Reflexões
O Compromisso
O COMPROMISSO
Vejamos o compromisso que o apóstolo Paulo nos enuncia (Filipenses 4.6-7):
Finalmente, irmãos,
tudo o que for verdadeiro,
tudo o que for nobre [honesto],
tudo o que for correto [justo],
tudo o que for puro,
tudo o que for amável,
tudo o que for de boa fama,
se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas.
Ponham em prática tudo o que vocês aprenderam, receberam, ouviram e viram em mim.
E o Deus da paz estará com vocês. (Filipenses 4.6-7)
Não precisamos detalhar estes compromissos, porque eles são suficientemente claros.
1. TUDO O QUE FOR VERDADEIRO -- O nosso compromisso é com a verdade, não com a mentira.
A melhor palavra para a verdade é transparência.
A verdade é o que parece e parece o que é. É por isto que a mentira tem o diabo com pai (João 8.44).
A verdade tem a ver com a fala, que tem a ver com a língua, seu principal instrumento. Uma palavra verdadeira, mesmo que dura, constrói; uma palavra mentirosa, mesmo que leve, destrói.
É conhecido o caso do deputado federal Ibsen Pinheiro. Em 1993, no auge de sua carreira e por causa de interesses escusos, ele foi acusado por uma CPI de ter movimentado um milhão de dólares em suas contas e acabou cassado.
Onze anos depois, com o deputado no ostracismo, o repórter que "descobriu" a movimentação financeira reconheceu que errara e que a movimentação fora de mil dólares.
Como vai o seu compromisso com a verdade? Como vai o seu padrão? Em que altura está a régua do seu compromisso com a verdade?
2. TUDO O QUE FOR HONESTO -- O nosso compromisso é com a honestidade, não com a corrupção.
Uma pessoa honesta é uma pessoa efetivamente nobre, com um comportamento que merece ser reverenciado, pelo que respeito que produz, talvez porque seja algo difícil.
Se a verdade comporta algo de subjetivo, a honestidade ou nobreza ou reverência é algo bastante objetivo.
Se o seu filho encontra algo no chão e leva para casa, e você lhe diz que "achado não é roubado" e permite que fique com o que encontrou, você está claramente dizendo que ele pode
transformar em seu o que não é seu.
Honesto é o comportamento em que não há engano ou fraude.
Às vezes nos comportamos como os contemporâneos de Malaquias. O profeta perguntava se era possível ao homem roubar a Deus, respondendo que roubamos a Deus quando não lhe devolvemos os dízimos e as ofertas (Malaquias 3.8).
Somos desonestos com Deus quando, em lugar de viver uma vida cheia de misericórdia, preferimos apenas lhe apresentar sacrifícios, até mesmo financeiros.
Deus quer um relacionamento com Ele, mais do que os holocaustos (Oséias 6.6).
Como vai o seu compromisso com a honestidade? Tem sido fiel no pouco? Será fiel quando tiver muito? Como vai o seu padrão? Em que altura está a régua do seu compromisso com a honestidade ?
3. TUDO O QUE FOR JUSTO -- O nosso compromisso é com a justiça, não com a injustiça.
Disse-me alguém certa vez que, de tanto conviver num meio corrompido, que já não sabe mais o que é certo ou errado.
A conduta reta não depende da circunstância, nem da sua consequência.
Se acho que algo se torna bom porque vai me ajudar, estou fora do padrão bíblico; se acho que algo se torna ruim porque vai me prejudicar, estou também fora do padrão divino.
Na minha vida, como empregado ou como patrão ou como colega, o juízo tem corrido como um rio e a justiça tem sido como um rio perene? (Amos 5.24)
Como vai o seu compromisso com a justiça? Como vai o seu padrão? Em que altura está a régua do seu compromisso com a justiça ?
4. TUDO O QUE FOR PURO -- O nosso compromisso é com a pureza, não com a imoralidade.
Nossos pensamentos, nossas ações, nossas intenções, nossas palavras, nossas intenções precisam ser puras.
É por isto que Jesus disse que o que contamina a sociedade em que vivemos não é o que entra na boca do homem, mas o que sai dela (Marcos 7.15).
Prova disso é que só a pornografia infantil pela internet movimenta 5 bilhões de dólares por ano.
A pureza é o território da intenção.
A fidelidade conjugal, por exemplo, para ser real, precisa ser primeiro virtual, na mente, no coração.
Como vai o seu compromisso com a pureza? Como vai o seu padrão? Em que altura está a régua do seu compromisso com a pureza?
5. TUDO O QUE FOR AMÁVEL -- O nosso compromisso é com a amabilidade, não com a grosseria, mesmo que em nome da verdade ou da honestidade ou da justiça.
Ser amável é tomar ações que inspirem amor e afeto em que as recebe. Ninguém deve ter prazer em ganhar o "troféu limão", mas em ser agradável.
A simpatia é uma virtude a ser buscada. Sorrir é um verbo que convida. Ser amável é ter prazer em receber, em deixar os outros à vontade. Ser amável é ter uma palavra agradável, temperada com o sal da esperança (Colossenses 4.6), conveniente, produtora de vida e alegria.
Eu me lembro de um tempo quando as pessoas escreviam cartas.
No Seminário, o irmão Roberto Gertner era o carteiro. Nós o aguardávamos na praça; ele podia nos trazer um envelope e dentro poderiam vir palavras doces ou quem sabe um cheque.
O diálogo com ele era sempre o mesmo:
-- Tem carta pra mim?
Se não tivesse, ele respondia, invariavelmente:
-- Hoje, não; amanhã, quem sabe.
Amabilidade tem a ver com beleza, com beleza estética, como uma sinfonia de Bethoven, ou com beleza moral, como a resistência pacífica de Gandhi ou de Martin Luther King Jr.
Como vai o seu compromisso com a cortesia?
Como vai o seu padrão? Em que altura está a régua do seu compromisso com a simpatia?
6. TUDO O QUE FOR DE BOA FAMA -- O nosso compromisso é com a fama, mas com a boa fama.
Devemos viver de modo a que os outros produzam bons relatórios a nosso respeito. Nossas ações devem provocar bons comentários.
Fui ao trabalho de um irmão querido aqui na igreja e disse que era seu amigo. A pergunta, para identificá-lo, foi: :” Ah, você conhece Fulano, aquele que é cristão?”
É bom ser famoso, mas não qualquer fama.
O compositor Chico Buarque chama de idiotice a frenética busca pela fama, que começou nos anos 90, segundo o músico.
Para ele, muita gente no Brasil "anda cercada de guarda-costas, sobretudo os famosos, porque ter guarda-costas te torna ainda mais famoso".
Idiotice cresce perigosamente no Brasil, diz Chico Buarque. Disponível em .
É impressionante: as pessoas sabem que a fama é vaidade e desaparece como a fumaça produzida por gelo seco, mas assim mesmo querem ser famosos.
Como vai o seu compromisso com a boa fama? Como vai o seu padrão? Em que altura está a régua do seu compromisso com a verdade?
Todas estas práticas não são práticas para a vida dita espiritual, mas para a vida. Devemos ser verdadeiros, honestos e justos na igreja e, principalmente, fora dela.
Devemos ser puros sozinhos e quando estamos em grupo. Devemos ser amáveis com amigos e estranhos. Devemos viver de modo a que nos achem parecidos com Jesus Cristo.
Estas práticas começam no desejo e continuam com as ações aprendidas, recebidas, ouvidas e vistas pela pregação do Evangelho.
O padrão dos cristãos precisa estar acima dos que não aceitaram o Evangelho.
Estas são práticas para a vida inteira, como ações contínuas e repetidas, com repercussões no futuro.
Devemos, portanto, manter nossas mentes nas boas coisas que Deus nos deu no plano horizontal, como família, saúde e trabalho, ao mesmo tempo em que pensamos em valores superiores, como justiça, justificação e perdão.
O RESULTADO
E, agora, chegamos ao clímax. Diz o apóstolo Paulo que, se desejarmos viver na verdade, na honestidade, na justiça, na pureza, na simpatia e na boa fama, Deus, que é de paz, estará conosco.
Voltemos ao texto de Gálatas: “Não se deixem enganar; de Deus não se zomba [ou: Deus não se deixa escarnecer]; pois o que o homem semear, isso também colherá. Quem semeia para a sua carne, da carne colherá a destruição; mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna" (Gálatas 6.7-8).
Se plantamos verdade, honestidade, justiça, pureza, simpatia e boa fama, colheremos paz.
Existe um esperanca infinita onde houver arrependimento.
Queremos paz? As instruções de Deus estão-nos dadas.
À prática, irmãos.
"Deus está no Trono, Nós estamos aos Seus pés, entre nós e Ele apenas a distância de um joelho"- Jim Elliot
DEUS ABENÇOE!!!!
Fonte: autor não citado - via e-mail de Rose Mary Carrascoso
postado por Edmar Torres Alves - recebido por e-mail de Rose M, , em 20-07-2010
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Ele sofreu as nossas dores
Ele sofreu as nossas dores
Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão (Hebreus 4:14).
Temos um Sumo Sacerdote que penetrou nos céus, o Senhor Jesus.
Ele foi tentado em todas as coisas como nós, mas nunca pecou, a fim de que pudesse compreender nossas falhas.
A Palavra de Deus lança luz sobre nossos pensamentos, nos julga e discerne o que há em nosso coração.
No entanto, Deus não compartilha da natureza pecaminosa que produz tais coisas.
Porém, no que se refere à nossa fraqueza, o Senhor Jesus sabe por experiência o que sentimos.
É claro que Cristo não tinha desejos maus.
Ele foi tentado de todas as maneiras, e não pecou.
Nele não havia como o pecado se instalar.
Eu não quero nenhuma compaixão pelo pecado que habita em mim; eu o detesto e quero que seja julgado severamente.
Isso é o que a Palavra faz.
Eu procuro compreensão por causa de minhas fraquezas e dificuldades, e encontro isso no sacerdócio de Cristo.
Para que alguém me compreenda não é necessário que tenha os mesmos sentimentos que eu – pelo contrário, quando estou sofrendo não quero me apoiar em quem está sofrendo também.
Mas é necessário ter uma natureza capaz de sondar a dor alheia para que eu possa me compadecer dos outros.
Esse foi o caso do Senhor Jesus quando realizou Seu sacerdócio.
Ele ficou fora do domínio do pecado, mas entrou em nossa humanidade.
Ele experimentou provações que todos os filhos de Deus experimentam, mas em um nível mais profundo do que qualquer ser humano.
Ele experimentou! Ele compreende! Ele ouve! Ele sabe!
Basta, pois, nos aproximarmos “com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Hebreus 4:16).
Extraído do Devocional Boa Semente 2010
Fonte: http://www.literaturacrista.com.br/devocao.php?UID=20100502214937201.1.27.219
postado por Edmar Torres Alves Fonte: www.literaturacrista.com, , em 19-07-2010
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Quem abrirá os selos?
Quem abrirá os selos?
Apocalipse 5:1-14 (Leia abaixo)
Uma pergunta mantém o universo em suspense:
"Quem é digno de abrir o livro e de lhe desatar os selos?".
Noutras palavras, quem executará o juízo?
Só um indivíduo pode fazer isso: Aquele que é sem pecado (veja João 8:7) e, pela Sua própria perfeição, venceu a Satanás e o mundo.
Cristo é este "Leão da tribo de Judá", já mencionado em Gênesis 49:9.
Mas logo em seguida Ele é visto como um Cordeiro "como tendo sido morto".
Para triunfar sobre o Inimigo e encher o céu de uma multidão de criaturas felizes e agradecidas, foi necessária a cruz do Senhor Jesus.
E o coração de todos os santos se recorda de maneira muito comovente do sacrifício de Cristo.
No céu, onde tudo fala de poder e de majestade, a lembrança permanente da humilhação de nosso querido Salvador constituirá um comovente contraste.
A humildade, a mansidão, a sujeição, a paciência, todas essas perfeições morais do Senhor Jesus manifestadas aqui na terra serão sempre visíveis no céu e nos falarão eternamente da grandeza de seu amor.
Então, em resposta ao novo cântico entoado pelos santos glorificados, todas as esferas da criação proclamarão numa só voz:
"Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor" (V. 12).
Extraído do "Guia Devocional do Novo Testamento" - literatura@terra.com.br
Fonte: http://www.ajesus.com.br/comjesus/
Apocalipse 5.1-14
1 Vi, na mão direita daquele que estava sentado no trono, um livro escrito por dentro e por fora, de todo selado com sete selos.
2 Vi, também, um anjo forte, que proclamava em grande voz: Quem é digno de abrir o livro e de lhe desatar os selos?
3 Ora, nem no céu, nem sobre a terra, nem debaixo da terra, ninguém podia abrir o livro, nem mesmo olhar para ele;
4 e eu chorava muito, porque ninguém foi achado digno de abrir o livro, nem mesmo de olhar para ele.
5 Todavia, um dos anciãos me disse: Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos.
6 Então, vi, no meio do trono e dos quatro seres viventes e entre os anciãos, de pé, um Cordeiro como tendo sido morto. Ele tinha sete chifres, bem como sete olhos, que são os sete Espíritos de Deus enviados por toda a terra.
7 Veio, pois, e tomou o livro da mão direita daquele que estava sentado no trono;
8 e, quando tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos,
9 e entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação
10 e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra.
11 Vi e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono, dos seres viventes e dos anciãos, cujo número era de milhões de milhões e milhares de milhares,
12 proclamando em grande voz: Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor.
13 Então, ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos.
14 E os quatro seres viventes respondiam: Amém! Também os anciãos prostraram-se e adoraram.
postado por Edmar Torres Alves - Fonte: www.ajesus.com.br, , em 19-07-2010
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Pára ó Senhor!
Pára, ó Senhor!
Soberano Senhor, eu te imploro que pares! Como Jacó poderá sobreviver? Ele é tão pequeno! (Am 7.5)
Primeiro foi a visão dos gafanhotos.
Eles estavam sendo preparados para devorar tudo o que brotava nos campos depois da primeira colheita.
Não haveria a segunda safra.
Então Amós intercedeu: “Senhor Soberano, perdoa! Como Jacó poderá sobreviver? Ele é tão pequeno!”
Deus ouviu a intercessão do profeta e prometeu: “Isso não acontecerá” (Am 7.1-3).
Depois foi a visão do grande fogo. Ele deveria secar o grande abismo, quem sabe o mar Mediterrâneo, e devorar a terra.
Então Amós intercedeu fortemente: “Soberano Senhor, eu te imploro que pares, como Jacó poderá sobreviver? Ele é tão pequeno!”
Deus ouviu a intercessão do profeta e prometeu: “Isso também não acontecerá” (Am 7.4,5).
Poucas passagens mostram tão enfaticamente o valor da oração intercessora como esta de Amós.
No caso de Sodoma e Gomorra, a intercessão de Abraão foi obtendo concessões admiráveis da parte de Deus: bastaria achar dez justos naquelas cidades da planície para Deus poupar a região toda (Gn 18.32,33).
Se não fosse a intercessão de Moisés, todo o Israel teria sido consumido logo após a adoração do bezerro de ouro (Êx 32.9-14)
Hei de interceder em favor daqueles que já estão condenados e a caminho da forca!
Retirado de Refeições Diárias com os Profetas Menores (Editora Ultimato, 2004).
Fonte: http://www.ultimato.com.br/janela_meditacao.php
postado por Edmar Torres Alves - Fonte: www.ultimato.com.br, , em 19-07-2010
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Amontoando Riquezas...Que Riquezas?
Amontoando Riquezas... Que Riquezas?
"Na verdade, todo homem anda qual uma sombra; na verdade, em vão se inquieta, amontoa riquezas, e não sabe quem as levará" (Salmos 39:6).
Você já viu uma lápide com um "$" escrito sobre ela? Eu nunca vi.
Conhecemos centenas de pessoas que viveram ou ainda vivem com um único propósito: acumular riquezas.
Porém, não conhecemos ninguém que deseje que o juízo final para sua vida seja baseado naquilo que ele conseguiu ganhar.
As pessoas desejam que, em seu obituário, todos possam ler a respeito de sua vida a serviço da humanidade e não um balancete de sua riqueza.
Qual tem sido a nossa meta para uma vida vitoriosa e feliz?
Ganhar muito dinheiro?
Parece que nos últimos dias tem aumentado o número de pessoas que se aplicam apenas a isso.
Até uma grande parte de nossas igrejas tem enfatizado a "benção de ficar rico".
Nos programas de televisão ou de rádio, os testemunhos dizem apenas isso: "Eu agora tenho
dinheiro, tenho empresas, tenho carros, tenho..." e Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, que entregou Sua vida por nós em uma cruz, não é citado uma vez sequer.
Seria essa a grande bênção a alcançar para nossas vidas espirituais?
Seria esse o caminho da vida abundante e eterna?
Foi para isso que o Senhor nos salvou?
Ser um vencedor não significa ter um grande patrimônio financeiro.
Ter uma vida abençoada não implica em aumentar a conta bancária.
Melhor que todo o ouro e prata deste mundo é
estar feliz diante do altar de Deus, é ter a certeza de que Ele caminha ao nosso lado e que jamais nos abandonará, é poder deitar e descansar tranquilamente.
Ele nos prometeu suprir as necessidades, não seria isso o bastante?
E se Ele quiser nos dar muito dinheiro, glórias a Ele.
Estaremos muito alegres, não apenas pelo dinheiro em si, mas, pela bênção do Senhor ter desejado no-lo dar.
No dia em que o Senhor vier nos buscar, não lhe mostraremos o extrato de nossas contas, mas os nossos corações, cheios de amor, de bondade, do prazer de poder seguir com Ele para as mansões celestiais.
*****
Caso tenha um amigo que deseja receber as reflexões diárias e não participar de listas, basta preencher o link indicado no final e assinar a lista de envio de apenas uma mensagem diária.
*****
Fonte: Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Ministério Para Refletir - via e-mail de Eduardo Luiz Torres Alves
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Amados irmãos e amigos.
Já ultrapassamos o nosso aniversário de 14 anos e pretendemos chegar aos 15 anos com muito mais bênçãos para compartilhar. Não é fácil administrar um trabalho tão grande, que envolve milhões de pessoas no mundo inteiro. Mas
eu estou confiante e muito disposto a continuar fazendo a vontade do Senhor.
Os nossos recursos diminuíram muito neste mês de junho, mas tenho certeza de que o Senhor abençoará aos que já se comprometeram para que possam cumprir seu desejo e despertará outros para que venham se juntar a nós.
O Para Refletir é um trabalho missionário sem qualquer custo para os participantes. Os nossos serviços são gratuitos e sempre será assim. Todos que desejam receber mensagens ou
aconselhamento são bem-vindos e ninguém terá de pagar nada por isso. Nesses quatorze anos, as vitórias foram memoráveis. Diante do Senhor só podemos dizer "Aleluia". A
Ele pertence a glória e o louvor, para sempre.
A oração de todos é fundamental e, quando alguém quiser e puder participar oferecendo voluntariamente sua colaboração financeira, poderá fazê-lo com alegria e a certeza de que
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tanto para quem recebe como para quem oferece alguma coisa.
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Deus prometeu em Sua Palavra que abriria as janelas do Céu para os que participam ativamente de Sua obra.
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postado por Edmar Torres Alves - por e-mail de Eduardo Luiz To, , em 19-07-2010
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A Aldeia dos Leprosos
Lucas 17:11-19
T.S. Eliot, em seu livro “O Coquetel”, apresenta de forma muito feliz o drama da existência humana.
Um de seus personagens se chama Célia e se sente doente, a tal ponto que procura um psiquiatra.
Ela sabe que está muito enferma e que aquilo que ela sente não é algo comum.
Seria terrível se todos os seres humanos se sentissem assim, pensa ela.
Ao chegar ao consultório ela explica ao médico que são basicamente dois os sintomas de sua moléstia.
O primeiro é que ela se sente só, muito só.
O segundo é que ela tem a sensação que cometeu pecado, não algo objetivo de que se possa livrar simplesmente pedindo perdão, não é algo que decorre de uma ação, mas uma espécie de estado da alma.
De certa forma, é esta a realidade e a dor de todo ser humano.
Se sentir só, banido, exilado, sabe ele lá de onde, e impuro, imperfeito, pecador.
O texto que propomos como base para a nossa reflexão de hoje, fala-nos de uma comunidade de leprosos.
Eram dez ao todo, viviam em uma “aldeia fantasma”, no meio do nada, entre a Galiléia e Samaria.
Creio que eles são uma metáfora apropriada da realidade humana, muito embora reconheça que o texto não é metafórico.
Como eles, todos nós estamos acometidos de uma doença crônica e incurável.
Nem a medicina, nem a filosofia, nem qualquer outra ciência humana pode nos trazer a saúde.
Nós até podemos disfarçá-la, maquiá-la para que ela não se manifeste em toda sua hediondez.
Nós podemos nos auto-receitar remédios, terapias, tratamentos.
Ou podemos seguir a receita de outras pessoas, esvaziar a mente com meditações transcendentais, fazer caridade para banhar de mel nossa chagas purulentas, engajarmo-nos em uma igreja ou organizaçao humanitária e trabalharmos freneticamente para que, quem sabe, mostremos a Deus que somos dignos de sua cura.
Mas nada disso é suficiente, nós continuamos terrivelmente doentes.
E esta doença, como era a daqueles infelizes descritos por Lucas, é tal que nos exila, que nos manda pra fora, que nos exclui.
Por isso nos sentimos sozinhos, por isso temos a sensação de que este não é o nosso lugar, que, nas palavras de Pedro, somos estrangeiros e peregrinos.
Isso explica esta nostalgia do Éden, do jardim da Comunhão, onde nunca estivemos, mas, paradoxalmente, para onde ansiamos voltar.
Numa situação dessas, há aqueles que são capazes de nutrir uma esperança de mudança.
Algo pode acontecer e mudar a sua sorte, um milagre ou o destino, quem sabe.
Mas há aqueles também que se resignam, que aceitam isso como algo inevitável que lhes aconteceu e vivem de “boca aberta esperando a morte chegar”.
Nossos personagens são do primeiro tipo de pessoas, tinham ouvido histórias, quem sabe um deles tinha visto Jesus fazer maravilhas antes de ser acometido pela doença e contara aos seus irmãos de sina que ele seria a solução de seus problemas, e que se um dia, quem dera... ele lhes chegasse perto, poderiam pedir-lhe que deles tivesse misericórdia e rogasse aos céus em seu favor.
Como os leprosos, só nos resta uma esperança, Jesus de Nazaré.
Para nossa felicidade, e a deles, não entendo porque, o Mestre costuma entrar na “aldeia dos leprosos”, rompendo com todos os padrões religiosos, morais e higiênicos, ele entra por vontade própria na colônia dos proscritos, daqueles que não podem e nem devem ser vistos, gente destinada ao esquecimento, para quem a morte seria uma visita bem vinda.
Diz-nos o texto que ele “entrando na aldeia, lhe saíram ao encontro dez leprosos”
É como se ele tivesse uma irresistível inclinação na direção dos que sofrem.
Lembro-me de uma ocasião em que era comemorada a Festa da Páscoa em Jerusalém.
Jesus foi para a cidade, mas em lugar de ir para a praça do Palácio, onde se poderia ouvir o fremido dos tamborins, ou para os átrios do Templo, onde o cheiro bom do incenso e o som dos louvores enchiam a tudo, ele se dirige para o Tanque de Betesda, um fétido e esquecido local, onde se empilhavam às centenas enfermos de todos os tipos, vítimas de todos os males.
Por toda parte os gemidos de dor, os gritos oriundos do corpo e da alma.
Louvado seja o Senhor, que não se afasta dos que sofrem, nas palavras do compositor do Salmo 116, “amo ao Senhor porque Ele ouve a minha voz e a minha súplica”.
Ou nos versos de uma outra canção que eu aprendi ainda bem criança, “bendito seja nosso Deus que não me rejeita a oração, nem afasta de mim a Sua Graça”.
Com carinho,
Rev. Martorelli Dantas
Fonte: www.paoquentediario.com.br
postado por Edmar Torres Alves Fonte: www.paoquentediario.com., , em 19-07-2010
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