi lavada da sua imundícia” (Provérbios 30:12)

Quero acreditar que a passagem bíblica descrita anteriormente não se aplica a você, que se diz irmão em Cristo!

Para quem estiver sendo tentado, no sentido de cair na folia, termino este texto ainda citando mais uma passagem bíblica:

“Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tiago 4:7)

Autor: Fernando Sampaio
Recife (PE)

Fonte: www.ultimato.com.br

O quarto
O quarto

LUIZ FELIPE PONDÉ



Sua mãe, transtornada, abre o quarto maldito, escuro e fedorento, uma vez por dia


ESTAVA eu sentado na estação de trem de Lille na França em 1996.

Lia a resenha de um livro que não lembro o nome, nem o nome do autor, sobre filhos das pessoas que salvaram vidas "inimigas" dos nazistas na Europa.

A pergunta da pesquisa era: como se sentiam os filhos de quem escondia judeus em casa?

Por que correr o risco?

Uma pergunta semelhante, posta de outra forma, é feita pela personagem interpretada por Kate Winslet no filme "O Leitor".

Reconhecida, presa e julgada, já nos anos 60, por ter trabalhado no extermínio nazista, escolhendo operárias "já fora de uso" para a morte (300 vítimas), ela é condenada.

Quando o juiz pergunta, "Por que você fez aquilo?", ela responde com outra pergunta:

"O que o senhor teria feito no meu lugar?".

Silêncio.

Imagine que você é uma criança de dez anos.

Mora em Paris em 1943, e ouve passos na escada de seu prédio.

Seu pai esconde uma mulher judia e duas filhas em um dos quartos da pequena casa em que mora você, ele, seus dois irmãos, sua mãe e sua avó.

Você percebe que a cada ruído de passos, sua mãe e avó estremecem, e também seus irmãos mais velhos.

Um enjoo sobe em seu estômago.

É comum você ouvir brigas entre seus pais.

Sua mãe costuma acusá-lo de "não amar a família e de ser um irresponsável".

Esta era uma resposta comum dada pelas crianças entrevistadas à pergunta:

"Como se sentiam quando seus pais escondiam judeus?".

"Sentia que meu pai não nos amava, pois, se nos amasse, ele não nos colocaria em risco por causa de pessoas estranhas".

Com o passar do tempo, você percebe que as outras crianças na escola não parecem viver em pânico como você.

Em casa, seus pais pouco falam um com o outro.

Sua mãe, transtornada, abre o quarto maldito, escuro e fedorento, uma vez por dia, para colocar, em latas, a comida e a água para aquelas indesejadas.

Elas devolvem outras latas, com seus excrementos.

O cheiro de restos humanos enche o ar da casa.

Sua mãe, com raiva, jura que vai entregá-las à polícia.

Um dia, você ouve sua avó dizer para sua mãe:

"Por que você tem que obedecê-lo?

Sempre disse pra você que ele era um idiota".

Um dia a pressão piora, sua mãe começa a bater em seu pai.

Gritos. Os vizinhos batem na porta.

Uma vizinha, desconfiada, passeia pela casa.

Seu pai mergulha no silêncio do qual não sairá mais.

Um dia, quando volta da escola, sua mãe, sua avó e a vizinha conversam em voz baixa.

Boatos corriam que pessoas que entregavam judeus à polícia ganhavam simpatias e dinheiro.

Um dia, no meio da noite, soldados chegam à sua casa.

Em meio à confusão, as fedorentas e esfarrapadas, além de seu pai, são levados embora.

Nos dias seguintes, pouco se fala.

Sua mãe e avó, com o tempo, voltam a sorrir à mesa.

A conversa trivial retoma o cotidiano.

Ninguém fala do seu pai.

Seu nome cai sob proibição.

Depois de alguns meses, a tranquilidade volta ao lar.

No filme "O Leitor", a condenada diz que foi trabalhar para a SS porque precisava do emprego.

Um dos estudantes de direito que assiste ao julgamento acusa seus compatriotas de fazerem um "show de justiça" às custas das assassinas pegas, a fim de se passarem por inocentes.

Como não saber que grande parte daqueles juízes tinha idade para estarem vivos e atuantes no período nazista?

A hipocrisia é parte da "justiça social".

A correspondente de guerra Martha Gellhorn, no seu magistral livro "A Face da Guerra" (Objetiva), conta que, ao chegar à Alemanha em 1945 com o exército aliado, só encontrou alemães antinazistas.

Onde estavam os nazistas?

Você se lembra que, em 1945, na chegada dos aliados a Paris, sua mãe, avó e vizinha levaram você e seus irmãos, com bandeiras americanas, para as ruas, comemorando a libertação de Paris.

Em um desses passeios, as "heroínas" que trouxeram de volta a tranquilidade para sua casa participam da humilhação pública de mulheres que teriam sido amantes dos alemães.

Suas cabeças são raspadas, elas fedem a urina e fezes, e os patriotas franceses cospem nelas.

Na sua ignorância infantil, por um momento, você acha aquelas mulheres parecidas com as fedorentas e esfarrapadas que moraram em sua casa.

Além do fedor, a semelhança está no fato que todo mundo parece concordar que elas merecem morrer.

Hoje à noite, caro leitor, quando você estiver deitado em sua cama e ninguém estiver ouvindo seus pensamentos, se pergunte:

"O que eu faria se tivesse um quarto desses em minha casa?".

luiz.ponde@grupofolha.com.br

Fonte: www.folha.com.br

Comentário do editor do blog:

Esta crônica de Luiz Felipe Pondé pode "parecer" que não tem nada em comum com o nosso blog Sê Fiel!

Ele conta a história (houve várias) de uma pessoa que escondeu, sob o mesmo teto de sua família, judeus que seriam presos, levados para campos de concentração, quiçá mortos no holocausto de 6 milhões de judeus.

Lembra-nos duas coisas muito importantes:

- Corrie Ten Boom, que escondeu em sua casa muitos judeus na verdadeira prática da Palavra de Deus, que em sua vida não era pura teoria.

- A passagem bíblica, muito utilizada para justificar os que entendem que a salvação é pelas obras.

Trata-se de uma Palavra de Jesus, Mateus 21. 31 a 46, em que Ele diz, quando perguntado:

"quando foi que te vimos com fomes e e te demos de comer? ou com sede e te demos de beber? E quando te vimos forasteiro e te hospedamos? ou nu e te vestimos? E quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?"

"O Rei [Jesus], respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes"

Temos que destacar alguns pontos, bastante claros no texto:

- Jesus está se referindo aos "dias do fim" [Quando vier o filho do homem na sua majestade] o dia da segunda vinda. (versículo 31).

- Ele não está falando para os convertidos a Jesus, tendo em vista que já terão sido arrebatados 3 anos e meio antes (7 anos para outros intérpretes) para o encontro com Jesus nos ares, entre nuvens.

Isso ocorre tendo em vista que já estão salvos pela"Graça" de Deus manifestada em Jesus.

Se já foram salvos, não serão mais submetidos a julgamentos
"para salvação" (vide Romanos 8. 1, entre outros textos a respeito do assunto), mas apenas ao julgamento para recebimento de galardões.

Logo, Jesus está falando para os remanescentes do arrebatamento, e remanescentes da Grande Tribulação.

Já não será mais tempo de "graça", mas novamente de "obras".

Quanto a "estes meus pequeninos irmãos", Jesus não está se referindo a crianças, como é comum ouvir em pregações sobre este texto.

Os "meus pequeninos irmãos" são os judeus!

Assim, como esse homem da história acima, como também para outras pessoas que fizerem como fez Corrie Ten Boom, protegendo os judeus da perseguição nos dias do anticristo, serão elas convidadas por Jesus a adentrarem "na posse do seu reino que vos está preparado desde a fundação do mundo" (Mateus 25. 34).

Assim, querido leitor, esteja preparado para não passar pela tribulação, aceitando ainda agora o único e suficiente Salvador e Senhor, Jesus.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br

O medo de morrer entrega tudo, ... até a alma!
O medo de morrer entrega tudo..., até a alma!

TODAS as coisas com o tempo se destroem ou se corrompem, conforme nos garante Paulo.

Sim! Tudo se destrói, tudo passa, tudo acaba.

Somente o amor permanece.

ENTRETANTO, fora o amor, tudo desvanece.

ORA, como não se quer amor, mas apenas durabilidade, e como se deseja imortalidade, e não vida eterna — então, cria-se cada vez mais o cenário da luta do homem contra a morte e contra a impermanência que o apavora...

ASSIM, surgem de modo cientifico e não mais mágico, as concretizações dos devaneios de imortalidade e deificação do homem, conforme tem sido o nosso surto desde o Éden.

ORA, uma das grandes angustias dos humanos, tomados que são pela fobia da morte, sempre foi encontrar uma fórmula para a longevidade ou, de preferência, para a imortalidade.

AGORA, com os avanços científicos prometidos e já testados em laboratório, se começa a divisar a possibilidade da concretização de tal longevidade.

RATOS já estão vivendo o dobro...

E MAIS: já se tem ratos cujos rabos estão se regenerando uma vez decepados; ou seja: crescendo outra vez — coisa que acontece com algumas espécies, especialmente os répteis, mas não com criaturas mamíferas, como é o caso tanto dos ratos quanto dos humanos.

O PROBLEMA ao se expor a tais possibilidades, além de todos os efeitos colaterais no ser intimo do homem, será a criação de gente longevamente doente de alma, pois, a alma, com o tempo se vicia e se corrompe também.

A SOLUÇÃO seria [e será quando acontecer em larga escala] alterar o cérebro do homem, mudando-lhe as reações, criando-se uma nova geração de humanos: pacíficos, super-inteligentes, semi-digitais nos aparatos e acessórios que lhe estejam disponíveis como tecnologia orgânica; e mais: sendo capaz de existir sob um Controle Maior e de modo submisso.
Mas sem alma...

ORA, tudo isto já não é ficção.

Somente os ignorantes supõem que aqui vaticino algo.

Não! Apenas acompanho os avanços que estão acontecendo nos laboratórios de todo o mundo.

NÃO SEI quanto tempo teremos até a volta do Senhor.

Mas, até lá, logo, logo, o que teremos entre nós já não será totalmente humano, mas sim humano-orgânico-técnico-cibernético.

PORTANTO, se não for apenas humano, ainda que desesperadamente humano, humano não será. E se humano já não for, o que quer que venha a ser, perseguirá o humano como o humano é ou tenha antes sido.

ORA, essa tal eugenia, que se avizinha de nós, tornará todos os humanos que não se entregarem a tais avanços e controles, gente que não fará mais nada na Terra.

NÃO ESQUEÇAMOS: 666 é o numero do super-homem, da Besta.

NÃO IMPORTA quem ou o que seja a Besta, o que importa é que ela-ele-coisa-sistema-what-ever — será apenas a condensação de tudo aquilo a que a humanidade saúda como Super e Supremo como feito da Ciência ou dos deuses do Futuro.

HOJE, mais do que por qualquer razão, sobretudo pelo que se avizinha dos humanos como promessa de desgraça, tenho pedido ao Senhor que me permita ter mais um pouco de tempo na Terra, mais alguns anos, tantos quantos pela natureza das coisas Ele deseje me dar.

QUERO estar mais tempo por crer que se Deus me tem dado ver tais coisas desde há tanto tempo atrás, conforme meus textos e falas nas Universidades afirmavam há três décadas e meia —creio que deveria ser para que no DIA MAU que se avizinha de todos nós, eu pudesse ficar e tentar resistir com aqueles que entenderem que o grande inimigo do homem será sempre o SUPER-HOMEM!

“COMO DEUS SEREIS...” foi, é e sempre será a maior sedução de Satanás aos humanos.

AGORA, pois, já não haverá limites para tudo quanto intentam fazer — disse o Senhor ao Senhor, quando da Torre de Babel.

MAS foi Daniel quem disse que nos últimos dias haveria uma proliferação dos saberes de modo assustador.

O APOCALIPSE diz que o sistema da Besta controlaria até mesmo as almas humanas, significando com isto que tal potestade de controle humano entraria na cabeça das pessoas.

JESUS disse:

ACAUTELAI-VOS! Pois esse dia há de vir sobre todos os habitantes do mundo!

No inicio tudo será VANTAGEM E GANHO!
SEREMOS como deuses!

DEPOIS, no entanto, ninguém mais pensará sem ser ouvido, a menos que se torne um ser PRIMITIVO, desconectado de tudo.

Pense nisto!

Caio
17 de fevereiro de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
www.caiofabio.com
www.vemevetv.com.br

Fonte: texto recebido por e-mail do Pr. Caio Fábio

A volta de Jesus e as eleições em Israel


Data: 14/02/2009 às 17:06:45

A volta de Jesus e as eleições em Israel

Israel é o relógio profético de Deus. A volta de Jesus está relacionada com os fatos políticos em Israel e por isso precisamos entender o que está realmente acontecendo nessa nação profética.

As eleições realizadas no último dia 10 de fevereiro, vão determinar o cumprimento das profecias bíblicas neste tempo do fim, pois os resultados indicam que a população israelense deseja "paz" e "segurança", palavras de ordem à epoca do arrebatamento da Igreja (1 Tessalonicenses 5.3).

Por um lado o Likud, partido liderado por Binyamin Netanyahu, estabelece a política de gerar
"segurança" ao país, aliando-se a partidos direitistas como o ultraconservador e laico Yisrael Beitenu liderado por o Avigdor Lieberman, e aos partidos religiosos que desejam os limites territoriais bíblicos prometidos a Abraão, no que chamam "Grande Israel" e para isso projetam uma política expansionista e com a expulsão dos árabes e palestinos de seus territórios, eliminado focos de terrorismo pelo uso da força militar israelense.

Por outro lado o Kadima, partido de centro direita, liderado pelo Presidente Shimon Peres e pela Chanceler Tzipi Livni, como também o partido Trabalhista de esquerda de Ehud Barak, trabalham pela "paz" na região baseado na entrega de terras aos palestinos, mais suscetíveis aos apelos e pressão internacional para o término do conflito árabe-israelense.

Ehud Barak quando foi Primeiro Ministro, na cúpula em julho do ano 2000 promovida pelo então Presidente norte-americano Bill Clinton, foi o primeiro líder israelense a negociar a divisão da cidade de Jerusalém com um futuro Estado Palestino.

Por outro lado, o direitista Binyamin Netanyahu, quando Primeiro Ministro entre 1996 e 1999, apesar de ser um "linha-dura", atendeu ao apelos de Bill Clinton que lhe disse:

"Não há paz sem segurança e nem segurança sem paz" (Revista Istoé, 22/01/1997) e cedeu territórios aos palestinos, inclusive a cidade sagrada de Hebron, onde está enterrado o patriarca Abraão.

O Presidente Shimon Perez foi o político que mais trabalhou pela paz em Israel desde a fundação do Estado em 1948 e sua representante partidária pelo Kadima, a Chanceler Tizpi Livni, apesar de ter vencido as eleições, tem dificuldades para formar o gabinete de governo com a maioria no Parlamento Israelense para dar maior propulsão à paz regional.

Netanyahu quer uma ampla coalizão com estes quatro grandes partidos, além dos partidos religiosos, e Netanyahu propõe manter Tzipi Livni como Ministra das Relações Exteriores.

A fórmula desta coalizão política possibilita negociações para término do conflito na faixa de Gaza, estabelecimento do Estado Palestino e negociações sobre a cidade Jerusalém, mas com fim dos ataques terroristas para segurança da população israelense, a reconstrução do Templo em Jerusalém pelos partidos religiosos, determinando "paz e segurança".

Em acordos anteriores, Binyamin Netanyahu declarou:

"Só este acordo poderá garantir uma paz real e a segurança para os nossos filhos", (fala descrita na reportagem intitulada: "Israelenses aprovam acordo - Processo de Paz: segundo pesquisa, 74% dos israelenses apóiam novas medidas", da Folha de São Paulo, 26/10/1998.)

Este foi o mesmo homem que foi o primeiro eleito para o cargo de Primeiro Ministro em votação direta, com o discurso de "paz e segurança", e na época a Folha de São Paulo, em 01/06/1996, descreve em reportagem que ele foi ao Muro das Lamentações na véspera das eleições e depois de eleito, com o seguinte fato:

"A multidão cantava hinos que diziam "levantem suas cabeças. As portas do mundo se abriram e o honorável rei chegou.", palavras de convite para a entrada do "Rei da Glória" em Jerusalém, descritas no Salmo 24. 7 a 10.

Barak Obama não é o anti-Cristo, Mikhail Gorbachov não era ele, e Binyamin Netanyahu também não será.

Mas ele é nascido em território israelense e o primeiro a ser eleito diretamente Primeiro Ministro com a promessa de "paz e segurança", voltando agora a exercer influência e dar direção política preparando o caminho para o verdadeiro anti-Cristo.

A negociação política em Israel nos próximos dias determinará um acordo de paz árabe-israelense por 7 anos, com a criação do Estado Palestino, a divisão da cidade de Jerusalém e a reconstrução do Templo para adoração judaica a Deus nos próximos meses e a manifestação do anti-Cristo, 3 anos e seis meses após a aliança, conforme Daniel 9.27.

Estamos vivendo no tempo do fim, dias próximos ao arrebatamento da Igreja antes da tomada do poder internacional pelo anti-Cristo, que hoje está propondo a paz árabe-israelense e também mundial em uma "Nova Ordem" e com a resolução da crise financeira global.

Mais uma vez cabe dizer: "É hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto do que quando no princípio cremos." (Romanos 13.11)

"Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas." (Apocalipse 2. 7, 11, 17, 29; 3. 6, 13 e 22).

www.arevelacao.com.br

Por: Haroldo Luís Ribeiro Tôrres Alves
Curitiba - PR

Fonte: www.ultimato.com.br

A caça
A caça

LUIZ FELIPE PONDÉ



Há uma solidão típica em quem se sente "espécie caçada"; a qualquer sinal de risco, o medo emerge


EM 1980 , eu morava em Israel.

Ofereci-me como voluntário para trabalhar num kibutz nas Colinas do Golan, na fronteira com o Líbano e a Síria.

Dois brasileiros, eu e três israelenses trabalhávamos na plantação de abacate, que ficava longe, por isso saíamos às 5h da manhã.

Soldados nos transportavam até o local.

Estávamos na fronteira norte do país.

Portávamos três metralhadoras.

Antes do café, um carro do Exército chegou.

Conversaram rapidamente conosco e foram embora.

Terroristas estavam na área.

Fomos para o galpão de ferramentas.

Ficamos sentados horas, esperando algum sinal de que podíamos voltar pra casa.

Falávamos pouco.

À tarde, cansados de esperar, com fome e sem saber exatamente o que acontecia, decidimos voltar andando.

Fomos parados por uma patrulha.

Enquanto falávamos com os soldados, lembro-me do rosto de um soldado com seu uniforme de inverno.

A metralhadora de seu jipe estava pousada, por acaso, em minha direção, e ele me olhava com um olhar vago.

Havia lugar para uma pessoa no jipe, e um dos brasileiros, que se sentia mal, foi com os soldados.

O restante continuou a pé, até que um carro do kibutz nos buscou.

Ao chegarmos, às 15h, uma festa nos esperava.

Ninguém tinha ido trabalhar.

O alarme soara, mas depois de sairmos.

Catorze mortos.

Você não diz facilmente "o que fazer" para pessoas que têm experiências cotidianas como essas (e piores).

Israel é um país marcado pela consciência do risco, alimentado por uma ancestralidade trágica.

Há uma solidão típica em quem se sente uma
"espécie caçada".

A qualquer sinal de risco, o medo vem à superfície.

Nessas eleições, o medo se associou a um cansaço triste.

O crescimento da "direita" (sempre cética em relação às instituições representativas dos palestinos) é uma "vitória" do radicalismo islâmico que sufoca aqueles que querem viver em paz, de ambos os lados.

Há um "novo" drama nessas eleições: o
crescimento do partido Israel Beitenu.

Esse partido associa uma retórica antirreligiosa (que atraiu eleitores da esquerda cansados do poder dos religiosos) a uma defesa radical da identidade judaica do Estado de Israel.

Esse fato é de enorme significado, porque empurra Israel para um impasse histórico.

A pergunta é: pode Israel sustentar legalmente sua identidade judaica sem apelo à religião?

A "cultura judaica" pode sustentar a identidade do Estado?

A resposta do filósofo judeu Leo Strauss e dos historiadores pós-sionistas é "não".

Isso não significa defender uma Israel teocrática, mas sim que o sionismo implica um drama histórico: sem a religião, sobra para o sionismo apenas a justificativa biológica.

Na origem, o sionismo era um projeto político e cultural, não religioso.

Mas a realidade se mostrou outra.

"Quem" decide a identidade judaica de uma pessoa é o ventre materno, logo, a descendência é biológica (conversões existem, mas é objeto de controvérsia quanto ao reconhecimento pelas instâncias religiosas israelenses).

A religião e a linhagem materna decidem "quem é judeu", e não a "cultura".

Essa descendência ou é apenas herança biológica, ou é um fato teológico (eleição divina manifesta na herança materna).

Ninguém é legalmente visto como judeu pelo Estado de Israel simplesmente porque lê livros judeus, gosta de comida judaica ou se lembra das piadas que seu avô contava (hábitos culturais), mas sim porque o Rabinato reconhece a descendência.

Israel corre assim o risco de se descobrir uma teocracia que afirma a identidade judaica do Estado a partir de pressupostos teológicos (Terra Prometida, eleição divina) ou de cair numa armadilha racial: se você tem mãe judia, você é judeu.

Os que recusam a fundamentação religiosa e a armadilha racial ficam órfãos.

O ódio islâmico piora esse impasse, porque fortalece as duas posições radicais.

O problema é que o sionismo acaba sendo ou religioso ou vítima da armadilha racial.

Nunca apenas "cultural".

O crescimento da população religiosa é significativo e isso pressiona a sociedade em direção a uma forma de teocracia implícita.

O pós-sionismo e a aceitação de um Estado binacional implicam a aceitação de uma população árabe que cresce mais do que a judaica, e consequente risco de perda da identidade judaica de Israel.

E mais: os não religiosos tendem a ser displicentes com a transmissão da herança judaica.

O problema é muito maior do que Gaza.

luiz.ponde@grupofolha.com.br

Fonte: www.folha.com.br

"Politicamente correto" - eternamente errado

Será que ser “politicamente correto” é uma mentira deliberada ou uma insanidade voluntária?

Como se explica a mentira (que não tem nenhum exemplo para apoiá-la e centenas de exemplos para refutá-la) de que o islã é pacífico?

Sem a violência pela qual começou, espalhou-se e agora se mantém, o islã seria uma seita obscura, não uma religião mundial.

O islã fez “convertidos” pela espada desde a França até a China.

Com velocidade e ferocidade assombrosas, a espada islâmica – “mais rápida que a romana, mais duradoura que a mongol, na mais espantosa proeza da história militar”[1] – obrigou nações a se submeterem a Alá.

Em números absolutos, os massacres foram maiores do que o Holocausto de Hitler.

O historiador Will Durant chama a conquista islâmica da Índia de “provavelmente o período mais sangrento da História”.

Ainda assim, persiste a mentira politicamente correta de que o islã é pacífico.

Após assassinar os atletas israelenses durante as Olimpíadas de Munique, a OLP foi convidada a participar das Olimpíadas!

Durante décadas a Federação Internacional da Cruz Vermelha tem honrado o Crescente Vermelho do islã, mas se recusa a reconhecer o Magen David Adom Vermelho (Estrela de Davi Vermelha) de Israel.

Por ter falado contra essa fraude, Bernardine Healy foi forçada a pedir demissão do cargo de presidente da Cruz Vermelha Americana.

Uma coisa é certa: mesmo que o “politicamente correto” possa enganar alguém por algum tempo, inevitavelmente trairá ainda nesta vida aqueles que o empregam – e seguramente trará o julgamento de Deus na eternidade que virá.

No final, a verdade prevalecerá.

Elliot Cohen, da Escola de Estudos Avançados da Universidade Johns Hopkins, escreveu no Wall Street Journal:

“uma hora gasta navegando na internet resultará... no mesmo entendimento a respeito do islã encontrado durante a II Guerra Mundial ao se ler Mein Kampf (Minha Luta, de Hitler) ou os escritos de Lenin, Stalin ou Mao.

Ninguém gosta de pensar que uma religião mundial tem algo profundamente agressivo e perigoso dentro de si... mas os verdadeiros líderes precisam mostrar essas verdades mesmo que sejam desconfortáveis e não muito agradáveis”.

A Proclamação da Independência de Israel em 14 de maio de 1948 diz:

“Estendemos a mão a todos os nossos países vizinhos e a seus povos numa oferta de paz... e apelamos a eles que estabeleçam laços de cooperação e ajuda mútua com o povo de Israel independente, estabelecido em sua própria terra... colocando nossa fé no Todo-Poderoso...”.

Esse ramo de oliveira foi pisado pelo menos por cinco nações árabes que atacaram os colonizadores israelenses, ao mesmo tempo que Azzam Pasha, o secretário-geral da Liga Árabe, declarava:

“esta será uma guerra de extermínio...”.

O fato de que o extermínio de Israel é exigido pelo islã faz com que a paz real no Oriente Médio seja impossível – mas isso não é admitido porque deseja-se ser politicamente correto.

Pela graça e pelas promessas de Deus, entretanto, Israel não foi e nem será exterminado.


Durante décadas a Federação Internacional da Cruz Vermelha tem honrado o Crescente Vermelho do islã, mas se recusa a reconhecer o Magen David Adom Vermelho (Estrela de Davi Vermelha) de Israel.

Para que houvesse “paz”, contudo, as nações árabes exigiram que Israel se retirasse para um território minúsculo e indefensável, que lhe tinha sido atribuído pelas Nações Unidas.

Tratava-se de uma pequena fração da área que a Liga das Nações havia separado em 1922 para o lar nacional judaico.

Se esse princípio fosse adotado universalmente, agressores jamais seriam prejudicados por atacarem seus vizinhos!

Na guerra de 1948-1949, a Jordânia capturou Jerusalém Oriental e a Margem Ocidental, enquanto o Egito tomou a Faixa de Gaza, pondo fim a mais de 3.000 anos de presença judaica na região.

Os jordanianos e os egípcios destruiram sistematicamente todas as evidências da história judaica nesses locais, incluindo vilas e sinagogas, expulsaram todos os judeus e decretaram que a venda de terras a judeus era uma ofensa capital.

“Territórios ocupados”?

Sim, pelos árabes!

Essas áreas tornaram-se centros de ataques terroristas contra Israel.

Muhammad Salah al-Din, o então ministro do Exterior do Egito, explicou:

“O povo árabe... declara que não estaremos satisfeitos a não ser pelo extermínio final de Israel...”

O presidente egípcio, Gamal Abdel Nasser, acrescentou:

“Nós pedimos vingança, e a vingança será a morte de Israel”.

Incrivelmente, Israel continuou tentando se dar bem com seus inimigos, tendo esperanças de “paz”.

Mais do que qualquer outra coisa no mundo, o sonho de paz no Oriente Médio produz o desejo ilusório, politicamente correto, de não “ofender” os agressores.

Israel tem pertinazmente perseguido a paz num caminho coberto pelos cacos da esperança traída.

Em setembro de 1978, o Egito, Israel e os Estados Unidos assinaram os Acordos de Camp David, sob os quais Israel devolveu o Sinai ao Egito.

De fato, mais de 90% da terra que Israel obteve em defesa própria contra um inimigo que jurou exterminá-lo foram devolvidos.

Israel ofereceu devolver mais, inclusive um “Estado Palestino”, com a condição de que seu direito de existência fosse reconhecido – com o que os muçulmanos, conforme a lei islâmica, não podem concordar.

No entanto, Israel tem sido culpado por falhar em promover a paz!

Em 26 de março de 1979, o Ocidente se regozijou quando o presidente Carter foi mediador de um “tratado de paz” entre Menahem Begin, de Israel, e Anuar Sadat, do Egito.

Carter queria citar um versículo da Bíblia e um verso do Corão sobre a paz.

Existem em torno de 400 versículos bíblicos que mencionam a paz, mas foi achado apenas um verso no Corão.

Carter declarou:

“Lemos no Corão: "Se eles [os inimigos] se inclinarem para a paz, inclina-te para ela também e confia em Deus [Alá]..." (Sura 8.61).

Então, vamos desistir da guerra...

Nós oramos a Deus... que estes sonhos se tornem realidade”.

O “sonho” do islamismo, contudo, não é o que Carter e Israel imaginaram.

O verso diz “Alá”, não Deus – e Alá odeia os judeus!

A Sura 8 é intitulada “Os Espólios” [de guerra].

O verso 65 diz:

” Profeta, exorta os crentes ao combate...”.

Lemos no verso 67:

“Não é digno de um Profeta fazer prisioneiros até que semeie a morte na terra”.

A única paz oferecida é para os subjugados na jihad (guerra santa) que se rendem aos guerreiros islâmicos.

“Paz” em árabe vem da palavra salam, que significa submissão – ao contrário da palavra hebraica shalom, que significa paz genuína entre amigos.

Abdelrahman Azzam Pasha ladeado pelo rei Abd al-Aziz al-Saud, da Arábia Saudita, e pelo rei Farouk, do Egito, em 1945.

Nenhum líder árabe tem autoridade para passar por cima da lei islâmica, assinando um acordo que permita aos judeus governarem qualquer território que o islã tenha possuído.

Em 641 d.C. os islâmicos conquistaram a região que os romanos tinham renomeado como
“Palestina” em 135 d.C.

Eles não podem abrir mão dela, nem de qualquer outra terra que o islã tenha controlado, da França à China.

E nem qualquer não-islâmico pode reinar sobre muçulmanos em qualquer lugar do mundo – o que inclui os Estados Unidos.

Essa é uma doutrina central que todo muçulmano aprende nas mesquitas.

Dividindo o mundo inteiro em dar al–Islam (casa da paz) e dar al-Harb (casa da guerra), o islã exige a jihad incessante, até que o mundo todo se submeta a Alá.

Ahmad Hasan az-Zayat, autoridade islâmica moderna, escreveu em Al-Azhar:

“A Guerra Santa é... obrigação divina. A religião do muçulmano é o Corão e a espada...”.

De acordo com a sharia (lei islâmica) não pode haver paz real, mas apenas um cessar-fogo temporário, entre muçulmanos e não-muçulmanos.

Esse fato pode ser verificado em vários textos, tais como War and Peace in the Law of Islam (“Guerra e Paz de Acordo com a Lei do Islã), escrito pelo professor Majid Khadduri, uma autoridade em lei islâmica.

Como disse Alija Izetbegovic, líder islâmico na Bósnia:

“Não pode haver paz ou coexistência entre a fé islâmica e as sociedades não-islâmicas...”.

Assim é o islã!

Mas os politicamente corretos não podem admitir essa desagradável realidade.

Mentir para promover o islã é considerado uma honra.

Em 14 de outubro de 1988, Arafat condenou todas as formas de terrorismo e reconheceu Israel – no papel.

A Conferência de Paz de Madri, em outubro de 1991, abriu o caminho para conversações secretas entre a OLP e Israel em Oslo (na Noruega).

Em 13 de setembro de 1993 o então primeiro-ministro israelense Yitzak Rabin assinou a “Declaração de Princípios” em Oslo e Israel reconheceu Arafat e a OLP.

No Cairo, em 4 de maio de 1994, Arafat e Rabin assinaram o acordo de paz “Jericó Primeiro”, implementando [o que havia sido acertado em] Oslo.

Exultante, Shimon Peres declarou através da “Voz de Israel”:

“Hoje pusemos um fim ao conflito entre árabes e israelenses – a utopia está chegando!”.

Ele tinha esquecido quão frequentemente Arafat e outros líderes da OLP haviam pedido o fim de Israel.

Por exemplo, Abu Iyad, representante de Arafat, tinha afirmado:

“É nosso direito ter... um Estado palestino independente... como uma base a partir da qual iremos libertar Jaffa, Acco e toda a Palestina”.[2]

Outro assessor [de Arafat] havia dito que “a luta com o inimigo sionista não é sobre as fronteiras de Israel, mas sobre a existência de Israel”.

Em 26 de março de 1979, o Ocidente se regozijou quando o presidente Carter foi mediador de um “tratado de paz” entre Menahem Begin, de Israel, e Anuar Sadat, do Egito.

Desculpando-se por Oslo, Arafat dizia às audiências islâmicas que estava seguindo o exemplo do profeta, aceitando um armistício temporário que levaria à destruição de Israel.

O tratado de Hudaybiya, assinado por Maomé em 728 d.C. – um armistício de dez anos com a tribo Quraish de Meca – foi o precedente legal citado [por Arafat].

Dois anos mais tarde, usando um pretexto, Maomé tomou Meca e a Qaaba com um exército de 10.000 homens.

Armistícios são consentidos apenas quando os islamitas estão muito enfraquecidos para a conquista.

O “processo de paz” foi uma artimanha islâmica de Arafat.

[O acordo de] Oslo exigiu que ele tirasse da Carta da OLP a cláusula sobre a destruição de Israel.

Quando anunciou que ela tinha sido removida, a viúva de Rabin proclamou com grande alegria:

“O Conselho Nacional Palestino revogou as cláusulas da sua Carta que pediam a destruição de Israel!”

O sucessor de Rabin, o primeiro-ministro Shimon Peres, salientou que “este foi o evento histórico mais importante no desenvolvimento da nossa região em cem anos”.

Na realidade, era um embuste.

A cláusula não tinha sido, nem foi, removida.

Arafat continuou a pedir publicamente a destruição de Israel.

Tais invectivas foram gravadas num vídeo por Ben Gilman, presidente do Comitê de Relações Exteriores do Congresso [dos EUA], que ofereceu mostrá-lo à imprensa em 21 de setembro de 1995.

Ninguém da imprensa se interessou!

Ainda pior, o embaixador de Israel nos EUA, Itamar Rabinovich, pediu a Gilman que não mostrasse o vídeo,[3] pois poderia atrapalhar o “processo de paz!”

O ex-primeiro-ministro de Israel, Benjamim Netanyahu escreveu: “meu partido e eu estávamos virtualmente isolados em nossa denúncia de que Arafat não manteria sua palavra... nós fomos tidos como inimigos da paz... nosso argumento era que, se déssemos Gaza para Arafat, criaríamos um excelente refúgio para terroristas...”.4 É claro que ele estava certo.

Netanyahu escreveu: “meu partido e eu estávamos virtualmente isolados em nossa denúncia de que Arafat não manteria sua palavra... nós fomos tidos como inimigos da paz... nosso argumento era que, se déssemos Gaza para Arafat, criaríamos um excelente refúgio para terroristas...”.[4]

É claro que ele estava certo.

O sermão da sexta-feira, no dia 14 de outubro de 2000 (mostrado ao vivo na TV), na mesquita Zayed bin Sultan Nahyan em Gaza, incluiu as seguinte afirmações:

“Não tenham misericórdia dos judeus... matem-nos... e aqueles americanos que estabeleceram Israel aqui, no coração do mundo árabe”.

Naquele mesmo dia, dois reservistas israelenses que entraram em Ramallah por engano, foram mortos e estraçalhados por uma multidão que os atacou aos gritos, perto do quartel-general de Arafat, provocando manifestações de júbilo quando o terrível ato foi mostrado ao vivo na TV palestina.

No dia seguinte, o Dr. Ahmad Abu-Halabia, da Universidade Islâmica de Gaza, disse em entrevista à TV:

“Os judeus... devem ser estraçalhados e mortos...

Não tenham piedade... não importa onde estejam... devem ser mortos e também aqueles americanos que são como eles”.

Será que precisamos dar mais exemplos?

Em 8 de junho de 2001 Arafat declarou outro
“armistício”.

Alguns dias mais tarde, o sheikh Ibrahim Mahdi declarou na TV palestina:

“Se Alá quiser... Israel será apagado do mapa... E trará bençãos sobre aqueles que instigarem a jihad por Alá.

Bençãos sobre aqueles que colocam um cinto de explosivos em si mesmos ou em seus filhos e detonam uma bomba no meio dos judeus”.

Esse é o islã – e o Ocidente precisa estar ciente desses fatos!

Enquanto o “processo de paz” continua, palestinos assassinam e põem fogo nas casas de árabes suspeitos de colaborarem com Israel.

Os terroristas islâmicos que matam judeus são honrados tendo ruas e feriados com os seus nomes [nos países árabes].

Esse engano alcançou proporções ainda mais elevadas com o “mapa do caminho”, que a Rússia, os EUA, a União Européia e as Nações Unidas quiseram impor a Israel e aos “palestinos”.

[Nessa proposição,] o Quarteto “convoca Israel a dar passos concretos para apoiar o surgimento de um Estado Palestino... a ocupação israelense que começou em 1967 deve terminar...”.

Para o estabelecimento do Estado palestino, o presidente Bush colocou como condição que o terrorismo fosse abandonado para sempre e que fosse estabelecida uma sociedade livre e democrática.

Porém, “eleições palestinas” simuladas já enganaram o mundo antes.

Arafat nunca respeitou uma determinação de Oslo, Wye, etc.

Por que seus sucessores iriam honrar algum acordo?

Na tarde do dia histórico em que aconteceu o aperto de mão com Yitzak Rabin no gramado da Casa Branca, o nome de Arafat constava no alto de uma lista de “terroristas mundiais”.[5]

Ele era um dos mais malignos assassinos da História.

No entanto, ganhou o Prêmio Nobel da Paz, e Clinton e Gore o receberam na Casa Branca como um estadista mundial.

Os líderes palestinos fazem tudo em nome de Alá.

Portanto, não importa quais acordos de “paz” assinam, tudo é feito tendo em mente a destruição de Israel (um Estado cuja existência nem mesmo é admitida em qualquer mapa árabe), conforme ordenado por Alá, através de Maomé.

O mesmo vale para todos muçulmanos, da Chechênya à Califórnia!

O sheikh Ibrahim Mahdi declarou na TV palestina: “Se Alá quiser... Israel será apagado do mapa... E trará bençãos sobre aqueles que instigarem a jihad por Alá. Bençãos sobre aqueles que colocam um cinto de explosivos em si mesmos ou em seus filhos e detonam uma bomba no meio dos judeus”. Esse é o islã – e o Ocidente precisa estar ciente desses fatos!

Pouquíssimos líderes cristãos têm a coragem de falar a verdade, como fez Jerry Falwell no programa 60 Minutos, dizendo que Maomé foi um terrorista, e, como afirmou Franklin Graham, que o islã é “muito perverso e maligno”.

Infelizmente, depois ambos voltaram atrás.

Muitos líderes de igrejas preferem ser politicamente corretos, embora o islã seja totalmente anticristão.

Ele nega a divindade de Cristo, Sua morte pelos nossos pecados na cruz e Sua ressurreição – e tem perseguido e matado milhões de cristãos através da História.

No entanto, Billy Graham insistiu:

“o islã é mal entendido... Maomé tem grande respeito por Jesus. Ele chamou Jesus de o maior dos profetas depois dele mesmo. Acho que estamos mais próximos do islamismo do que pensamos...”

Sim, tão próximos quanto a distância entre o céu e o inferno!

Criticando Falwell e Franklin Graham por falarem a verdade, a revista Cristianity Today declarou:

“O islã não teria se tornado a segunda maior religião do mundo se fosse... completamente maligno como sugerem esses comentários”.

Robert Schuller chamou o islamismo de “cristão”.

Ele recebeu muitos elogios na mesquita de Villa Park (Illinois/EUA), onde declarou que chegou à conclusão de que “pedir às pessoas que mudem suas crenças é completamente ridículo”.

Defendendo a mais cruel e violenta religião da História, Schuller insistiu:

Esta é a hora de pararmos de atacar religiões...

Tem sido uma honra para mim familiarizar-me com os líderes do islamismo positivo.

Existe e tem existido uma propaganda muito forte contra o islã neste mundo.[6]

Positivo? O islã?

Maomé nunca ouviu falar disso!

Propaganda antiislâmica?

Ninguém poderia dar ao islã uma imagem pior do que Maomé e o Corão lhe deram desde o início.

No entanto, o ex-secretário de Estado Colin Powell, repetindo o presidente Bush, insistiu:

“Nós temos que deixar o islã fora disso. É uma religião pacífica”.

Antes de 11 de setembro de 2001, muitas advertências foram ignoradas, tais como as da Comissão Nacional Contra o Terrorismo em 1988.

Hoje estaremos repetindo o mesmo erro se nos recusarmos a levar o islã a sério.

A Igreja está negligenciando o maior campo missionário do mundo, com a desculpa de que é “muito perigoso” ou sob a ilusão de que “Alá é o Deus da Bíblia” e que os islâmicos estão “mais próximos de nós do que imaginamos”.

Que Deus nos livre desse engano! (Dave Hunt - The Berean Call - http://www.beth-shalom.com.br)

Notas:

1. Durant, op. cit., 188.

2. Jornal kuwaitiano Al-Sachrah , 1/6/87.

3. Jerusalem Post, 11/25/95, 30.

4. Netanyahu, Fighting, 114.

5. “Terrorists and policemen”, Jerusalem Post International Edition, 10/3/93.

6. Orange County Register, seção “Commentary”, 9/14/01.

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, agosto de 2005.

Fonte: www.chamada.com.br

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