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Sê Fiel
Editor: Edmar Torres Alves
Opinião
POR QUE SÓ A BÍBLIA?
POR QUE SÓ A BÍBLIA?

Pergunta:

"Por que devemos crer exclusivamente na Bíblia, desconsiderando as demais revelações? Deus não é um Deus que se cala, mas um Deus que fala ainda hoje!"

Resposta:

Por que cremos única e exclusivamente na Bíblia?

Porque direta e indiretamente a própria Bíblia nos exorta a isso.

Por favor, leia primeiro o Salmo 119, onde podemos ver a singularidade da Palavra de Deus.

Depois disso, peço-lhe que reflita em espírito de oração nas passagens bíblicas abaixo:

Paulo escreve, por exemplo, a Timóteo:

"E que desde a infância sabes as sagradas letras que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus.

Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça" (2 Tm 3.15-16).

Segunda Pedro 1.19-21 nos revela em que consiste a diferença entre a Bíblia e outras fontes:

"Temos assim tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vossos corações; sabendo, primeiramente, isto, que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana, entretanto homens [santos] falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo."

O próprio Senhor aponta para a segurança e infalibilidade da Palavra de Deus:

"Porque em verdade vos digo: Até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra" (Mt 5.18).

E Ele diz, ainda:

"Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim" (Jo 5.39).

Em sua primeira carta aos tessalonicenses, Paulo enfatiza que a Bíblia não é palavra humana, mas Palavra de Deus:

"Outra razão ainda temos nós para incessantemente dar graças a Deus: é que, tendo vós recebido a palavra que de nós ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e, sim, como, em verdade é, a palavra de Deus, a qual, com efeito, está operando eficazmente em vós, os que credes" (1 Ts 2.13).

Finalizando, lembremos o conteúdo extremamente importante de João 1.1-4:

"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as cousas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. A vida estava nele..."

E o versículo 14: "E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai."

Quem menospreza a Palavra de Deus e a coloca no mesmo nível de outras "fontes de revelação" mostra que despreza a Palavra (o Verbo) que se fez carne: Jesus Cristo! (Elsbeth Vetsch)

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, maio de 1997.

Fonte: www.chamada.com.br

SE ELES PODEM, EU TAMBÉM POSSO!
Se eles podem fazer propaganda do homossexualismo, sinto-me à vontade para fazer propaganda do heterossexualismo.

Elben M. Lenz César

Se professores do COLUNI (Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa — considerado a melhor escola pública do país de acordo com as notas do ENEM) podem fazer propaganda do homossexualismo em aula, para alunos de 15 a 17 anos, por que eu, pastor evangélico, leitor assíduo da Bíblia e cristão convicto, não posso fazer propaganda do heterossexualismo?

Se a colunista social Heloisa Tolipan pode publicar em sua coluna no Jornal do Brasil três fotos de afagos sucessivos entre Daniela Mercury e Alinne Rosa, vocalista da banda Cheiro de Amor, por que eu não posso fazer propaganda do heterossexualismo?

Se as novelas da Globo podem mostrar “casais” de homem com homem e de mulher com mulher (e até de dois homens e uma mulher) se acariciando, por que eu não posso fazer propaganda do heterossexualismo?

Se mulheres e homens homossexuais podem fazer um barulho enorme em favor da prática homossexual, do casamento gay e da adoção de filhos, por que eu não posso fazer propaganda do heterossexualismo?

Não se faz propaganda nem do homo nem do hetero de boca fechada. Desde que saíram definitivamente do armário, os gays abrem a boca para justificar a opção e a prática homossexual. Os pregadores da opção e da prática heterossexual estão sendo empurrados para dentro do armário, agora vazio e desocupado, por pressão da mídia, da sociedade permissiva e do movimento gay. O Projeto de Lei 122/06 favorece a propaganda da homossexualidade e desfavorece a propaganda da heterossexualidade.

Como posso fazer a propaganda da heterossexualidade? Voltando ao princípio de tudo, ao princípio do tempo, ao princípio da história, quando Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27) e apresentou um único modelo de relação sexual: “O homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne [ou uma só pessoa]” (Gn 2.24). A relação homossexual sempre aconteceu, mas nunca foi considerada normal. Até bem pouco tempo em qualquer dicionário ou enciclopédia, casamento era “o relacionamento que une um homem e uma mulher” (Enciclopédia Delta Universal) ou “a união legítima de um homem e uma mulher com o objetivo de fundar um lar” (Grande Enciclopédia Delta Larousse) ou “ato solene de união entre duas pessoas de sexos diferentes” (Novo Dicionário Aurélio). Para atender ao clamor gay, os dicionários estão acrescentando ou revendo alguma coisa. Por exemplo, o Dicionário Enciclopédico Ilustrado Veja Larousse, publicado em 2006, diz que casamento é a “união legal entre um homem e uma mulher”, mas, por extensão, pode ser também “qualquer relação conjugal entre duas pessoas”. O também recente Dicionário de Psicologia Dorsch (2001) define a formação de casal como a “reunião de parceiros sexuais”.

Ainda como propaganda da heterossexualidade, posso tornar conhecidos os textos das Sagradas Escrituras que tratam do assunto, todos de fácil compreensão, sem, contudo, centralizar essa anomalia (palavra de origem latina que significa irregularidade), deixando de lado todas as outras anomalias (apropriação indébita, corrupção, egocentrismo, injustiça social, intriga e muitas outras). Também não devo me deixar possuir por qualquer sentimento de arrogância ou de homofobia.

No meu modo de entender, o mais explícito, o mais contundente, o mais veemente texto contra a prática da homossexualidade está na Epístola aos Romanos, a maior e a mais teológica das treze cartas escritas por Paulo. É uma passagem dura, mas que não pode ser olvidada nem retocada. O apóstolo ensina que as práticas homossexuais não são primeiramente a causa, mas o resultado da depravação histórica e globalizada do ser humano. Por causa desse problema básico, Deus “soltou as rédeas” e está deixando a humanidade livre, não só para trocar “suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza” (Rm 1.26), mas também para matar, roubar, fazer uma guerra atrás da outra, esgotar e destruir o meio ambiente, e assim por diante. É sob esta ótica que ele fala abertamente sobre o homossexualismo feminino e masculino. Assim como as mulheres, “os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros [e] começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão” (Rm 1.27).

A exemplo de Jesus Cristo, eu não posso apontar o pecado sem apontar a salvação, não posso apontar a culpa sem apontar o perdão, não posso apontar o dedo em riste para o meu pecado e o pecado alheio sem apontar o dedo para Jesus Cristo para repetir o mais substancioso pronunciamento de João Batista: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29).

Se os professores podem fazer propaganda do homo, sinto-me em plena liberdade para fazer a propaganda do hetero!


• Elben M. Lenz César é diretor-fundador da Editora Ultimato e redator da revista Ultimato.


Fonte: www.ultimato.com.br

PODEMOS PECAR?
Mensagem do dia

"Se Cristo tomou o nosso lugar, levou sobre si o nosso pecado, recebeu a nossa punição e morreu a nossa morte para que recebêssemos o perdão pelos nossos pecados, isso quer dizer (como perguntam algumas pessoas) que podemos agora nos comportar do jeito que quisermos e continuar pecando?" (John Stott - Devocionário "A Bíblia toda, o ano todo").

Mensagem eterna

"Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, a fim de que morrêssemos para os pecados e vivêssemos para a justiça" (I Pedro 2. 24).

PODEMOS PECAR?

Os críticos tanto das cartas escritas por Paulo, quanto das duas escritas por Pedro, sob a inspiração de Deus [sopradas por Deus]certamente desenvolveram a tese, chamada por Stott de "calúnia", de que a partir da constatação da verdade de que Cristo levou sobre Ele os nossos pecados, as nossas culpas, as nossas dores e enfermidades, as nossas "maldições" ficamos liberados para continuar pecando e nos comportando de qualquer maneira.

Não é verdade essa conclusão dos críticos, e isso fica claro nas próprias palavras acima descritas de que a cruz para Jesus foi para que vivêssemos para a justiça, morrendo para o pecado (I Pedro 2. 24).

A morte de Jesus nos garante o nosso perdão e a nossa santidade, como já expusemos algumas vezes, neste espaço, de que uma vez recebido Jesus em nosso coração, como único e suficiente Salvador e Senhor, já fomos perdoados até dos pecados que ainda não cometemos (vide artigo "Temos perdoador, de 28.07.08) e passamos a ter o poder de sermos feitos filhos de Deus (João 1. 12).

Se já fomos perdoados dos pecados futuros, perguntar-nos-iam, então "liberou geral" (conforme já dissemos uma vez também) e podemos pecar de novo, e de novo, sempre?

Não!

Devemos buscar sempre a nossa santificação, afastando-nos dos pecados, mas "se pecarmos temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo o Justo" (I João 2. 1), bastando que reconheçamos o novo pecado, nos arrependamos, e o confessemos a Deus, pois "Ele é fiel e Justo para nos perdoar [já nos ter perdoado] os pecados e nos purificar [já nos ter purificado] de toda injustiça (I João 1. 9).

No Antigo Testamento, também temos essa assertiva:

"O que encobre as suas transgressões, jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia" (Provérbios 28. 13).

Mais uma vez nos deparamos com uma expressão bíblica de que devemos deixar os pecados, quando no texto acima Deus nos diz, através de Salomão, CONFESSA E DEIXA.(o grifo é nosso).

Em Romanos 6. 1, lemos: "Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante?"

e responde: "De modo nenhum. Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos? (Romanos 6. 2).

Caminhando por esse capítulo de Romanos, temos outras afirmações que nos convencem de que estamos afastados dos pecados e deles devemos permanecer distantes.

Destacamos mais um versículo:

"Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e, sim, da graça" (v. 14).

Portanto, embora ocasionalmente possamos cometer algum pecado, não estamos mais debaixo do seu domínio, pois uma vez salvos em Cristo Jesus, pela graça de Deus derramada sobre nós, com Ele viveremos (24 horas por dia, de segunda a segunda), considerando-nos mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus (v. 11).

Temos ainda, no mesmo capítulo 6, a afirmativa de que

"o salário do pecado é a morte, mas o DOM GRATUITO DE DEUS É A VIDA ETERNA EM CRISTO JESUS NOSSO SENHOR" (v. 23).

Sabemos, pois, que o pecado nos leva à uma vida eterna longe de Deus, mas Ele, pela sua graça, já derramada sobre nós, nos concede a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor, requerendo apenas de nós a obediência aos seus preceitos, às suas Palavras:

"E, [Jesus] tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da Salvação eterna PARA TODOS OS QUE LHE OBEDECEM" (Hebreus 5. 9).

Como dissemos, há alguns dias atrás, a salvação, a vida eterna com Deus, é simples, bastando crer, aceitar, receber Jesus, e obedecê-LO.

Prezado leitor, se você ainda não fez a sua opção quanto à vida eterna, o dia é hoje, o momento é agora, pois amanhã pode ser muito tarde.

Reflita, ore, procure uma igreja cristã, e dê o passo decisivo para a presença de Deus, no momento em que Jesus vier buscar os seus.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel.

TEMOS PERDOADOR
Mensagem do dia

"O que eu mais invejo nos cristãos é o perdão que receberam; não tenho ninguém para me perdoar" (Marghanita Laski - famosa romancista e crítica inglesa do Séc. 20, que jamais escondeu o seu ateísmo).

Mensagem eterna

"Se confessarmos os nossos pecados, ele é Fiel e Justo para nos perdoar [já nos ter perdoado] os pecados e nos purificar [já nos ter purificado] de toda injustiça" (I João 1. 9).

TEMOS PERDOADOR

Aprendemos, em 1988, com um "expert" em grego, que a tradução literal do versículo acima é "já nos ter perdoado (...) já nos ter purificado", havendo, portanto, um erro na tradução brasileira quanto ao tempo dos dois verbos.

Na verdade, faz sentido, tendo em vista que a morte espontânea e sacrificial de Jesus, em nosso lugar, foi para nos salvar [perdoar e purificar].

Portanto fomos perdoados até mesmo antes de cometermos as nossas "infraçõezinhas", que a Bíblia chama de "pecado".

Mas o que a Palavra de Deus nos orienta a fazer, no caso de cometermos novos pecados, é confessá-los a Deus, o que terá como resposta imediata o perdão e a purificação [já concedidos na cruz], ou seja estamos apenas, com a confissão do pecado novo, nos apropriando da Graça de Deus.

Poderá haver os seguinte questionamentos:

- "Será que é imediato mesmo?", ou

- "Será que Deus esquece?".

Sim é imediato, e temos a comprovação na própria Bíblia, quando Jesus, na cruz, perdoou o chamado "bom ladrão", com a resposta:

"Em verdade te digo que HOJE estarás comigo no paraíso" (Lucas 23. 43).

Quanto a Deus não se lembrar mais do nosso pecado, após perdoá-lo, o mesmo texto que nos garante isso se encontra tanto no Antigo Testamento, quanto no Novo:

"Pois, para com as suas iniqüidades usarei de misericórdia, e dos seus pecados jamais me lembrarei" (Hebreus 8. 12 e Jeremias 31. 34).

No sentido de deixar mais claro que, ainda nos dias de hoje, Deus assim procede, vamos contar uma história verídica, que ouvimos recentemente de pessoa da mais ilibada honra e idoneidade, um evangelista.

Apenas vamos usar nomes fictícios, tendo em vista que não solicitamos autorização da fonte para nominar corretamente.

O Evangelista, Pr. Reginaldo, dirigia uma reunião semanal de estudo bíblico, na igreja, quando entraram dois homens dele desconhecidos, Abelardo e Flávio.

Como o pastor sabia que as demais pessoas, que participavam da reunião, já eram convertidas a Jesus, e aqueles dois possivelmente não, passou não mais a ministrar um estudo bíblico, mas a expor o "plano de salvação", após o que fez um convite àqueles dois desconhecidos para que aceitassem Jesus no coração, como único e suficiente Salvador, ao que Flávio respondeu que já havia tomado essa decisão no passado, e era um cristão.

Quanto a Aberlardo, esse respondeu que não poderia aceitar Jesus naquele momento, eis que fumava, bebia, praticava alguns pecados, e, quando conseguisse se livrar disso, então receberia Jesus no coração [já limpo].

Reginaldo, então, continuou a expor o plano de salvação, inclusive afirmando que não era necessário se livrar antes de pecados e vícios, o que ocorreria depois, como resultado da conversão, mas Abelardo negou-se de novo.

O pastor, iniciou tudo outra vez, procurando convencer ao Abelardo que ele seria livre de pecados e vícios após receber Jesus no coração.

Nesse interregno, entrou outro homem, este de chinelos, calção, sem camisa e armado de um revólver, tendo se assentado nos últimos bancos para ouvir (ou quem sabe para tentar algum assalto em hora oportuna).

O pastor terminou a terceira exposição do "plano de salvação", e, novamente, convidou Abelardo para aceitar Jesus como seu único e suficiente Salvador, havendo a negativa final.

O pastor, que, enquanto expunha a Palavra, orara a Deus para que aquele homem, Abelardo, não saisse dali sem uma decisão por Jesus, ficou esperando mais alguns minutos pela decisão de Abelardo.

Aí o suposto assaltante foi à frente e disse para o Pr. Reginaldo que queria receber Jesus no coração, e orou com o pastor confessando Jesus como seu único e suficiente Salvador e Senhor.

Terminada a oração, o pastor solicitou ao homem, Juvenal, que lhe entregasse a arma, o que foi feito de imediato e na mais perfeita ordem e paz.

Mediante essa grande surpresa, que ninguém esperava, Abelardo, então, manifestou também o desejo de mudar de vida, mas antes receber Jesus no coração, e assim o fez, sendo um cristão sincero até hoje, decorridos vários anos.

Juvenal, o suposto assaltante, hoje é um pastor e está a ganhar almas para Jesus.

Então, Abelardo e Juvenal foram perdoados por Deus no exato momento em que se definiram, e Deus se esqueceu dos pecados anteriormente cometidos por ambos.

Isso porque "temos perdoador", o Único e Verdadeiro Deus, criador dos céus e da terra, e de tudo o que neles há.

Caro leitor, se você ainda não se converteu a Jesus, reflita neste episódio, neste artigo, e nos anteriores; procure um cristão para lhe encaminhar à uma igreja cristã, ore e tome essa decisão, se possível HOJE, pois amanhã pode ser muito tarde.

Que Deus abençoe a todos.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel

PERDÃO!
Mensagem do dia

"Nunca esqueça que existem quatro coisas na vida que não se recuperam: - A pedra, depois de atirada; - A palavra, depois de proferida; - A ocasião, depois de perdida; O tempo, depois de passado" (Autor desconhecido).

Mensagem eterna

"Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta" (Mateus 5. 23-24).

PERDÃO!

Dizem que a mensagem acima [a do dia] é um "mantra" oriental, e já fizemos referência a uma parte dela há alguns dias num dos artigos anteriores.

Uma parte dela parece que é [considerada] uma "maldição".

Não vamos entrar no mérito do que seja um "mantra", não vamos também descer a detalhes quanto a maldições, embora seja nossa obrigação dar o entendimento cristão sobre essas questões.

Jesus, conforme versículo acima citado, nos orienta como devemos agir quando o próximo tem alguma coisa contra nós, dizendo que "quando levarmos ao altar a nossa oferta [não necessáriamente financeira, mas de serviço], nos lembrarmos que alguém tem alguma coisa contra nós, devemos deixar a oferta, voltar para procurar o ofendido, perdir perdão [com ele nos reconciliarmos], e, então, retornando, fazermos a nossa oferta".

Então, no meio cristão [no campo de outras "religiões", não sabemos] Jesus dá a fórmula para que a palavra lançada "volte atrás", melhor dizendo: seja anulada.

Fica a pergunta: "e se o próximo não perdoar?".

Se ele também é cristão, sabemos que vai perdoar sim, pois conhece as palavras proferidas por Jesus a respeito, não só na oração do Senhor [o Pai nosso], mas, também, após ela, nos seguintes termos:

"...e perdoa as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores" [isso precisa ser verdade, isto é, temos que perdoar aos nossos devedores, caso queiramos que Deus nos perdoe], e acrescenta Jesus:

"Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens (as suas ofensas), tão pouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas" (Mateus 6. 12, 14 e 15).

Quanto a "maldições", vamos apenas citar o que diz a Palavra de Deus:

"Pois disseste: O Senhor é o meu refúgio. Fizeste do Altíssimo a tua morada. Nenhum mal te sucederá, PRAGA NENHUMA (o destaque é nosso) chegará à tua tenda" (Salmo 91. 9-10).

Com base em Isaias 53 também, podemos afirmar que Jesus já levou sobre si os nossos pecados, as nossas enfermidades, as nossas maldições, pois o castigo "que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados" (v. 5).

Já falamos, nesta coluna, sobre o "politicamente correto", hoje predominante, com o qual as pessoas sinceras, francas, verdadeiras têm uma certa dificuldade, pois tendo como princípio de vida o "sim, sim; não, não", ensinado por Jesus, não conseguem dizer o que não pensam "para poder agradar" ao interlocutor.

E, por isso, muitas vezes, também obedecendo as Palavras de Jesus, já citadas, "voltam" e perdem perdão, pois como cristãos não querem ofender ninguém, mas simplesmente dizer a verdade, conforme ensinam as Escrituras.

Cremos que, neste espaço, nos 63 artigos anteriores, algumas pessoas se sentiram ofendidas, embora ninguém tenha diretamente reclamado, com alguma palavra nossa [o que pode estar ocorrendo, inclusive, neste artigo], motivo pelo qual queremos PUBLICAMENTE pedir perdão a elas.

Se "ofendemos" publicamente, embora nunca tenhamos tido essa intenção, devemos pedir perdão, também publicamente, como, de fato, estamos fazendo neste momento.

Finalmente, prezado leitor que ainda não é Cristão, reflita sobre as palavras de hoje, bem como as dos artigos anteriores, busque a Deus, receba Jesus no coração, passe a ser contado como mais um na família de Deus, e verá que a vida cristã é cheia de bênçãos [que ontem chamamos indevidamente de "vantagens"], e que Deus na sua infinita misericórdia, no seu grande Amor, na sua maravilhosa Graça, lhe abençoe e faça de você uma bênção nas vidas de outras pessoas.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel

DUPLA VANTAGEM
Mensagem do dia

"Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam" (Edmund Burke).

Mensagem eterna

"Nisto conhecemos o amor, em que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos" (I João 3. 16).

DUPLA VANTAGEM

Uma coisa que incomoda as pessoas de bem é o triunfo daqueles que são maus, daqueles que nem querem conhecer e nem praticar os bons princípios sociais, morais, éticos e cristãos.

Diz Edmund Burke que "tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que as pessoas de bem nada façam", o que não deixa de ser uma grande verdade.

Sabemos que o mundo está corrompido e corrompendo, e, por isso, disse Ruy Barbosa:

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra,a ter vergonha de ser honesto."

É demasiadamente triste, desalentador mesmo, quando as pessoas chegam a essa conclusão, e resolvem "deixar de nadar contra a correnteza", pensando: "não vai adiantar nada" conforme escrevemos, em 20.06.08, em nosso artigo "batendo as asinhas".

Nós, cristãos, temos o dever de obedecer à missão que Jesus nos deixou, poucos minutos antes de ascender ao céu: ensinar, pregar e testemunhar a Palavra de Deus.

Depois, cumprida a missão diariamente, poderemos dizer como aquele menino que jogou mais um peixinho no mar:

"para este vai adiantar".

Estaremos contribuindo com Deus na grande tarefa de evangelizar a toda a criatura, o que trará, para as pessoas que aceitam Jesus como seu único e suficiente Salvador e Senhor, dupla vantagem:

1. Serão salvas do pecado, e da futura "grande tribulação" anunciada por Jesus;

2. Como já está fartamente conhecido pela própria Sociedade, os convertidos progridem em termos de costumes: cultura, trabalho, ética, etc., o que corresponde a uma troca de valores:
- quem furtava, não furta mais
- quem mentia, não mente mais
- quem enganava o patrão, passa a ser um dedicado trabalhador
- quem adulterava, não adultera mais
- quem sonegava impostos, não o faz mais, pois aprendeu o ensinamento de Jesus:

"dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus".

Por isso associamos o assunto ao versículo bíblico acima, que diz:

"Nisto conhecemos o amor, em que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos" (I João 3. 16).

Faz parte da mudança de vida, da troca de valores, como Cristo nos ama [e ama até o fim], nós cristãos passarmos a amar o nosso próximo, e como fruto deste amor é que:
-"fazemos discípulos/ensinamos";
- "pregamos a Palavra de Deus", a Bíblia;
-"testemunhamos" sobre os ensinamentos bíblicos, e sobre o bem que nos causam,
querendo "compartilhar" com o próximo dos benefícios da mudança havida em nossas vidas; isso além, é normal, de compartilhar com eles, se necessitados, dos nossos bens materiais.

Caros leitores não cristãos, a Palavra de Deus, que lhes é apresentada diariamente, é para que vocês conheçam a bondade, a misericórdia, o amor, a graça de Deus, e desejem paras as suas vidas essa grande Salvação.

Caros leitores cristãos, as cinco leituras devocionais que postamos no blog [além da que enviamos por e-mail], também são para vocês, não só para poderem fazer as suas meditações diárias, por este novo veículo que é a Internet (muitos solicitam que sejam incluidos nas listas dos nossos boletins diários), mas também, como vários declaram que fazem, para repasse às suas listas, aumentando a expansão dos ensinamentos bíblicos para um número incalculável de pessoas carentes de um consolo, de uma Palavra sábia.

Além do Brasil, temos notícias que têm sido alcançados outros países, tais como: Alemanha, Espanha, Austrália, e, principalmente Estados Unidos, que ostenta a primeira colocação em consultas ao Sê Fiel, além de receberem o boletim e as mensagens avulsas.

Seja isso para a glória de Deus, que deseja que nenhum se perca, e espera que a sua Palavra seja levada até aos confins da terra.

Estamos certos, com base no que dissemos acima, de que os cristãos não estão contribuindo para o triunfo do mal, tendo em vista que estão participando da "Grande Comissão" que nos deixou o Senhor Jesus, antes de deixar este mundo.

Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel

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