Em meio a muitos debates, pesquisas, ainda não se chegou a nenhuma conclusão sobre a alta taxa de mortalidade com câncer em varias partes do corpo.
Alguns falam da hereditariedade, outros de células defeituosas, que stress também é um dos motivos do desencadear da doença.
Gostaria de discutir esse assunto sob o meu ponto de vista:
Vivemos sob tensão desde o acordar até o deitar e se puder dormir diante de tantos problemas. Cobranças, competitividade, lares em desordem, filhos sem limites,...
Começamos por nossa família; o marido às vezes desempregado e impotente diante de tantos compromissos e necessita da ajuda de um salário extra da esposa para sobreviverem.
Isso causa depressão, revolta, sentimento de fracasso.
Guarde isso durante algum tempo e veja o resultado: BRIGAS CONSTANTES DO CASAL SEM SE APERCEBEREM DE QUE ESTÃO BRIGANDO DIANTE DAS CRIANÇAS.
Vozes alteradas, que refletem no comportamento das crianças na escola e no meio em que vivem.
A criança deseja mais e mais, é uma maneira de competir para chamar a atenção sobre sua pessoa.
Tornam-se crianças problemáticas e para compensar os pais os colocam em escolas, natação, judô, enchem a criança de tarefas que eles (OS PAIS) acham que estão completando o tempo que eles não têm mais disponível para os filhos.
Mas a crianças sobrecarregadas viram um estopim pronto a ser explodido. Aí eu pergunto o que falta nessa casa?
Com certeza a presença de Deus para confortar, dar esperança, paz, e certeza da vitória em casos por mais impossíveis que pareçam.
Mudando o sexo, a mulher sai para trabalhar com o sentimento de culpa por ter que deixar seus pimpolhos em escolas em idade tão prematura.
Dependem das professoras e dos diários que assinam todos os dias. Será realmente que a criança desenvolveu as atividades como esta no diário?
Será que comeu tudo direitinho como seria em casa?
A FALTA DE TEMPO E DEPOIS DE UM DIA CANSATIVO DE TRABALHO O VOLTAR PARA CASA E PENSAR NAS TAREFAS QUE AINDA ESTÃO POR FAZER (EMBORA MUITAS MULHERES TENHAM UMA AJUDANDE, BABÁ)
Porém ainda assim têm coisas que só as donas da casa sabem como lidar; Têm que fazer um projeto de adaptação para a família, mesmo que o marido tenha um bom desempenho com as tarefas da casa e ajude no cuidado com as crianças ainda tem a responsabilidade de impor limites em tudo que as crianças desejam. É fácil comprar um presente mesmo que a situação esteja apertada, isso para compensar à grande maioria das vezes a ausência.
Nesse meio termo vocês devem estar se perguntando o que tem a ver o câncer com tudo isso. Minha família é em potencial de risco, meu pai, mãe, irmão, avós, avô, tiveram câncer.
Eu faço todos os anos exames para prevenção, desde cólon, mama, enfim todos os exames necessários para que a doença não chegue a mim.
Porém em todos os casos o que percebi foi o acumulo de tensões, tristezas, vidas que não se completaram casais que não tem diálogos, saber de onde veio o câncer é difícil, mas saber que se tivessem a presença de Deus em seus lares não como um Deus que nada pode fazer e sim como o Deus que fez os céus e a terra e tudo que nele há.
Conveniências à parte do mundo moderno, tudo está indo rápido demais e as pessoas também estão se perdendo no tempo e espaço de suas vidas.
Quanto vale nos dias de hoje uma mulher que resolve abrir mão de salário e se tornar esposa e mãe em tempo integral?
Vale o sacrifício de abrir mão de muitos cartões de credito, shopping, passeios, roupas, porém não se pode aceitar que a mulher depois de conseguir sua liberdade volte atrás.
Os maridos insatisfeitos com a gritaria dos filhos, esposas stressadas, falta de dinheiro, trabalho às vezes mal remunerado, não têm vontade de voltar para suas casas.
Olhar para fora da janela e ver moças sorridentes, que parecem não ter problemas e que lhes trariam um alivio para o momento. É só pensar que no dia seguinte elas serão as stressadas e doentes, como as que com os anos que se passaram estão vivendo, lutando, e tentando dar uma vida melhor para suas famílias.
O stress nos leva a muitas doenças, hoje existem médicos especializados em dores que não se diagnosticam em exames, tudo por que a causa é puramente emocional.
Creio que se fossemos mais felizes, vivêssemos dentro de padrões de contentamento do possível seríamos pessoas saudáveis e não teríamos tantas doenças.
O câncer tem cura?
Sim, a medicina hoje nos mostra grandes progressos, mas o principal é a cabeça de quem passa por ele.
Saber que pela fé podemos alcançar grandes bênçãos e crer que Deus deu capacidade aos médicos para com ¨”ELE” curar.
O câncer mata primeiro pelo medo, segundo pela falta de procurarmos atendimento quando sentimos alguma diferença em nosso corpo, e para mim o fundamental uma família estruturada e vivendo a palavra de Deus.
Conhecer a palavra é uma coisa, viver é outra. Tenha fé, esperança, confie, e creia que existe um Deus que tudo pode.
O mundo está horrorizado com o bloqueio israelense a Gaza.
A Turquia denuncia sua ilegalidade, desumanidade, barbárie, etc.
Os habituais suspeitos da ONU, o Terceiro Mundo e os europeus, aderem.
O governo Obama treme.
Mas, conforme escreveu Leslie Gelb, ex-presidente do Conselho de Relações Exteriores (CFI), o bloqueio não só é perfeitamente racional, como também perfeitamente legal.
Gaza, sob o Hamas, é um inimigo auto-declarado de Israel – declaração apoiada em mais de 4 mil foguetes disparados contra território civil israelense.
Mesmo empenhado em incessante beligerância, o Hamas se faz de vítima quando Israel impõe um bloqueio para impedir que se arme ainda com mais foguetes.
Na Segunda Guerra Mundial, os EUA, com plena legalidade internacional, bloquearam a Alemanha e o Japão.
Em 1962, durante a Crise dos Mísseis, em Cuba, os EUA bloquearam a ilha.
Navios russos com armamentos que se dirigiam a Cuba deram meia-volta porque os soviéticos sabiam que a Marinha americana ia abordá-los ou afundá-los.
Israel, porém, é acusado de crime internacional por fazer o que John Kennedy fez: impor um bloqueio naval para impedir que um Estado hostil obtenha armas letais.
Oh!, mas os navios não iam para Gaza em missão humanitária?
Não.
Se fossem, teriam aceitado a oferta israelense de levar os suprimentos a um porto em Israel, onde seriam inspecionados para verificar a presença de material militar, e depois levados por terra para Gaza – da mesma forma como 10 mil toneladas de alimentos, remédios e outros suprimentos humanitários são enviados toda semana a Gaza por Israel.
Por que a oferta foi recusada?
Porque, como admitiu a organizadora Greta Berlin, o objetivo da flotilha não era levar ajuda humanitária, mas furar o bloqueio, acabando com o regime israelense de inspeção, o que resultaria no fim das restrições à entrada de navios em Gaza e no armamento ilimitado do Hamas.
Israel já interceptou por duas vezes navios carregados de armas iranianas destinadas ao Hezb´Allah (Partido de Alá, no Líbano) e para Gaza.
Que país permitiria isso?
Mas, ainda mais importante: por que Israel foi obrigado a adotar o bloqueio?
Porque é sua alternativa, já que o mundo sistematicamente considera ilegítimas suas formas tradicionais de auto-defesa - avançada e ativa.
(1) Defesa avançada: Sendo um país pequeno, densamente povoado e cercado de Estados hostis, Israel adotou, durante seus primeiros 50 anos, a defesa avançada – transferindo a luta para território inimigo (como no Sinai e nas Colinas de Golã), para não travá-la em seu próprio território.
Sempre que possível, Israel trocou terras por paz (o Sinai, por exemplo).
Mas onde as ofertas de paz foram recusadas, o país reteve o território como uma zona-tampão de proteção.
Assim, manteve [até o ano 2000] uma pequena faixa no Sul do Líbano para proteger as aldeias no Norte do Estado judeu.
Em Gaza, sofreu muitas baixas para não expor cidades fronteiriças aos ataques terroristas palestinos.
Pela mesma razão, os americanos travam uma guerra desgastante no Afeganistão: lutando com [os jihadistas] lá, para não ter de combatê-los nos EUA.
Porém, sob forte pressão externa, os israelenses desistiram.
Disseram-lhes que a ocupação não era apenas ilegal, mas a fonte das insurgências contra Israel – portanto, a retirada, ao remover a causa, traria a paz.
Terras por paz.
Lembram-se?
Na última década, Israel deu terras – evacuou o Sul do Líbano no ano 2000, e Gaza em 2005.
O que ganhou em troca?
Intensificação da beligerância, pesada militarização dos inimigos, múltiplos sequestros, ataques pela fronteira, anos de incessantes bombardeios com foguetes.
(2) Defesa ativa: o país adotou então a defesa ativa – ação militar para dividir, desmantelar e derrotar (para usar as palavras do presidente Obama sobre a campanha americana contra o Talibã e a al-Qaeda) os mini-Estados terroristas no Sul do Líbano e em Gaza, após a retirada israelense.
O resultado?
A guerra do Líbano em 2006 e a operação em Gaza em 2008-2009.
Elas foram recebidas com outra avalanche de críticas e calúnias pela mesma comunidade internacional que exigira a retirada israelense no esquema terras por paz.
E o pior, o relatório Goldstone da ONU, que basicamente criminalizou a operação defensiva de Israel na Faixa de Gaza, enquanto encobriu o “casus belli” – os ataques com foguetes pelo Hamas que precederam a operação – e que efetivamente deslegitimou qualquer defesa ativa por parte de Israel contra os seus auto-declarados inimigos que utilizam o terror.
(3) Defesa passiva: Sobrou a Israel a defesa mais passiva e benigna de todas – o bloqueio para evitar o rearmamento do inimigo.
Também este recurso está a caminho de ser deslegitimado pela comunidade internacional.
Mesmo os EUA tendem pela sua abolição.
Então, se nada mais é permitido, o que resta?
Bem, este é o ponto.
É o ponto compreendido pelos simpatizantes do terror e idiotas úteis da flotilha que pretendiam romper o bloqueio, pela organização turca que a financiou, pelo automático coro anti-israelense no Terceiro Mundo e na ONU e para os apáticos europeus que estão fartos do problema judaico.
O que resta?
Nada.
O objetivo da incessante campanha internacional é privar Israel de toda forma legítima de defesa.
Por que, [no final de maio], o governo Obama se juntou aos chacais, e inverteu uma prática de quatro décadas seguida pelos EUA, assinando um documento de consenso que coloca o foco em Israel por possuir armas nucleares? – deslegitimando a última linha de defesa de Israel: a dissuasão.
Yupy!
Não é um programa de 12 passos
É um programa de apenas 2 passos.
O mundo está cansado desses incômodos judeus, 6 milhões – de novo, este número – espremidos junto ao Mediterrâneo, recusando todo convite ao suicídio nacional.
Eles são implacavelmente demonizados, isolados e coagidos a não se defender, mesmo que os mais empenhados anti-sionistas – os iranianos em particular – estejam preparando abertamente uma solução final mais definitiva.
Charles Krauthammer é Colunista do The Washington Post - http://www.beth-shalom.com.br
Filho de um dos fundadores do Hamas fala sobre conflito entre Israel e Palestina
Mosab Hassan Yousef se tornou espião de Israel e ajudou a prender terroristas.
Jorge Pontual conversa com Mosab Hassan Youssef, filho de um dos fundadores do Hamas.
Mosab se tornou espião do serviço secreto de Israel, trocou a religião muçulmana pela cristã e hoje vive refugiado nos Estados Unidos.
Fonte: You Tube - recebido por e-mail de Sérgio Abreu
Comentário do editor do blog:
Temos acima o testemunho do escritor Mosab Hassan Youssef, filho de um dos fundadores do Hamas, movimento político terrorista que assumiu o governo da Faixa de Gaza, ao expulsar, violentamente, o grupo político, também terrorista, Fatah, presidido por Mahmoud Abbas, também Presidente da Autoridade Palestina.
Israel, a partir do governo de Ariel Sharon [em coma há quatro anos e meio], começou a ceder terras [Gaza], unilateralmente, aos Palestinos em troca de Paz; mas o grupo que controla a Faixa de Gaza, em vez de construir ali a pretendida Nação Palestina, passou a fazer uso da terra para atacar Israel com bombas e foguetes, e homens-bombas, o que terminou por levar Israel a construir barreiras, bloqueios que minimizaram as mortes de inocentes de Israel por homens bombas, bombas e foguetes.
Os homens-bombas são jovens, adolescentes, e até crianças que aprenderam desde a infância que matar judeus, como mártires, os leva para o "Paraíso", onde encontrarão cerca de 70 (setenta) virgens à sua espera e serviço; um ensino maldoso e covarde de usar inocentes para eliminar judeus também inocentes, geralmente civis [mulheres e crianças].
As mortes não são por ideologia, nem por religiosidade, mas na inocência da pretensa conquista do Paraíso, onde virgens estarão a seu serviço.
Pais e mães, muitas vezes inocentes, se orgulham de seus filhos, por seguirem as orientações do "Corão", livro religioso dos muçulmanos, escrito pelo "profeta" Maomé, no qual a lei é matar os hereges [judeus e cristãos].
Palestinos não querem terras, não lutam por terras, querem apenas, como faz parte de seus estatutos, eliminar Israel.
Em reuniões para se chegar a um "Acordo de Paz", por mais de uma vez, principalmente em 2000, Israel, na pessoa do Presidente Isaac Rabin, ofereceu ceder muito mais do que Yasser Arafat, à época Presidente da Autoridade Palestina, exigira; apertaram as mãos diante do Presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, e diante do mundo, mas, depois, nos bastidores, Arafat não assinou o acordo, e deu ordem para o início da Intifada [ataques suicidas a Israel].
Mas o jovem Mosab Hassan Youssef, na entrevista acima, concluiu com sabedoria que a amizade, o amor que tinha com os israelenses, era o caminho; o que ele aprendeu ao ler, no Evangelho de Mateus, que Jesus ensina "amar os inimigos".
A grande surpresa dele foi ver que, na prática, ele já estava vivendo aquilo que Jesus ensinou há uns 2000 anos.
Se não houver conversões a Cristo, de ambos os lados [israelenses e palestinos], jamais haverá a sonhada paz entre os dois povos; o que só ocorrerá na segunda vinda de Jesus Cristo para reinar sobre as nações, a partir de Jerusalém.
Maranata! Ora vem, Senhor Jesus!
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br
terça-feira, 1 de junho de 2010 | 6:23
O noticiário sobre a intervenção das forças de segurança de Israel na tal flotilha que rumava para Gaza foi verdadeiramente estarrecedor. Não se trata, obviamente, de endossar a violência desse ou daquele. E acho compreensível que pesem dúvidas e suspeitas sobre a força empregada, que pode ter sido excessiva etc. e tal. Até aí, o jornalismo pode ir sem delinqüir, sem abrir mão de sua tarefa. O que não pode é desprezar os fatos. E os fatos são estes:
1 - A organização que liderava a ajuda humanitária é a turca IHH, liderada por Bülent Yildirim, ligado ao Hamas. Sobre essa ligação, há EVIDÊNCIAS presentes. E suspeitas fundadas de que tenha mantido contato com os jihadistas e com a Irmandade Muçulmana;
2 - Pode-se ser contrário ao bloqueio a Gaza — o territorial é feito pelo Egito, embora se silencie a respeito. Mas ele existe. Enquanto existe, tentar furá-lo é promover um ato hostil a Israel;
3 - O país já havia afirmado que não permitiria que os barcos chegassem a Gaza;
4 - O cerco à flotilha, antes da intervenção, foi antecedido de uma demorada tentativa de negociação. As forças de segurança de Israel queriam que os barcos se dirigissem a uma cidade israelense, onde os ditos suprimentos seriam desembarcados. Avisaram que não seguiriam viagem. Inútil! Os “pacifistas” não aceitaram;
5 - Há outras maneiras de fazer a ajuda humanitária chegar à Faixa de Gaza. Furar o bloqueio, por mais estúpido que ele fosse, corresponde a submeter Israel a uma espécie de humilhação. Especialmente se o organizador do evento é um amigo do Hamas. Levar adiante tal proposta é apostar no pior;
6 - O vídeo deixa evidente que os “pacifistas” atacaram os soldados de Israel, depois de esgotadas as negociações. Fala-se do filme, mostra-se o filme, fica confirmada a agressão. Mas o texto de condenação a Israel, sem matizes, segue adiante;
7 - Há sete soldados israelenses feridos — dois deles por tiros. Teriam ferido a si mesmos só para criar um pretexto verossímil para matar pessoas? Por que, então, já não atiraram quando estavam no helicóptero?;
8 - Uma jornalista da TV árabe Al Jazeera acompanhava o grupo e assegura que os soldados israelenses estão mentindo. Ela acompanhava o grupo? Não me digam!;
9 - Com que então um grupo de “humanistas” organizados por Bülent Yildirim — não consegui saber se ele estava em algum dos barcos; é provável que não — iria conseguir desmoralizar o bloqueio imposto por Israel na marra?
10 - Mas por que o bloqueio existe? Ele é parte só da natural perversidade daquela gente? Não! Eu não endosso isso ou aquilo, mortes muito menos. Se cabe alguma censura a Israel, ela se deve à operação militar propriamente, que pode não ter sido a mais hábil, fornecendo pretexto verossímil para todos os seus inimigos, que são muitos. Mas isso é só uma hipótese por enquanto. Faltam dados para saber se houve uso excessivo da força. Podem gritar à vontade. “Humanistas” como esses já fizeram coisas piores.
É assustador que o alinhamento com uma causa e o ódio — sim, o ódio! — a Israel impeçam muita gente de ver o que está diante de seus olhos. Ou pior: mesmo vendo, fazem de conta que não está ali.
CADÊ BÜLENT YILDIRIM? OU: OS JORNAIS AINDA QUEREM SABER PARA QUE SERVEM OS BLOGS?
terça-feira, 1 de junho de 2010 | 16:27
Este é um texto mais sobre jornalismo, ideologia e escolhas editoriais do que sobre Israel. Acompanhem.
*
Os grandes jornais passam por uma grande reformulação. Todos decidiram colar na Internet. Excelente! Renderam-se à realidade. Mas não basta uma adesão formal. É preciso um pouco mais. Se não tiverem A CORAGEM DA REAL PLURALIDADE, de nada vai adiantar. Vão continuar a repetir online os erros que já cometem em letra impressa — entre eles o de reproduzir uma nova voz única: os supostos consensos globais.
Ainda querem saber para que servem os blogs? Os blogs de verdade, não os arremedos que estão surgindo e que nada mais são, na maioria das vezes, do que subprodutos do que vai em letra impressa? Então conto pra vocês.
Procurei hoje o nome de Bülent Yildirim nos jornais brasileiros. Não achei. Ou melhor: ele aparece em um texto — já digo em qual. Yildirim é o chefão da ONG turca IHH, ligada, no presente, ao Hamas e, tudo indica, no passado, aos jihadistas, incluindo a Al Qaeda. É a entidade que realmente organizou a tal flotilha. A ONG Free Gaza, da falastrona Greta Berlin, é só uma entidade que lava, com nome em inglês, a outra entidade de fachada do Hamas.
Quem noticiou isso ontem? Um blog. O meu. Está num post AH, ESSES HUMANISTAS!!! OU: QUERO LIDERAR UMA EXPEDIÇÃO HUMANITÁRIA AO IRÃ , publicado às 13h59. É um fato, não um chute. É uma realidade, não uma escolha ideológica. Pode-se ter sobre o bloqueio à Faixa de Gaza a opinião que se tiver. Eu, por exemplo, acho que ele faz sentido. Há quem não ache. Pode-se divergir a respeito. Mas não dá para ignorar o que é fato sobre a tal flotilha: uma armação do Hamas. Republico a foto de uma das muitas vezes em que Yildirim (à esquerda) se encontrou com Ismail Haniya, um dos terroristas que tiranizam os palestinos em Gaza.
Onde é que Yildirim aparece nos jornais brasileiros? Num texto de Giora Becher, embaixador de Israel no Brasil. Curiosamente, ou nem tanto, seu artigo aparece sob a rubrica: “Análise/Outro Lado”. “Outro Lado” de quê? Na sua busca obsessiva pelo “equilíbrio”, a Folha revelava “o lado”, certo? E o lado do noticiário da Folha e de todo mundo era, naturalmente, anti-Israel. E é no “outro lado”, então, que escreve o embaixador:
“Durante a madrugada de 31 de maio, soldados da marinha israelense embarcaram em uma frota de seis navios que tentavam violar o bloqueio marítimo em Gaza. Militantes a bordo do Marmara Mavi atacaram os soldados com armamentos como pistolas, facas e paus, ferindo-os e deixando dois soldados em estado grave e três em estado moderado.
Os navios que reagiram de forma pacífica à operação foram escoltados ilesos, como acontecera anteriormente com navios que tentaram violar o bloqueio marítimo.
O ataque contra os soldados israelenses foi premeditado. As armas utilizadas foram preparadas com antecedência. Huwaida Arraf, um dos organizadores da flotilha, afirmou com antecedência ao evento: “Os israelenses vão ter que usar a força para nos parar”.
Bulent Yildirim, o líder do IHH (Fundo de Ajuda Humanitária) e um dos principais organizadores da frota, disse pouco antes do embarque: “Vamos resistir, e a resistência irá vencer”.
Os militantes incitaram a multidão embarcada gritando “intifada!”, relembrando a revolta dos palestinos na Cisjordânia e na faixa de Gaza em protesto à ocupação israelense entre 1987-1993 e novamente no ano 2000.
É preciso ressaltar que o grupo organizador das embarcações tem orientação antiocidental e radical. Juntamente com as suas legítimas atividades humanitárias, apoia redes islâmicas radicais como o Hamas e elementos da jihad global, como a Al Qaeda.
(…)
Os organizadores da frota deixaram claro que seu alvo principal era o bloqueio marítimo. Greta Berlin, porta-voz da frota, disse à agência de notícias AFT, em 27 de maio, que “esta missão não é sobre a entrega de suprimentos humanitários, mas [sobre] quebrar o cerco de Israel”.
(…)
Se, por um lado, os organizadores afirmam ter preocupação humanitária com os moradores de Gaza, por outro eles não têm preocupações semelhantes com o destino do soldado israelense sequestrado Gilad Shalit e se recusaram a fazer uma chamada pública para permitir que ele fosse visitado pela Cruz Vermelha em Gaza. Aqui
Outro lado??? “Outro lado”, no jornalismo brasileiro, acabou se transformando, na prática, em “desculpa de culpado”. Quase vale por um: “Você é um tranqueira, mas tem o direito de dizer suas últimas palavras”. É uma espécie de “últimas palavras” antes da execução. Tomei o exemplo da Folha porque o embaixador escreveu lá. Mas vale para todos os jornais — é até pior onde ele não escreve, é óbvio.
Pergunta - Yidirim participou da organização da flotilha ou não?
Resposta - Sim. Pergunta - Ele é um dos chefões da operação ou não?
Resposta - Sim. Pergunta - Ele é ligado ao Hamas ou não?
Resposta - Sim. Pergunta - Os soldados foram ou não atacados?
Resposta - Sim. Pergunta - Houve insistentes pedidos para a mudança de destino da flotilha ou não?
Resposta - Sim.
Se é assim, cadê essas informações na nossa imprensa — e, em certa medida, na imprensa mundial? Duvido que o jornalismo dos países islâmicos tenha feito algo muito diferente do que fez o nosso.
“Ah, mas o bloqueio a Gaza é injusto!” Ah, é? Então vamos discutir essa questão, em vez de negar as evidências do que se deu em alto mar.
Só para encerrar
Na Folha, o embaixador escreveu a “Análise/Outro Lado”. E há também uma “Análise/Lado”, de Clóvis Rossi. Está lá:
“Em choques entre duas vontades de ferro, a maioria das vítimas será, sempre, do lado mais fraco.
É o que acontece na guerra permanente entre o Hamas e Israel: cada lado se mantém absolutamente inamovível em suas posições que, reduzidas a termo, significam aniquilar o outro. É óbvio que não pode haver acordo.
É igualmente óbvio que o lado mais fraco, o Hamas, aporta a maioria das vítimas, como ocorreu ontem no caso do ataque de Israel à chamada frota da paz.
Como aconteceu na invasão da faixa de Gaza, há um ano e meio.
No caso de ontem, os mortos e os feridos não eram propriamente do Hamas, mas militantes de ONGs simpáticas ao movimento palestino.”
Há aí, ao menos, a honestidade intelectual de reconhecer que se tratava de um bando (”bando”, digo eu) de simpatizantes do Hamas. Só tenho uma pequena correção a fazer, de grande importância na história recente do Oriente Médio. Nem sempre o mais forte vence (!?). Em 1967 e em 1973, Israel era inequivocamente mais fraco. Atacado nos dois casos, venceu. Por que venceu?
Como Israel queria a paz, estava preparado para a guerra. Como o outro lado só queria a guerra, nunca se preparou para a paz.
O Diário do Comércio — informação para o leitor que não é desta cidade ou deste estado — é um jornal editado pela Associação Comercial de São Paulo. Faz as primeiras páginas mais criativas e sensatas (já que não adianta ser criativo e inconseqüente) da imprensa diária. Pois bem, ali encontrei o texto que segue depois da reprodução da primeira página:
*
O choque entre a marinha israelense e a Flotilha da Liberdade levantou ondas de protesto e indignação no mundo e imediato tsunami condenatório sobre Israel. Mas a maré está baixando e emergem algumas verdades que naufragaram sob o peso do coro dos pacifistas - na verdade, piratas da paz.
A primeira verdade: rejeitados apelos e propostas para evitar o confronto, a Flotilha da Liberdade decidida a furar o bloqueio militar, comandos israelenses começaram a descer por corda de um helicóptero no navio turco Mavi Marmara. Um a um, os soldados foram recebidos pelos militantes dos direitos humanos a golpes de barra de ferro, facadas e pauladas. Um foi jogado ao mar. De outro retiraram o fuzil. Um linchamento, contido a tiros.
A segunda verdade: Israel se deixou cair na armadilha. A Flotilha da Liberdade, organizada pelo movimento Gaza Livre e a ONG turca Insani Yardim Vakfi, dispunha de um canal aberto pelos israelenses para levar sua ajuda humanitária até Gaza. Só ancorar em Ashdod, passar pela alfândega e seguir pela estrada, tão curta que os mísseis do Hamas a atravessam inteira. Mas não: Bülent Yildrim, o humanitário-pacifista-chefe turco, é amigão de Ismail Haniya, o chefão do Hamas. Aos dois conviriam alguns mártires. E agora eles os exibem ao mundo.
A terceira verdade. Por que abordar a Flotilha da Liberdade? Esta era uma pergunta que se fazia ontem em Israel, país de tantos estrategistas de guerra quantos de técnicos de futebol no Brasil. A marinha poderia simplesmente bloquear o caminho. Ante alguma insistência, elevar o tom: um disparo de advertência. Teimosia? Acertar as máquinas dos navios e deixá-los singrar a esmo nas turbulentas águas políticas do Oriente Médio. Yasser Arafat também quis navegar contra Israel. Em 1988, batizou um navio de O Retorno e o lotou de refugiados palestinos. O serviço secreto israelense o esperou ancorar em Chipre, escala também da Flotilha da Liberdade, e o sabotou ao ponto de só navegar a remo. Ironia do destino: Arafat partiu para o exílio num navio chamado Atlântida, o continente e sua Palestina perdidos. Uma opção final seria deixar um só dos seis navios ir até Gaza, sob escolta, sem considerar um precedente aberto.
A quarta verdade. Foi um massacre: durante o dia inteiro, o tsunami contra Israel rendeu bandeiras queimadas, protestos diante de embaixadas, passeatas, declarações oficiais de protesto e deixou até o nosso chanceler, Celso Amorim, “chocado”, ele que não se abala com os mortos de Teerã e nem de Cuba. Os israelenses sempre perdem a guerra de Hasbará, [termo] hebraico para “esclarecimento”. Quando pensam em esclarecer, o barulho da maioria automática do mundo árabe os sufoca. Em qualquer situação, serão culpados.
Uma Flotilha da Liberdade jamais tentará aportar no Irã, na Coréia do Norte ou em Havana. Há pouco tempo, os turcos ameaçavam romper com Israel se não recebessem armas israelenses que compraram.
São as contradições israelenses. Uma é armar o seu próprio inimigo. Outra: ontem à noite, membros do Conselho de Segurança da ONU pediram que Israel acabe com o bloqueio a Gaza - e foi o que Israel fez, exatamente, em 2005, para então virar o alvo de uma chuva constante de mísseis contra sua população civil, e daí o bloqueio e a Flotilha da Liberdade.
Preparados para um texto longo? Um daqueles que chamo de “Textos de Formação”? Então vamos lá, queridos! Escrevo o que é, para mim, um dos posts mais importantes desde que este blog existe. Porque ele vai lidar com princípios e com a razão mesma de existirmos.
* A IMPRENSA
O noticiário da grande imprensa no Brasil sobre o caso da tal “ajuda humanitária”, embora oficialmente neutro, é abertamente anti-Israel — e seria em qualquer caso, ainda que os soldados das Forças de Segurança tivessem abordado os barcos lendo a parte amorosa dos Salmos, o que não quer dizer que Israel tenha colhido os melhores frutos da ação. Já chego lá. Vou, antes, falar um pouco mais sobre imprensa e, se me dão licença, sobre este blog.
Já tiramos algumas coisas da quase clandestinidade aqui para iluminar o debate, não é mesmo? Dou dois exemplos já históricos: a Constituição de Honduras, aquela que ninguém tinha lido antes de chamar golpista de democrata e democratas de golpistas. Ou, então, o Plano Nacional-Socialista de Direitos Humanos, que extinguia a propriedade privada e definia como norte ético a censura à imprensa.
Anteontem, no primeiro post que escrevi sobre aquela infelicíssima ocorrência da flotilha, eu lhes apresentei e à imprensa brasileira Bülent Yildrim, o chefão da ONG turca IHH, a verdadeira organizadora da trágica patuscada “humanitária”. Na apresentação que fiz, ele aparecia ao lado do terrorista do Hamas Ismail Haniya. O jornalismo de TV, ao menos, já descobriu que a IHH existe e que era ela a verdadeira organizadora das naus dos insensatos. O impresso, no Brasil, talvez demore um pouco mais já digo por quê.
Só a imprensa brasileira foi lenta? Não! Só ontem à noite, acreditem, o New York Times (!) informou que a tal organização turca havia tornado viável a operação. O texto está na edição impressa de hoje. A fala de um dos dirigentes da entidade é absolutamente eloqüente e fornece um dos dois assuntos principais deste artigo. Informa o jornal que a IHH estava celebrando um estranho sucesso: “Nós nos tornamos famosos”, afirmou Omar Faruk, um dos membros da Insani Yardim Vakfi, conhecida por “IHH”. Ele parou por aí? Não! Ele continuou: “Nós estamos muito gratos a Israel”.
Pelo menos nove pessoas morreram na operação, mas Faruk, que dirige uma organização que se quer “humanitária”, está muito grato! Acho que isso define, de modo eloqüente, o caráter da IHH e o que queriam muitos daqueles “humanistas” que se dirigiam a Israel — se não os bobalhões que se arriscaram, ao menos os que dirigiram a operação.
Não! Não sou o Lula dos blogs e não vou me jactar de ter furado o New York Times. Mas vocês sabem quem primeiro tirou Yildirim da sombra. A razão é simples: desconfio de quem participa de flotilhas humanistas a Gaza, mas não solta um pio quando o Irã enforca opositores. E vou tentar saber quem é o quê. Alguns colunistas do jornalismo impresso ainda perguntam: “Mas para que servem os blogs?” Bem, depende, não é? Pode-se fazer a mesma pergunta sobre os jornais. Há bons e maus usos para uma coisa e outra. A marca distintiva dos blogs tem sido a pluralidade, que está em extinção na chamada grande imprensa — fica para outro texto. Coloquem aí outro sinal de “positivo” para esta nossa pagininha, cada vez mais lida.
OS FATOS E COMO SOU
É óbvio que as pessoas que escreveram para cá me acusando de apoiar a truculência de Israel ou o assassinato de pessoas estão mentindo para seu próprio conforto. E tais comentários foram devidamente arquivados no lixo. A razão é simples: não é contestação àquilo que escrevo, mas ofensa. QUEM COMEMORA A MORTE É UM DOS CHEFÕES DA IHH. Vejam o bruto aí acima sendo “grato” a Israel, como ele diz. Por quê? PORQUE O SANGUE IRRIGA A CAUSA DESSES FANÁTICOS. O que fiz nestes dois dias, hoje é o terceiro, foi DESMONTAR A MÁQUINA DE MENTIRAS da militância. Independentemente da oportunidade da ação israelense (já falo sobre ela) e da expertise militar empregada, demonstrei que:
- os “pacifistas” atacaram os soldados:
- o objetivo da flotilha era fazer uma provocação política;
- a ação era organizada por uma ONG pró-Hamas;
- o objetivo, AGORA MAIS DO QUE CONFESSO, era criar uma comoção que transformasse Israel no bandido da história.
E isso está sobejamente demonstrado. E o fiz dando pouca trela à gritaria à volta. Essas coisas nunca me assustam. Confesso que, ao notar unanimidades, algo dispara um mecanismo no meu cérebro: “Cuidado! Se ninguém se ocupa do contrário, essas pessoas cegadas pela luz da verdade se tornam fanáticas”. Até quando notórios canalhas são enxovalhados, humilhados, sinto certo desconforto. As pessoas que estão certas quase nunca são triunfalistas sobre a sua verdade. É a forma que a máxima terenciana (do latino Terêncio) tomou em mim: “Sou homem, e nada do que é humano é estranho a mim”. A propósito: meu avô materno se chamava “Terenciano” — homenagem ao autor.
Isso não quer dizer que não partilhe, jamais, de nenhuma unanimidade. Às vezes, sim. Mas procuro ser sempre prudente e submeter as verdades a algum crivos da lógica. É claro que aquele colunista pançudo que quer fichar os 5% que não acreditam na divindade de Lula não vai compreender isso jamais. Coitado! Deve ter passado boa parte da vida tentando acreditar em alguma coisa. Encontrou bons motivos para se ajoelhar no altar do Babalorixá de Banânia. Debato duro, sim, mas não tenho sede de extermínio. Que o outro fique de pé.
Assim, dediquei-me, nestes dois dias, a desmontar a boçalidade antiisraelense que pauta a maior parte da imprensa brasileira, pouco importa o que Israel faça. Se o país tivesse permitido que a flotilha entrasse em suas águas territoriais para, só então, fazer a abordagem — e por mais bem-sucedida que ela tivesse sido —, a reação seria a mesma. As apresentadoras e apresentadores de telejornais continuariam a dizer o adjetivo “hu-ma-ni-tá-ria” assim, escandindo sílabas, como se a palavra ganhasse especial sentido e como se a IHH, aquela grata pelas mortes, deixasse de ser a organizadora do ato.
ACONTECEU O PIOR
O tal Omar Faruk, como vimos acima, comemorava ontem a tragédia, dizendo-se grato a Israel. Não por nada! Ainda que houvesse uma pessoa do movimento infiltrada no comando que decidiu aquela forma de abordagem, com as conseqüências que vimos, o resultado não poderia ter sido mais exitoso para os inimigos do país e, se querem saber, para os inimigos do Ocidente.
- os israelenses saem com a fama de truculentos:
- as relações do país com a Turquia, seu aliado de maioria islâmica, estão profundamente abaladas;
- a propaganda anti-Israel ganhou o mundo;
- o Hamas sai moralmente fortalecido;
- os esforços dos EUA para condenar o Irã no
Conselho de Segurança da ONU estão seriamente prejudicados;
- os patrocinadores daquele acordo vigarista com os iranianos, Brasil e Turquia, aproveitam o momento para caracterizar Israel como o verdadeiro inimigo da paz no Oriente Médio.
Em suma, ao abordar os barcos em águas internacionais e fazer uma intervenção militarmente desastrada como aquela, o que acabou resultando na morte de nove pessoas, Israel realizou tudo o que seus inimigos esperavam: ditaram a coreografia, e suas forças de segurança a executaram com o rigor do autoflagelo. E noto à margem para que não reste dúvida: os militares reagiram, sim, às tentativas de linchamento. Os vídeos e os soldados feridos são evidências inequívocas.
Isso não quer dizer, no entanto, que a operação militar não tenha sido desastrada. Não estou entre aqueles que acreditam que Israel apostasse que havia armas na embarcação. Se assim fosse, não teria tentado aquela intervenção, desembarcando meia-dúzia de soldados em meio a centenas de militantes. A idéia foi mesmo fazer a intervenção para forçar a frota a mudar de rumo, sem atentar, tudo indica, para o risco de que acontecesse o que aconteceu: os “pacifistas” partitiram para cima dos militares, o que gerou a resposta conhecida, os mortos, a indignação internacional…
Fez-se o melhor? Não, é evidente! Em águas territoriais israelenses — para fugir à caracterização de uma ação ilegal —, Israel poderia ter usado a sua Marinha para impedir a chegada dos barcos a Gaza, o que, com efeito, é ilegal, e o país tem o direito internacional de assegurar a sua soberania — ponto final. Apanharia, reitero, do mesmo modo, mas não teria fornecido pretextos tão VEROSSÍMEIS QUANTO FALSOS para caracterizar uma luta de algozes contra vítimas.
A operação desastrada pode ser um sinal de alguma degeneração na área de segurança, decorrência da radicalização de posições, de modo que a ação estava destinada a ser uma espécie de demonstração de força e acabou resultando num desastre? É bem possível. O próprio governo de Israel reflete hoje, vamos dizer assim, a intolerância com o que seria, sem jogo de palavras, a ineficiência da tolerância. A população foi às urnas e votou por menos concessões aos palestinos, não por mais. E o governo de Israel parece um tanto conformado, o que é um erro, com uma possível constatação: “Muito bem! Se o mundo não quer compreender, que não compreenda. Seguiremos o nosso caminho”.
Israel ganhou guerras memoráveis, inclusive aquelas em que estava em inferioridade militar. Mas há muito tempo tem sido derrotado na batalha da comunicação. Isso requer, sei lá, mais uma centena de textos. É claro que se pode indagar por que os milhões de mortos da África subsaariana, os milhares de curdos ou os quase 400 mil cadáveres da Darfur não mobilizam o mundo; é claro que se pode indagar por que ninguém dá bola para o regime de semi-escravidão da Coréia do Norte; é claro que se pode indagar por que uma flotilha jamais seria organizada para levar solidariedade aos perseguidos do Irã… Que os inimigos de Israel — atenção: INIMIGOS CONTRÁRIOS À EXISTÊNCIA DO ESTADO — são fortes, ricos e organizados, isso é inequívoco.
O esforço a ser feito não é só de opinião pública. Tudo o que os terroristas do Hamas querem é evidenciar uma suposta equivalência moral entre a democracia israelense e sua estupidez fundamentalista. Basta ler os estatutos do grupo para saber por que é impossível negociar com eles — aliás, é o que pensa também Mahmoud Abbas, o presidente da Autoridade Nacional Palestina. Israel precisa voltar a se empenhar num plano de paz para valer. E tomar a dianteira nesse processo. Isso vai aplacar a sede de seus inimigos? Pouco importa! Fazê-lo não implica se descuidar das medidas de segurança. Nem israelenses nem palestinos vão sair de onde estão. Têm e terão de conviver. E pessoas precisam parar de morrer por isso, eternidade afora.
ADORADORES DA MORTE
Não serão seis naus lotadas de insensatos a pôr fim ao bloqueio de Gaza. Evidentemente, não é uma boa maneira de tentar convencer Israel. E chega a ser estúpido que ONU, Brasil ou Grã-Bretanha cobrem o fim do bloqueio justo agora, quando uma pantomima terceirizada do Hamas tenta um ato de pura propaganda. Ademais, chega a ser patético que se cobre tal medida de Israel quando o Egito aplica, em terra, a mesma política — e para conter o mesmo grupo: o Hamas.
O bloqueio não existe porque os israelenses são perversos, e o governo de Gaza, um grupo de seres angelicais. Ele existe para conter a chegada de armas para o Hamas. Já chegou a ser suspenso, diga-se, e Israel tomou em troca uma chuva de mísseis, DIANTE DO SILÊNCIO CÚMPLICE DO MUNDO. Verdade ou mentira? Ou não cabe indignação quando Israel é vítima de ataques?
Duas outras embarcações estão no mar e pretendem chegar a Gaza. Não vão chegar, a menos que Israel permita. E creio que não vai permitir. Não há concessões a fazer ao terrorismo do Hamas, mas é chegada a hora de retomar a conversa com a Autoridade Nacional Palestina e deixar claro em que consiste a boa-vontade israelense para se chegar à solução de “dois povos, dois estados”. É preciso cassar a suposta superioridade moral dos adoradores da morte.
Este blog, este blogueiro e seus leitores querem a paz. Só não abrem mão, nunca!, de chamar as coisas pelo nome que as coisas têm. E jamais deixarão de considerar que o governo israelense se impõe pelo voto. E os inimigos de Israel se impõem pelo terror, inclusive contra o seu próprio povo. Por isso espera maior racionalidade, o que não de vese confundir com fraqueza, de quem vem legitimado pela superioridade democrática.
Já escrevi bastante a respeito daquela armação dos amigos do Hamas em alto mar, que resultou na desastrada intervenção de Israel. Já deixei claro também qual é o meu parâmetro — é a vida, não a morte. Também não há dúvida de que considero que o correto é que Israel busque retomar as negociações com a Autoridade Nacional Palestina. Bem, tudo isso está dito. Mas, infelizmente, cabe a este blogueiro, com alguma freqüência, dizer também o que não se diz.
Ontem, o Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou uma resolução que condena Israel em termos muito duros pelo ataque à suposta frota humanitária que queria furar o bloqueio a Gaza. E cria uma “comissão independente” para investigar o episódio. Por que investigar se a condenação já foi decidida? A prática, sem dúvida, honra alguns membros daquela egrégia corte. Não economizou palavras. Fala em “ultrajante ataque”. Huuummm. Três países votaram contra o texto: EUA, Itália e Holanda. Nove optaram pela abstenção: Bélgica, Burkina Fasso, Coréia do Sul, Eslováquia, França, Reino Unido, Hungria, Japão e Ucrânia. E 32 optaram pela condenação, incluindo o Brasil.
Esse é o mesmo conselho que não conseguiu, acreditem, condenar as ações do tirano do Sudão, que já matou quase 400 mil pessoas. E o Brasil ajudou a protegê-lo. Quatrocentos mil cadáveres em Darfur não valem 10 apoiadores da causa palestina. Infelizmente, é preciso dizer as coisas dessa maneira. O Conselho de Direitos Humanos da ONU é um valhacouto de ditaduras. Listo alguns dos votos contrário a Israel: Angola, Bolívia, China, Cuba, Egito, Gabão, Nicarágua, Arábia Saudita, Senegal, Zâmbia… Muitos desses devem pensar: “Só nós temos o direito de matar os nossos cidadãos…”
Netanyahu
O premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, respondeu ontem à forte reação mundial ao ataque de Israel: “Vamos aos fatos: o Hamas continua a se armar. O Irã continua a contrabandear armas para Gaza. Se não fizermos isso [o bloqueio], haverá um porto iraniano em Gaza, e o significado será destrutivo para todo cidadão de Israel”.
De novo: acho que Israel tem de lutar para reencontrar o caminho da negociação, mas cada pedra de Gaza sabe que ele fala a verdade. Aliás, Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina e inimigo do Hamas, também sabe disso. Tanto é assim que, no encontro com Lula, pediu ao brasileiro que interviesse junto a Mahmoud Ahmadinejad para que parasse de armar os terroristas. Lula preferiu ninar a bomba iraniana.
O fato de a operação israelense ter sido desastrada — o que até os militares admitem — não transforma em vítimas os seus inimigos. Como deixei claro num texto de ontem, a organização filoterrorista turca IHH se disse “grata” com o desfecho. Os hipócritas estão lamentando os cadáveres que, na verdade, celebram. A indústria da morte é o alimento de sua causa. E, no entanto, é preciso buscar a paz.
A ação militar israelense, apesar de justificável, foi “desastrada” ao lidar com os ativistas, que por sua parte estavam cientes dos riscos e agora se beneficiam do impacto que o ataque surtiu na opinião pública internacional, segundo a análise de Christian Lohbauer, doutor em Ciência Política pela USP.
“Não acho que [os ativistas] são inocentes, ingênuos, que foram fazer uma benfeitoria ou uma ação de auxílio a Gaza achando que nada ia acontecer”, explica Lohbauer, acrescentando que a intervenção era “um risco que os manifestantes correram e calcularam”.
“Ficou evidente que ali [na frota] não se tratava de milícias armadas ou de forças organizadas, havia mulheres, havia idosos, havia intelectuais no meio, é nessa armadilha que Israel caiu, porque ninguém ali fez isso de maneira ingênua”, afirma.
“Sem dúvida, não dá para apoiar esta ação do modo como foi feita, mas minha opinião é que essa reação internacional unânime na linha humanitária também carrega sua característica demagógica.
Acreditar que Israel ia ficar observando um comboio de navios se dirigindo do Bósforo a Gaza é brincar como se eles não entendessem o que está acontecendo ali”, afirma o pesquisador.
Para Lohbauer, é preciso lembrar as condições do cenário político interno israelense ao analisar essa questão.
“[Binyamin] Netanyahu está mais na linha dos ‘falcões’, é muito influenciado pelas Estado Maior das Forças Armadas, e a posição desse grupo prega que qualquer ação que venha a exercer qualquer tipo de ameaça vital ao Estado de Israel merece intervenção”, afirma o analista, citando como exemplos históricos desse mesmo comportamento o ataque em Chatila em 1982, as duas Intifadas e a ação mais recente no Líbano.
“Então Israel não se intimida em fazer intervenções externas, seja na terra, seja no mar, quando interpreta alguma ameaça vital à soberania.
A questão é como os outros países, nós aqui de longe, interpretamos essa visão do Estado Maior – e o mundo desta vez interpreta com exagero absoluto”, analisa.
Para o consultor internacional, o ponto mais relevante nessa questão daqui para frente é o esfriamento das relações dentre Israel e Estados Unidos.
“Israel está vivendo uma situação muito difícil, porque está perdendo o maior apoio que tem, que auxilia e praticamente justifica sua existência naquela região, que é o apoio norte-americano”
Para Lohbauer, mesmo antes dos eventos de segunda-feira Israel já estava se “fazendo de morto” com relação às demandas pela continuidade do diálogo com a Palestina, o que tem levado ao isolamento do país, tanto diante da opinião pública internacional quanto frente a seus principais parceiros.
Samuel Feldberg: Bloqueio a Gaza é ação antiterrorismo
Do UOL Notícias
Em São Paulo
A atuação de Israel contra a frota pode ser justificada como a manutenção de um bloqueio naval regular em Gaza, cujo objetivo é impedir que os terroristas da região tenham acesso a armas que seriam usadas contra civis israelenses, segundo a análise de Samuel Feldberg, membro do Grupo de Análise de Conjuntura Internacional da USP.
“O fato de ter ocorrido em águas internacionais tem que ser analisado à luz da proposta desses barcos de rompimento de um bloqueio naval estabelecido e amplamente divulgado pelos israelenses”, afirma o cientista político.
“A crítica à ação israelense está mais relacionada com o fato de que o bloqueio poderia ter sido implementando eventualmente de outras formas, com menor risco de perda de vidas”.
“Os israelenses estão agindo baseados no seu entendimento de que a faixa de Gaza está sendo governada por um grupo terrorista que está tentando de todos os meios obter armamentos que podem ser utilizados contra a população civil israelense.
Nesse sentido, o que Israel fez pode ser visto como uma atuação justificada pela necessidade de conter uma ação de um grupo terrorista”, analisa Feldberg.
Mas havia razão para desconfiar dos suprimentos carregados pelos barcos?
“É a palavra de um contra a experiência do outro”.
O pesquisador também questiona os reais interesses que mobilizaram o comboio interceptado.
“Se essa organização arquitetou o envio da ajuda humanitária estivesse mais preocupada com a entrega da ajuda aos habitantes de Gaza do que com a promoção da causa e a projeção que esse evento teve na mídia internacional, eles teriam optado por atender a exigência israelense e evitado o confronto, mas aparentemente o objetivo era muito mais promover a causa do encerramento do bloqueio a Gaza – e nisso eles foram muito bem sucedidos”.
“O objetivo dessa missão provavelmente não era a entrega de ajuda humanitária e sim a divulgação do bloqueio a Gaza, com a tentativa de apresentar Israel como uma potência que vem ferindo os direitos humanos”, aponta. (Negrito do Blog).
E qual a consequência dessa ação para a diplomacia israelense?
“Eu não acredito que vá haver nenhum impacto mais profundo nas relações [com os Estados Unidos] por causa desse episódio, eu estou mais preocupado com a reação do Egito”, que coopera com Israel na execução do bloqueio à faixa de Gaza, e onde o governo está sofrendo pressão popular para aliviar o cerco.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/especiais/ataque-frota-humanitaria/2010/06/02/samuel-feldberg-bloqueio-a-gaza-e-acao-antiterrorismo.jhtm Comentário do editor do blog:
Havia dois bloqueios:
- o de Israel
- o do Egito
O do Egito, face ao clamor internacional, foi desativado.
No entanto, o mesmo grupo já prepara nova incursão para furar o bloqueio de Israel, deixando de lado a opção de entrar pelo Egito.
Há ou não há má fé aí?
Há ou não há provocação?
Reflitam
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br
Soldados corriam perigo de vida; reação foi de aut
OPINIÃO OUTRO LADO
Soldados corriam perigo de vida; reação foi de autodefesa
Ataque a tropas israelenses foi premeditado; militantes incitaram a multidão embarcada gritando "intifada"
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OS ORGANIZADORES ESTAVAM CIENTES DE QUE SUAS AÇÕES ERAM ILEGAIS. A AÇÃO DE ISRAEL ESTÁ FUNDADA NA LEI INTERNACIONAL
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GIORA BECHER
ESPECIAL PARA A FOLHA
Durante a madrugada de 31 de maio, soldados da marinha israelense embarcaram em uma frota de seis navios que tentavam violar o bloqueio marítimo em Gaza.
Militantes a bordo do Marmara Mavi atacaram os soldados com armamentos como pistolas, facas e paus, ferindo-os e deixando dois soldados em estado grave e três em estado moderado.
Os navios que reagiram de forma pacífica à operação foram escoltados ilesos, como acontecera anteriormente com navios que tentaram violar o bloqueio marítimo.
O ataque contra os soldados israelenses foi premeditado.
As armas utilizadas foram preparadas com antecedência.
Huwaida Arraf, um dos organizadores da flotilha, afirmou com antecedência ao evento:
"Os israelenses vão ter que usar a força para nos parar".
Bulent Yildirim, o líder do IHH (Fundo de Ajuda Humanitária) e um dos principais organizadores da frota, disse pouco antes do embarque: "Vamos resistir, e a resistência irá vencer".
Os militantes incitaram a multidão embarcada gritando "intifada!", relembrando a revolta dos palestinos na Cisjordânia e na faixa de Gaza em protesto à ocupação israelense entre 1987-1993 e novamente no ano 2000.
É preciso ressaltar que o grupo organizador das embarcações tem orientação antiocidental e radical.
Juntamente com as suas legítimas atividades humanitárias, apoia redes islâmicas radicais como o Hamas e elementos da jihad global, como a Al Qaeda.
A ação de Israel contra a frota está fundada na lei marítima internacional.
O Hamas, que controla Gaza, já lançou mais de 10 mil foguetes contra civis israelenses e atualmente está envolvido no contrabando de armas e suprimentos militares na região, por terra e mar, a fim de fortalecer suas posições e continuar seus ataques contra Israel.
Sob a lei, Israel tem o direito de proteger a vida dos seus civis de ataques do Hamas e tem tomado medidas para se defender, incluindo o bloqueio marítimo para travar o rearmamento do Hamas.
ALVO
Os organizadores da frota deixaram claro que seu alvo principal era o bloqueio marítimo.
Greta Berlin, porta-voz da frota, disse à agência de notícias AFT, em 27 de maio, que "esta missão não é sobre a entrega de suprimentos humanitários, mas [sobre] quebrar o cerco de Israel".
A frota recusou repetidas ofertas de Israel para que os suprimentos fossem entregues no porto de Ashdod e transferidos por passagens terrestres existentes, em conformidade com os procedimentos estabelecidos.
Se, por um lado, os organizadores afirmam ter preocupação humanitária com os moradores de Gaza, por outro eles não têm preocupações semelhantes com o destino do soldado israelense sequestrado Gilad Shalit e se recusaram a fazer uma chamada pública para permitir que ele fosse visitado pela Cruz Vermelha em Gaza.
Os organizadores estavam cientes de que suas ações eram ilegais.
Sob o direito internacional, quando um bloqueio marítimo está em vigor, nenhuma embarcação pode ingressar na área bloqueada.
Em conformidade com as obrigações de Israel sob esta lei, os navios foram avisados várias vezes sobre o bloqueio marítimo ao longo da costa de Gaza.
Ao ficar claro que a frota tinha a intenção de violar o bloqueio, os soldados israelenses, que não empunhavam armas, embarcaram nos navios e os redirecionaram para Ashdod.
Foram recebidos de forma violenta nas embarcações onde dois israelenses foram baleados, um esfaqueado e outros atacados com tacos, facas, machados e objetos pesados.
Os soldados israelenses corriam perigo de vida e agiram em autodefesa.
Em Ashdod, a carga da frota e os itens de ajuda humanitária serão transferidos por terra para a faixa de Gaza.
Os membros da frota que necessitam de assistência estão em instalações médicas israelenses.
O restante do grupo será submetido a procedimentos de imigração aplicáveis em casos de tentativas de entrada ilegal.
GIORA BECHER, 60, é embaixador de Israel no Brasil
Não estamos aplaudindo o triste episódio da madrugada de 31.05.10, mas ontem, após fechada a edição do Sê Fiel, postamos uma notícia sobre o assunto, e dissemos que ainda era necessário esperar as apurações, antes de opinar; ressaltamos, todavia, que é praxe do grupo terrorista Hamas agir tendo civis [mulheres e crianças] como "escudos".
Continua, ainda, cedo para um pronunciamento mais detalhado, melhor fundamentado, mas ouvindo o outro lado, vimos que a incursão dos barcos de "ajuda humanitária" (sic) 3 a 4 dias antes do embarque já deixaram "vazar" as suas intenções de quebrar a barreira imposta por Israel.
Havia, portanto, uma premeditação: atacar os israelenses [moral e fisicamente] para que os mesmos reagissem, quando, então, os palestinos "escandalizariam" os fatos [como é de costume], acusando Israel de "crime de guerra".
Nenhuma surpresa para nós que sempre estudamos a fundo os acontecimentos no Oriente Médio e já conhecemos as táticas dos guerrilheiros; e não se pode criticar quem reconhece que o Hamas é um grupo guerrilheiro, pois o próprio Fatah [partido político do lider da Autoridade Palestina: Mahmoud Abbas] assim o reconhece, e o combate, tendo em vista que foi expulso de Gaza pelo Hamas.
Mais uma vez vamos lembrar que Jesus falando sobre esses acontecimentos dos dias de hoje [dias do fim], disse que era o "princípio das dores".
Isso quer dizer que se abrevia a segunda vinda do Senhor Jesus para reinar sobre as Nações, a partir de Jerusalém.
Maranata! Ora vem, Senhor Jesus!
Edmar Torres Alves - editor do Sê Fiel
www.sefiel.com.br